"Um povo livre sabe que é responsável pelos atos do seu governo. A vida pública de uma nação não é um simples espelho do povo. Deve ser o fórum de sua autoeducação política. Um povo que pretenda ser livre não pode jamais permanecer complacente face a erros e falhas. Impõe-se a recíproca autoeducação de governantes e governados. Em meio a todas as mudanças, mantém-se uma constante: a obrigação de criar e conservar uma vida penetrada de liberdade política."

Karl Jaspers

junho 14, 2010

"A verdade virá à tona! Vão surgir fatos que vocês vão se arrepiar, aguardem!"

Foto: Divulgação/G1
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VANNILDO MENDES - Agência Estado

Tuma Jr. começa a "salivar"

Demitido por suposto envolvimento com a um dos chefes da máfia chinesa em São Paulo, o ex-secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, deixou o cargo atirando.

Ele disse que foi alvo de arbitrariedades da Polícia Federal, atribuiu sua desgraça à conspiração de setores mafiosos incomodados com sua atuação, acusou o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, de agir com "covardia política" e deu a entender que haverá troco.

"A verdade virá à tona! Vão surgir fatos que vocês vão se arrepiar, aguardem!", disse.

Barreto ainda tentou suavizar o ato, destacando na nota "os relevantes trabalhos" prestados por Tuma à frente do cargo. Tuma disse que, agora, sem as amarras éticas de estar à frente de um cargo de confiança, vai se defender e mandou um aviso aos setores do governo que, a seu ver, contribuíram para sua queda.

"Minha história de vida, do meu pai e minha família, ninguém vai manchar", afirmou.

O secretário explicou que contrariou interesses à frente do cargo e, como garantiu, ele é que teria sido vítima "da verdadeira máfia".

Indagado a quem se referia, o secretário evitou citar nomes, mas registrou que "tem muita gente envolvida, políticos também".

E insistiu, enigmático:

"Vocês verão coisas cabeludas!

Confio na Justiça, o tempo vai restabelecer a verdade". Tuma mostrou-se ressentido com o governo.

"Foi uma grande injustiça para um governo democrático".

BOVESPA / SALDO= +R$ 3,272 mi / E NO ANO = DÉFICIT DE R$ 2,786 bilhões.

A Bovespa registrou saldo positivo de R$ 3,272 milhões em capital externo em junho, até a última quinta-feira (10), resultado de compras de R$ 10,239 bilhões e vendas de R$ 10,235 bilhões.

A bolsa não tinha superávit de investimento estrangeiro no mês desde 22 de abril deste ano.

No dia 10, houve entrada de R$ 127,382 milhões em capital externo. Naquele pregão, o Ibovespa fechou em alta de 2,55%, aos 63.048,80 pontos, com giro de R$ 5 bilhões.

Em 2010, há um déficit de investimento estrangeiro na Bovespa de R$ 2,786 bilhões.

BALANÇA COMERCIAL DÉFICIT DE US$ 166 milhões/2ªSEMANA/JUNHO/DIAS 7 e 13.

Alexandro Martello Do G1, em Brasília

A balança comercial brasileira continua apresentando comportamento inconstante no ano de 2010.

Segundo números do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), divulgados nesta segunda-feira (14), a balança registrou um déficit (quando as importações superam as exportações) de US$ 166 milhões na segunda semana de junho, entre os dias 7 e 13.

O resultado negativo da última semana aconteceu por conta do crescimento das importações, e foi registrado após o forte superávit de US$ 1,14 bilhão registrado na primeira semana deste mês, um dos melhores resultados semanais de 2010 - impulsionado pelo forte crescimento das exportações no período (que tiveram média diária de US$1,06 bilhão, a maior desde julho de 2008).

Na segunda semana de junho, as exportações somaram US$ 3,76 bilhões, com média diária de US$ 753 milhões.

Com isso, registrou queda frente à primeira semana deste mês e também ficou abaixo da média de US$ 843 milhões registrada em maio.

Já as importações totalizaram US$ 3,93 bilhões na semana passada, com média de US$ 786 milhões por dia útil - as maiores não só deste ano, mas desde a quarta semana de outubro de 2008 (US$ 824 milhões).

Íntegra...

TUMA JR. EXONERADO. COM BABA E TUDO.

O Secretário Nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, durante  reunião do Conselho Nacional de Combate à Pirataria, no final de abril
(Foto:Agência Brasil)

O ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, decidiu nesta segunda-feira (14) exonerar o Secretário Nacional de Justiça, Romeu Tuma Jr.

Na nota, Barreto justifica a exoneração:

"Estando fora do cargo que atualmente ocupa, Tuma Jr. poderá melhor promover sua defesa".

O ministro, no entanto, destacou "os relevantes trabalhos prestados" pelo ex-secretário enquanto esteve à frente do órgão.

Depois de tirar 30 dias de férias para preparar a defesa à Comissão de Ética Pública da Presidência da República, Romeu Tuma Jr., havia voltado ao trabalho nesta segunda-feira. Ele interrompeu suas atividades no dia 11 de maio.

O período afastado do trabalho encerrou na sexta-feira e Tuma Jr. não quis perder tempo.

“Voltei [ao trabalho] no sábado. Já estou aqui [no gabinete]”, afirmou Tuma Jr. ao G1 mais cedo.

Ele também preferiu adotar a cautela sobre a possível demissão: “Vamos ver o que eles decidem lá.”

Antes da exoneração :

Moralmente, ninguém vai me derrotar', diz Tuma Jr.

Diferenças entre Francenildo e Eduardo Jorge Caldas Pereira‏

http://3.bp.blogspot.com/__F7zUqR4W2k/Si-0c8aCx8I/AAAAAAAAEFQ/LjOJfmaLJyk/s400/000francenildo-palocci.jpg
A Casa da Mãe Joana - http://puteiro-nacional.blogspot.com/

A
o entrevistar Eduardo Jorge Caldas Pereira sobre um possível dossiê que teria invadido suas contas - naquela baixaria eleitoral petista já conhecida - o repórter perguntou se ele via alguma semelhança com o caso do caseiro Francenildo, que passou pelo mesmo tipo de situação, sob o comando de Palocci, ministro de L.I na época.

Eduardo Jorge Caldas Pereira respondeu o que se poderia esperar: ``Não vejo dessa forma. Primeiro porque não sou um caseiro como o Francenildo, mas o vice-presidente executivo do PSDB.``

Eduardo Jorge tem razão:

- Caseiro ganha um parco salário;
- Um único político nos custa quase um milhão de reais por ano.

- Caseiro trabalha todos os dias;
- Político, vai ao que chamaria de trabalho apenas três vezes por semana e se quiser.

- Caseiro tem descontados os dias que faltar ao serviço;
- Político falta mais do que comparece, sem prejuízo ao seu bolso.

- Caseiro é um trabalhador;
- Político é um oportunista.

- Caseiro trabalha para os outros;
- Politico trabalha por seus próprios interesses .

- Para ser caseiro é preciso ser pessoa de confiança ;
- Politico não é confiável.

- Para manter o emprego, um caseiro tem que honrar o compromisso e fazer o combinado ;
- Politico não tem compromisso com o prometido antes de se eleger.

- Francenildo nunca foi acusado de envolvimento em casos ilícitos .
- Eduardo Jorge Caldas Pereira já foi acusado de corrupção mais de uma vez, embora sempre tenha sido absolvido, o que é natural na vida politica.
NA PROXIMA ELEICAO VOTEM NOS FRANCENILDOS.
MAS PARA UM MANDATO APENAS,
ANTES QUE SE TRANSFORMEM EM ''EDUARDOs JORGEs''

Quem não é cego ou burro enxergua os erros de todos


Vasculhar a vida de quem os atrapalha vai se tornando um hábito:

Entenda o caso do suposto dossiê contra Serra encomendado pela campanha de Dilma - Eleições 2010
-
http://oglobo.globo.com/pais/mat/2010/06/07/entenda-caso-do-suposto-dossie-contra-serra-encomendado-pela-campanha-de-dilma-916799054.asp

Entenda o caso do dossiê - http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u83557.shtml

Francenildo não esperava tanto "jogo sujo"... NEM EU!
http://www.brasilwiki.com.br/noticia.php?id_noticia=11319

SOCIEDADE PRODUTIVA E A BUROCRACIA "ALTIVA" E INCOMPETENTE.

http://1.bp.blogspot.com/_GzEHIsgEg9s/SKSzXWBp2RI/AAAAAAAAAL0/sILdYJ8T1w8/s320/diplomacia+petista+3.jpg
Cristiano Romero, de Brasília Valor Econômico

O Congresso dos EUA pode extinguir, até o fim do ano, o benefício que permite a exportadores brasileiros vender bens e serviços, no valor de US$ 3,5 bilhões por ano, sem imposto de importação.

O mecanismo, concedido por países ricos a economias de menor porte no âmbito do Sistema Geral de Preferências (SGP), favorece até 17,4% das vendas do país aos americanos.
O fim do benefício é uma das possíveis consequências da ação diplomática brasileira no Irã.

Outra, mencionada por especialistas e fontes oficiais, diz respeito ao etanol, produto que o Brasil não consegue exportar para os EUA por causa de uma sobretaxa. Nos próximos meses, o Congresso votará a manutenção ou não dessa sobretaxa.

Uma das possíveis consequências da ação diplomática no Irã poderá ser a retirada do Brasil, pelo Congresso americano, do Sistema Geral de Preferências (SGP), que permite ao país exportar, sem imposto de importação, cerca de US$ 3,5 bilhões por ano aos Estados Unidos.

O montante equivale a 17,4% das vendas brasileiras ao mercado americano. O benefício será reavaliado até o fim do ano pelos parlamentares americanos.

"O sentimento no Congresso dos EUA quanto ao Brasil é o de que o país é nosso amigo, mas não nosso aliado", comentou ao Valor um assessor graduado dos republicanos no Congresso.

"Isto [a posição brasileira em relação ao Irã] fez com que o Brasil parecesse estar inebriado com a percepção de sua própria grandeza", disse o assessor, quando questionado sobre se a iniciativa brasileira estaria prejudicando a imagem do país no parlamento americano.

O dirigente da Fiesp, Roberto Giannetti não esconde, no entanto, sua posição crítica à iniciativa brasileira no Irã.
"O Brasil está, de certa maneira, desafiando os EUA, criando um clima de hostilidade. É claro que o Congresso americano terá uma atitude azeda nos temas que nos interessam", afirmou.
"É importante assinalar que essa posição é exclusiva do governo porque a posição da sociedade brasileira é a de que o Irã representa, sim, uma ameaça."

O ÉBRIO E A INFLAÇÃO.

A inflação, até agora, só tem sido levada a sério e enfrentada pelo Banco Central (BC).

A inflação continua ameaçando o poder de compra dos trabalhadores, mesmo com menor pressão dos preços dos alimentos.

No Ministério da Fazenda, o repique inflacionário do início do ano é tratado como assunto vencido.

Mas os números contrastam com a despreocupação exibida pelo ministro Guido Mantega e a maior parte de seus colegas do Executivo.

Em abril, a folha de salários da indústria foi 0,4% menor que a de março, descontada a inflação, segundo o IBGE. Isso ocorreu apesar do aumento de 0,4% no contingente ocupado e de 0,1% no total de horas pagas.

No mês seguinte, os indicadores de inflação mais conhecidos apontaram certo arrefecimento dos preços, mas os dados continuaram preocupantes.

O quadro é mais perigoso do que parecem mostrar esses números. No mês passado encareceram 60,94% dos itens do IPCA.
Essa medida, conhecida como indicador de difusão, mostra a amplitude dos aumentos.
A porcentagem apurada em maio foi a mesma de abril e um pouco menor que a dos meses anteriores, mas continuou muito alta, desmentindo a tese - sustentada no Ministério da Fazenda - de aumentos de preços confinados ao mercado de alimentos.


Uma análise dos números mostra um cenário nada tranquilizador.
Especialistas costumam avaliar a tendência geral dos preços por meio de um exercício de depuração.


As variações encontradas ficaram entre 0,56% e 0,62%, todas maiores que as de abril. Se o ministro da Fazenda examinasse esses dados com alguma atenção, talvez se mostrasse menos tranquilo.

O INPC e o IPCA são de responsabilidade do IBGE.

As pesquisas da Fundação Getúlio Vargas (FGV) também justificam muita cautela diante das pressões inflacionárias.
Na primeira prévia de junho, o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) aumentou 2,21%.

Os preços ao consumidor diminuíram 0,26%, por causa da deflação dos alimentos, mas os preços por atacado subiram 3,14%, prenunciando novas pressões sobre o varejo. A alta, dessa vez, foi causada pela variação dos preços industriais (4,16%) e das matérias-primas brutas (11,26%).

O aumento do minério de ferro (75,25%) pesou na formação do índice e não se repetirá a curto prazo, mas deverá influenciar na formação de muitos preços.

Os números do atacado confirmam a amplitude das pressões e desmentem a tese da inflação restrita aos alimentos. Há um evidente efeito da demanda sobre os preços e boa parte desse fenômeno é explicável pela expansão do gasto público.

Para cumprir a promessa de conter a inflação, o presidente deveria frear as despesas federais, mas isso ele dificilmente fará, especialmente em ano de eleições.

O Estado de S. Paulo

ENERGIA ELÉTRICA : PIORA DE QUALIDADE.

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Renée Pereira O Estado de S. Paulo

A qualidade da energia elétrica entregue aos brasileiros piorou em 2009 com o aumento de apagões em todo País. Dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mostram que, pela primeira vez desde a privatização, o número de horas que os consumidores ficaram sem luz superou o limite estabelecido para o período. O tempo médio subiu de 16,63 para 18,70 horas.

A deterioração começou a ser desenhada em 2008 e se aprofundou em 2009 com o apagão de novembro, que atingiu 18 Estados. Além disso, a sequência de desligamentos regionais contribuiu para elevar o indicador. Em várias regiões, o movimento se repetiu no primeiro trimestre.

A deterioração começou a ser desenhada em 2008 e se aprofundou em 2009 com o apagão de novembro, que atingiu 18 Estados. Além disso, a sequência de desligamentos regionais contribuiu para elevar o indicador. Em várias regiões, o movimento se repetiu no primeiro trimestre.

As empresas, distribuidoras e transmissoras, atribuem o resultado às condições climáticas. Como a maior parte da rede é aérea, os fios são atingidos por raios e queda de árvores. Outra explicação está na alta do consumo residencial acima do previsto.

(P)ARTIDO T(O)RPE OFICIALIZA A FRAUDE .


Dilma Rousseff fala na convenção do PMDB após a oficialização  de Michel Temer (PMDB-SP) como vice na chapa encabeçada pela petista
Dilma Rousseff terá Michel Temer (PMDB-SP)
como vice na chapa (Foto: Reprodução/G1)

NUNCA ACREDITE NESSA CORJA :
A "programada" nunca não está sozinha, para quem sabe ler, um pingo é letra, ou seja, a candidata à sucessão do ébrio não é e nunca foi coisa nenhuma, e que com todo o "traquejo" continua mais ninguém do que nunca, pois quanto mais passa o tempo mais cristalinas ficam as suas limitações e a sua total incapacidade para tal função.
O País sob essa "candidata de fachada" estará nas mãos do que há de mais podre na política, Sarney, Collor, Renan, Temer, Gedel etc., todos sob a batuta do cachaceiro sindicalista que jamais será um ex-presidente.

Discurso :

MULHERES
Em nome de todas as mulheres do Brasil, em especial, da minha mãe e da minha filha, recebo essa homenagem e essa indicação para concorrer à Presidência da Republica. Ser a primeira mulher presidente do meu País é o que eu almejo. É também em nome delas que eu repito, eu abraço essa missão deferida pelo meu partido, o Partido dos Trabalhadores, e pelos partidos da nossa coligação que hoje estão aqui presentes. (…) E não é por acaso que, depois desse grande homem, ele [Brasil] pode ser governado por uma mulher. Um Brasil de Lula com a alma e coração de mulher.

CONTINUIDADE DA MUDANÇA
O nosso presidente Lula mudou o Brasil. E o Brasil por causa dessa mudança quer seguir mudando. A continuidade que o Brasil deseja é a continuidade da mudança, que é isso que nós conseguimos mudar. É seguir mudando para melhor, mudando para melhor o emprego, a saúde, a segurança, a educação.

REALIZAR O IMPOSSÍVEL, CABEÇA E CORAÇÃO
Pois é, companheiros, nós somos aqueles capazes de realizar o impossível. Quando me perguntam: mas como é que isso aconteceu? Eu respondo: foi porque trabalhamos com cabeça e com o coração. Foi porque trabalhamos primeiro para as pessoas e nós produzimos resultados surpreendentes.

ANTECESSORES
Historicamente quase todos os presidentes que nos antecederam, que antecederam o governo do presidente Lula, governaram para um terço da população. Poucos foram aqueles que governaram para todos. Para muitos deles, o resto era peso, o resto da população era resto, era peso, era carga, era estorvo.
Não era integrado por brasileiros e brasileiras. Sempre diziam: tem que arrumar a casa primeiro, para depois melhorar a situação. Falavam e nunca arrumavam a casa. Porque nós sabemos que é impossível arrumar uma casa deixando dois terços ao relento, à margem do progresso, à margem da civilização. Cada um de nós sabe disso.

MAIS E MELHOR
Companheiras e companheiros, nós queremos e podemos fazer mais e melhor.
Para realizar esta grande tarefa, não basta apenas ser eleito ou dizer que vai fazer. É preciso conhecer bem o Brasil, conhecer o governo e ter projetos que ampliem e acelerem o que está sendo feito. Não é necessário que eu diga a vocês. Chega de promessas. Aqueles que sabem fazer são aqueles que farão.

EDUCAÇÃO
Dando seqüência à transformação educacional que hoje está em curso no Brasil, da creche à pós-graduação. Isso, companheiros, significa dar especial atenção a formação continuada para os professores, para o ensino fundamental e médio. Fazer com que os professores tenham pelo menos o curso universitário. Mas é também preciso dar aos professores uma remuneração condizente com a importância deles.

É importante, companheiros, que os nossos professores, sobretudo, sejam respeitados. E quando forem colocar suas legítimas reivindicações, não sejam reprimidos por policiais armados. É importante também que o nosso aluno seja avaliado e as nossas escolas também, para que a gente possa garantir uma qualidade do ensino fundamental, tanto do ensino médio tanto do ensino básico. É necessário espalhar isso que o presidente voltou a fazer: escolas profissionalizantes por todo o Brasil, levando a cada cidade, cada município que pudermos. Ter escolas técnicas para que o aluno não corra atrás da escola, mas que ela vá aonde está o aluno.

SAÚDE
Nossas prioridades na saúde estarão baseadas em três pilares: Financiamento adequado e estável para o Sistema Único de Saúde; Valorização das práticas preventivas; Organização dos vários níveis de atendimento, garantindo atendimento básico, de ambulatorial nas unidades de Saúde, nas UPAS, nas Unidades de Pronto Atendimento.
Que também haja atendimento hospitalar de alta média complexidade, garantindo que a população resolva seus problemas de saúde, que não seja empurrada para uma próxima etapa. Isso em todos os estados brasileiros. Daremos prioridade ao desenvolvimento de remédios, produção no Brasil dos chamados fármacos, de modo que as nossas instituições de pesquisas universidades e empresas sejam capazes de produzir aqui remédios adequados e mais baratos.

INCLUSÃO DIGITAL
Para o Brasil seguir mudando, companheiras e companheiras, é preciso investir na inclusão digital, no acesso á internet. A economia e a cultura contemporânea exigem que toda a sociedade tenha acesso aos bens digitais. Isso é fundamental para construir uma sociedade baseada no conhecimento. Como Lula, eu quero continuar sendo presidente da inclusão social, mas quero ser também a presidente da inclusão digital.

SEGURANÇA PÚBLICA
Para o Brasil seguir mudando, e a vida do seu povo ficar cada vez melhor, é preciso investir em segurança pública. Isso exige uma ação planejada e concentrada em segurança nas áreas urbanas. A exemplo do que o governo Lula vem fazendo com o Pronasci.
É necessário, também, dar continuidade na capacitação da nossa Polícia Federal nas áreas de fronteiras e nas ações de inteligência. É preciso lutar contra o crime organizado, contra o roubo de cargas, contra o tráfico de armas e, sobretudo, contra as drogas. Contra essa praga destruidora que é o crack. O crack avança sobre a nossa população de forma devastadora. O crack é um crime contra a juventude, contra a família e contra a sociedade. Mas nós vamos vencer essa guerra. E vamos vencer como venho dizendo: com apoio, com carinho e com autoridade.

MEIO AMBIENTE
Para o Brasil seguir mudando, nós temos que priorizar a chamada economia do baixo carbono, consolidada no modelo de energia renovável que conquistamos. É preciso também dar prosseguimento ao que o Governo Lula fez, incentivando os projetos de reflorestamento em áreas degradadas e cumprindo as metas de redução do desmatamento. Em especial, nós vamos cumprir as metas de Conferência de Copenhague, independentemente do que façam ou deixam de fazer os outros países. Ao mesmo tempo, nós vamos investir, procurando novos materiais e produtos mais adequados a sustentabilidade e a proteção ao meio ambiente.

REFORMA POLÍTICA
Para o Brasil seguir mudando, precisamos aprofundar a nossa democracia, aperfeiçoando e valorizando nossas instituições. Unir o melhor das nossas energias para fazer a Reforma Política. Quero dizer com todas as letras aos partidos políticos e ao país: não dá mais para adiar esta reforma. Ela é uma necessidade vital para corrigir equívocos, vícios e distorções. Para dar eficácia ao voto do eleitor e credibilidade à representação parlamentar. Para dar transparência às instituições e garantir mecanismos reais de controle pelo cidadão da vida parlamentar. Para fortalecer os partidos, estimular o debate público e a participação popular.

LIBERDADE DE IMPRENSA
A consolidação do estado democrático de direito passa, igualmente, pela garantia e pela manutenção de ampla liberdade de imprensa e da livre circulação e difusão de idéias. Exige, cada vez mais, a ampliação do direito à informação da população, com a multiplicação dos meios de comunicação. E que sejamos capazes de dar respostas abrangentes e inclusivas aos imensos desafios e às fantásticas possibilidades abertas pelo mundo digital, pela internet e pelo progresso e pelo processo de convergência de mídias.

PAZ MUNDIAL
Para o Brasil seguir mudando, vamos ampliar nossa presença internacional, oferecendo ao mundo as contribuições valiosas que já demos no governo Lula na área econômica, mudança climática e recentemente para a paz mundial. Seguiremos defendendo, de forma intransigente, essa paz mundial, a convivência harmônica dos povos, e não a guerra, a redução de armamentos e a valorização dos espaços multilaterais. Em especial, vamos seguir estreitando as relações com os nossos vizinhos aqui da América Latina e integrando a América do Sul e a América Latina.