"Um povo livre sabe que é responsável pelos atos do seu governo. A vida pública de uma nação não é um simples espelho do povo. Deve ser o fórum de sua autoeducação política. Um povo que pretenda ser livre não pode jamais permanecer complacente face a erros e falhas. Impõe-se a recíproca autoeducação de governantes e governados. Em meio a todas as mudanças, mantém-se uma constante: a obrigação de criar e conservar uma vida penetrada de liberdade política."

Karl Jaspers

fevereiro 28, 2010

GOVERNO (PT)"ACELERA" NO TELECENTRO COMUNITÁRIO.

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Agência Brasil

BRASÍLIA - Governos estaduais e municipais, entidades públicas e privadas (sem fins lucrativos) interessados em montar telecentros comunitários têm até 26 de março para apresentar propostas ao governo federal. Portaria publicada nesta semana prevê a criação de 3 mil novos telecentros, além de subsídios para os 5 mil já existentes.

- Quanto mais entidades sociais participarem diretamente, mais regionalizado e vinculado a uma comunidade será o programa, garantindo mais efetividade - acredita o coordenador dos programas de inclusão digital da Presidência da República, Cezar Alvarez.

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Para montar o telecentro, o governo federal envia às entidades selecionadas kits com 10 computadores novos, mobiliário, além de conexão banda larga.

Também está previsto no edital o pagamento de bolsas no valor de R$ 484 para jovens interessados em ser monitores nesses locais.

Como contrapartida, governos e entidades precisam arcar com os custos de manutenção das máquinas e do local do telecentro.

“É uma exigência que o telecentro esteja em um local de livre acesso para o público e também não poder ser privado, e não pode cobrar nada pelo acesso”, diz Alvarez.

Segundo ele, o Programa Nacional de Apoio à Inclusão Digital nas Comunidades –Telecentros.BR deverá investir R$ 165 milhões nesse novo edital.

Desse total, R$ 64 milhões serão para aquisição de equipamentos e mobiliário, R$ 27 milhões para oferecimento de conexão em banda larga, R$ 57,95 milhões para pagamento de bolsas dos monitores e R$ 16 milhões para implantar uma rede de formação desses profissionais que vão atuar nos telecentros.

De acordo com a coordenação do programa, não haverá repasse de recursos às entidades. A aquisição e distribuição do bens e serviços aos telecentros será feita pelo governo federal.

As bolsas de monitoria serão pagas pelo Ministério da Ciência e Tecnologia e o oferecimento da conexão será responsabilidade do Ministério das Comunicações.

DILMA E SEU "PLANTÃO" MÉDICO E NORTEADOR.

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Andrea Pinheiro
O médico Alexandre Padilha, 38 anos, ministro das Relações Institucionais, é o responsável pela articulação política do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Tem a missão de conduzir as relações do Palácio do Planalto com o Congresso, estados e municípios.

Nos últimos meses, tem sido visto frequentemente ao lado da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à Presidência da República. Padilha é um dos estrategistas da pré-campanha de Dilma e diz que trabalhará integralmente, “durante o dia e a noite”, para ajudar a eleger os candidatos da base governista.

Mais jovem ministro do governo Lula, Padilha fala sobre a retomada das atividades do Congresso Nacional e do processo eleitoral.

Ele aposta que a ministra Dilma conseguirá mobilizar mais militantes em torno de sua eleição do que o próprio presidente Lula e que, na campanha, a liderança e a capacidade de interlocução da pré-candidata petista com os partidos da base e com a sociedade crescerão.

Otimista, defende uma eleição polarizada entre a candidato governista e o adversário do PSDB, ainda indefinido.
Entrevista completa...

VACCAREZZA - E O "AZAR" DE SERRA, É O QUE ELE "ACHA"

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Claudio Leal
Antes de analisar os dados, em conversa com Terra Magazine, Cândido Vaccarezza ressalva que é "uma pesquisa e não o resultado da eleição". Lideranças do PT e PSDB concordam num ponto:
a oficialização da candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, à presidência da República, contribuiu para o crescimento da petista na última sondagem do Datafolha.

Para o líder do governo na Câmara, o deputado federal Cândido Vaccarezza (PT), "o azar do (José) Serra é que o povo quer continuidade".

- O que dá pra depreender desse retrato, dessa fotografia, é que cada vez que a população vai conhecendo a Dilma, vai apoiando a Dilma para presidente.

A população também percebe que ela é a única que pode consolidar as conquistas políticas, econômicas e sociais do governo Lula, e pode aprofundá-las.

O povo do Brasil melhorou de vida e vai identificando Dilma com o governo. Pelo que as pesquisas mostram, ele quer a continuidade do governo.

Isso é o azar do Serra. Quando ele foi candidato (contra Lula, em 2002), o povo queria mudança. Agora quer continuidade.
É o azar de Serra - enfatiza.

PSDB ESTÁ NO "RELAX"

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Carolina Oms
Especial para Terra Magazine

A mais recente pesquisa de intenções de voto, realizada pelo Datafolha, consolidou o crescimento da candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), em todos os cenários eleitorais.

O presidente do PSDB, Sérgio Guerra, não demonstrou preocupação ou surpresa diante dos novos números. "O crescimento está previsto pro lado deles", desfaz. "Depois nós vamos ter televisão, vamos ter candidato, vamos ter lançamento e eles não terão".

- Já faz um mês que o PT festeja empate técnico entre Dilma e Serra e até agora não se deu. Com aquelas pesquisas que saíram há quase um mês, Vox Populi e CNT/Sensus, eles falavam em empate técnico e agora, um mês depois, não tem empate técnico nenhum - constata o senador tucano.entrevista com o presidente do PSDB, Sérgio Guerra.

Terra Magazine - A que se deve esse crescimento da ministra Dilma?

Sérgio Guerra - Nesse último período, todo o conjunto da oposição se mostrou, o programa do PSB, o programa do PV, o lançamento da Dilma, com direito a divulgação intensa.

Do nosso lado, não houve nenhuma iniciativa. As nossas iniciativas virão depois com o lançamento do nosso candidato e a divulgação da propaganda partidária.

O senhor avalia que esse crescimento deve continuar?

O crescimento está previsto pro lado deles, mas pro nosso lado não tem muita coisa ainda.

Não é arriscado para o PSDB aguardar?

Depois nós vamos ter televisão, vamos ter candidato, vamos ter lançamento e eles não terão. E não terão governo.

Ainda há uma especulação em torno de uma chapa com o governador Aécio Neves. Isso poderia reverter esse crescimento?

Olha, essa questão de vice... É evidente que Aécio acresce a qualquer chapa, à nossa também.
O fundamental é a gente cumprir nosso programa sem preocupação, com traquilidade.
Eles projetaram a ação para agora. Nós projetamos para daqui a pouco e é assim que se dá.
A única coisa que aconteceu de diferente neste último período, um fato muito importante, foi que eles fizeram campanha o tempo todo com recurso público e a Justiça Eleitoral não proibiu isso.
E, segundo, alguns problemas surgiram na nossa área que independem de nós, como as chuvas em São Paulo.
O que está por aí é o que a gente imaginava que fosse acontecer. Mas é bom anotar que, sem Ciro, a nossa diferença sobe pra 7%. Pode anotar aí.

A estratégia do PSDB não muda apesar dessa nova pesquisa?


Não, a gente não pode trabalhar assim. Já faz um mês que o PT festeja empate técnico entre Dilma e Serra e até agora não se deu. Com aquelas pesquisas que saíram há quase um mês, Vox Populi e CNT/Sensus, eles falavam em empate técnico e agora, um mês depois, não tem empate técnico nenhum. Então, nós levamos a sério a pesquisa do Datafolha.

O senhor considera que as denúncias de corrupção no DF e em São Paulo influenciaram os resultados da pesquisa?


Não. O eleitorado diretamente afetado é o de Brasília. Porque, em Brasilia, quem faliu não foi o DEM, foi a política. A política lá está muito ruim, de maneira geral. A sociedade toda entendeu aquele negócio lá não como do DEM ou de outro partido qualquer, mas como uma questão da política. Mais um ato impróprio política, mais um erro da política, dos políticos.

Terra Magazine

UM "CORAÇÃOZINHO" GUERRILHEIRO, TORCE POR DILMA.

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O presidente eleito do Uruguai, José Mujica, declarou neste domingo preferência pela candidata de Luiz Inácio Lula da Silva para as próximas eleições no Brasil, Dilma Rousseff.

Durante uma entrevista aos correspondentes estrangeiros presentes em Montevidéu para a cerimônia que o empossará como novo presidente do Uruguai na segunda-feira, José Mujica afirmou que tem apreciado a ideia de mulheres no poder.

"A decisão compete ao povo brasileiro, o que não quer dizer que eu não tenha meu coraçãozinho", disse, entre sorrisos.

"Ultimamente tenho gostado das mulheres no poder", afirmou à BBC Brasil ao ser perguntado sobre a eleição brasileira de outubro.

Acompanhado por seu vice-presidente, Danilo Astori - ex-ministro de Economia da gestão anterior, de Tabaré Vázquez -, Mujica falou ainda dos desafios que seu país enfrenta em relação ao comércio no âmbito do Mercosul - "cheio de defeitos" - e não deixou de fazer críticas ao comportamento brasileiro dentro do bloco, especificamente no que diz respeito à "indústria paulista", antes de passar a palavra a Astori, para que se pronunciasse mais "diplomaticamente" sobre o tema.

"Para ser líder, é necessário ser reconhecido como líder, e reconhecemos a liderança natural do Brasil", afirmou o Astori, que relembrou ainda a "importância essencial" do país, "sócio comercial número um do Uruguai".

"Agora, para ser líder, é necessário exercer a liderança, e para exercer a liderança é necessário ter generosidade. Os grandes líderes da Europa têm sido muito generosos quanto à possibilidade de desenvolvimento de países menores." 16h03

DE ONDE NÃO SE ESPERA...


Terminada a folia de carnaval, é a hora de dar seriedade à política, afinal de contas, teremos eleição para presidente.
São dois mandatos de um presidente deliberadamente debochado, déspota, chegado às bebidas fortes, cachaceiro(mundialmente reconhecido), megalomaníaco, cínico, enfim, esse "cara" filho..."deles" já encheu O SACO.

Só o fato de restar derradeiro meses para que a sua asquerosa "figura", vá encher as fuças em outras freguesias, nos seria um alívio.
Esperava-se que o seu escolhido para "substituto" fosse no mínimo dono de um perfil decente, se é que, seria possível haver alguém assim na hoste ptralha.

Mas, não, o seu instinto golpista e baixo, num total desrespeito ao cargo e responsabilidade que lhe foi confiada, inventa uma andróide, uma criatura das trevas, uma nada e coisa nenhuma, uma fantoche, uma senhora que tem visívelmente sérios problemas na evolução do pensamento até à fala para sua "sucessora(?)", e comprova o distúrbio que o excesso da marvada provoca no cérebro de uma pessoa.

Esse desrespeito, que o caracterizou todos esses anos de desgoverno, no que diz respeito à moralidade, o seu paternalismo com o roubo, a corrupção e o sepultamento da decência política, e principalmente essa desfaçatez para inflar o seu "EU TUDO POSSO", é o que o ratifica como um indiscutível asqueroso.

Viveu e ainda vive, desfrutando das heranças passadas, que cujo único mérito deste "governo" foi fazer o dever de casa "direitinho", como foi traçado por competências das administrações de governos anteriores.

É, parlapatão, beneficiastes das boas obras de outros, sua passagem pelo poder, e as ações de sua responsabilidade e realizações pessoais, não são de dignificar, muito pelo contrário, deixarás um rastro de corrupção, mensalão a origem, negociatas, como "nunca naiztória deztepaíz".
Enfim, falta pouco para o término desse ciclo.

É a hora de ter as atenções voltadas para a possibilidade de candidaturas alternativas, abrir um espaço para soluções objetivas, já sabemos de todos os prós e contras de Serra,Dilma, Ciro, na minha visão, eleito qualquer um dos "cabeças" das preferências atuais, pouco ou nada na economia deverá ser mudado, salvo um ajuste alí outro lá, pois faz parte da sua essência, essa avalição é para Serra e Ciro, pois a ptralha é contaminada por ideologias totalitárias e um mandato dessa "andróide" será de altíssimo risco.

Marina Silva, hoje no PV, até há pouco pertencia ao PT e terá que convencer que não partilha dos "pensamentos" de seu ex-partido.

Nessa disputa em que se discute heranças, sequências, vai se tornando um tédio as discussões, uma perda de tempo, pois, outras questões relevantes vão ficando de lado, e se uma candidatura alternativa surgir, e como "a vida é como uma onda, num vai e vindo constante", podemos ter uma surpresa como a que ocorreu em 1989 com o Collor.

É verdade que na época, a então, toda poderosa Rede Globo(hoje nem tanto), elegeu o seu também "andróide", um desconhecido, justamente numa disputa com o parlapatão.
Eleição com candidatos de peso, como : Brizola, Mário Covas, Paulo Maluf, Aureliano Chaves e outros menos cotados.

Analisando somente as semelhanças do momento, sem comparações pessoais, me despertou a matéria da Revista IstoÉ, sobre Mário Oliveira, dependendo da sua eloquência e fluência verbal, ele pode sim, provocar um "rebuliço" nessa mesmice em que estamos vivendo há anos.

Vale uma análise :

PT do B www.ptdob.org.br.
O site www.mariooliveira.com.br