"Um povo livre sabe que é responsável pelos atos do seu governo. A vida pública de uma nação não é um simples espelho do povo. Deve ser o fórum de sua autoeducação política. Um povo que pretenda ser livre não pode jamais permanecer complacente face a erros e falhas. Impõe-se a recíproca autoeducação de governantes e governados. Em meio a todas as mudanças, mantém-se uma constante: a obrigação de criar e conservar uma vida penetrada de liberdade política."

Karl Jaspers

janeiro 20, 2010

NOTA DO PSDB SOBRE A "COISA" DILMA

Alguns questionamentos para que a "doutoura" de nada e coisa nenhuma e o cérebro sem filtro, responda e esclareça de forma definitiva.

Leia a nota na íntegra
 Dilma Rousseff mente. Mentiu no passado sobre seu currículo e mente hoje sobre seus adversários. Usa a mentira como método. Aposta na desinformação do povo e abusa da boa fé do cidadão.

Mente sobre o PAC, mente sobre sua função. Não é gerente de um programa de governo e, sim, de uma embalagem publicitária que amarra no mesmo pacote obras municipais, estaduais, federais e privadas. Mente ao somar todos os recursos investidos por todas essas instâncias e apresentá-los como se fossem resultado da ação do governo federal.

Apropria-se do que não é seu e vangloria-se do que não faz.
Dissimulada, Dilma Rousseff assegurou à Dra. Ruth Cardoso que não tinha feito um dossiê sobre ela. Mentira! Um mês antes, em jantar com 30 empresários, informara que fazia, sim, um dossiê contra Ruth Cardoso.

Durante anos, mentiu sobre seu currículo. Apresentava-se como mestre e doutora pela Unicamp. Nunca foi nem uma coisa nem outra.
Além de mentir, Dilma Rousseff omite. Esconde que, em 32 meses, apenas 10% das obras listadas no PAC foram concluídas ¿ a maioria tocada por Estados e municípios. Cerca de 62% dessa lista fantasiosa do PAC ¿ 7.715 projetos ¿ ainda não saíram do papel.

Outra característica de Dilma Rousseff é transferir responsabilidades.
A culpa do desempenho medíocre é sempre dos outros: ora o bode expiatório da incompetência gerencial são as exigências ambientais, ora a fiscalização do Tribunal de Contas da União, ora o bagre da Amazônia, ora a perereca do Rio Grande do Sul.

Assume a obra alheia que dá certo e esconde sua autoria no que dá errado.
Dilma Rousseff se escondeu durante 21 horas após o apagão. Quando falou, a ex-ministra de Minas e Energia, chefe do PAC, promovida a gerente do governo, não sabia o que dizer, além de culpar a chuva e de explicar que blecaute não é apagão.

Até hoje, Dilma Rousseff também se recusou a falar sobre o Plano Nacional de Direitos Humanos, com todas barbaridades incluídas nesse Decreto, que compromete a liberdade de imprensa, persegue as religiões, criminaliza quem é contra o aborto e liquida o direito de propriedade. Um programa do qual ela teve a responsabilidade final, na condição de ministra-chefe da Casa Civil.

Está claro, portanto, que mentir, omitir, esconder-se, dissimular e transferir responsabilidades são a base do discurso de Dilma Rousseff. Mas, ao contrário do que ela pensa, o Brasil não é um país de bobos.

Senador Sérgio Guerra
Presidente Nacional do PSDB
Brasília, 20 janeiro de 2010
20:17 - 20/01/2010

OSHO

Disseram a Osho:
Eu sou briguento. Não sei fazer nada senão brigar — e o que é pior: eu adoro brigar. Adoro ficar diante da mais forte das tempestades e dar risada. Não gosto de me deitar ao sol e derreter .

Não há nenhum problema nisso. Se você sente que é briguento, se gosta de brigar, não apenas isso, se tem orgulho de ser briguento — então relaxe. Brigue de verdade! Não brigue contra a sua natureza briguenta. Isso será uma entrega para você.

É uma beleza ficar diante da mais forte das tempestades e dar risada. Não se sinta culpado. Procure simplesmente entender uma coisa: quando eu digo entrega, não quero dizer com isso que você tenha que mudar alguma coisa. Quero simplesmente dizer que, sinta o que sentir, dê total vazão a esse sentimento.

Seja briguento com todo o seu ser e, nessa totalidade, você perceberá que o seu coração está derretendo. Essa será a recompensa por se integrar de corpo e alma. Você não precisa fazer nada para conseguir isso; a recompensa vem naturalmente.

Entregue-se de corpo e alma a tudo o que sentir que ama, do qual sinta orgulho — entregue-se a isso de corpo e alma. Não crie uma cisão. Não fique em cima do muro; não seja parcial.

Se você se entregar de corpo e alma, um dia — quando estiver diante da tempestade dando risada —, você de repente sentirá o seu coração derretendo-se ao sol. Essa será a sua recompensa.

O ser humano cria problemas desnecessariamente. Quero que você entenda que não existem problemas na vida, a não ser os que você mesmo cria. Procure ver que tudo o que é bom para você é bom. Então faça isso.

Mesmo que o mundo inteiro seja contra, não importa. A recompensa determinará se você de fato se entregou de corpo e alma.

Se você começar a se sentir como se estivesse derretendo, então saberá que não se enganou, saberá que foi sincero e verdadeiro. Esse agora é ponto do qual você pode se orgulhar.

Osho, em "O Livro do Viver o do Morrer"
Imagem por Photomish Dan

RETRAÇÃO NOS INVESTIMENTOS EXTERNOS




JB Online

RIO - 
O Brasil registrou retração maior que a média mundial de investimentos estrangeiros em 2009 e, com isso perdeu posições no ranking de maiores destinos de investidores externos.
A Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento(Unctad) disse que o país registrou queda de 49% nos investimentos, se comparados a média mundial - redução de 39% - entre 2008 e 2009. Para a entidade, a recuperação sólida só será mantida em 2011.

Dos países do Brics - Rússia, Índia e China e Brasil - o país foi o que recebeu menor volume de investimentos em 2009 e maior queda porcentual registrada.
Já a menor retração foi a na China,2,6%, seguida por Índia,19% e Rússia,41,1%. A China superou outros países e passou a ser o segundo maior destino de investimentos no mundo. O primeiro continua dos Estados Unidos. Se forem incluídos os aportes destinados a Hong Kong, a China praticamente se equipara aos norte-americanos.


10:26 - 20/01/2010

ESTADISTA AGORA SIGNIFICA SER PARLAPATÃO

Prêmio tem o objetivo de destacar um líder político que tenha usado o mandato para melhorar o mundo.

Realmente, o mundo tá bêbado, de porre e de pernas pro ar. O "cara" filho...do Brasil é o presidente mais dissimulado e cínico, como nunca existiu na istóriadeztepaíz, um autêntico abjeto. E os "gringo" o vê como um exemplo a ser seguido, Jesus nos acode.

Que levem ele para a ONU, Banco Mundial e não percam a oportunidade de se "civilizarem" com este monumento de probidade, inteligência e espírito público, quem sabe assim o mundo consiga ser melhor e possa ter a felicidade de ser como nós, desenvolvido onde não há violência, analfabetismo, corrupção, onde os políticos são ilibados, aqui até o povo carente não precisa trabalhar, pois o espírito humanitário de seu presidente o sustenta, somente com a contra partida de ter o voto. É,  realmente, o mundo precisa de figuras humanas como o parlapatão Lula o filho... do Brasil  que se expande além das nossas fronteiras para se tornar o  PATRIMÔNIO DO MUNDO 

Obs: Quando terminar o mandato do "exemplo" não mandem mais prêmios , tratem de levá-lo para suas casas.

Daniela Milanese, da Agência Estado
LONDRES -
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva receberá o prêmio de Estadista Global do Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), no dia 29.
Esta é a primeira edição da homenagem, criada para marcar o aniversário de 40 anos do Fórum.
Conforme a organização do evento, o prêmio tem o objetivo de destacar um líder político que tenha usado o mandato para melhorar a situação do mundo. "O presidente do Brasil tem demonstrado verdadeiro compromisso com todas as áreas da sociedade", disse o fundador e presidente do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab, em nota à Agência Estado.
Segundo ele, esse compromisso tem seguido de mãos dadas com o objetivo de integrar crescimento econômico e justiça social. "O presidente Lula é um exemplo a ser seguido para a liderança global."
Mais? continua..

TARSO "PALADINO" DA JUSTIÇA ALHEIA(preparando as eleições)



SOLANGE SPIGLIATTI - 
Agencia Estado

SÃO PAULO - 
Agentes da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público Federal (MPF) deflagraram hoje a Operação Pathos e para cumprir 30 mandados de busca e apreensão em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul; Sorocaba, Santo André, Tatuí, Votorantim e capital paulista, em São Paulo; e Recife, em Pernambuco. O objetivo é desbaratar e coletar provas que confirmem os indícios da existência de uma organização criminosa especializada em desviar dinheiro público destinado, principalmente, à área da saúde.

Segundo a PF, teriam sido desviados aproximadamente R$ 400 mil mensais, além de haver indícios da apropriação de mais R$ 4 milhões que estariam depositados como provisão para encargos trabalhistas, 13º salário e férias, totalizando, no entender do MPF, um prejuízo de mais de R$ 9 milhões aos cofres públicos municipal e federal.
http://2.bp.blogspot.com/_kxhb91503ik/SfUO49aLpqI/AAAAAAAADLY/oHavsnTz7gs/s400/Pol%C3%ADcia+Federal+-+carrinho..jpg

SOBRE OS SUBMARINOS FRANCESES

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A opção pelo Submarino Classe Scorpène
 
O processo de escolha do Submarino Classe Scorpène foi longo, exaustivo e criterioso, e envolveu reuniões, visitas a países possuidores de submarinos nucleares e de submarinos dessa Classe, além de análises de diversos relatórios e intensas negociações.

Assim, para se chegar à conclusão sobre o melhor projeto de um submarino convencional que atendesse a Marinha, executou-se uma extensiva pesquisa nos diversos modelos de submarinos disponíveis, junto aos países que os detém, para se conhecer as qualidades e limitações de cada um deles.

Como qualquer projeto dessa complexidade, é natural que existam vantagens e desvantagens em cada uma das opções examinadas, avaliações que foram consideradas nos citados relatórios e que serviram de base para a escolha.
 
Algumas características do projeto do Submarino Scorpène merecem especial destaque. Diferentemente do usual, apesar de tratar-se de um submarino convencional, seu projeto não constitui evolução de uma classe convencional anterior; pelo contrário, seu casco hidrodinâmico é derivado do submarino nuclear “Rubis/Amethyste”, mas mais compacto. 
Essa classe de submarinos, denominada classe Rubis , tem seis unidades em operação na Marinha Francesa. Além disso, emprega tecnologias usadas nos submarinos nucleares franceses, como o sistema de combate SUBTICS.
 
Em decorrência, dentre as vantagens que apresenta, seu projeto destaca-se por facilitar uma rápida transição para o nuclear, haja vista sua forma de casco clássica daquele tipo de submarinos, com hidrodinâmica apropriada para elevados desempenhos em velocidade e manobra.
 
Pode-se observar a diferença entre um casco tipicamente de nuclear - como o do Scorpène (figura ao lado, acima) – comparado com o de um convencional clássico, um IKL-209 (figura ao lado, abaixo).

Além das peculiaridades de projeto, o Scorpène tem a vantagem de empregar os mesmos sistemas (sensores, sistema de combate, armamento, sistema de controle da plataforma etc) existentes nos submarinos nucleares franceses. Ajustes de software compatibilizam as diferentes necessidades de desempenho. Do ponto de vista logístico e de atualização tecnológica constitui diferencial respeitável.

Assim, considerando a necessidade brasileira de abreviar processos, - na verdade, queimar etapas, sem jamais comprometer a segurança –, a escolha do projeto do Scorpène, para servir de base ao desenvolvimento do projeto do nosso submarino de propulsão nuclear, resulta de aprofundados estudos e amadurecido processo de tomada de decisão. No entender da Marinha, essa escolha constitui a opção de menor risco para o êxito da empreitada, de resto, um acalentado sonho da Força Naval há, já, trinta anos.

Os submarinos serão construídos no Brasil. Nesse caso, o modelo do submarino Classe Scorpène será adaptado por nossos Engenheiros Navais. O índice de nacionalização será bastante elevado, havendo em cada um mais de 36.000 itens, produzidos por mais de 30 empresas brasileiras.

O acordo com a França, país que possui grande experiência no assunto e tecnologia bastante moderna, visa abreviar as etapas da parte não nuclear do submarino de propulsão nuclear, com a transferência de tecnologias de projeto e construção. Existe também um grande interesse da Marinha em conseguir que empresas francesas transfiram a indústrias nacionais a capacidade de fabricação de importantes equipamentos, que possuem requisitos de desempenho bastante rigorosos, exigidos para a operação em condições extremamente severas, como é o caso de submarinos.

Esse convênio está em fase final de discussão, mas, ressalta-se que, nos moldes pretendidos pela Marinha, ele prevê a transferência de tecnologia para a construção de submarinos convencionais e para a parte não nuclear do submarino com propulsão nuclear. 
Como exemplos, podemos mencionar a estrutura do casco resistente, as condições de desempenho hidrodinâmico, os periscópios, sistemas de combate e de comunicações, o teste dos hélices em laboratórios especializados, entre outras áreas.

Considerando a garantia dada pelo Governo Francês da transferência da tecnologia e as experiências positivas observadas sobre o Submarino da Classe Scorpène, a Marinha não teve dúvida em optar por essa obtenção.

CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA MARINHA

OPINIÕES :
A verdade sobre os custos do programa nuclear

O que provocou nos últimos dias mais «sururu» ao nível de alguma midia brasileira e opinião pública, foi a revelação de forma mais ou menos «crua» do valor do programa acordado com os franceses de 6.7 bilhões de Euros.

O valor é alto, e inevitavelmente a dimensão do investimento assusta muita gente e pode ser utilizada como argumento politico em período quando se aproxima um período eleitoral.
A critica aos investimentos militares é normalmente terreno fértil para as guerras entre partidos e entre candidatos, porque a dimensão dos investimentos militares assusta qualquer um e a critica a esses gastos pode render votos com alguma facilidade.

Mas pior que os 6.7 bilhões de Euros ou 18.4 bilhões de Reais, é a possibilidade de este valor cobrir apenas uma parte do investimento total relacionado com o programa nuclear brasileiro. A ideia de que a industria brasileira consegue sempre «baratear» os custos, não corresponde à realidade e pode até acontecer o inverso.
O auxilio dos franceses terá sempre limites e deverá estar condicionado por prazos e por objetivos que devem ser atingidos dentro de um determinado espaço temporal.
O valor cobre quatro submarinos Scorpene e apoio no desenvolvimento de um submarino nuclear de ataque. Se cada navio Scorpene custar 400 milhões de Euros, isso implica que 5.1 bilhões serão destinados ao submarino nuclear. Uma unidade.
Uma unidade e nada é praticamente a mesma coisa. Se não for desenvolvida uma classe de no mínimo três unidades.

A importância de informar

A informação para a opinião pública sobre os gastos do programa é da maior importância, pois o submarino vai ficar muito caro, mas não é aconselhável «cortar» verbas num programa onde a segurança assume uma importância vital.
O programa do submarino nuclear brasileiro poderá não sobreviver, se qualquer problema de desenvolvimento ocorrer a meio do caminho numa altura em que uma opinião pública adversa, esteja olhando para esse programa como um gasto inútil.

O programa nuclear brasileiro é acima de tudo uma afirmação política e não um programa militar. Só possuem submarinos de propulsão nuclear os Estados Unidos, a Rússia, a França e a Grã Bretanha e a China. A própria Índia decidiu adquirir os seus primeiros submarinos de ataque movidos a energia nuclear comprando dos russos.

Países com grandes recursos tecnológicos e financeiros como o Japão e a Alemanha optaram por não seguir por esse caminho.

A ideia de que o Brasil precisa de um submarino rápido que possa patrulhar a «Amazónia azul» é pouco consistente, pois a presença nessas águas precisa de navios de patrulha oceânica para «mostrar bandeira» e patrulhar as águas.

O Brasil sempre assumiu um posicionamento de não intervenção em questões internacionais, pelo que o seu posicionamento defensivo dificilmente justifica a aquisição de tal tipo de arma por razões militares, ainda mais porque para patrulhar mesmo em áreas oceânicas, os novos submarinos oceânicos com AIP são igualmente eficientes e muito mais baratos.

Resta aos políticos explicar e justificar a mais cara aquisição militar alguma vez feita pelo Brasil.

[1] – A potência nominal será de aproximadamente 50MW.
[2] – Em comparação o sistema AIP alemão atinge no máximo 80 ºC, é arrefecido por um sistema interno e aproveita 70% da energia, porque as células de combustível alimentam diretamente o motor eléctrico.

Luis Carlos / P.Mendonça

Este texto é da autoria de Luis Carlos Gomes e foi publicado em 14.07.2009.

Outra : 

os submarinos franceses possuem uma manutenção mais cara e complexa que os alemães; oficiais chilenos informaram que todos os sistemas possuem pressões e capacidades nominais maiores que os congêneres alemães, o que dificulta a sua manutenção. Ex. os disjuntores da propulsão nos submarinos alemães de 2 e 3 KVA, são de 10 KVA no Scorpene, potencializando as dificuldades e custos de manutenção.