"Um povo livre sabe que é responsável pelos atos do seu governo. A vida pública de uma nação não é um simples espelho do povo. Deve ser o fórum de sua autoeducação política. Um povo que pretenda ser livre não pode jamais permanecer complacente face a erros e falhas. Impõe-se a recíproca autoeducação de governantes e governados. Em meio a todas as mudanças, mantém-se uma constante: a obrigação de criar e conservar uma vida penetrada de liberdade política."

Karl Jaspers

abril 20, 2010

GOVERNO DÁ PARA NÃO PAGAR.


O governo deve liberar na próxima quinta-feira os limites de recursos destinados às emendas individuais dos deputados e senadores antes das eleições.

Em média, cada parlamentar deve ter à disposição R$ 4 milhões.

A medida seria uma tentativa do governo de garantir o apoio da base aliada, em uma semana em que o Executivo espera a aprovação de importantes projetos, como o reajuste dos aposentados e pensionistas.

As informações são do jornal Correio Braziliense.

Os deputados se mostram dispostos a conceder 7,7% de aumento aos aposentados e pensionistas, enquanto o governo fixou o reajuste máximo em 7%.

Com a liberação dos gastos com emendas, o governo pretenderia impor a sua vontade com maior facilidade.

RÉU LEGISLANDO, TÁ TUDO ERRADO.

Autor(es): Diego Abreu Correio Braziliense -

Engajado na luta contra a aprovação do Projeto de Lei nº 265/07, conhecido como lei Maluf, o presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), Antônio Carlos Bigonha, mobilizou entidades ligadas ao Ministério Público em uma campanha contra a proposta que prevê punições a procuradores e promotores que usarem de “má-fé” para abrir processos contra autoridades, e utilizarem da prerrogativa para fazer perseguição política.

Bigonha acusa o deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) de legislar em causa própria.

No mês passado, o parlamentar foi incluído na lista de procurados da Interpol, a polícia internacional. Ele é alvo de um mandado de prisão expedido pela Justiça dos Estados Unidos por crimes de conspiração, envio de dinheiro ilegal para Nova York e roubo de dinheiro público em São Paulo. O deputado nega.

Trechos da entrevista :

Quais os prejuízos que a lei Maluf pode trazer para a atuação do Ministério Público caso seja aprovada?
A Lei Maluf é uma iniciativa isolada dentro do Parlamento que se traduz numa tentativa de vingança contra o Ministério Público em decorrência da intensa atuação no combate à corrupção. O deputado Paulo Maluf já foi muito investigado pelo MP, condenado várias vezes pela Justiça brasileira e agora tenta se vingar com a aprovação dessa lei. O prejuízo que causaria seria o de tumultuar o processo de investigação dos casos de corrupção, porque assim vai ter que se julgar primeiro o promotor que propõe a ação.

O senhor teme que a lei seja aprovada?
Não temo porque considero que o Congresso tem tido uma interlocução excelente com o Ministério Público e temos construído uma ponte muito boa com a classe política. Estamos fazendo o alerta porque o preço da liberdade é a eterna vigilância, temos que vigiar para não correr nenhum risco da aprovação. E temos o papel de esclarecer a sociedade sobre o sentido contraditório dessa iniciativa do deputado Paulo Maluf, que está legislando em causa própria.

Nos últimos dois anos, integrantes do Poder Judiciário têm criticado a atuação do Ministério Público. Há uma falta de sintonia entre o MP e a Justiça?
Eu acho que a crítica é cada vez menos necessária e pertinente, porque a instituição tem buscado mecanismos eficazes para coibir os abusos.

Quais mecanismos?
Sobretudo o fortalecimento das corregedorias, o engajamento dos conselhos superiores e a modernização e o fomento do trabalho do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Esse é um instrumento estratégico e poderoso para aumentar a eficiência da nossa instituição e coibir eventuais abusos, que acontecem em qualquer instituição da República.

SERRA E O PAPEL DO ESTADO E ETC,,,

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Autor(es): Agencia O Globo/Fabio Fabrini, enviado especial, e Marcelo Portela

Em conversa com empresários mineiros na sede da FIEMG (entidade que concentra mais de 30% do PIB mineiro), o pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra, optou por um discurso técnico, mas marcando diferenças com propostas de sua principal adversária, Dilma Rousseff, do PT.

Afirmou que o modelo de desenvolvimento em vigor no país hoje privilegia o setor primário, que, apesar de ser responsável por grande volume de exportação, tem pouco valor agregado.

— É o modelo que vigorou dos anos 1930 aos anos 1980. Não gera empregos — disse o tucano.

Na opinião de Serra, foi importante o país ter investido nessas áreas, mas hoje não há mais espaço para isso.

— O Estado produtor e todo-poderoso do passado não vinga. É obeso.

E obesidade indica fraqueza — afirmou o tucano.

Serra também criticou o inchaço da máquina pública e defendeu a redução dos gastos, além de mudanças na questão tributária:
— Nós temos a questão fiscal no Brasil, que é de uma rigidez muito grande. Não é enxugamento para perseguir ninguém, não é enxugamento irracional, como se chegou a se fazer.
É um enxugamento bem feito. As gorduras de cargos comissionados.

“Nessas coisas de casamento, defendo a monogamia”

Sobre política, ele deixou claro que seu candidato ao governo de Minas é o atual governador tucano, Antônio Anastasia, que disputa a reeleição com o apoio do ex-governador Aécio Neves.

E disse que não aceitaria uma campanha velada com o pré-candidato do presidente Lula ao governo mineiro, Hélio Costa (PMDB), que deverá ter o apoio do PT.

— Eu até me dou bem com Hélio Costa, tenho uma relação cordial, mas, nessas coisas de casamento, eu defendo a monogamia — rebateu Serra.

Em entrevista à Rádio Itatiaia, Serra atacou o ritmo de execução do PAC, uma das principais bandeiras de Dilma, e reclamou do aparelhamento e da corrupção em setores da administração federal.

— O PAC é uma lista de obras, vamos ser realistas. A maior parte não foi feita.

O tucano atacou ainda o inchaço da máquina e o empreguismo: — A Funasa hoje acabou loteada pelo empreguismo, pelo troca-troca, por denúncias de corrupção. Não é nem problema do atual ministro (José Gomes Temporão, PMDB), que é decente.

Mas é o que foi destruído.

Serra criticou a reeleição, proposta e aprovada no governo do também tucano Fernando Henrique Cardoso:
— Reeleição não é coisa boa. Deveria ter cinco anos de mandato. Você chega e governa fazendo aquilo que tem de ser feito, não apenas de olho na reeleição — disse ele.

Perguntado sobre críticas do líder do MST João Pedro Stédile à sua candidatura, Serra disse que a organização usa a reforma agrária como pretexto para objetivos políticos.

A "MAROLINHA" NA INDÚSTRIA.

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O Estado de S. Paulo -

O Brasil perde o posto de nono maior parque industrial(click) do mundo. Dados divulgados pela Organização das Nações Unidas apontam que a Índia superou o Brasil em 2009 e o País caiu para a décima posição.

No topo do ranking, a China supera pela primeira vez o Japão para se tornar o agora segundo maior produtor de bens manufaturados do mundo.

A liderança ainda é dos Estados Unidos. Mas a economia americana está cada vez mais ameaçada nessa posição.

No ano 2000, os americanos representaram 26,6% da produção industrial do mundo, o ponto mais alto em 40 anos.

Em outras palavras, a cada quatro produtos fabricados no planeta, um vinha dos Estados Unidos. Em 2000, o Japão era o segundo maior produtor.

A China era apenas o quarto, com 6,6% da produção mundial.

A ONU não divulgou ainda os números absolutos da produção industrial no mundo em 2009 e o porcentual é uma estimativa da participação de cada país.

Mas, em 2007, o valor total da produção havia atingido US$ 6,7 trilhões.

No ano seguinte, o valor chegou a US$ 6,81 trilhões. Em 2009, a produção industrial no mundo teria perdido 10% de suas atividades, segundo os dados da ONU.

Transformação, "Mas a realidade é que o mapa mundial da produção industrial está em plena transformação", afirmou Shyam Upadhyaya, diretor de estatísticas da Organização de Desenvolvimento Industrial da ONU.

A participação americana começou a cair a partir de 2000 e essa tendência se acelerou diante da crise em 2009. Hoje, 18,9% da produção industrial mundial ocorre nos Estados Unidos.

Em dez anos, a China dobrou sua produção e já tem 15,6% da fabricação de manufaturas no planeta, ante 15,4% do Japão.

Alemanha, Reino Unido, França e Itália também estão em franca queda. Em 2000, os alemães eram os terceiros maiores produtores, com 6,8% do mercado.

Hoje, contam com 6,3%. Os ingleses caíram na quinta posição para a oitava posição.

Brasil.

No caso da produção industrial brasileira, a ONU indica que no início da década o País representava 1,66% da manufatura mundial. Espanha, México e Canadá superavam o Brasil naquele momento e o País ocupava a 12a posição.

A partir de 2006, o País ganhou posições, chegando a ser o nono maior produtor de manufaturados e fabricando 1,89% da produção mundial.

Mas, em 2009, a crise atingiu de forma mais importante o Brasil que outros países emergentes.

O resultado foi que a Índia conseguiu avançar de forma mais rápida e superou o Brasil no ranking. A Índia dobrou sua participação no mercado mundial em dez anos, subindo de 1,1% em 2000 para quase 2% no ano passado.

Em termos de regiões, a Ásia já se transformou no parque industrial do mundo, produzindo 44% de toda a fabricação de manufaturados do planeta.

A Europa conta com 27%, ante 20,5% na América do Norte. A América Latina corresponde a apenas 6,1% da produção mundial, ante um insignificante 1,6% da África.

Os países emergentes hoje produzem 44% das manufaturas do planeta, ante 66% nos países ricos.

Mas o Brasil-(click) vem perdendo espaço. O País representava 10% de toda a produção industrial das economias em desenvolvimento há 15 anos, em 1995. Dez anos depois, caiu para 7,2%. / J.C.

BRASIL POLÍTICA NARCISISTA -FINANCIAL TIMES.

Um artigo publicado nesta terça-feira pelo jornal britânico Financial Times afirma que o jeito "carinhoso" do Brasil é um obstáculo para que o país consiga um lugar entre as grandes potências no cenário internacional.

O texto assinado pelo jornalista John Paul Rathbone afirma que, após a crise financeira global, o Brasil "tornou-se importante na comédia das nações, quase sem ninguém perceber".

Há seis anos, o Brasil participava apenas pela primeira vez como convidado de uma reunião do G8, grupo que reúne as maiores economias industrializadas do planeta, e tinha mil diplomatas espalhados pelo mundo.

Hoje, segundo o jornal, o Brasil tem 1,4 mil diplomatas e sua voz, ao lado da Turquia e China, é importante em questões internacionais, como as sanções nucleares ao Irã. Política de 'arco-íris'

No entanto, segundo o texto, "a política de arco-íris do Brasil pode estar atingindo o seu limite e poderia até colocar em risco a vaga permanente no Conselho de Segurança que o país cobiça". "Gafes recentes mudaram a imagem açucarada do Brasil e do seu presidente também", afirma o Financial Times.

Entre os episódios citados pelo jornal estão a crítica feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva à greve de fome ativista cubano Orlando Zapata e os comentários do presidente sobre protestos da oposição após as eleições no Irã - quando Lula disse que as manifestações eram "choro de perdedores".
Continua...

abril 19, 2010

VAI PRA CASA PADILHA, ALOPRADO!


POLÍCIA X JUSTIÇA.O PING PONG.

RODRIGO VARGAS
da Agência Folha, em Cuiabá

O TRF (Tribunal Regional Federal) da 1ª Região concedeu ontem liminar favorável em pedido de habeas corpus da defesa do "aloprado" Valdebran Padilha e ao seu irmão, o empreiteiro Waldemir Padilha.

Suspeitos de envolvimento com uma suposta quadrilha que teria desviado ao menos R$ 51 milhões dos cofres da Funasa (Fundação Nacional de Saúde) e dos ministérios da Saúde e das Cidades, eles foram liberados ainda na noite de ontem, após dez dias de prisão.

Segundo o advogado Roger Fernandes, que defende os irmãos Padilha, a Justiça considerou que não havia "motivos concretos" para a manutenção das prisões.

"Meus clientes foram presos e mantidos nesta condição com base em afirmações abstratas, genéricas", disse o advogado, que afirmou ter tido uma reunião na manhã de hoje com seus clientes.

"Estão tranquilos e não têm dúvidas de que as acusações são improcedentes e têm cunho político."

No sábado, o tribunal já havia revogado as prisões preventivas do tesoureiro do PMDB-MT, Carlos Miranda, e de José Luis Bezerra, sobrinho do deputado federal Carlos Bezerra, presidente estadual do PMDB.

Ao todo, a Polícia Federal já indiciou 46 pessoas sob suspeita de envolvimento com o esquema. O relatório final da investigação deve ser apresentado nesta semana.

Outros lances da "partida" :

O LADO PACMAN DO PAC,

O apetite do PAC vai além das verbas e as maracutaias,
agride também o meio ambiente, e pior : "legalmente".

EDUARDO SCOLES

da Sucursal de Brasília

Empreendimentos do PAC, selo criado pelo governo federal para agrupar ações de infraestrutura, já desmataram de forma legal no país uma área equivalente à metade do município de São Paulo.

O Programa de Aceleração do Crescimento foi criado em 2007. Desde então, o governo autorizou o desmate de 730 km² para o avanço de suas obras, segundo levantamento feito pela Folha em cada uma das 155 autorizações específicas para o programa expedidas pelo Ibama, órgão do Ministério do Meio Ambiente.

O montante desmatado nesses três anos inclui extensões na região amazônica, mas também no cerrado e na caatinga, inclusive em áreas de preservação permanente, como margens de rios e topos de morros.

São obras de recursos hídricos, usinas hidrelétricas, ferrovias e rodovias, entre outras.

Cada uma dessas autorizações do Ibama traz uma série de contrapartidas que, ao menos no papel, deveriam ser cumpridas pelos responsáveis da obra, como o plantio de uma área equivalente à devastada.

Entretanto, não existe fiscalização no cumprimento dessas condicionantes, disseram à Folha servidores que, em tese, teriam essa responsabilidade.

Segundo a ministra Isabella Teixeira(Meio ambiente-Click), o Ibama precisa ser fortalecido, e os licenciamentos do órgão precisam ser tratados como algo estratégico de governo, e não apenas da área ambiental.

Matéria completa e quadro do devastamento...


Mais Jogos no Click Jogos

MIN.TURISMO/ONGS = ROUBALHEIRA RECREATIVA, NO GOVERNO PT.

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Da Redaçãobrasil@eband.com.br

A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União investigam suposta fraude em que políticos ligados a ONGs são suspeitos de usar verba do Ministério do Turismo para fazer festas, segundo reportagem publicada nesta segunda-feira no jornal “Folha de S. Paulo”.

Segundo levantamento realizado pelo jornal, das 50 ONGs que mais receberam recursos da pasta do Turismo para eventos entre os anos 2007 e 2009, 26 têm relação com políticos e partidos.

Ainda de acordo com a pesquisa
,
as entidades receberam R$ 53 milhões no período
.

No primeiro governo Lula, o gasto com festas foi de R$ 116,5 milhões.

Nos últimos três anos, o valor suu para R$ 601,2 milhões.

Parlamentares


Dos recursos para os eventos realizados em 2010, 95% foram destinados para festas que os parlamentares incluíram no Orçamento. Apenas 5% foi previsto pela pasta de Turismo.

Pelo menos nove deputados federais teriam sido beneficiados pelo repasse de recursos.

Armando Monteiro (PTB-PE),
Sandro Mabel (PR-GO),

Alfredo Kaefer (PSDB-TO),

Geraldo Magela (PT-DF),

José Ayrton (PT-CE),

Sandes Júnior (PP-GO),

Rodovalho (PR-DF),

Rômulo Gouveia (PSDB-PB) e Leo Alcântara (PR-CE).

Segundo o jornal, o esquema funciona de forma semelhante ao conhecido como a máfia dos sanguessugas.
O esquema, que eclodiu em 2006, se baseava no superfaturamento de ambulâncias

compradas com recursos de emendas apresentadas pelos congressistas ao Orçamento.

Redator: Martina Cavalcanti

BANCOS 2,3 (X /+ ) QUE BOLSA FAMÍLIA.

Marcone Gonçalves

Sempre que questionado sobre os ganhos espetaculares acumulados pelo sistema financeiro ao longo de seu governo, o presidente Lula sai-se com essa: “Quero mais é que os bancos deem lucro”.

Pois dados consolidados pelo Banco Central, referentes aos sete anos da administração do petista, mostram que as 100 maiores instituições financeiras do país não se fizeram de rogadas.

Acumularam, no período, R$ 127,8 bilhões em lucros, o equivalente a 2,3 vezes os R$ 55,2 bilhões gastos pelo Ministério do Desenvolvimento Social por meio do Bolsa Família, programa que ajuda a melhorar as condições de vida de 46 milhões de brasileiros.

Nem mesmo o estrago provocado pela crise mundial foi suficiente para inibir o apetite dos bancos. No ano passado, também segundo o BC, as 100 maiores instituições engordaram o seus cofres com ganhos de R$ 23,2 bilhões, resultado que superou em 26% os retornos de 2008 (R$ 18,4 bilhões).

Isso, apesar de o Produto Interno Bruto (PIB), o total de riquezas produzidas pelo Brasil, ter encolhido 0,2% na mesma comparação.

Quem acompanha o mercado de perto avisa: o último ano da gestão Lula será fechado com pompa pelo sistema bancário: os lucros serão os maiores da história, o que poderá ser comprovado quando saírem os números do primeiro trimestre.

1 - Estatização no mundo
As estripulias feitas pelos bancos americanos no crédito imobiliário deixaram um rastro de prejuízos em todo o mundo. Gigantes com o Citibank, o Goldman Sachs e a seguradora AIG tiveram de ser socorridos pelo governo dos Estados Unidos.

Na Europa, várias instituições foram estatizadas para não quebrarem. Com isso, garantiu-se os depósitos de milhões de poupadores.

E EU COM ISSO
Boa parte dos lucros dos bancos decorre da concentração do sistema financeiro. Com um menor número de instituições no mercado, os consumidores ficam desprotegidos.

Os bancos aumentam o poder para impor taxas de juros elevadas nos empréstimos. Também ficam confortáveis para fixar tarifas maiores nos serviços que prestam, já que a competição diminui.


GAROTINHO E CABRAL A POLÍTICA BUMBA(LIXÃO) DO RJ.

http://www.gazetadopovo.com.br/midia_tmp/600--CHARGE-sujeira.jpg
Luciana Nunes Leal, de O Estado de S.Paulo

O pré-candidato do PR ao governo do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho, acusou o governador Sérgio Cabral (PMDB), que disputa a reeleição, de enriquecimento ilícito, durante o Primeiro Encontro Regional do PR no Estado, realizado neste domingo, 18.

"O governador não consegue justificar nem a mansão que comprou em Mangaratiba fazendo lavagem de dinheiro. Me processe que eu quero ver, governador Sérgio Cabral. Entre na Justiça e prove que você comprou a mansão que tem com o dinheiro do seu trabalho (...)

Marque dia e hora, convoque a imprensa e mostra como comprou a mansão e dois apartamentos no metro quadrado mais caro do Rio de Janeiro. Não foi como governador", discursou Garotinho, depois de aprovado o lançamento de sua pré-candidatura.

Em entrevista, Garotinho disse que suas acusações foram apenas a "pré-estreia" do que pretende levantar sobre o atual governador durante a campanha eleitoral.

A Assessoria de Imprensa de Cabral informou que o governador não vai se manifestar sobre as declarações do adversário.