"Um povo livre sabe que é responsável pelos atos do seu governo. A vida pública de uma nação não é um simples espelho do povo. Deve ser o fórum de sua autoeducação política. Um povo que pretenda ser livre não pode jamais permanecer complacente face a erros e falhas. Impõe-se a recíproca autoeducação de governantes e governados. Em meio a todas as mudanças, mantém-se uma constante: a obrigação de criar e conservar uma vida penetrada de liberdade política."

Karl Jaspers

março 01, 2013

E NO DE(s)CÊNIO DO brasil maravilha DOS FARSANTES E GERENTONA FALSÁRIA QUEBRA 1,99 E DOS RECORDES NEGATIVOS A FANTOCHE DO CACHACEIRO IV... O pibinho sem graça de Dilma


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O que era "piada" virou realidade sem graça. 
O IBGE oficializou há pouco o pibinho produzido no segundo ano da gestão Dilma Rousseff:
a economia cresceu só 0,9% em 2012, a despeito das previsões miraculosas, mas nunca realizadas, feitas pelo governo do PT.

O Brasil foi um dos patinhos feios do mundo no ano passado.

O resultado representa a pior marca desde 2009, quando houve queda de 0,3%. Afora a recente recessão, 2012 representa o pior resultado para o PIB brasileiro desde 1999, quando a economia cresceu 0,3%.

Até agora, nos seu primeiro biênio no comando do país, Dilma conseguiu produzir apenas o pior resultado para um início de gestão desde Fernando Collor de Mello (-1,66% entre 1990 e 1991). Na média, o Brasil da petista cresceu 1,8% anual nos últimos dois anos. Um vexame.

Para mensurar o desempenho da presidente nestes dois anos, vale compará-lo com algumas outras economias. A média da América Latina em 2011 e 2012 foi de 3,8%; do Chile, de 5,4%; do Peru, de 6,5%; e da Colômbia, de 5,1%, apenas para ficar em alguns exemplos, levantados por
Samuel Pessôa.

Só ganhamos do Paraguai, cuja média foi 1,4%.
Um espanto.

O Brasil também cresceu abaixo da metade da média mundial (2,1%) em 2012, de acordo com a
Economist Intelligence Unit. A média das economias em desenvolvimento também foi maior (2,6%) que a nossa.

Segundo o FMI, estamos cabeça a cabeça com a Alemanha, que mal saiu de uma severa crise, e só não perdemos para algumas das economias naufragadas da União Europeia, como Itália, Portugal e Espanha, mergulhadas em recessão.

Resta claro que a culpa pelo nosso mau desempenho não é do resto do mundo. As razões estão no próprio país. Há graves entraves ao aumento da oferta, em especial de mão de obra e de logística. 
 
Além disso, instaurou-se uma séria desconfiança entre os investidores acerca do clima econômico no Brasil, minado pelas intempestivas intervenções do governo do PT.

Cada cidadão sofre as consequências na pele. Em termos per capita, o IBGE confirmou nesta manhã que o PIB do país praticamente não cresceu no ano passado:
a alta foi de mero 0,1%. Isso significa que não houve ganhos para a população brasileira em 2012.
Estagnamos.

O IBGE mostrou que só o setor de serviços não caiu em 2012. A agropecuária recuou 2,3% e a indústria teve queda de 0,8%. Com isso, a indústria da transformação consolidou sua trajetória rumo ao passado e ao fundo do buraco.

Sua participação no PIB baixou a 13,3%, percentual só visto à época do governo Juscelino Kubitschek - vale ter ciência que, apenas oito anos atrás, em 2004, representava 19,2% e desde então só mergulhou.

Outra decepção foram os investimentos: 
baixa de 4% no ano (um alívio, pelo menos, foi a interrupção da queda trimestral, após quatro recuos seguidos). Com isso, a taxa de investimento voltou a cair e fechou em 18,1% do PIB no ano passado, ante 19,3% em 2011.

A taxa de poupança também diminuiu de 17,2% do PIB para 14,8%.

Como a principal engrenagem econômica - a produção de máquinas e equipamentos - está travada, a perspectiva futura fica mais complicada e sombria. A economia brasileira fechou o ano crescendo 2,4% na margem (quando se considera o desempenho do quarto trimestre em comparação com o terceiro).

Vai ter que acelerar para chegar, no mínimo, aos 3,1% que os analistas de mercado ouvidos pelo
Banco Central atualmente projetam.

O resultado conhecido nesta manhã também joga uma pá de cal na credibilidade das previsões oficiais. A presidente e sua equipe econômica iniciaram o ano passado prometendo crescimento de 3,5% para a economia.

Em junho de 2012, Guido Mantega chegou a fazer pilheria da previsão de um banco que antevia expansão de 1,6% para o nosso PIB, mas o que era
"piada" virou sonho inalcançado.

O PIB de 2012 escancara a incapacidade que o governo petista tem demonstrado para levar o país adiante e fazer a economia avançar num nível minimamente necessário para garantir o conforto da população.

Indica, ainda, que não basta apenas turbinar o consumo, quando os motores da expansão da oferta rateiam.

Diagnósticos equivocados estão nos conduzindo a becos sem saída.
Dilma Rousseff agora diz que vai entregar um "pibão" aos brasileiros neste ano.
É torcer para que ele não despenque sobre nossas cabeças.

Fonte: Instituto Teotônio Vilela
 O pibinho sem graça de Dilma
 
Arte/Estadão

E NO DE(s)CÊNIO DO brasil maravilha DOS FARSANTES E GERENTONA FALSÁRIA QUEBRA 1,99 E DOS RECORDES NEGATIVOS A FANTOCHE DO CACHACEIRO III... Balança comercial tem o maior déficit histórico para o mês de fevereiro : US$ 1,2 bilhão em fevereiro e de US$ 5,312 bilhões no acumulado do ano

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A balança comercial brasileira encerrou fevereiro com déficit de US$ 1,276 bilhão, é o maior registrado para o mês desde o início da série histórica do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), no começo da década de 90. 
 
Até então, o pior resultado para fevereiro havia sido em 1997, quando o resultado comercial ficou negativo em US$ 1,194 bilhão.

Em fevereiro, as exportações somaram US$ 15,551 bilhões e as importações, US$ 16,827 bilhões.

As importações brasileiras bateram recorde histórico para meses de fevereiro, segundo o MDIC, e superaram o último recorde de US$ 16,322 bilhões do mesmo mês do ano passado. Pela média diária, que somou US$ 934,8 milhões, as importações também tiveram o maior resultado para meses de fevereiro. O crescimento foi de 8,8% em relação a fevereiro de 2012. Segundo o MDIC, o registro das importações neste ano está sendo inflado por operações feitas pela Petrobrás em 2012, mas que somente agora estão entrando nos registros do Siscomex.

As importações de petróleo e derivados somaram US$ 3,1 bilhões no mês passado, sendo que US$ 860 milhões são operações da Petrobrás em 2012, registradas este ano. Ainda há US$ 2 bilhões de importações de 2012 que serão registradas, conforme previsão da estatal, ao longo do primeiro quadrimestre deste ano, segundo a secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres.


Previsões

O resultado de fevereiro ficou dentro do previsto pelo mercado (déficit de US$ 2,090 bi a superávit de US$ 120 mi), mas é pior do que a mediana das estimativas (déficit de USS 952 milhões).

Na quarta semana do mês passado, a balança comercial apresentou déficit de US$ 301 milhões e, na quinta semana, outro saldo negativo de US$ 413 milhões.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira, 1º, pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). No acumulado do ano até fevereiro, as exportações somam US$ 31,518 bilhões e as importações, US$ 36,830 bilhões, resultando em um déficit de US$ 5,312 bilhões.

 Renata Veríssimo, da Agência Estado

E NO DE(s)CÊNIO DO brasil maravilha DOS FARSANTES E GERENTONA FALSÁRIA QUEBRA 1,99 E DOS RECORDES NEGATIVOS A FANTOCHE DO CACHACEIRO II... PIB de 2012 confirma queda do Brasil no ranking das maiores economias

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O Brasil confirmou a perda da sexta posição no ranking das dez maiores economias do mundo, caindo para sétimo lugar, com a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) do último trimestre de 2012 - no acumulado do ano, a economia cresceu apenas 0,9%.

A queda já havia sido alertada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) em abril do ano passado, devido ao baixo crescimento econômico e do enfraquecimento do real ante o dolar.

Em agosto do ano passado, após a divulgação do PIB do segundo trimestre, o site de VEJA apurou junto à consultoria Economist Intelligence Unit (EIU) que, levando em conta as estimativas para o ano, já era possível considerar a perda do sexto lugar como um fato irreversível.

No começo de 2012, o país conquistou o sexto lugar logo após a divulgação dos resultados do PIB do ano anterior, que avançou 2,7%, e fez com que ficasse logo acima da Grã-Bretanha.

Ao longo do ano, porém, o mercado brasileiro foi atingido pelos efeitos da falta de investimentos e o baixo desempenho da indústria, resultando no decepcionante avanço de 0,9% no resultado anual.

Continua :

Indignai-vos ! ANTIGAMENTE OS CARTAZES NA RUA COM ROSTOS DE CRIMINOSOS OFERECIAM RECOMPENSA, HOJE EM DIA PEDEM VOTOS.

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Nos Estados Unidos, na Espanha, em Portugal, na França, na Grécia... 
A morte de Stéphane Hessel esta semana deixou órfãos em todo o mundo. 
Foi um livro quase panfleto escrito pelo intelectual francês, com o título Indignai-vos, o inspirador de movimentos que ocuparam as ruas nesses países para cobrar reformas que acabem com o abismo entre ricos e pobres e tornem o mundo menos desigual.
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Hessel nasceu em Berlim, em 1917, naturalizou-se francês em 1937, lutou contra a ocupação da França pelas tropas de Hitler, sobreviveu aos campos de concentração nazistas e foiumdos redatores da Declaração Universal dos Direitos Humanos. 

Durante a vida inteira, nunca perdeu a capacidade de se revoltar diante das injustiças sociais. 
Lançou Indignai-vos quando tinha 93 anos.
Morreu na quarta-feira, aos 95.

Sua capacidade de indignação faz falta ao Brasil. 
O país, que passou 500 anos dominado pela direita corrupta, viu o poder trocar de mãos e experimenta hoje um período de distribuição de renda impensável até pouco tempo atrás. 
Mas as mudanças pararam por aí. 
A corrupção, que desvia dos cofres públicos dinheiro que poderia melhorar a educação e a saúde, por exemplo, continua a envergonhar o país. 
Quem ousa denunciar as falcatruas é classificado como golpista.

Ora, golpista é quem traiu a população, prometendo uma reforma ética na política e depois aliou-se ao que havia de mais podre no Congresso e caiu de boca nas práticas que antes condenava. 
Na Grécia, esta semana, um tribunal condenou à prisão perpétua, pelo crime de peculato, o ex-presidente de Salônica, segundo maior município do país. 
 Ele foi julgado culpado pelo desvio de 17 milhões de euros do erário entre 1999 e 2010.

Agora, imagine uma coisa dessas no Brasil. 
Nem pensar! 
Aqui, corrupto nenhum, de direita ou de esquerda, jamais iria passar o resto da vida numa cadeia. Pelo contrário, mesmo condenados, eles continuam a debochar de nós, os eleitores, e atuar com a maior desfaçatez na cena política brasileira.

Plácido Fernandes Vieira Correio Braziliense

"DE(s)CÊNIO" DA QUEBRA 1,99 ! FGTS Vale e Petrobras desabam em fevereiro, mês de pouco ganho


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Fevereiro foi um mês magro para investidores.
O calendário de apenas 17 dias úteis reduziu o retorno de aplicações em juros e houve ainda fortes perdas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).

Os trabalhadores que destinaram parte do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para ações da Petrobras e Vale tiveram as piores rentabilidades nas aplicações financeiras.

O FGTS Petrobras derreteu 17,17% no mês até o dia 25, segundo dados da Associação Brasileira dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). O tombo foi resultado da nova política de distribuição de dividendos (lucro pago ao acionista) e do fraco resultado de 2012 da estatal.

Já o FGTS Vale recuou 10,95% no mês, com o menor preço do minério de ferro e preocupações sobre o marco regulatório da mineração.

- O mês foi ruim e sem boas opções para investidores. Nas aplicações de juros, os ganhos foram baixos - disse o administrador de investimentos Fabio Colombo.

Os fundos DI (pós-fixados) foram a melhor aplicação do mês, mas o retorno foi de apenas 0,41%. Os fundos de renda fixa (prefixados) ganharam minguados 0,27%.

Quem aplicou na caderneta de poupança depois de 4 de maio de 2012, ou seja, já com as novas regras, viu o dinheiro render 0,41%. Pelas regras antigas, o ganho foi de 0,50%, o piso de rendimento da caderneta.

Esse pouco de retorno foi ainda corroído pela inflação. O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) registrou uma alta de 0,29% no mês.

O aplicador que apostou na renda variável se decepcionou. Os fundos de ações que acompanham o Ibovespa, índice de referência da Bolsa, perdeu 5,28% em fevereiro. No ano, o Ibovespa acumulou baixa de 5,79%, o terceiro pior resultado entre 94 índices de ações acompanhados pela Bloomberg News. Só perde para a Jamaica e a Eslováquia.

Segundo Hersz Ferman, gestor da Yield Capital, o fraco crescimento da economia brasileira explica uma fatia do mau resultado da Bolsa. Os investidores, principalmente os estrangeiros, são avessos às intervenções que o governo tem feito na economia, como na Petrobras e Vale, além dos setores elétrico e financeiro.

- O real mais valorizado também é ruim para o estrangeiro, já que deixa nosso mercado de ações mais caro para investir. A inflação alta também não ajuda a atrair os gringos - diz Ferman.

Os fundos cambiais (que investem em diferentes moedas, principalmente o dólar americano) perderam 0,57% no mês. Segundo analistas, o desejo do governo de ver a moeda num patamar mais baixo, para evitar uma alta maior da inflação, seria o principal motivo da perda dos fundos.

Já os fundos multimercados multiestratégias - que têm gestores profissionais e investem em diferentes ativos, como câmbio, juros e ações - acumularam, na média, perdas de 0,42% em fevereiro.

Bruno Villas Bôas O Globo

E NO DE(s)CÊNIO DO brasil maravilha DOS FARSANTES E GERENTONA FALSÁRIA QUEBRA 1,99 E DOS RECORDES NEGATIVOS A FANTOCHE DO CACHACEIRO... PIB do País fecha 2012 com crescimento de 0,9%, o menor em 3 anos

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O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro fechou 2012 com crescimento de 0,9%, o pior desempenho desde o pico da crise, em 2009, quando encolheu 0,3%. O resultado ficou abaixo do PIB de 2011, que avançou 2,7%, mas veio dentro das expectativas dos analistas. 
Os dados foram divulgados nesta sexta-feira, 1º, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No ano, o desempenho foi puxado, pelo lado da oferta, pelo setor de serviços, que avançou 1,7%, contra quedas de 2,3% na agropecuária e de 0,8% da indústria. 
Pelo lado da demanda, o consumo das famílias desacelerou e subiu 3,1%, o pior desempenho desde 2003, quando caiu 0,8%. 
 A despesa do consumo do governo avançou 3,2%. 
Em valores correntes, o PIB somou R$ 4,4 trilhões.


No quarto trimestre de 2012, o PIB cresceu 0,6% em relação ao trimestre imediatamente anterior. Na comparação com o quarto trimestre de 2011, o PIB apresentou alta de 1,4% no quarto trimestre de 2012. Entre o setores, o de serviços também liderou a expansão, com alta de 1,1% ante o trimestre anterior, enquanto a indústria subiu 0,4% e a agropecuária recuou 5,2%.

O ano foi marcado também pela queda do investimento, medido pela Formação Bruta de Capital Fixo (FCBF), que encerrou 2012 com recuo de 4%. No quarto trimestre, contudo, a FBCF apresentou melhora e subiu 0,5% ante o trimestre imediatamente anterior, quebrando uma sequência de cinco quedas seguidas nessa análise. 
Era a maior a sequência desse tipo de comparação desde as cinco quedas registradas entre o terceiro trimestre de 1998 e o terceiro de 1999.

A taxa de investimento teve o segundo recuo anual seguido em relação ao PIB. A taxa de investimento no fechamento de 2012 foi de 18,1%, ante 19,3% em 2011 e contra 19,5% em 2010. Em 2009, a taxa foi de 18,1%, a mesma de 2012.
 
Para 2013, a expectativa é que a economia volte a crescer com mais força, impulsionada por uma safra recorde de grãos e pela retomada da indústria. A maioria dos economistas projeta avanço de 3% do PIB, embora existam apostas de até 4%.

É o caso do Credit Suisse, mesmo banco que, em junho do ano passado, cortou a projeção do PIB de 2012 para 1,5% e causou reação do ministro da Fazenda, Guido Mantega. 
"É uma piada. Vai ser muito mais que isso", disse o ministro à época. A previsão da Fazenda, em fevereiro de 2012, era bem mais otimista: 
avanço de 4,5%.

Preocupado com a fraqueza da economia, o governo tem adotado algumas medidas para tentar dar impulso ao PIB. Entram na lista o programa de concessões para ferrovias, aeroportos e portos, a desoneração da folha de pagamentos para 40 setores e o programa de redução do custo da energia elétrica para consumidores e indústria, entre outros.


Estadão.com.br e Agência Estado