"Um povo livre sabe que é responsável pelos atos do seu governo. A vida pública de uma nação não é um simples espelho do povo. Deve ser o fórum de sua autoeducação política. Um povo que pretenda ser livre não pode jamais permanecer complacente face a erros e falhas. Impõe-se a recíproca autoeducação de governantes e governados. Em meio a todas as mudanças, mantém-se uma constante: a obrigação de criar e conservar uma vida penetrada de liberdade política."

Karl Jaspers

maio 21, 2013

SEM "MARQUETINGUE" ! NO DE(s)CÊNIO DOS FARSANTES E GERENTONA QUEBRA 1,99 : PETEBRAS - Marca da petrolífera brasileira não aparece mais na lista das 100 mais valiosas do mundo.

A Petrobras perdeu o posto de marca mais valiosa da América Latina, segundo pesquisa da consultoria Millward Brown Optimor divulgada nesta terça-feira.

 A petrolífera teve queda de 45% em seu valor de marca, que passou de US$ 10,56 bilhões em 2012 para US$ 5,76 bilhões.

Assim, ela foi ultrapassada por duas fabricantes de cervejas: 

a mexicana Corona, cujo valor de marca cresceu 29%, alcançando US$ 6,62 bilhões, e a Skol, que teve alta de 39%, passando para US$ 6,52 bilhões.

Entre as 10 mais valiosas da América Latina, estão ainda outras três empresas brasileiras: 

o banco Bradesco (US$ 5,44 bilhões, queda de 19%), 
a telefônica Claro (US$ 4,45, alta de 3%) 
e o banco Itaú (US$ 4 bilhões, queda de 39%).

A Petrobras, que em 2011 chegou a assumir a 61ª posição no ranking global, caiu no ano passado para a 75ª colocação, e este ano ficou fora da lista das 100 marcas mais valiosas do mundo.


O Globo

Imbróglios do governo (DA FALSÁRIA 1,99) tiram brilho falso e de encomenda da viagem (DO CACHACEIRO PARLAPATÃO) à Argentina


Fora do script – 
Há meses fugindo dos jornalistas brasileiros, a quem evita dar explicações sobre o envolvimento de sua namorada, Rosemary Noronha, na Máfia dos Pareceres, o lobista messiânico Luiz Inácio da Silva ensaiou novo retorno à cena política nacional, mas o episódio do Bolsa Família estragou seus planos.

Lula, que nos últimos dias esteve na Argentina para salamaleques encomendados e antecipadamente ensaiados com a mandatária local, Cristina Fernández de Kirchner, foi agraciado com oito títulos de doutor honoris causa concedidos por universidades do país sul-americano.

Beira a irresponsabilidade pensar que um governante que protagonizou o período mais corrupto da história do seu país e arruinou a economia, com direito ao retorno da temida e nefasta inflação, consiga convencer um grupo de acadêmicos sobre sua suposta excelência na administração pública.

Artífice maior do Mensalão do PT, Lula é um apedeuta convicto e avesso à leitura, mas como verdadeiro animal político retoma o projeto camaleônico que o transformará novamente em um factóide da pior estirpe. 
O lado preocupante dessa empreitada não está nas descabidas e irresponsáveis honrarias que o ex-metalúrgico recebeu nos últimos dias, mas no efeito que isso tem na sociedade, que verá um amontoado de ignaros acreditando ser descendentes de conhecidos gênios.

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EMPREGOS ! VERSO X REVERSO : Geração de empregos de janeiro a abril tem queda de 28% . Nos primeiros quatro meses do ano, foram criadas 503 mil novas vagas, ante 702 mil no mesmo período de 2012

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O ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, anuncia nesta terça-feira uma queda de 28% na geração de vagas formais de trabalho neste ano, em relação ao ano passado. 
 
Em abril, foram criados 196.913 empregos com carteira assinada, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). 

Mesmo assim, o resultado foi comemorado pela presidente Dilma Rousseff, que celebrou os mais de 4 milhões de empregos formais durante seus quase dois anos e meio de governo, apesar da crise financeira global.

"No meu governo, nós já criamos mais de 4 milhões de novos empregos, todos com carteira assinada. Chegamos a essa marca histórica agora, no mês passado, em abril, quando foram gerados quase 200 mil novos postos de trabalho", afirmou Dilma no programa de rádio semanal "Café com a Presidenta".

 "O número é extraordinário e a sua importância fica ainda maior quando comparamos a nossa situação com a dos países desenvolvidos, em especial os países da Europa, onde o desemprego (...) tem crescido para níveis estratosféricos."

De janeiro a abril, as empresas contrataram 502.981 pessoas a mais do que demitiram, resultando em um saldo menor do que os 702.059 acumulados de janeiro a abril do ano passado. Apesar da redução, a geração de vagas vem sendo tratada no governo como o último ponto de resistência da economia. 

 
Há duas semanas, por exemplo, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse em palestra a deputados do PT que a criação de empregos era tão ou mais importante que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).

Serviços 
De acordo com o programa de rádio da presidente, "quase metade" dos 4,193 milhões de empregos formais gerados desde janeiro de 2011, quando ela chegou ao Palácio do Planalto, foi no setor de serviços.

Diante das dificuldades de competição com importados mais baratos, durante a crise financeira, a indústria respondeu com 470 mil postos formais, segundo Dilma.

"Esse crescimento do emprego está ocorrendo em várias atividades, como, por exemplo, a indústria têxtil, a indústria química, a indústria de alimentos e a indústria que produz, por exemplo, material de transporte", afirmou a presidente durante o programa de rádio.

 "Se a indústria contrata novos trabalhadores (...) é porque ela está aumentando a produção."

Outro exemplo do impulso governamental na geração de empregos citado pela presidente foram as compras estatais. 

"Essas compras que o governo federal faz (...) melhoram a vida da população e também ajudam a aquecer a produção da indústria e isso gera emprego, necessariamente."

Iuri Dantas, de O Estado de S. Paulo

O FUTURO A DEUS PERTENCE ! brasil maravilha LOJINHA DE 1,99 ? Governo tem novo ‘artifício’ para cumprir meta de superávit primário. Medida provisória permite ao governo utilizar antecipadamente créditos que seriam pagos por Itaipu até 2023

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Uma medida provisória publicada nesta segunda-feira no ‘Diário Oficial’ da União deu ao governo o direito de usar antecipadamente receitas da Usina de Itaipu que deveriam entrar nos cofres da União até 2023, em mais uma manobra para ajudar o Tesouro Nacional a fechar as contas, em especial a meta de economia para pagamento de juros da dívida, conhecida como superávit primário. 
  
Além disso, a medida pode evitar aumentos ou mesmo auxiliar em novos descontos na conta de luz. Hoje, esses créditos de Itaipu somam cerca de US$ 15 bilhões.

Com essa permissão, o Tesouro poderá emitir no mercado, a qualquer momento, títulos públicos até o limite deste valor de US$ 15 bilhões sem aumentar a dívida. Isso porque o governo vende um papel com base no que tem a receber da usina. Em 2023, a conta fecha. 

Na prática, o Tesouro tem autorização para comprometer receitas da usina de mais três governos.
 
Quando Itaipu efetivamente pagar o crédito, a receita já estará comprometida, pois o governo terá feito a dívida. Segundo a medida provisória, o dinheiro deve ser usado para pagamento da dívida pública.

A MP permite a emissão dos títulos em favor da Conta de Desenvolvimento Energético. A CDE é uma espécie de encargo "guarda-chuva" que, desde o fim do ano passado, passou a cobrir uma série de custos que incidiam nas contas de luz e eram pagos por distribuidoras e consumidores.

Foi por meio da CDE que a presidente Dilma Rousseff deu o desconto aos consumidores nas tarifas de energia, mesmo com a recusa da Cesp, Cemig e Copel em renovar antecipadamente as concessões. A estimativa anual de desembolso da CDE é de R$ 8,5 bilhões neste ano e em 2014 só com o programa de redução da tarifa.

 
O governo também lançou mão da injeção de recursos de créditos de Itaipu na CDE, em março, para criar uma espécie de empréstimo às distribuidoras de energia com o objetivo de cobrir os custos, no valor previsto de até R$ 4 bilhões, com a compra de eletricidade mais cara das usinas térmicas durante o período da seca. 

Isso evitou um reajuste extraordinário nas tarifas, que jogaria por terra o pacote de Dilma de corte da conta de luz.
 

 Década. 
O governo já havia anunciado que usaria créditos de Itaipu para turbinar a redução da conta de luz, mas a MP publicada ontem garante o uso antecipado de até 100% dos valores a serem depositados nos próximos 10 anos, quando acaba a dívida da usina com o governo brasileiro.

Como o fluxo de caixa anual normal do governo com Itaipu é de R$ 4,4 bilhões, o restante será antecipado com receitas futuras. "É mais uma prerrogativa operacional", disse Cléber Oliveira, subsecretário do Tesouro. A outra alternativa é a compra desses recebíveis pelo BNDES.


Operação semelhante já foi feita no fim do ano passado para o governo conseguir receitas e cumprir a meta fiscal.
O BNDES pagou com ações que estavam na sua carteira.

Adriana Fernandes e Eduardo Rodrigues,
O Estado de S. Paulo