"Um povo livre sabe que é responsável pelos atos do seu governo. A vida pública de uma nação não é um simples espelho do povo. Deve ser o fórum de sua autoeducação política. Um povo que pretenda ser livre não pode jamais permanecer complacente face a erros e falhas. Impõe-se a recíproca autoeducação de governantes e governados. Em meio a todas as mudanças, mantém-se uma constante: a obrigação de criar e conservar uma vida penetrada de liberdade política."

Karl Jaspers

outubro 18, 2014

PAÍS QUE TEM UMA SEM VERGONHA MAU CARÁTER NO PUDÊ... EM MINAS A CANALHA VAGABUNDA CHAFURDA E INSULTA AÉCIO : PARA ELES AÉCIO É "coisa ruim", "cafajeste", "playboy mimado", "moleque" e "desprezível", fez uso de drogas, diz que o candidato do PSDB é “acostumado a agredir mulheres”,

Se diante da baixaria que o PT deflagrou no segundo turno destas eleições já não parecia que o partido seria capaz de reduzir mais o nível de sua campanha, um comício realizado neste sábado em Belo Horizonte deixa claro que o desprezo de setores da sigla pela ética desconhece limites. Em ato organizado pelo comitê da sigla em Minas Gerais, os ataques pessoais ao candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, chegaram a níveis extremos. 

Os adjetivos empregados contra o tucano foram: 
"coisa ruim", 
"cafajeste", 
"playboy mimado", 
"moleque" e "desprezível".

Enquanto esperava a chegada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para um comício a favor de Dilma, o mestre de cerimônias contratado para o evento leu um texto escrito pela psicóloga Neide Pacheco, que se auto intitula "especialista em direitos humanos". 

O texto é repleto de ataques violentos ao tucano: 
insinua que Aécio já fez uso de drogas, diz que o candidato do PSDB é “acostumado a agredir mulheres”, já foi “flagrado dirigindo bêbado” e “prevaricou em vários processos de corrupção".

A psicóloga petista, então, "diagnostica" Aécio como portador de megalomania e volta a relacioná-lo ao uso de drogas. "Megalomania é um transtorno psicológico, no qual o portador tem ilusões de grandeza, poder e superioridade. É uma característica do transtorno afetivo bipolar. O uso de drogas exacerba e potencializa esse quadro". A militância presente ovacionou a leitura do texto.

Veja.com

E AÍ INCOMPETENTA DESAVERGONHADA MENTIROSA 1,99?. Youssef: doação era propina

Delator diz que empreiteiras repassaram dinheiro desviado da Petrobras para a campanha presidencial do PT em 2010 e simularam contribuições legais para ocultar a fraude

Antes de qualquer coisa, fique registrado que a presidente Dilma Rousseff dá como verdade o que Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, vem revelando à Justiça em seu processo de delação premiada. Também estejamos todos de acordo que a presidente aceita como verdadeiras as notícias publicadas pela imprensa sobre o escândalo do petrolão.

 Foi com base no que leu sobre um depoimento de Paulo Roberto Costa no UOL, o site noticioso da Folha de S.Paulo, que ela fez a seguinte afirmação diante de milhões de brasileiros que assistiam pelo SBT ao seu debate com Aécio Neves na semana passada:
“Candidato, há pouco saiu no UOL o seguinte: que o ex-diretor da Petrobras afirmou ao Ministério Público Federal que o ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra recebeu propina para esvaziar uma CPI da Petrobras... Por isso é que eu digo, candidato, quando a gente verifica que o PSDB recebeu propina... O que importa, candidato? Importa investigar”.

Agora, leiamos o que Aécio Neves afirmou no mesmo debate sobre o mesmo escândalo com base nas mesmas fontes que Dilma Rousseff usou:

“Por que o seu partido impediu que o senhor Vaccari (João Vaccari Neto, tesoureiro do PT) fosse à CPI depor? Ele é responsável por transferir recursos para a sua campanha... pelo menos 4 milhões de reais foram transferidos, com a assinatura do senhor Vaccari,... para sua conta de campanha. Vamos investigar logo”.

Veja.com

outubro 17, 2014

SUCATA ! SEM CONDIÇÕES PARA CONTINUAR‏


O papel que Dilma Rousseff desempenha no jogo sujo do PT, seu governo de fracassose a frustração que ela representa foram confrontados no debate promovido pelo SBT

Dilma Rousseff não tem condições de continuar na presidência da República por mais quatro anos. Os resultados de sua gestão são frustrantes, sua campanha eleitoral é vergonhosa. Sem qualquer constrangimento, a candidata desempenha o papel que o jogo sujo do PT lhe designou. Vai perder a eleição perdendo a dignidade.

A presidente da República está aviltando o cargo que ocupa há quatro anos, por delegação do voto dos brasileiros. Aceita protagonizar um dos scripts mais baixos de que se tem notícia na história recente da política brasileira. Se alguém chegou perto do que ela hoje faz, foi Fernando Collor, hoje aliado do PT.



Os debates eleitorais se sucedem e Dilma se recusa a discutir o Brasil do presente. Insiste em comparar bananas com laranjas ao perseverar numa distorcida releitura do passado. Mistura sua gestão com algum êxito alcançado pelo seu antecessor para tentar dar algum tom positivo a resultados de coloração sempre vermelha, negativa.


Dilma é presidente há exatos três anos, nove meses e 17 dias. Com sua postura na eleição, parece nunca ter pisado no Palácio do Planalto. Parece jamais ter tido qualquer responsabilidade pelos descalabros em série que se revelam ou pela evidente piora dos serviços que dependem do governo - do governo que é o dela desde 1° de janeiro de 2011.

A candidata-presidente não tem respostas para a saúde que hoje é a maior preocupação dos brasileiros. Não tem atitudes para a violência que no governo atual bate recorde histórico. Trata a educação à base de slogans, mas não se preocupa em transformá-la no passaporte para o futuro das novas gerações.

Dilma não tem respostas nem atitudes diante da inflação, que em nenhum dos 45 meses de seu mandato atingiu a meta de 4,5% e ora se aproxima perigosamente dos 7% anuais em várias capitais do país.

Não oferece saídas para uma economia que simplesmente não cresce - no acumulado até agosto, são só 0,04%, segundo o Banco Central. Não oferece reação a um mercado de trabalho que, mês após mês, mingua: só neste ano, foram gerados 418 mil empregos a menos no país em comparação com o mesmo período de 2013.

Mas o ponto mais baixo da biografia de Dilma será mesmo o papel que ela vem desempenhando de bom grado nestas eleições: a de quem rebaixou o nível do debate para raias como há muito não se via, a de quem tomou parte no jogo imundo do petismo.

O desespero da candidata à reeleição deságua num vale-tudo que não condiz com o anseio dos brasileiros por um país melhor. O figurino que Dilma Rousseff enverga, seu governo de fracassos e a frustração que ela representa foram confrontados, e derrotados, no debate promovido ontem pelo SBT.


Este e outros textos analíticos sobre a conjuntura política e econômica estão disponíveis na página do Instituto Teotônio Vilela

outubro 16, 2014

EU VI E ME PARECEU UMA ENCENAÇÃO PATÉTICA ."EÇA MUIÉ" VAI FUGIR DOS PRÓXIMOS EMBATES ALEGANDO PROBLEMA DE SAÚDE. Desorientada, DESAVERGONHADA interrompe entrevista após debate


Em entrevista ao vivo logo após o debate do SBT nesta quinta-feira, a presidente-candidata Dilma Rousseff (PT) se enrolou ao falar sobre o duríssimo embate com Aécio Neves, candidato do PSDB à Presidência. Ao responder a pergunta da repórter Simone Queiroz, Dilma gaguejou ao tentar dizer a palavra "inequívoco", se enrolou e pediu para recomeçar a entrevista.

Em seguida, disse ter sentido uma queda de pressão e foi conduzida até uma cadeira próxima. "A presidente está passando mal aqui", disse a repórter, assustada. 

A transmissão voltou aos estúdios do jornalístico Fala Brasil e minutos depois retornou ao cenário do debate onde Dilma apareceu em pé, já recomposta. 

"Eu tive uma queda de pressão, debate exige muito da gente. Peço desculpas ao telespectador, mas é assim que nós somos. Quero terminar a entrevista", disse a presidente. 

Em seguida, a repórter explicou que o SBT deveria dar o mesmo tempo de entrevista aos candidatos e por isso não poderia estender a entevista. 

"Se é assim que você quer, assim será", respondeu Dilma. O marqueteiro João Santana deu barra de cereal, chocolate e bala para Dilma e o ministro da Comunicação Social Thomas Traumann correu para lhe dar um copo d'água.

Vejas.com

TÁ NO The Economist: BRASIL PRECISA SE LIVRAR DA DESAVERGONHADA TESTA DE FERRO 1,99 E ELEGER AÉCIO.


Uma figura que faz lembrar Carmen Miranda, mas com ar enfadonho e que carrega sobre a cabeça frutas apodrecidas. É com essa imagem que a conceituada revista britânica The Economist acompanha a seguinte frase: por que o Brasil precisa de mudança. A edição distribuída na América Latina traz nesta sexta-feira capa que trata das eleições no Brasil. E sentencia: os eleitores brasileiros devem se livrar de Dilma Rousseff e eleger Aécio Neves.

O texto lembra que em 2010, quando Dilma foi eleita, o Brasil parecia finalmente fazer jus a seu imenso potencial. A economia crescia a 7,5% ao ano. Quatro anos depois, a economia patina e os avanços sociais andam em marcha lenta. E lembra que em junho do ano passado milhões de brasileiros saíram às ruas para protestar por melhores serviços públicos e contra a corrupção.

Depois de fazer um panorama das viradas que marcaram a corrida eleitoral no Brasil, o texto trata da atual situação econômica do país. Ao citar a crise econômica mundial – apontada por Dilma como a culpada pelo atual quadro brasileiro –, a revista salienta que o país tem se saído pior do que os vizinhos latino-americanos no enfrentamento da questão. Cita ainda a intromissão constante do governo federal nas políticas macroeconômicas e as tentativas de interferir no setor privado como responsáveis pela queda nos investimentos.

Ao tratar dos problemas de infraestrutura e da burocracia que atravanca o país, a revista afirma que Dilma reforçou a mão do Estado na economia, servindo-se favores para iniciados, como incentivos fiscais e empréstimos subsidiados de bancos estatais inchados. A Economist diz ainda que Dilma prejudicou a Petrobras e a indústria de etanol, mantendo o preço da gasolina contido à força “para mitigar o impacto de sua política fiscal frouxa”. Cita ainda os sucessivos escândalos que envolvem a estatal.

A Economist trata, por fim, dos ataques perpetrados pela campanha petista contra Aécio. Classifica como infundadas as alegações de que o tucano colocaria fim ao Bolsa Família – e lembra que ao longo dos anos o PT caricaturou o PSDB como um partido “de gatos gordos sem coração”. O texto explica que as políticas propostas por Aécio, ao contrário do que quer fazer crer o PT, beneficiariam os brasileiros mais pobres. Diz que ele promete fazer o país voltar a crescer. E que sua história e a de seu partido tornam a promessa crível. Afirma que Aécio tem uma equipe impressionante de conselheiros liderados por Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central, que é respeitado por investidores. Cita as promessas de retorno a políticas macroeconômicas sólidas, de redução no número de ministérios, de simplificar o sistema fiscal e aumentar o investimento privado em infraestrutura. E sentencia: Aécio merece ganhar.

“Aécio lutou de forma tenaz na campanha e já deu provas de que pode fazer funcionar suas políticas econômicas. A maior ameaça aos programas sociais no país é a forma como o PT hoje conduz a economia. Com sorte, o apoio de Marina Silva, que já foi do PT e nasceu na pobreza, deve ajudá-lo. O Brasil precisa de crescimento e de um governo melhor. Aécio é quem tem mais condições de fazê-lo”, encerra o texto.

 VEJA.com

RELEMBRANDO AOS "CRÉDULOS ÚTEIS" - ONDE TEM PT TEM : MENTIROSOS/CANALHAS/VELHACOS/CACHACEIROS/TRAPACEIROS ETC. OU : O PT às voltas com a Justiça

A esta altura dos acontecimentos, diante das devastadoras evidências que se tornaram de conhecimento público, talvez nem o mais fanático dos petistas tenha dúvida de que a bandalheira rolou solta na Petrobrás. São evidências tão robustas que é inútil tentar negá-las. Por essa razão, nem Dilma Rousseff nem o PT se atrevem a fazê-lo. 

Mas procuram minimizar os efeitos eleitorais do escândalo apelando para jogo de cena, deliberada confusão de informações e outras manobras diversionistas. Não contestam as acusações, mas o fato de terem sido divulgadas. E por esse crime de que se dizem vítimas, culpam a Justiça. 

À frente de um grupo de deputados petistas que chegaram pisando duro, o presidente do partido, Rui Falcão, protocolou na Procuradoria-Geral da República e no Supremo Tribunal Federal (STF) pedidos de acesso à integra da delação premiada do ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa. Argumentam que conhecer o inteiro teor dessas declarações é indispensável para que o partido possa "fazer o exercício mínimo do contraditório". 

Mero pretexto, já que o verdadeiro objetivo da iniciativa é desviar a atenção do escândalo, fazendo pesadas acusações contra o juiz Sérgio Moro, da 13.ª Vara da Justiça Federal do Paraná, responsável pela condução dos processos decorrentes da Operação Lava Jato. Sem citar o magistrado, o PT denuncia como violação da lei o fato de aquele juiz ter permitido, com motivação política, em pleno processo eleitoral, o vazamento de depoimentos sigilosos.

"Esta divulgação", afirmam os petistas, "é uma forma transversa de violar o sigilo da colaboração premiada" e significa "divulgação irresponsável de declarações graves e levianas desacompanhadas até agora de qualquer prova". Com isso, o argumento do PT escamoteia o fato de que Paulo Roberto Costa já obteve o benefício do abrandamento da pena, o que indica que cumpriu o acordo de apresentar provas de suas acusações.

Mas o que, de fato, importa é que as acusações contra Moro não têm o menor fundamento. Uma coisa são as dez ações penais resultantes da Lava Jato que correm na 13.ª Vara da Justiça Federal do Paraná. São processos públicos a que qualquer pessoa pode ter acesso, inclusive às audiências. Outra coisa são os depoimentos prestados por Paulo Roberto Costa no processo decorrente de acordo de delação premiada, que se desenvolve em segredo de Justiça, sob supervisão do STF.

Daí que classificar de vazamento a divulgação legítima dos depoimentos e atribuir dolo ao comportamento do juiz Sérgio Moro só pode ser produto de má-fé.

Moro é conhecido e respeitado pelo rigor com que trabalha e que demonstrou ao assessorar a ministra Rosa Webber no julgamento do mensalão. As acusações de que foi alvo por parte dos petistas foram veementemente repudiadas, em nota oficial conjunta, pela Associação dos Juízes Federais (Ajufe) e pela Associação Paranaense dos Juízes Federais.

A atitude do PT, decidida em articulação com o comando da campanha reeleitoral de Dilma, da qual Rui Falcão é o coordenador-geral, é a repetição do mesmo desrespeito ao Poder Judiciário que o partido demonstrou quando assacou aleivosias contra outro magistrado, o ministro e depois presidente do STF Joaquim Barbosa, durante e após o julgamento do mensalão. É como o lulopetismo, que se considera dono do Estado, trata a Justiça e seus agentes sempre que sente seus próprios interesses contrariados.

Esse lamentável episódio demonstra também muito claramente o que é a "guerra sem trégua" à corrupção na qual a presidente Dilma Rousseff e o PT se declaram empenhados. Em todas as suas manifestações públicas nas últimas semanas, a candidata em campanha não deixou passar nenhuma oportunidade para se declarar "a pessoa mais empenhada do País na rigorosa punição de corruptos e corruptores".

A medida da seriedade com que os donos do poder tratam as denúncias de corrupção na Petrobrás está expressa na debochada manifestação de Lula, dias atrás, quando confrontado com o assunto: "Estou com o saco cheio disso".

Estadão

outubro 15, 2014

A CANALHA PETRALHA FAZENDO O DIABO ! PLENARIA BANCÁRIAS(OS) CEF – Brasília - O que e isso companheiro? Caixa Econômica Federal.

Um amigo me fez chegar o e-mail “interessante” que recebeu esses dias. Esse meu amigo trabalha na Caixa Econômica Federal (CEF) e ficou espantado quando o e-mail abaixo chegou na sua caixa postal institucional. 

TCU, isso vale? 
Isso não seria uso explicito de meios institucionais para fazer propaganda para o candidato do governo? isso é legítimo? As marcas em vermelhão são minhas.

PLENARIA BANCÁRIAS(OS) CEF – Brasília 
Realizamos dia 10/10/2014, uma plenária com as bancárias e bancários da CAIXA, participaram da mesa: Min. Berzoini, Wellington Dias, 
Gabas, 
Jacy Afonso, 
Jair Ferreira FENAE, 
Caser FUNCEF,
 Cesar Alvarez e Januário. 
A plenária prevista para 80 pessoas reuniu mais de 150 bancários e entre as lideranças, destacamos: 
Maria Fernanda, 
Tania Aguiar,
 Carlos Borges, 
Clarice Coppetti, 
Elicio, 
Josibel, 
Augusto e Diogo.

Segue alguns dos encaminhamentos: 
envolver os sindicatos associações da ativa e aposentados da CEF na campanha Dilma 13, organizar em nível nacional a rede militante CEF e por estado, organizar adesivaco de carros – Dilma 13, viralizar o vídeo do Arminio Fraga. Serão produzidos vídeos de 30′ com temas especificos para replicar na rede; abraço na Matriz, agências e sede das superintendências da CEF, ato simultâneo em todos os estados, entre outras. Este texto deve ser encaminhado ao contato de cada estado e solicitado informar se ja existem redes no whatsapp . Grato, Januário”

Absolutamente impressionante. 
Se voce achar isso correto por favor, vote no PT. 
Espero que os funcionário da CEF se revoltem com o uso político que alguns grupos querem fazer do banco. Os bancos públicos são dos brasileiros e não do Partido dos Trabalhadores (PT).

Recebido de :

PRA QUEM GOSTA E FAZ FÉ... Datafolha: Aécio tem 51%, e Dilma, 49%

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira mostra que o cenário continua o mesmo em relação à rodada anterior, finalizada no último dia 9 de outubro: o candidato do PSDB, Aécio Neves, tem 51% dos votos válidos (excluídos brancos e nulos), e a presidente Dilma Rousseff (PT) tem 49%. Como a margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, eles estão em empate técnico.

Veja.com

Terrorismo golpista


Toda véspera de eleição a história se repete. Sempre que se vê em apuros, o PT esperneia, mente, deturpa, apela. Às suas armas habituais, os petistas agora agregam a tese de “golpe”. Tudo porque estão a um passo de perder o poder.

A tese não veio a público pela boca de algum dos muitos petistas mais radicais, dispostos a tudo para não perder sua boquinha no governo. Foi vocalizada pela própria candidata à reeleição, a presidente da República em pessoa, na última sexta-feira.



Dilma Rousseff lançou a pregação a propósito das mais novas revelações do assalto à Petrobras perpetrado pelo grupo político que comanda o país há 12 anos. A partir de novos depoimentos de Paulo Roberto Costa à Justiça feitos na semana passada, ficamos sabendo que 2% do valor dos contratos da empresa ia para o cofre do PT. Estima-se, por baixo, que isso dê a bagatela de uns R$ 2 bilhões.

A candidata se disse “estarrecida” com o que considerou “vazamento” das gravações. Não manifestou, contudo, a mesma indignação com o conteúdo revelado pelo ex-diretor da Petrobras e também pelo doleiro Alberto Youssef nos depoimentos que vêm prestando. Dilma desconheceu também que os dados revelados são públicos, e não sigilosos.

Nas gravações que vieram à tona, os investigados revelam como funcionou, durante os últimos anos, o esquema que pode ter drenado R$ 10 bilhões da Petrobras. Empreiteiras eram escolhidas para executar obras e, em troca, se comprometiam a irrigar as contas do PT e de partidos da base governista no Congresso.

Para Dilma, fazer o Brasil saber que o patrimônio do povo brasileiro está sendo garfado pelo PT é “golpe” dos que investigam o caso. Livrar o aparato estatal destes cupins que estão se incrustando em todos os poros do Estado é “golpe”. Mas o mais grave: perder as eleições, para ela, só se for com “golpe”.

É fácil perceber o desapreço, para dizer o mínimo, de Dilma e seus petistas pelas instituições, pelos poderes de Estado, pelos valores democráticos, em suma. O sinal é claro: a candidata à reeleição e o partido dela não aceitam as regras do jogo, exceto se lhe são favoráveis.

É também por esta razão que os petistas transformam sua propaganda eleitoral no mais puro terrorismo. É o medo de quem não aceita o saudável preceito da alternância de poder, o medo da mudança que o cidadão brasileiro quer e vai ter.


Para o petismo, a revelação de que o partido surrupia o dinheiro dos brasileiros presta-se a “manipular a eleição”. Nada disso: é mais uma informação fundamental para que a população diga que não admite mais isso, que não se curva ao terror e dará um basta a este estado de descalabro quando voltar às urnas no fim da semana que vem.

ITV

outubro 14, 2014

A DESAVERGONHADA 1,99 INCOMPETENTA TESTA DE FERRO VIU A UVA DO VOVÔ

É necessária uma cartilha bem clara para a população que se perde nesse sarapatel de mentiras e manipulações da candidata para presidenta. Por exemplo, o povo não entende frases como: "nosso produto interno bruto é mínimo por falta de corte nos gastos fiscais". Ninguém sabe o que é isso, principalmente no Nordeste-Norte. 


Ao contrario do que diz Dilma, os pobres que não puderam estudar são, sim, absolutamente ignorantes sobre os reais problemas brasileiros. 
Vamos ao diálogo da cartilha:
- Dilma viu a uva. Dilma viu o vovô. Dilma diz que viu o povo, mas não viu.
Dilma viu Maduro, Dilma viu Chávez... Dilma viu o ovo. Mas não viu o novo.

- Por que ela gosta de governos como Cuba, Venezuela, Argentina?
- Porque para ela, no duro, a sociedade é composta de imbecis e de empresários imperialistas. Dilma pensa igual a eles. Ela e a "Cristina botox ".

- Por que ela pensa igual a eles?

- Porque é possuída por uma loucura antiga hamada "revolução socialista" que fracassou no mundo todo. Imagine um automóvel quebrado; em vez de chamar um mecânico, chamam um marceneiro. É isto que estão fazendo. Esta é a causa do desastre atual de economia e da crise política. Para eles, quanto pior, melhor. O problema é que eles é que estão no governo e essas ideias são tiros no pé. Mais uma vez repito o filosofo Baudrillard: "o comunismo hoje desintegrado tornou-se viral, capaz de contaminar o mundo inteiro, não através da ideologia nem do seu modelo de funcionamento, mas através do seu modelo de desfuncionamento e da desestruturação brutal". Por isso, erram tudo, por incompetência. O Governo ataca e quer mudar o Estado para possuí-lo.

- Por quê?
- Para o PT, as instituições não valem nada (burguesas) e têm de ser usadas para o projeto do PT.

- Qual é o Projeto do PT?
- Fundar uma espécie de bolivarianismo tropical e obrigar o povo à obedecer o Estado dominado por eles.

- Que é bolivarianismo?

 - É um tipo de governo na Venezuela que controla tudo, que controla ate o papel higiênico e carimba o braço dos fregueses nos supermercados para que eles só comprem uma vez e não voltem, porque há muito pouca mercadoria.

- Por que os petistas não fazem reforma alguma?

- Porque não querem. A reforma da Previdência não existirá pois, segundo o PT, "ela não é necessária", pois "exageram muito sobre sua crise", não havendo nenhum "rombo" no orçamento. Só de 52 bilhões. Por isso, a inflação vai continuar crescendo, pois eles não ligam para a "inflação neoliberal".

- O que é inflação?

- Ahhh... é sinônimo de "carestia".

- Por que o PT ataca tanto os adversários?

- Porque eles têm medo de perder as 100 mil "boquinhas" que conquistaram no Estado. Essa gente não larga o osso. Para isso, topam tudo: calúnias, números mentirosos,. Eles também têm medo que suas roubalheiras sejam investigadas. Vejam o caso do "Petrolão". Perto dele, o "mensalão" é um troco.

- Por quê?

- A Petrobrás foi predada e destruída pela metade porque essa empresa sempre foi vista como "propriedade de uma esquerda psicótica.

- Este roubo foi feito por vagabundos sem moral?

- Não. A Petrobrás foi assaltada pelos próprios diretores para que o dinheiro fosse dividido entre o PT, PP e PMDB, para seus políticos apoiarem o governo Dilma e para novos malfeitos.

- Por que Dilma diz que não viu nada?

- Para negar que viu. Claro que viu. É necessário mentir para o "bem" do povo. Sim. Eles acham que são "mentiras revolucionárias". Aliás, você sabe o que é Pasadena?

- Não...

- É o nome da refinaria da qual Dilma autorizou a compra.

- Por que Dilma assinou a compra da refinaria?

- Ela afirma que não sabia... 

Mas, como é possível que sendo a presidente do Conselho da Petrobrás tenha autorizado (apenas informada por duas folhas de papel) a compra de uma refinaria por um preço 300 vezes mais caro do que vale?

- Não sei.

- Você compraria uma casa que vale 100 mil reais pelo preço de 1 bilhão e duzentos mil?

- Só eu fosse louco ou mal intencionado.

- Ela comprou. Comprou também pelo desprezo que os comunas têm por "administração" - coisa de empresários burgueses... Ou por pura incompetência...

- Por que a Dilma e PT não mudam de ideia, vendo tantos erros?

- Oh, ingênuo eleitor! Porque a Dilma e PT são sacramentados por Deus e não erram nunca. Quem erra somos nós. Quem discordar é inimigo. E querem se eternizar no poder.

- E por que nós do povo acreditamos nisso?

- Porque acham que Dilma "ama" o povo. Precisam ver como Dilma trata os garçons do Palácio...

- Por que então tantos intelectuais informados vão votar na Dilma mesmo assim?

- Porque acham que o PT ainda tem um grãozinho de romantismo social e também porque temem ser chamados de reacionários, neoliberais.
 O nome "esquerda" ainda é o ópio dos intelectuais.

- Por que não mudam de ideia?

- Porque essa ideologia é um tumor inoperável em suas cabeças. É espantoso que não vejam o óbvio: a desconstrução do país.

- Por que Dilma e Lula aparecem juntinhos do Collor?

- Porque o Collor pode trazer votos de Alagoas, o estado mais rico de pobres.

- Por que eles querem tanto os votos dos pobres?

- Por que em geral têm "bolsa família". Mas, o que não sabem é que com a volta da carestia.

-Inflação...

- Isso. Com a volta da inflação a graninha do Bolsa Família vai mirrar, sumir, perder o valor. Isso eles não explicam.

- E por que eles dizem que a luta eleitoral é entre ricos e pobres? 

Pobres do Norte-Nordeste contra os riquinhos do Sudeste e Sul?

- Porque eles falam assim para esconder que a luta é entre pobres analfabetos x pessoas mais sensatas e informadas. Quem sabe disso, não vota nela.

- Mas, afinal o que é o projeto do PT?

- O programa do PT é um plano de guerra. Eles odeiam a democracia (eles sempre usaram a democracia para negá-la depois). Eu me lembro do Partidão. Eles diziam: "apoiaremos a democracia como tática. Depois a gente vê". Dilma também pensa assim: a democracia é um meio, não um fim. Por isso, tem de haver uma cartilha para explicar o programa do PT: 

Dilma diz que viu o povo, mas não viu. Dilma viu o ovo. Mas não viu o novo.

Arnaldo Jabor