"Um povo livre sabe que é responsável pelos atos do seu governo. A vida pública de uma nação não é um simples espelho do povo. Deve ser o fórum de sua autoeducação política. Um povo que pretenda ser livre não pode jamais permanecer complacente face a erros e falhas. Impõe-se a recíproca autoeducação de governantes e governados. Em meio a todas as mudanças, mantém-se uma constante: a obrigação de criar e conservar uma vida penetrada de liberdade política."

Karl Jaspers

junho 17, 2013

E O brasil SEGUE "MUDANDO" COM A NADA E COISA NENHUMA, A "VAIADA" : Mercado reduz previsão do PIB pela quinta vez consecutiva


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Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central (BC), mostra que os economistas do mercado financeiro baixaram a estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2013, além de terem aumentado a previsão para a inflação neste ano.

Para a expansão do PIB de 2013, a previsão dos analistas recuou de 2,53% para 2,49%. Foi a quinta queda consecutiva deste indicador. Para 2014 a previsão de crescimento da economia brasileira permaneceu em 3,20%.

Para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que serve de referência para o sistema de metas de inflação, a estimativa do mercado financeiro para este ano subiu de 5,80% para 5,83%. Para 2014, a previsão do mercado para o IPCA ficou inalterada em 5,80%.

O mercado financeiro também elevou a previsão para a taxa de juros no fim deste ano, que passou de 8,75% para 9% ao ano. Para a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) de julho deste ano, a expectativa do mercado financeiro foi mantida em uma nova alta 0,5 
ponto percentual, para 8,5% ao ano. 
Para o fim de 2014, a previsão dos analistas para os juros básicos passou de 8,75% para 9% ao ano.

Já a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2013 ficou estável em R$ 2,10 por dólar. Para o fechamento de 2014, a estimativa dos analistas dos bancos para o dólar permaneceu inalterada em R$ 2,15.

A projeção dos economistas do mercado financeiro para o superávit da balança comercial (exportações menos importações) em 2013 caiu de US$ 7,35 bilhões para US$ 6,55 bilhões na semana passada. 
Para 2014, a previsão de superávit comercial recuou de US$ 10 bilhões para US$ 9 bilhões na última semana.
Jornal do Brasil 

Banco Central revisa para baixo o crescimento da economia e entra no rol dos terroristas da informação

Prova dos nove – 
Semanalmente consultados pelo Banco Central, os economistas das cem maiores instituições financeiras em atividade no País revisaram para baixo, pela quinta semana consecutiva, as projeções de crescimento do PIB para 2013.

De acordo com o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (17), a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no País, passou de 2,53% para 2,49%. Para 2014, a estimativa foi mantida em 3,2%.

A expectativa para o crescimento da produção industrial passou de 2,53% para 2,50%, este ano, e de 3% para 3,2%, em 2014.

A projeção para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB foi mantida em 35%, este ano. Para 2014, a estimativa passou de 34,95% para 35%.

A expectativa para a cotação do dólar foi mantida em R$ 2,10, ao final deste ano, e em R$ 2,15, no fim do próximo ano. A previsão para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) caiu de US$ 7,35 bilhões para US$ 6,55 bilhões, este ano, e de US$10 bilhões para US$ 9 bilhões, em 2014.


Terrorismo informativo

Sempre negando a realidade dos fatos, a presidente Dilma Vana Rousseff disse que a divulgação de dados sobre a economia não passa de “terrorismo informativo”. Foi a desculpa esfarrapada que a presidente encontrou para, na Favela da Rocinha (Rio de Janeiro), tentar explicar a crise econômica sem ter de colocar o próprio pescoço na guilhotina da opinião pública.

Diante dos dados divulgados pelo Banco Central, Dilma terá de sair de cena durante alguns dias, caso queira evitar novas explicações. Essa fuga será facilitada por uma viagem oficial da presidente ao Japão. (Com informações da Agência Brasil)


ENQUANTO ISSO NO brasil maravilha DOS FARSANTES E DA "VAIADA" GERENTONA 1,99 DE NADA E COISA NENHUMA : Estrangeiro tira R$ 8 bilhões da bolsa em 30 dias

A porta de saída da bolsa brasileira escancarou nas últimas semanas. Nada menos que R$ 8 bilhões em investimentos estrangeiros deixaram a Bovespa nos últimos 30 dias. Metade disso saiu apenas na primeira semana de junho, segundo os últimos dados divulgados pela BM&FBovespa.

O saldo de capital externo acumulado na bolsa neste ano, que chegou a superar a marca dos R$ 11 bilhões em meados de maio, agora está em R$ 3,4 bilhões. A saída forte de recursos teve impacto direto sobre o Ibovespa, que já acumula perda de 19% no ano. 

O índice cai há três semanas seguidas e agora está abaixo da linha dos 50 mil pontos, algo que não acontecia desde agosto de 2011.

Essa fuga de capitais não é exclusividade do Brasil, embora por aqui o movimento tenha sido mais intenso por conta de alguns fatores internos, como as incertezas sobre a política monetária e também devido à alta do dólar. O que está por trás dessa saída de recursos, que atingiu outros emergentes, é a possibilidade de retirada de estímulos monetários por parte do Fed, o banco central dos EUA.

Na avaliação do estrategista da Fator Corretora, Paulo Gala, o comportamento do mercado no início desta semana continuará "refém" da decisão do Fed, na quarta-feira. "Está todo mundo de olho no que o [presidente do Fed, Ben] Bernanke vai falar na entrevista depois do comunicado", afirma.

"Eu acredito que o Fed está preocupado também com os mercados emergentes. Se eles errarem a mão [na retirada dos estímulos], podem abortar o crescimento dos Estados Unidos e acabar também com o crescimento já fraco das economias emergentes", destaca o especialista da Fator.

Na semana passada, além de realizar pesadas vendas no mercado à vista, o investidor estrangeiro também liquidou uma boa parte de suas posições vendidas em contratos de índice futuro no vencimento dos papéis, que aconteceu na quarta-feira (12).

A posição vendida (aposta de baixa do mercado), que estava em cerca de 140 mil contratos um dia antes do vencimento, agora está na casa dos 104 mil contratos. Essa redução representa uma liquidação financeira de cerca de R$ 2 bilhões. 

Segundo operadores, esse dinheiro não foi realocado na bolsa, deixando o país.

Antes da reunião do Fed, porém, a Bovespa deve viver mais um pregão de volatilidade nesta segunda-feira, por conta do vencimento de opções sobre ações. O mergulho de quase 22% das ações da OGX na semana passada, que agora vale menos de R$ 1, bem como as quedas de 4% de Petrobras PN e de 2,7% da Vale no mesmo período certamente fizeram a alegria dos vendidos neste vencimento.

Na sexta-feira, o Ibovespa fechou em baixa de 2,15%, aos 49.332 pontos, e volume financeiro de R$ 8,250 bilhões. Na semana, o índice acumulou perda de 4,43%. No mês, a baixa alcança 7,80% e, no ano, o recuo é de 19,06%.

Entre as ações de maior peso no índice, 
Vale PNA caiu 1,70%, para R$ 28,28; 
Petrobras PN perdeu 3,93%, para R$ 18,06; 
e OGX recuou 7,61%, para nova mínima histórica, a R$ 0,97. 

Nem mesmo o comunicado divulgado na quinta à noite por Eike Batista ao mercado, afirmando que não pretende vender mais ações da OGX, conseguiu segurar o papel. 

Na sexta à tarde, a agência de risco de crédito Fitch reduziu a nota de risco de crédito da companhia de "B-" para "CCC". A Fitch questionou "a intenção e a capacidade" de Eike para exercer a opção de venda de ações ("put") da OGX, de US$ 1 bilhão.

Téo Takar e Aline Cury Zampieri | De São Paulo Valor Econômico

PARA REGISTRO II ! Hackers invadem páginas oficiais; imprensa abre a Caixa de Pandora

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Certa imprensa está abrindo a Caixa de Pandora e flertando com táticas fascistoides — nas ruas ou na Internet. Vários sites oficiais foram hackeados ontem. Alguns já estão fora do ar. Outro ainda exibem a imagem abaixo.  
 Para ampliar - Clique na imagem aqui e lá.


Aquele textinho verde que vai lá no alto fica correndo a tela de um lado para outro:
 “Abaixo a ditadura moderna! Liberdade de expressão! Mídia honesta já!”. Embora, como é evidente, a esmagadora maioria da tal “mídia” esteja com eles, isso ainda lhes parece pouco. 

O que será a “ditadura moderna”? 
Não sei! 
Vou perguntar para a tal Mayara Vivian. 
Ela deve saber. 
Sim, eu apaguei da mensagem um palavrão dirigido a Dilma. 
 
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