"Um povo livre sabe que é responsável pelos atos do seu governo. A vida pública de uma nação não é um simples espelho do povo. Deve ser o fórum de sua autoeducação política. Um povo que pretenda ser livre não pode jamais permanecer complacente face a erros e falhas. Impõe-se a recíproca autoeducação de governantes e governados. Em meio a todas as mudanças, mantém-se uma constante: a obrigação de criar e conservar uma vida penetrada de liberdade política."

Karl Jaspers

janeiro 31, 2013

brasil maravilha da GERENTONA FALSÁRIA(QUEBRA 1,99) - EFEITO CASCATA SEM CADEIA DE RÁDIO E TV ! Problemas de caixa da Petrobrás começam a contaminar parceiros

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A Petrobrás tem atrasado pagamentos a fornecedores e provocado dificuldades financeiras na cadeia de prestadores de serviços, após ter adotado uma política de redução de custos em meio a prejuízos na sua divisão de Abastecimento, aumentos de custos e produção estagnada.

Há também o atraso de pagamento para fundos de recebíveis criados para financiar esses prestadores de bens e serviços, disseram fontes à Reuters, observando que a estatal alterou sua política de pagamentos recentemente e vem olhando com mais rigor os contratos.

Com isso, tem demorado mais tempo para liberar os recursos. Em uma espécie de efeito dominó, os prestadores de serviços também atrasam seus compromissos financeiros.

"Não vou dizer que a Petrobrás é inadimplente, mas que está em atraso. Enquanto algumas companhias estão sofrendo, estou confiante que os pagamentos serão feitos", disse à Reuters Fernando Werneck, gestor de um portfólio de fundos creditórios na BI Invest, exclusivos de fornecedores da Petrobras.

Alguns dos fundos de investimento dedicados exclusivamente aos fornecedores da Petrobras registraram aumento da inadimplência.

Os pagamentos em atraso em cinco Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) saltaram 58,6%, para R$ 18,4 milhões, em 31 de dezembro, ante R$ 11,6 milhões em setembro, segundo uma pesquisa da Reuters junto à Comissão de Valores Mobiliários.

O FIDC existe para ajudar a Petrobrás a terceirizar o negócio de financiamento aos fornecedores. Fundos de investimento fazem empréstimos às empresas que possuem contratos com a estatal utilizando como garantia os recebíveis junto à Petrobras.

Ao longo dos últimos dois anos a Petrobras aportou cerca de 7 bilhões de reais para ajudar os fornecedores.
Pedidos de falências

Problemas financeiros já empurraram algumas empresas menores fornecedoras da estatal, como a GDK, a um processo de recuperação judicial. Grandes empresas, tais como a Lupatech, tiveram que vender ativos e levantar capital novo para evitar o pior.

Preocupações sobre como fazer negócios no Brasil, onde a Petrobrás é responsável por mais de 90% da produção de petróleo, levaram a uma queda de 34% nas ações da italiana Saipem na quarta-feira.

A empresa prestadora de serviços e equipamentos offshore disse que os problemas do Brasil poderiam ajudar a cortar o seu lucro em 80% em 2013. As concorrentes Subsea 7 e Technip França, ambas também fornecedoras da Petrobras, chegaram a cair mais de 6% na quarta-feira.

O programa de redução de despesas, que visa cortar custos de R$ 32 bilhões no período de 2013 a 2016, foi anunciado no final do ano passado, após a Petrobrás ter acumulado nos nove primeiros meses de 2012 mais de R$ 17 bilhões em prejuízo na área de Abastecimento (combustíveis), ao mesmo tempo que tem um plano de cinco anos de investir mais de R$ 200 bilhões.

Nessa conjuntura que favorece o crescimento do passivo, a agência de classificação de risco Moody's alterou em dezembro para negativo o rating da dívida da companhia.

Dificuldade de receber

Segundo fontes de empresas que prestam bens e serviços à estatal, a Petrobrás tem demorado mais tempo para liberar os aditivos aos contratos.

Nas licitações, as empresas ganhavam oferecendo um orçamento abaixo do valor de mercado e depois recorriam aos aditivos, uma prática comum, já que depois esses aditivos eram liberados com mais facilidade.

"Agora há um rigoroso processo de avaliação por parte da estatal e sempre há a necessidade de mais e mais documentos. Enquanto isso, o dinheiro não sai", disse uma fonte de uma empreiteira de médio porte que presta serviço à Petrobrás.

Com a demora na liberação dos pagamentos, as empresas precisam tomar empréstimo de curto prazo, disse a fonte, a custos altos, gerando um desequilíbrio nas contas.

"Em geral tem demorado uns meses a mais. Como dois terços do nosso faturamento depende de contratos com a Petrobrás, há um desajuste", disse à Reuters o executivo, na condição de não ter seu nome divulgado.

Algumas empresas têm quase a totalidade das receitas atreladas aos contratos com a Petrobrás e podem acabar falindo com o atraso dos pagamentos.

É o caso da Tenace Engenharia, que com 90% de faturamento oriundo da estatal pediu falência no fim do ano passado.

A empresa tinha um grande contrato de construção de uma unidade de gasolina e diesel no Polo de Guamaré, no Rio Grande do Norte. Também prestava serviços para a estatal em Urucu, no Amazonas.

Segundo uma fonte da empresa, a Petrobrás não concordou em renegociar aditivos aos contratos. A Tenace enviou um comunicado aos seus credores responsabilizando a estatal pelo seu fechamento, segundo a fonte, que preferiu não ser identificada.

A construtora GDK, também grande fornecedora da estatal, teve o seu pedido de recuperação judicial aprovado no dia 10 de janeiro pela Justiça da Bahia, segundo nota enviada pela empresa à Reuters.

E a construtora Egesa, responsável por parte das obras de uma unidade de fertilizantes da Petrobras, também anunciou recentemente aos seus funcionários e credores que "está passando por uma reestruturação financeira em função do cenário econômico atual".

Segundo a Petrobrás, os pagamentos de seus compromissos "reconhecidos" são realizados de acordo com os prazos estabelecidos contratualmente.

Procurada pela Reuters, a estatal disse em nota que os eventuais pleitos de pagamentos adicionais aos contratados por parte dos fornecedores são submetidos a uma avaliação técnica por uma comissão constituída para este fim, bem como a uma avaliação jurídica.

"Após a conclusão deste processo, que está de acordo com contrato e com a legislação vigente, a negociação é submetida à aprovação das instâncias corporativas competentes. Dessa forma, eventuais pleitos não representam a existência de dívida por parte da Companhia", disse a estatal.

Reuters

NO brasil maravilha da GERENTONA FALSÁRIA(QUEBRA 1,99) : Contas públicas têm o segundo pior resultado


Mesmo com manobras contábeis, União, Estados e municípios cumpriram apenas 75% da meta de economia para pagar juros da dívida no ano passado.

As contas públicas fecharam 2012 com o segundo pior resul­tado das estatísticas oficiais, apesar de todas as manobras contábeis utilizadas pelo go­verno federal para inflar suas receitas.

União, Estados e mu­nicípios fizeram uma econo­mia de R$ 104,95 bilhões no ano passado para pagar os ju­ros da dívida (superávit primá­rio), o equivalente a 2,38% do PIB e apenas 75% da meta para o ano.

Na comparação com o PIB, o porcentual supera ape­nas o verificado em 2009, de 2%, na série calculada pelo Banco Central desde 2001. A meta de superávit das con­tas públicas em 2012 era de R$ 139,8 bilhões. Do ponto de vista legal, o resultado foi alcançado, pois a lei permite descontar des­se valor os gastos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Esses investimentos so­maram R$ 39,3 bilhões, valor su­perior aos R$ 34,9 bilhões que fal­tavam para chegar à meta. Para garantir esse abatimen­to, no entanto, o governo lançou mão de um remanejamento de despesas do Orçamento, faltan­do quatro dias para o fim de 2012, e incluiu novos projetos no PAC.

O Tesouro não informa o valor da manobra, mas os núme­ros indicam que, sem ele, a meta não seria alcançada.

Além de usar a meta reduzida, o governo ainda precisou sacar R$ i2,4bilhoes do Fundo Sobera­no do Brasil (FSB) - uma espécie de poupança criada em 2008 - e usar outros R$ 28 bilhões em divi­dendos das estatais para engor­dar suas receitas.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o superávit de 2,38% do PIB é "excelente", um dos mais altos do mundo, e atribuiu a queda de 18% em rela­ção a 2011 às desonerações anun­ciadas para estimular a econo­mia, como o IPI reduzido para veículos.

Também contribuiu a desaceleração da economia e seu efeito sobre a arrecadação. Em relação às manobras contá­beis, criticadas até no próprio go­verno, o ministro afirmou que o País faz uma das políticas fiscais mais transparentes do mundo.

"Hoje em dia temos um rigor dez vezes maior do que no passado.

No passado,faziam-se? digamos, talvez, manipulações que nós não fazemos", afirmou. "Tudo que fazemos é transparente, sai no Diário Oficial e está dentro da lei."

Mantega reafirmou que a lei prevê a possibilidade de abati­mento da meta e o uso do fundo :
soberano é totalmente legítimo.

Dívida.
O ministro destacou que o superávit permitiu reduzir a dívida pública líquida para o menor nível das estatísticas do BC, 35,1% do PIB.

A dívida bruta, utilizada nas comparações internacionais, por outro lado, subiu de 54,2% em 2011 para 58,6% em 2012. Pa­ra Mantega, o aumento do endividamento já foi um problema pa­ra o País, mas hoje o valor a pagar é menor.

A maior parte da queda no su­perávit em relação a 2011 se deu no resultado de Estados e muni­cípios, que foi 35% menor. A con­tribuição da União, inflada por manobras fiscais, recuou 7%.

Os juros da dívida caíram para o me­nor patamar da série (4,85% do PIB).

O Estado de São Paulo  

Nem com toda criatividade, OU : "O nome certo da contabilidade criativa do P artido T orpe é irresponsabilidade. "

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Nem com toda a criatividade do mundo a gestão petista conseguiu evitar que as contas públicas degringolassem em 2012. O superávit fiscal foi o segundo pior já registrado no país e ficou aquém das metas estabelecidas para o ano.

 O governo federal continua gastando muito, investindo pouco e esfolando o contribuinte com uma alta carga de tributos.

O superávit fiscal foi de 2,38% do PIB para uma meta de 3,11%, apesar de todas as manobras feitas pela equipe econômica no apagar das luzes de 2012. Como elas não foram suficientes, para cumprir formalmente o objetivo fixado o governo ainda teve que inventar investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e incluí-los de última hora no esforço fiscal.

Faltando quatro dias para o fim de 2012, a equipe econômica simplesmente inflou o rol do PAC com novas obras, em mais uma amostra de que o programa criado por Luiz Inácio Lula da Silva para servir de bandeira de campanha de Dilma Rousseff não passa de uma lista desconjuntada de ações sem nexo entre si.

Mas não foi só. O governo também sacou R$ 12,4 bilhões do Fundo Soberano (FSB), criado há quatro anos para ser uma espécie de "poupança" que servisse, entre outras coisas, para permitir a realização de projetos estratégicos de interesse do país. Bastou um primeiro aperto para que o dinheiro fosse usado, numa postura nada condizente com uma gestão de longo prazo e responsável das finanças nacionais.

Além do abatimento de valores do PAC e do uso do FSB, o governo antecipou R$ 7,6 bilhões em dividendos de empresas estatais e jogou para este mês R$ 5 bilhões em pagamentos que deveriam ter sido feitos em dezembro. Delfim Netto, superaliado petista, classificou tudo isso como "uma deplorável operação de alquimia", em artigo publicado no
Valor Econômico há duas semanas.

O governo central gastou R$ 80 bilhões a mais no ano passado, sem incluir despesas com juros (que chegaram a R$ 213,9 bilhões no ano). Deste total, apenas R$ 6,8 bilhões foram investimentos, e mesmo assim por causa dos subsídios ao Minha Casa Minha Vida. 

Sem o programa habitacional, a alta teria sido de meros R$ 648 milhões, calcula Mansueto Almeida.  "Isso significa que faltou 'espírito animal' ao setor público e que o brutal aumento de gasto público foi permanente. Não tem como voltar atrás nos próximos anos", analisa ele.

No cômputo geral, as despesas públicas aumentaram 11% em 2012 e as receitas apenas 7,7%, por causa do frustrado crescimento da economia e das desonerações tributárias. Para bancar a escalada dos gastos do governo, a carga de tributos cobrada dos brasileiros não parou de crescer: 
no ano passado, só o que a gestão federal arrecada superou, pela primeira vez na história, a marca de R$ 1 trilhão.

O governo argumenta que, no frigir dos ovos, a relação dívida líquida/PIB até caiu no ano passado. É verdade: 
passou de 36,4% para 35,1% do PIB. Mas toda a redução nada tem a ver com algum suposto esforço extra do governo, mas sim à alta da cotação do dólar.

 "O resultado é menos confortável do que parece", expõe a Folha de S.Paulo.

Como a contabilidade criativa foi definitivamente incorporada ao modus operandi do governo do PT, os analistas de contas públicas sugerem que se passe a olhar cada vez mais para a relação dívida bruta/PIB, indicador que é efetivamente adotado na maior parte das economias. 

"Faz todo o sentido olhar a dívida bruta porque ela incorpora todos os truques que o governo quis fazer", alerta Sergio Vale, da MB Associados, no Valor. 
Deste ângulo, a situação piorou muito em 2012: a relação subiu de 54,2% do PIB em 2011 para 58,6% no ano passado.

A responsabilidade fiscal foi uma das heranças benditas deixadas pelo governo do presidente Fernando Henrique Cardoso às gestões petistas - e contra a qual, recorde-se, o PT bateu-se raivosamente não apenas no Congresso, como também no Supremo por meio de uma ação direta de inconstitucionalidade. 

A cada ano, tal legado vai se esvaindo.

As autoridades petistas não gostam que sua criatividade no trato das contas públicas seja considerada manobra. Tudo bem, podemos chamá-la de maquiagem. Na essência, dá no mesmo: 
significa usar mal o dinheiro do contribuinte, inflar gastos muitas vezes desnecessários e implodir as condições para que o país possa ter um ambiente mais estável e robusto para se desenvolver. 

O nome certo da contabilidade criativa do PT é irresponsabilidade.

Fonte: Instituto Teotônio Vilela
Nem com toda criatividade

A Petrobras perdeu até o senso

Sabe qual a melhor coisa que poderia acontecer para a Petrobras? Uma forte queda do preço internacional do petróleo. Isso derrubaria também as cotações da gasolina e do diesel, produtos que estão quebrando a estatal brasileira. 

Como não há produção interna suficiente desses combustíveis, a companhia tem que importá-los. 

Como o governo Dilma segura os preços internos para conter a inflação, a Petrobras se vê na situação esdrúxula de comprar caro e vender barato - que perdura mesmo depois do reajuste anunciado na última terça. 
Prejuízo na veia.

Logo, se o governo não deixa aumentar mais o preço interno, resta torcer pela queda da cotação internacional.

Pode?
 Uma companhia petrolífera, dona de reservas elevadas, dependendo de uma queda no preço de seu principal ativo!

Acrescente aí uma forte valorização do real e o quadro "melhoraria" ainda mais para a estatal. Se o dólar voltasse, digamos, para R$ 1,70, a Petrobras economizaria cerca de 15% nas suas compras externas de combustível.

Claro que, nesse caso, também cairia o valor das reservas da Petrobras. De novo, pode? Uma companhia precisando de queda no valor de seu patrimônio.

Por outro lado, que sempre tem, a queda do preço internacional de petróleo colocaria em risco a operação no pré-sal. Ainda não se sabe o custo exato, pois a tecnologia está em desenvolvimento, mas certamente será muito caro retirar o óleo lá do fundão do oceano. Assim, se a cotação global cair muito, o pré-sal torna-se economicamente inviável.

Consequências: 
a Petrobras não conseguiria financiamento para as novas operações e os estados e municípios perderiam os royalties pelos quais tanto brigaram.

Ou seja, é uma ideia de jerico torcer pela queda dos preços internacionais do óleo e dos combustíveis.

De outro lado, ainda, um dólar mais barato facilitaria as importações de equipamentos para extração e refino. Bom, não é mesmo?

Seria, se as políticas para o setor tivessem alguma lógica. Ocorre que a Petrobras é obrigada pelo governo a dar preferência ao produtor nacional, mesmo pagando mais caro, até um certo nível. Ora, com o real valorizado, a diferença de preços entre o local e o estrangeiro ficará bem maior, de modo que a estatal não terá como justificar a compra do equipamento made in Brasil.

Isso destruiria a política do governo para estimular a indústria nacional ou, caso o modelo fosse mantido, aumentaria os custos da Petrobras em reais.

Ou seja, é outra ideia de jerico torcer pela valorização do real neste caso.

Voltamos assim ao senso comum, pelo qual uma companhia de petróleo deve se dar bem quando o preço do petróleo está em alta. Esta lógica não mudou. O que a subverte é a gestão do governo brasileiro. Um desastre de grande competência: não é fácil fazer uma petrolífera perder dinheiro.

Outra coisinha: l
embram-se de toda aquela campanha do governo Lula comemorando a autossuficiência em petróleo? 
Pois é, foi só marketing eleitoral. 
Só não, porque a estatal, que não pertence só ao governo, muito menos ao PT, pagou por aquela fraude. 

Custo na veia da população.

Carlos Alberto Sardenberg O Globo 

E "QUERIDINHO" DA CANALHA, AQUELE QUE LÊ OS JORNAIS DE 2015 HOJE... Eike perde mais 1 bilhão de reais

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O pregão da Bovespa caminha para o seu final  hoje com uma espécie de repetição do horroroso dia vivido ontem por Eike Batista (leia mais em Perda bilionária).
Neste momento, a OGX cai 9,15% (ontem caiu 7,31%), a LLX está em baixa de 5,78% (ontem 4,66% de queda), a MPX tem queda de 4,30% (ontem – 1% ); e a MMX de 2,6% (ontem – 4,90%). 

E nem dá para dizer que é uma dia ruim na Bovespa. 

A Bolsa paulista sobe neste momento 0,18%.
Novamente, algo como 1 bilhão de reais  de Eike vai pelo ralo. 
São 2 bilhões de reais em apenas dois dias.

Por Lauro Jardim

"NÓS E ELES" III : NO brasil maravilha da GERENTONA FALSÁRIA(QUEBRA 1,99) ... Inadimplência das empresas fecha 2012 com alta de 10,4%

O Indicador de Inadimplência das Empresas, divulgado nesta quinta-feira pela Serasa Experian, subiu 10,4% em 2012 ante 2011. 

Em nota, os economistas da Serasa Experian disseram que a alta na inadimplência das empresas em 2012 decorre da maior inadimplência do consumidor, que afeta as contas a receber das empresas. 

Para eles, o avanço da inadimplência também é reflexo da menor capacidade de geração de receitas, em um cenário de baixa atividade, "além das dificuldades em honrar financiamentos tomados para a expansão do negócio e para pagar fornecedores responsáveis pela reposição de estoques". 

Os economistas alegam ainda que a inflação, que elevou vários custos, também pesou para as empresas na gestão do caixa no ano passado.

Em 2012, as dívidas não bancárias - cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços, como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água - registraram um valor médio de R$ 760,96, alta de 2,3% ante 2011. 

Já as dívidas com bancos tiveram em 2012 um valor médio de R$ 5.250,10, avanço de 1,6% sobre o ano anterior. 

Quanto aos títulos protestados, o valor médio verificado foi de R$ 1.954,82, alta de 8,4% na mesma base de comparação. Os cheques sem fundos registraram um valor médio de R$ 2.347,49, avanço de 12,3%. 

AE

"NÓS E ELES" II - É VAPT E VUPT ! "ACENDE A LUZ E DESLIGUE O CARRO" : Consumidor já paga até R$ 3 por litro de gasolina

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O reajuste dos combustíveis já foi repassado para o consumidor com um acréscimo nas bombas entre R$ 0,10 e R$ 0,12 por litro. Nas cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo, o preço por litro chegou a superar os R$ 3. O aumento fez com que os motoristas corressem até os postos para aproveitar os preços antigos.

Por volta do meio-dia, o taxista Antônio Fernando de Lima, de 65 anos, abasteceu o tanque do seu carro antes que um posto da Avenida Sumaré, em São Paulo, reajustasse os preços. "Preciso aproveitar. Não tenho como aumentar o valor da corrida para o cliente", disse ele, taxista há 28 anos.

Naquele posto, a economia de Lima foi de R$ 0,10 por litro - o preço da gasolina comum passou de R$ 2,699 para R$ 2,799 - uma alta de 3,7% - duas horas mais tarde. "O problema, agora, é que só Deus sabe quando vou poder aumentar a tarifa da corrida", disse. "Por enquanto, vou ficar com o prejuízo", afirmou.

O governo federal autorizou a Petrobrás a aumentar o valor dos combustíveis nas refinarias na terça-feira. A gasolina foi reajustada em 6,6%, e o óleo diesel, 5,4%. Em alguns postos, porém, a alta superou o reajuste permitido. Na região de Pinheiro, em São Paulo, o preço do litro aumentou 7,6% em um posto, de R$ 2,599 para R$ 2,799.

Na Bahia, os postos de combustíveis também podem reajustar os valores da gasolina e do óleo diesel acima do previsto pelo governo. De acordo com o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado da Bahia (Sindicombustíveis-BA), José Augusto Melo Costa, os reajustes nas bombas de combustível devem ficar em torno de 6,7%, no caso da gasolina, e por volta de 5,9%, no do óleo diesel.

Nas duas principais cidades da Bahia, Salvador e Feira de Santana, os novos preços começaram a ser registrados na manhã de ontem. Segundo o sindicato, o preço médio do litro da gasolina em Feira de Santana passou de R$ 2,76 para R$ 2,94. Em Salvador, os aumentos ainda não atingem a maioria dos postos, mas já há estabelecimentos cobrando R$ 3,06 pelo litro da gasolina comum.

Diluir a alta

Para não espantar os clientes e por causa da concorrência, alguns donos de postos tentam diluir a alta, repassando um valor menor do que o reajuste já anunciado. "Ainda não sabemos de quanto vai ser o reajuste, mas só vamos repassar aquilo que vier da distribuidora", disse Fernando Sobral, gerente de outro posto na Avenida Sumaré.

No Estado de São Paulo, segundo o Índice de Preços Ticket Car, o preço médio do litro da gasolina encerrou o ano passado em R$ 2,689. No País, a média foi de R$ 2,884. "É difícil prever de quanto será o aumento, tem a ver com a questão de mercado", afirmou Eduardo Lopes, coordenador de produto Ticket Car.

É possível, diz ele, é que os donos de postos possam, inicialmente, absorver parte do impacto. Além disso, a política dos reajustes diluídos pode se confirmar porque o preço do etanol tende a subir até maio por causa da entressafra da produção de cana-de-açúcar.

Aumentos hoje

Em Cuiabá, o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis de Mato Grosso (Sindipetróleo) informou que o preço médio da gasolina aditivada deve sofrer reajuste entre 3% e 3,5%. Os aumentos vão ser praticados a partir de hoje. Há postos que recebiam o diesel a R$ 2,17 e passaram a pagar pelo mesmo produto R$ 2,25.

A gasolina custava R$ 2,50 e, agora, passou para R$ 2,61 e o etanol de R$ 1,52 subiu para R$ 1,60.

LUIZ GUILHERME GERBELLI, COM A COLABORAÇÃO DE TIAGO DÉCIMO E FÁTIMA LESSA
As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

E NA REPÚBLICA DE TORPES DO "NÓS E ELES" : DESCONTO PROMETIDO PELA GERENTONA FALSÁRIA(QUEBRA 1,99) NA CONTA DE LUZ NÃO É REAL.

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Os consumidores da distribuidora de energia CPFL no interior de São Paulo ficaram confusos ao saber que 4 regiões receberam autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para reajustar o valor da conta de luz. 

A dúvida de cerca de 320 mil clientes residenciais era compreensível: como um aumento é possível se a presidente Dilma Rousseff havia anunciado em rede nacional de televisão, na semana passada, um desconto médio de 18% para todas as casas brasileiras?

O desconto anunciado pela presidente é válido para todo o país desde a quinta-feira 24 de janeiro – a redução é garantida pelo aporte de 8,4 bilhões de reais do Tesouro Nacional, com a retirada de encargos da tarifa e da antecipação da renovação das concessionárias que aconteceria entre 2015 e 2017. 

Portanto, um consumidor que pagou 100 reais pelo último consumo de energia desembolsará 82 reais, em média, na próxima data de vencimento.
A confusão em relação ao reajuste de tarifas acontece porque as 63 distribuidoras de energia do país passam anualmente por uma revisão tarifária para corrigir, basicamente, perdas com a inflação ocorridas no ano anterior. A Aneel segue um calendário que prevê a revisão das tarifas a partir de fevereiro. 

O ciclo dura o ano todo e vai até dezembro. Isso significa que todos os brasileiros sofrerão, em algum momento, um novo ajuste na conta de luz, independentemente das promessas da presidente.
A partir do novo valor (os 82 reais médios já com o desconto), as distribuidoras poderão acrescentar os reajustes previamente autorizados pela Aneel. Essa conta pode fazer com que o desconto prometido pela presidente seja, na prática, menor do que o valor bradado em rede nacional, com tom de discurso político.

A Aneel informou que o desconto real de todas as distribuidoras varia de 18% a 25,94%, dentro da proposta de redução do governo. 

Mas, na região atendida pelas distribuidoras de Mococa e do Leste Paulista, por exemplo, já haverá um aumento de 3,35% e de 1,83%, respectivamente, de acordo com os reajustes programados. Por isso, é preciso consultar a situação de cada empresa para ver o índice de redução oferecido pelo governo e o porcentual de reajuste aprovado pela Aneel.

No caso da Leste Paulista, por exemplo, o cliente que pagava 100 reais passa a pagar 76,62 reais (redução de 23,38%, segundo a tabela da Aneel). Sobre esse novo valor, haverá um acréscimo de 1,83%, o que levará a conta para 78,02 reais.

Mas também pode ocorrer o inverso: 
nem sempre a revisão é um peso a mais na carteira. 

É o caso dos consumidores residenciais da CPFL Jaguari, que receberam uma redução adicional de 3,51% aos 18% já cortados pela presidente. Situação idêntica aos da CPFL Santa Cruz, que terão um desconto adicional de 5,7% na conta de luz.

Antes de qualquer reajuste entrar em vigor, a Aneel realiza uma consulta pública para verificar se o pedido da distribuidora é legítimo. A Cemig, por exemplo, pleiteia um reajuste de 11,2% para os consumidores residenciais. O valor será decidido até abril. Enquanto isso, os 7 milhões de consumidores terão um desconto imediato de 18,14%. 

Estranho será se a Aneel chancelar o aumento de 11,2% pedido pela Cemig, que foi uma das duas empresas que não aceitou os termos propostos pelo governo federal para antecipar a renovação das concessões. 

Desta forma, ficará evidente que o discurso da presidente Dilma Rousseff de "energia mais barata para todos" separou, realmente, o Brasil em “nós” e “eles”

SEM CADEIA DE RÁDIO E TV - E A GERENTONA FALSÁRIA CONTINUA "MUDANDO" O brasil : CAINDO DA SEGUNDA PARA A QUARTA POSIÇÃO : Petrobrás perde 40% de valor em 3 anos e cai em ranking de petrolíferas

A Petrobrás perdeu 40% do seu valor de mercado em três anos e passou da segunda para a quarta posição no ranking das maiores empresas de gás e petróleo dos Estados Unidos e da América Latina, segundo levantamento da consultoria Economatica para o Estado.

A estatal valia US$ 199,3 bilhões no dia 1º de janeiro de 2010, valor que despencou para US$ 119,9 bilhões nesta quarta-feira - uma diferença de quase US$ 80 bilhões. 

Em 2012, a Petrobrás foi ultrapassada pela primeira vez pela Ecopetrol e a diferença agora se amplia. A empresa colombiana está avaliada hoje em US$ 130,1 bilhões e ocupa o terceiro lugar no ranking.

Com trajetória oposta à da concorrente brasileira, a Ecopetrol viu o seu valor de mercado disparar 165% no mesmo período, roubando o posto da Petrobrás de maior empresa latino-americana. As norte-americanas ExxonMobil e Chevron, que atualmente lideram o ranking do setor, também se valorizaram entre 2010 e 2013, com altas de 27,7% e 47,5%, respectivamente.

Para o professor de finanças do Insper Ricardo Almeida, o principal fator que explica o descolamento da Petrobrás é a decepção dos acionistas minoritários com a bilionária capitalização da companhia, realizada em setembro de 2010.

"O governo fez a cessão onerosa de uma forma que as regras ficaram muito questionáveis. Houve um desequilibro entre as condições do governo e a dos outros investidores", explica Almeida.

A chamada cessão onerosa foi uma troca feita entre a União e a Petrobrás. O governo "cedeu" barris de petróleo do pré-sal para a estatal e, em troca, recebeu ações da empresa. Nessa operação, na visão do mercado, o governo aumentou a sua participação na companhia com base em um valor superestimado do barril.
"Temos ainda um componente de incerteza que é a revisão dessa cessão onerosa, quando teremos as mesmas dúvidas que ocorreram em 2010 em relação ao preço do barril", destaca Almeida. Para ele, enquanto a revisão estiver pendente, o papel da empresa seguirá pressionado. A nova leitura está marcada para setembro de 2014.

Interferência

Para o analista-chefe da corretora SLW, Pedro Galdi, prevalece a sensação de que o governo está interferindo fortemente na Petrobrás, destruindo seu valor. "Lá na frente, a empresa pode ficar sufocada por prejuízos e não conseguir nem mesmo tocar o pré-sal."

Na visão de Galdi, a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) impulsionou a produção de carros no País, sem que o refino de combustíveis tenha crescido na mesma proporção. "Por esse motivo, a companhia precisa importar e paga um preço maior lá fora do que vende aqui dentro."

O reajuste de 6,6% para a gasolina e de 5,4% para o diesel, anunciado pela estatal na última terça-feira, não foi suficiente para mudar o ânimo dos investidores. Apenas no pregão desta quarta-feira, as ações ON da Petrobrás recuaram 5,12%, enquanto as PN caíram 4,76%. Grande parte dos analistas esperava um reajuste maior, entre 7% e 10%. 

Segundo Galdi, mesmo com a alta nos preços, ainda resta uma defasagem de 6% no valor da gasolina.

Ânimo

A perda de valor de mercado da Petrobrás nos últimos três anos também é reflexo da frustração dos investidores com a empresa, afirma o analista da corretora Coinvalores Bruno Piagentini. "O ânimo com o pré-sal foi minado ao longo do tempo com números de produção abaixo da meta e atrasos em projetos, que elevaram os custos." 

Segundo ele, o mercado agora está apenas precificando a forte ingerência do governo na empresa.
Piagentini destaca, contudo, que a troca de comando na companhia - agora presidida por Graça Foster - trouxe mais transparência, além de um planejamento mais realista. "Não acredito que os papéis vão despencar muito mais. Agora os investidores estão de olho nos números de produção." 

Os dados financeiros e de produção serão publicados na próxima segunda-feira, dia 4. 

 Bianca Pinto Lima, do Economia & Negócios