"Um povo livre sabe que é responsável pelos atos do seu governo. A vida pública de uma nação não é um simples espelho do povo. Deve ser o fórum de sua autoeducação política. Um povo que pretenda ser livre não pode jamais permanecer complacente face a erros e falhas. Impõe-se a recíproca autoeducação de governantes e governados. Em meio a todas as mudanças, mantém-se uma constante: a obrigação de criar e conservar uma vida penetrada de liberdade política."

Karl Jaspers

julho 05, 2010

REITERANDO : NUNCA ACREDITE NESTA CORJA.

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Do G1

A coordenação da campanha havia protocolado o programa do partido aprovado em congresso no mês de fevereiro.

O documento previa mais impostos para fortunas, fim da criminalização de movimentos sociais;

maior controle sobre a mídia;

e confirmava apoio à jornada de trabalho de 40 horas sem redução de salários.

A assessoria do partido disse que, “por equívoco”, foi entregue o programa errado.

O texto das novas diretrizes, disponíveis no site da campanha, é basicamente o mesmo, mas com diferenças significativas de tom.

Entre as frases modificadas estão duras críticas à gestão anterior.

O texto antigo, do PT, dizia:

“A partir dos anos 90, proliferaram teses conservadoras e neoliberais que comprometeram os investimentos produtivos, quebraram parte do parque industrial, sucatearam a infra-estrutura física”.

O novo foi alterado para:

“A partir dos anos 90, os investimentos produtivos foram reduzidos. O país sofreu restrições no seu parque industrial".

Por meio da assessoria, o TSE confirmou que foi entregue um novo documento.

Confira o novo documento com diretrizes para o programa de governo
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Confira quais itens polêmicos foram retirados do texto
- Reforma tributária que reduza os impostos diretos, desonere os alimentos básicos; continuidade as avanços na progressividade, valorizando a tributação direta, especialmente sobre as grandes fortunas
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Controle do acesso à terra dos estrangeiros; revogação dos atos do governo FHC que criminalizaram os movimentos sociais; realização de audiências públicas prévias ao julgar liminar de reintegração de posse
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Compromisso com a defesa da jornada de trabalho de 40 horas semanais, sem redução de salários
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Combater o monopólio dos meios de comunicação; estabelecer um novo parâmetro legal para as telecomunicações no país; fim da propriedade cruzada; reativação do Conselho Nacional de Comunicação Social; exigência de porcentagem de produção regional; proibição da sublocação de emissoras e horários; e direito de resposta coletivo

PROGRAMA DA "COISA" VAI CONTRA A NOSSA PROPRIEDADE E O JUDICIÁRIO EM FAVOR DOS SOCIOPATAS.

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Item “m” da proposta nº 19 do Programa de governo dda "coisa dos "coisos extingue a propriedade privada da terra.

continuar, intensificar e aprimorar a reforma agrária de modo a dar centralidade ao programa na estratégia de desenvolvimento sustentável do país, com a garantia do cumprimento integral da função social da propriedade, da atualização dos índices de produtividade, do controle do acesso à terra por estrangeiros, da revogação dos atos do governo FHC que criminalizaram os movimentos sociais e com a eliminação dos juros compensatórios nas desapropriações e das políticas complementares de acesso à terra, entre outras medidas, implementação de medida prevista no PNDH3, de realização de audiência pública previa ao julgamento de liminar de reintegração de posse;

DOIS PESOS : INATIVOS E BANCOS. É A ECONOMIA DOS DISSIMULADOS.

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FRANCISCO PEDRO DO COUTTO/O Globo

Os ministros Guido Mantega e Paulo Bernardo empenharam-se contra o reajuste de 7,7% para aposentados e pensionistas que recebem acima do salário mínimo, alegando que isso elevaria a despesa da Previdência em R$ 1,7 bilhão ao ano, além da prevista se o acréscimo ficasse em 6,14%.


Entretanto, eles nada disseram quando o governo ampliou de 9,75% para 10,5% anuais os juros que o Tesouro paga aos bancos para rolar a dívida interna, em torno de R$ 1,5 trilhão.

Esta medida administrativa, não aprovada pelo Legislativo, aumenta a mesma despesa pública em mais de R$ 11,3 bilhões ao ano. Sete vezes o reajuste dos inativos.

EDUCAÇÃO : IDEB PIORA EM 1.146 CIDADES

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Agencia o Globo/Demétrio Weber

Principal indicador de qualidade do ensino brasileiro,
o Ideb piorou em 1.146 cidades, 20% do total, no período final do ensino fundamental (do 6º ao 9º ano). Os números do MEC são para 2009.
Ao todo, 23% das cidades ficaram abaixo da média prevista no país.


Em termos nacionais, as metas foram superadas, mas sem desempenho uniforme.

Oito estados não alcançaram as metas dos ensinos médio e fundamental.
O Rio não atingiu a meta do ensino médio


Estados e municípios não acompanham resultado

Amapá, Pará e Rondônia não alcançaram as metas de 2009 para os anos finais do fundamental.

No ensino médio, Rio de Janeiro,
Espírito Santo,
Sergipe, Piauí e Roraima também não chegaram lá.

No caso do Rio, o objetivo bienal traçado pelo MEC previa um Ideb de 3,4 em 2009. Mas o índice do estado, que considera rede pública e privada, ficou em 3,3.

Embora tenha aumentado um décimo em relação aos 3,2 obtidos em 2007, o indicador ficou aquém da meta.


Ministro evita falar sobre a qualidade do ensino

Ao anunciar os resultados nacionais na semana passada, o ministro Fernando Haddad deu ênfase à melhora dos indicadores, evitando comentar o que o atual nível do Brasil no Ideb representa em termos de qualidade, ou melhor, de falta de qualidade do ensino.

As médias nacionais da Prova Brasil/Saeb, que avaliam língua portuguesa e matemática, melhoraram na comparação com 2007.

Mas permanecem menores do que o patamar de 1995, quando o MEC deu início à avaliação padronizada e comparável no tempo.


A exceção foi matemática, no 5º ano do ensino fundamental.

RESOLUÇÃO DO TSE ACELERA DEFINIÇÃO DE PROGRAMAS DOS CANDIDATOS.

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A definição dos programas foi acelerada nos últimos dias, por causa da nova resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que obriga os partidos a apresentar, no registro das candidaturas, o programa dos candidatos ou ao menos um resumo das propostas.

O PT e o PSDB devem entregá-las hoje último dia para o registro, pelo calendário eleitoral.

PLANO DE GOVERNO
Principais diretrizes dos candidatos do PSDB, PT e PV que concorrem à nas eleições deste ano

JOSÉ SERRA (PSDB)

Desenvolvimento
Criar mecanismos para produzir mais bens manufaturados e gerar mais postos
de trabalho


Ação política
Ordenar e regulamentar a política do País agilizando reformas em tramitação

Questão social

Investir no ensino profissionalizante como uma das portas de saída para programas de transferência de renda e manter o Bolsa-Família

Democracia e cidadania
Relacionar a questão da falta de segurança ao exercício pleno da cidadania, sem
tratar o assunto como questão policial

DILMA ROUSSEFF (PT)

Programas sociais
Manter e ampliar o Bolsa-Família e criar programas semelhantes

Educação
Melhorar o salário dos professores e introduzir a banda larga nas escolas

Saúde
Dar mais recursos ao SUS e unificar as ações nos diferentes níveis de governo

Reforma urbana

União, Estados e municípios devem promover reforma para os mais pobres

Meio ambiente
Reduzir o desmatamento e impulsionar a matriz energética limpa, com ênfase para os biocombustíveis



MARINA SILVA (PV)

Política cidadã
Governar com os recursos públicos e ampliar o debate sobre ações do governo


Educação

Esforço para enfrentar falta de trabalhadores qualificados em áreas estratégicas

Economia

Manter política macroeconômica com redução do endividamento do setor público e

adoção de tecnologias de baixo carbono

Diversidade
Valorizar e promover a diversidade social, cultural e ambiental


Política externa
Ação baseada em princípios sólidos, não em conveniências imediatas

Julia Duailibi, Roldão Arruda e João Domingos
O Estado de S. Paulo

MERCADO ESTIMA SUBIDA DE CRESCIMENTO E JUROS.

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Os economistas do mercado financeiro elevaram, na semana passada, a sua previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano de 7,13% para 7,20%, informou nesta segunda-feira (5) o Banco Central por meio do relatório de mercado, também conhecido como Focus.

O documento é fruto de pesquisa da autoridade monetária com os analistas do mercado financeiro. Essa foi a 16ª elevação consecutiva deste indicador.

Inflação
O mercado financeiro manteve, na semana passada, a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA) deste ano em 5,55%.

A expectativa do mercado, portanto, ainda permanece bem acima da meta central de inflação de 4,5% para este ano.
O BC, ao definir os juros básicos da economia, calibra a taxa de juros para que a inflação convirja para o centro da meta definida pelo governo.


Taxa de juros
Por conta das pressões inflacionárias, os analistas do mercado financeiro apostam que os juros continuarão avançando no resto deste ano.
Para julho, a previsão continuou sendo de um novo aumento de 0,75 ponto percentual, o que elevaria a taxa básica dos atuais 10,25% para 11% ao ano.


Até o fim deste ano, o mercado acredita que os juros subirão mais ainda, para 12,13% ao ano.
Essa previsão representa um aumento em relação à semana retrasada, quando os analistas do mercado estimavam que a taxa de juros chegaria ao fim deste ano em 12% ao ano.

Taxa de câmbio
Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2010 permaneceu em R$ 1,80 por dólar.
Para o fechamento de 2011, a previsão dos analistas para a taxa de câmbio ficou estável em R$ 1,90 por dólar.


Balança comercial
A projeção dos economistas do mercado financeiro para o superávit da balança comercial (exportações menos importações) em 2010 subiu de US$ 15,3 bilhões para US$ 15,7 bilhões na semana passada.

LUCRO NOS DOIS LADOS.

Com os pés na campanha de Dilma Rousseff (PT) e alguns braços nos palanques de José Serra (PSDB), o PMDB torce para chegar ao Palácio do Planalto com Michel Temer, vice da presidenciável petista.

Mas seja quem for o presidente eleito no próximo ano, os peemedebistas são unânimes ao dizer que o partido vai compor a base do governo.

Se Dilma vencer as eleições, o céu de brigadeiro do PMDB ficará completo. O partido já se prepara para fazer indicações na composição do governo e barganhar cota maior de cargos ministeriais com os petistas.

No Congresso, a sigla trabalha com a possibilidade de eleger 110 deputados federais e já tem nome engatilhado para emplacar no comando da Câmara.
A Presidência da Câmara é do PMDB.

Temos a expectativa de fazer a maior bancada e já existe acordo prévio pelo nome do Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).

O primeiro biênio é do PMDB e depois será a vez do PT, resume o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Mas uma vitória de Serra não compromete os planos do PMDB, segundo Cunha.

"A gente luta por ela, mas se a presidenta não for a Dilma, podemos até manter o mesmo tipo de acordo para a Presidência da Câmara."

QUANDO TEM QUE SER DE PENSAMENTO PRÓPRIO...



Coturno Noturno/Imagem

José Serra

Eu quero ser presidente do Brasil para materializar um compromisso que tenho desde a minha juventude, e ao longo de toda a minha vida pública: a abertura de oportunidades para os brasileiros, de todas as idades, de todas as regiões do país.

Abertura de oportunidades na vida, para que as pessoas possam crescer, prosperar, para que as famílias sejam mais felizes. Parece idealismo? Não. Acho que a gente pode caminhar muito nessa direção.

Íntegra...


Marina Silva

Ser presidente da República é a oportunidade de você juntar o que há de melhor no país a serviço do país.

Quando eu penso em ser presidente da República, a primeira coisa que penso é isso: na produção que nós temos ao longo de todos esses anos, de séculos, do que foi acumulado positivamente, falando na economia, na cultura, na política, na ética, nas artes, na espiritualidade, e (penso) que tudo isso possa se encontrar num projeto que, com base naquilo que a tecnologia e a ciência podem nos suportar e nos dar de apoio, possa se colocar a serviço da melhoria da vida das pessoas, do lugar onde a gente vive, que é o Brasil, e como esse lugar pode contribuir com o mundo.

E obviamente que, pensando assim de forma tão ampla, você tem que traduzir isso do ponto de vista prático.

Íntegra...

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A DILMA QUE DISPUTA A ELEIÇÃO NÃO EXISTE, E A DILMA QUE EXISTE NÃO DISPUTA A ELEIÇÃO.
(Reinaldo Azevedo)