"Um povo livre sabe que é responsável pelos atos do seu governo. A vida pública de uma nação não é um simples espelho do povo. Deve ser o fórum de sua autoeducação política. Um povo que pretenda ser livre não pode jamais permanecer complacente face a erros e falhas. Impõe-se a recíproca autoeducação de governantes e governados. Em meio a todas as mudanças, mantém-se uma constante: a obrigação de criar e conservar uma vida penetrada de liberdade política."

Karl Jaspers

maio 17, 2010

AH! FALA SÉRIO.

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Que palhaçada as "notícias" e avaliações sobre o "acordo" Brasil/Turquia/Irã.

Papo furado de que o ebrioso está sendo iludido, enganado ou usado pelo zóio junto, que nada. O nosso presidente é um PARLAPATÃO juramentado, não tem nada de imbecil e inocente , o tempo todo ele esteve acordado na resolução do "impasse" com objetivo de virar notícia, claro que, combinado com o déspota iraniano, precisava de um "acontecimento" de porte para se auto promover e principalmente para se firmar na condição de opositor(com o zóio junto) aos EUA .

Ele e seu "corpo diplomático imbecil" tem proporcionado intervenções internacionais ridículas e deprimentes, sempre do lado errado, sempre ao lado dos facínoras e os regimes totalitários.

O presidente brasileiro é um aprendiz de déspota, e que por sermos um País de democracia firme, temos sido um obstáculo às investidas do asqueroso e sua corja contra a implantação das "ideologias" marxistas, que é a praia do dito cujo e a corja instalada no governo. Esse é verdadeiro objetivo destes vagabundos, querem o totalitarismo.

Esse cachaceiro não está nem aí para o mundo, quer mais que o circo pegue fogo, quer que o Irã chegue à bomba, que exploda Israel , que os EUA se foda etc.

Ele quer chegar aqui na terrinha, e começar a desfilar o seu besteirol do tipo, EU FIZ O ACORDO COM IRÃ, EU UM OPERÁRIO SEM ESTUDO DISCUTO QUALQUER ASSUNTO COM QUALQUER AUTORIDADE MUNDIAL DE IGUAL PRA IGUAL, EU TENHO PODER DE NEGOCIAÇÃO, EU NÃO ME REBAIXO, FALO FAÇO E ACONTEÇO COM O OLHO NO OLHO, ETC.

Enfim, é um bêbado perigoso, perigoso, porque está no poder, ou façamos a renovação nestas eleições ou estaremos condenados a ver nosso País ir ladeira abaixo para o lamaçal que é o regime totalitário e eterno que essa corja tem pronto para a implantação.

OS PRIMEIROS CAPÍTULOS DE UMA FARSA COMBINADA.

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Começa mais uma farsa de mitificação à favor do ebrioso presidente brasileiro. Como em outras oportunidades, coincidentemente em ano eleitoral, duvidam que o cachaça dará uma "carona" para a sem biografia, a ninguém?

.........

O acordo assinado pelo Irã nesta segunda-feira em torno de seu programa nuclear foi uma vitória da diplomacia brasileira e uma resposta aos Estados Unidos, na avaliação do analista iraniano Mohammad Marandi, da Universidade de Teerã.

"Apesar das dificuldades em conseguir o acordo, o presidente Lula arriscou sua fama internacional para conseguir intermediar uma proposta que trouxesse o governo iraniano de volta à mesa de negociações", disse Marandi à BBC Brasil.

Para o analista, o Brasil responde às críticas de outros países ocidentais, como os EUA e seus aliados, que não acreditavam que Lula e seu corpo diplomático pudessem fazer algo diferente do que já havia sido tentado.

"Lula calou a boca dos EUA e da secretária de Estado (dos EUA), Hillary Clinton, que mais de uma vez menosprezou os esforços turcos e brasileiros."

Para Marandi o Brasil teve o maior crédito, pois a Turquia não estava com o mesmo grau de otimismo em relação a um possível acordo.

"O mérito foi do Brasil, pois o país arriscou sua reputação e sofreu as maiores críticas ao se aproximar do Irã. E ainda conseguiu dar mais ânimo aos turcos em acreditar na possibilidade de se chegar a um acordo", enfatizou ele.

Proposta
O porta-voz do Ministério do Exterior do Irã, Ramin Mehmanparast, disse que o país vai enviar 1.200 kg de urânio de baixo enriquecimento (3,5%) para a Turquia em troca de combustível para um reator nuclear a ser usado em pesquisas médicas em Teerã.

O entendimento anunciado nesta segunda-feira e assinado em frente a jornalistas em Teerã tem como base a proposta da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA, órgão da ONU), do final do ano passado, que previa o enriquecimento do urânio iraniano em outro país em níveis que possibilitariam sua utilização para uso civil, não militar.

Marandi salientou que ainda precisam ser conhecidos detalhes do acordo, como, por exemplo, a questão de como se dará a supervisão do transporte do urânio à Turquia e o papel da AIEA em colocar observadores.

"Sem contar que o grupo dos EUA e aliados que pressionavam por mais sanções devem ratificar o acordo para que tenha maior peso."

Israel
Poucos minutos após o anúncio do acordo, Israel criticou o Irã, afirmando que Teerã está "manipulando" o Brasil e a Turquia.

Os dois países, potências não-nucleares e membros não-permanentes do Conselho de Segurança da ONU, querem evitar as sanções.

Alguns integrantes do Conselho - principalmente os Estados Unidos - desconfiam das intenções do programa nuclear iraniano.

O Irã afirma que ele tem fins pacíficos, e que o país não pretende desenvolver armas nucleares.

Para o professor Mohammad Marandi, a vitória turca e brasileira se deu também à visão do Irã de que estes dois países são mais confiáveis que os outros do Conselho de Segurança da ONU.

"O acordo assinado hoje aconteceu porque o governo iraniano enxerga no Brasil e Turquia como dois países amigos."

FUNDOS DE PENSÃO, OBJETO DE DESEJOS.

Autor(es): » MARCONE GONÇALVES e » VÂNIA CRISTINO Correio Braziliense -
A pouco mais de sete meses do fim do seu mandato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixará ao seu sucessor um legado mais rico e mais poderoso que o Bolsa-Família e o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC): um conjunto de fundos de pensão de empresas estatais com mais de R$ 262 bilhões em caixa para investimentos.

Juntas, essas entidades fechadas de previdência complementar são sócias das maiores empresas do país, muitas delas grandes doadoras de dinheiro para campanhas eleitorais, seja para a Presidência da República, seja para governadores, senadores, deputados e prefeitos.

Basta uma pequena análise nos dados disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para entender o porquê de os principais partidos políticos travarem uma guerra pelo comando das fundações de estatais. Muitas das companhias de capital aberto nas quais os fundos têm participação acionária aparecem como financiadoras de candidaturas.

O caso da Previ (veja quadro), dos empregados do Banco do Brasil, é emblemático. Maior fundação do país, é sócia de empresas como Oi, Gerdau, Embraer, Coteminas e Suzano, todas colaboradoras de interessados em cargos eletivos.

Com R$ 150 bilhões em ativos, a Previ trocará de comando no fim deste mês, depois de uma disputa fratricida dentro do governo e do PT. O atual presidente Sergio Rosa cederá lugar a Ricardo Flores, vice-presidente de Crédito do BB, depois de perder a batalha com o presidente do banco, Aldemir Bendine. Rosa queria nomear como seu sucessor Joilson Ferreira, atual diretor de Participações do fundo.

Na primeira investida, Bendini sugeriu o nome do vice de Varejo do BB, Paulo Rogério Cafarelli, que encontrou resistências no PT. Apresentou, então, o nome de Ricardo Flores, que recebeu o aval do ministro da Fazenda, Guido Mantega, e foi ratificado por Lula.


A NOMEAÇÃO POLITICA E "VÁLVULA DE BOTIJÃO"

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Leandro Colon / BRASÍLIA
Depois de chamar o DRCI de 'válvula de botijão', temor é que o secretário afastado vaze informações sobre as quebras de sigilo

O "botijão" de Tuma Júnior que amedronta o governo está no Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI).

Trata-se de um órgão técnico, subordinado ao secretário nacional de Justiça, que faz a ponte com outros países nas investigações do Judiciário e do Ministério Público sobre lavagem de dinheiro, crimes contra o sistema financeiro nacional e repatriação de ativos.

Já passaram por ali nomes como Paulo Maluf, Duda Mendonça, Fernando Sarney e Daniel Dantas.

Desde que Tuma Júnior assumiu, 9,5 mil processos chegaram ao DRCI. Em abril, foram 138. Ao menos 31quebras de sigilo bancário no exterior foram solicitadas nos últimos 90 dias, uma média de um a cada três dias. Tuma Júnior sabe muita coisa.

A saída dele do governo será um alívio para o Ministério Público. Promotores e procuradores não confiam no secretário, que é delegado, ex-deputado estadual e filho de senador. A relação do MP com a Secretaria Nacional de Justiça não é boa. Falta, dizem membros do Ministério Público ouvidos pela reportagem, interlocução com o DRCI. Tuma Júnior pôs tudo debaixo do braço.

Coordenador.

A direção do órgão está vaga desde o ano passado. Mas Tuma Júnior não tem pressa em preenchê-la. É que ele já tem um assessor de confiança com livre acesso aos dados do DRCI.

O secretário baixou, em 5 de março de 2009, uma portaria que deu aval para seu braço-direito no gabinete, o delegado Maurício Correali, ter acesso a todos os inquéritos do departamento.
Transformou-o numa espécie de "coordenador de acompanhamento" das investigações.


Correali foi colega de Tuma Júnior na Polícia Civil em São Paulo. Eles trabalharam juntos na divisão de inteligência. Foi também um dos delegados que investigaram a morte do petista Celso Daniel, em São Paulo.

Correali divide com Tuma Júnior os principais segredos dos pedidos de quebra de sigilo e bloqueio de bens de brasileiros no exterior.
É o tal "botijão de gás".

Mais :
Tuma Jr. Aparelha órgão que vigia crimes financeiros

MAYNARD :EBRIOSO QUER DITADURA TOTALITÁRIA NO PAÍS.


LUCAS FERRAZ
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
ELIANE CANTANHÊDE
COLUNISTA DA FOLHA

RESPONSÁVEL até fevereiro deste ano pelo Departamento de Pessoal do Exército, o general Maynard Marques Santa Rosa, 65, disse à Folha que está em andamento um processo para transformar o Brasil numa "ditadura totalitária comunista" e que o 3º Programa Nacional de Direitos Humanos é parte dessa estratégia.

Ele afirma que "com certeza" há exagero quando se fala em tortura na ditadura militar (1964-85).
"Vocês conhecem algum ex-torturado cubano? Ou russo? Não existe, porque não se deixava sair [da prisão]. Então, foi a bondade, entre aspas, dos torturadores que permitiu que saíssem [no Brasil]."


O general foi duro em relação à pré-candidata Dilma Rousseff ao dizer que a Comissão da Verdade, criada pelo PNDH, só seria correta "se você perguntasse a Dilma quantas pessoas ela assaltou, torturou, matou..."
Quanto à eleição, diz não estar animado: "Na Dilma, não voto de jeito nenhum, mas não é fácil engolir o Serra".


Santa Rosa foi exonerado após a Folha ter publicado e-mail em que ele classificou a Comissão da Verdade de "comissão da calúnia integrada por fanáticos".
Ficou encostado no Comando da Força até passar para a reserva, em 31 de março. Segundo diz, "95% do Exército" pensa como ele.
A diferença é que Santa Rosa é um dos raros casos de militar que diz o que pensa em público.

Trechos da entrevista :

FOLHA - É mentira que houve tortura?
SANTA ROSA - Com certeza absoluta. Vocês conhecem algum ex-torturado cubano? Ou russo? Ou chinês? Não existe, porque não se deixava sair [da prisão]. Então foi a bondade, entre aspas, dos torturadores que permitiram que saíssem [no Brasil]. Institucionalmente, legalmente, não houve [tortura]. Não posso afirmar que, fora do controle, não tenha havido.

FOLHA - Não é justo, portanto, ter uma Comissão da Verdade para apurar se houve ou não houve?
SANTA ROSA - Seria justo se os dois lados dissessem a verdade. Se você perguntar a Dilma Rousseff quantas pessoas ela assaltou, torturou, matou...

FOLHA - Até onde se sabe, ela não matou ninguém.
SANTA ROSA - É o que ela alega. Sabe-se que tem vítima.

FOLHA - Qual é a sua opinião sobre José Serra? Ele foi presidente da UNE, exilado no Chile...
SANTA ROSA - É um administrador competente, um gestor público excelente, tanto que, se voltar para São Paulo, se reelege. Mas eu estou me atendo ao produto do trabalho dele.

FOLHA - E a Marina Silva?
SANTA ROSA - Tem uma visão da Amazônia igual à da Fundação Ford, igual à dos americanos. É uma visão internacionalista.

Frases

"[O presidente Lula] está rodeado de pessoas impregnadas de preconceito e ideologia. O governo tem várias caras. Ideologicamente, é intolerante, autoritário. Para ser mais preciso, tem anseio totalitário."

"Só no Brasil, a pessoa que sobrevive, e está com boa saúde, alega a tortura para ganhar os benefícios, sejam políticos ou de pensão. Com certeza absoluta [não houve tortura]. (...) Institucionalmente, legalmente, não houve"

UM DOCUMENTO PARA O PARTIDO " TEMER"

http://www.samuelcelestino.com.br/fotos/editor/Image/DILMA_TEMER_OLHO_NO_OLHO.jpg
O presidente do PMDB, deputado Michel Temer (SP), reúne a Executiva do partido amanhã na tentativa de conter o risco, crescente, de o seu partido não formalizar a aliança com a candidata do PT a presidente, Dilma Rousseff.

Jurista, Temer fará uma interpretação extensiva da decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a fidelidade partidária. A tese é de que, se há uma coligação em nível nacional para a campanha presidencial, os diretórios regionais deverão seguir essa orientação e apoiar a candidatura nacional, apesar de nos Estados não terem a obrigatoriedade de se coligar com o PT.

O documento também tentará evitar uma reviravolta na convenção do PMDB no dia 12 de junho, diante da tese da "neutralidade" defendida por pemedebistas de peso em face da insatisfação com o PT em seus Estados.
Nos cálculos de Temer, a margem de votos
em seu favor (aliança com PT) na convenção hoje é de 150. Outros dirigentes do partido, porém, afirmam que esse número está em 100, com chances consideráveis de que os contrários à aliança virem o jogo.

O maior partido do país, com um quarto dos prefeitos e o maior número de parlamentares do Congresso, pode não ir inteiro para a candidata petista.

A MORENICE E A BABA DO TUMINHA, QUANDO VÃO APARECER?

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É improvável que Tuminha retome o posto ao fim das suas "férias".
Embora saiba disso, o delegado fez questão de deixar claro que não está preocupado com o seu destino. Na terça-feira, diante dos jornalistas que o cercavam, despediu-se dizendo que voltará "quando estiver moreninho".

Tanta faceirice talvez guarde relação com a importância que o delegado sabe que seu trabalho tem para o país e para o governo do PT.
Por dever funcional, o secretário tem acesso a informações sigilosas que envolvem operações financeiras e remessas de dinheiro para o exterior, por exemplo.

Além disso, na qualidade de delegado de polícia, trabalhou em casos altamente sensíveis para o governo, como o do assassinato do prefeito de Santo André Celso Daniel. Ao declarar estar "babando" para prestar esclarecimentos à Comissão de Ética Pública, órgão ligado à Presidência da República,
Tuminha fez muita gente perder o sono.