"Um povo livre sabe que é responsável pelos atos do seu governo. A vida pública de uma nação não é um simples espelho do povo. Deve ser o fórum de sua autoeducação política. Um povo que pretenda ser livre não pode jamais permanecer complacente face a erros e falhas. Impõe-se a recíproca autoeducação de governantes e governados. Em meio a todas as mudanças, mantém-se uma constante: a obrigação de criar e conservar uma vida penetrada de liberdade política."

Karl Jaspers

maio 09, 2010

A HERANÇA DO EBRIOSO ESTÁ NA CAIXA DE PANDORA.

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O PÓS LULA ,pinta ser uma " HERANÇA MALDITA". Os problemas não se resumem somente às contas do funcionalismo, nas contas gerais do governo tem muito sobe e desce, vai um, escorrega dez , somados aos números inflados, para chegar ao resultado camuflado nos "finalmente" de todas as contas.

Vem se construindo a verdadeira ‘herança maldita’ para o futuro do País".

E enquanto o parlapatão vai tomando umas e muitas outras, vamos que vamos de PAC,PAC,PAC., que aliás, anda meio "sumido" do noticiário.

Se pesquisarem neste blog, existe um farto material sobre o assunto, eu particularmente, sempre fui incrédulo com os "números" da equipe econômica do governo, eu não tenho dúvidas que nesta área o "arquivo" é a Caixa de Pandora.

.Por Juliana Sofia, na Folha:
O próximo presidente enfrentará no primeiro ano de governo um deficit recorde no regime de aposentadoria dos servidores públicos federais. Projeções do Ministério da Previdência indicam que o rombo no sistema alcançará a marca histórica de R$ 32,4 bilhões em 2011.

O valor projetado representa um aumento de 33% em relação ao saldo negativo esperado para este ano: R$ 24,3 bilhões. Em 2009, as contas fecharam no vermelho em R$ 23,2 bilhões. A previsão é que até 2035 a situação se deteriore progressivamente e o desequilíbrio atinja R$ 99,8 bilhões.

O cenário também é de aumento do rombo quando se calcula o deficit como proporção do PIB. O percentual previsto para 2011 alcançará 0,85% da soma de bens e serviços produzidos no país no período.

Neste ano, a previsão é atingir 0,70%.

Com esse crescimento do saldo negativo em relação ao PIB, observa-se uma volta aos patamares registrados há mais de seis anos .

Mais ainda:

se consolida uma inversão na tendência de redução no deficit. Desde 2004 -ano em que entrou em vigor a reforma da Previdência promovida pelo governo Lula nas regras de aposentadoria do setor público-, houve um movimento predominante de queda no saldo negativo.

Mas, agora, as estimativas apontam para uma curva ascendente do rombo nos próximos dez anos.

Aprovada no primeiro ano da gestão petista, a reforma previdenciária criou regras mais duras para a aposentadoria do funcionalismo. Mas um dos principais pontos da emenda à Constituição ainda não foi regulamentado, o que limitou os efeitos positivos das mudanças.

Especialistas consultados pela Folha avaliam que os aumentos salariais concedidos ao funcionalismo no período 2009-2011 estão entre os motivos para o salto no deficit no ano que vem. Além disso, sustentam que o sistema caminha para a insolvência, comprometendo cada vez mais a política fiscal do governo.
Continua : Para assinantes UOL

A Caixa de Pandora
A "Expressão Caixa de Pandora", usa-se em sentido figurado quando se quer dizer que alguma coisa, sob uma aparente inocência ou beleza, é na verdade uma fonte de calamidades.
Abrir a Caixa de Pandora significa que uma ação pequena e bem-intencionada pode liberar uma avalanche de repercussões negativas. Há ainda um detalhe intrigante que poderíamos levantar do porque a Esperança estava guardada na caixa entre todos os males.
Dependendo da perspectiva em que olharmos os pares de opostos, a Esperança pode também ter uma conotação negativa por ela. Pode minar as nossas ações nos impossibilitando da ação, nos fazendo aceitar coisas que deveríamos confrontar.

ESTÃO BATENDO CABEÇAS.

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Vera Rosa / BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo

O comando da campanha de Dilma Rousseff à Presidência enfrenta disputas de poder e "fogo amigo" do PT.

Subdividida em várias "repartições", que ocupam três casas e um andar de hotel, a equipe tem sofrido críticas dos próprios petistas por ruídos de comunicação da pré-candidata em público e na internet, mas, na prática, o problema é político.

Na primeira eleição disputada pelo PT sem o nome de Luiz Inácio Lula da Silva na chapa presidencial, a distribuição de tarefas obedece a comandos que nem sempre falam a mesma língua.

"A campanha precisa mudar", afirmou o deputado Mário Negromonte (PP-BA), ao chegar para reunião do Conselho Político, na segunda-feira, com Santana e Falcão. "Não é que a candidata tenha de vender simpatia, mas sua imagem ainda é arrogante."
O Guru :
"Eu não sou guru e não há crise na campanha", insistiu Branco, que é ex-diretor da Campus Party. "Aliás, qual é a presença do Serra na internet?", provocou, numa alusão ao pré-candidato do PSDB, José Serra. "Ele só tem o Petralhas e O gente que mente ", emendou, referindo-se a dois sites que atacam Dilma, questionados na Justiça pelo PT.

"Admito que há coisas a corrigir e vou agora a 25 capitais para ouvir militantes do PT e da base aliada, discutir os rumos da campanha na internet e construir estratégias. Mas a linha geral está correta", defendeu Branco.

Santana já teve de refazer textos a pedido de Dilma e enfrentou cobranças de ministros, como Franklin Martins, da Comunicação Social.

Apesar de uma ou outra divergência, no entanto, o publicitário é bem avaliado por Lula e pelo PT.

A PROMISCUIDADE OFICIALIZADA NO GOVERNO PT.

http://3.bp.blogspot.com/_T3NSE1qqzOA/S5ena-We0BI/AAAAAAAAZlY/aRtME-ZF6vE/s400/LULA-E-OS-BANDIDOS-WEB.gif
O Estado de S.Paulo

Quem ocupa o cargo de secretário nacional de Justiça, no exercício do qual comanda áreas estratégicas do Estado - como a de rastreamento de dinheiro ilegal no exterior e o controle da regularidade da situação de estrangeiros no País -, e, além do mais, é presidente do Conselho Nacional de Combate à Pirataria não pode ter relações tão estreitas com um cidadão preso há vários meses sob a acusação de comandar uma quadrilha especializada em contrabando de telefones celulares, como tem o delegado Romeu Tuma Júnior com Li Kwok Kwen, conhecido como Paulo Li.

Se, por razões de amizade ou de qualquer outra natureza, tiver esse tipo de relação, não pode ocupar os cargos públicos que ocupa no governo federal.

Não se trata de condenar antecipadamente o secretário nacional de Justiça sem que lhe tenha sido dado o direito de explicar suas relações com Paulo Li.
Ele tem todo o direito de se justificar e as autoridades policiais têm o dever de investigar esse caso em profundidade, para que não restem dúvidas ou suspeitas.


Trata-se de começar, de uma vez por todas, a combater com eficácia a cultura da promiscuidade que prevalece no País, sobretudo no setor público - e, de maneira notável, na área federal.

Já para o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), não há nada de condenável na relação de amizade entre o secretário nacional de Justiça e o indigitado Paulo Li
.
Na opinião do senador do Maranhão (Estado onde efetivamente exerce seu poder político, embora tenha sido eleito pelo Amapá),
não têm substância as investigações da Polícia Federal (PF) ligando o delegado a uma pessoa acusada de chefiar "uma das maiores organizações criminosas de São Paulo e, consequentemente, do País". O que há, segundo o senador, são apenas informações sobre a compra de um telefone (por Tuma Júnior, de Paulo Li) e um pedido de emprego para o "genro".

Não haveria nada de mais, de fato, se a compra fosse de um objeto importado regularmente, fornecido por comerciante legalmente estabelecido, e o pedido de emprego não envolvesse pressões sobre funcionários públicos por meio do uso do prestígio do cargo que ocupa.

Paulo Li, de sua parte, tinha livre trânsito na Secretaria Nacional de Justiça e se apresentava como "assessor especial" do órgão. Segundo a PF, Li também ganhava dinheiro fazendo andar mais depressa os processos de emissão de vistos permanentes de chineses em situação irregular no País. Esses vistos são emitidos pelo Departamento de Estrangeiros, subordinado ao secretário nacional de Justiça.

Não são relações e atitudes simples e fáceis de justificar - e até o momento o delegado Tuma Júnior não apresentou justificativas convincentes.
Mas, mesmo que as apresente e comprove que nada tem a ver com as ilegalidades praticadas pelo amigo e que não utilizou o prestígio do cargo que ocupa para beneficiar parentes ou contraparentes, as informações já conhecidas sobre o caso recomendam seu afastamento imediato do cargo - para o qual foi nomeado por razões meramente políticas.
Íntegra : Promiscuidade que condena