"Um povo livre sabe que é responsável pelos atos do seu governo. A vida pública de uma nação não é um simples espelho do povo. Deve ser o fórum de sua autoeducação política. Um povo que pretenda ser livre não pode jamais permanecer complacente face a erros e falhas. Impõe-se a recíproca autoeducação de governantes e governados. Em meio a todas as mudanças, mantém-se uma constante: a obrigação de criar e conservar uma vida penetrada de liberdade política."

Karl Jaspers

abril 14, 2011

NOVO PARTIDO : O DOS MILITARES.

Oficiais, soldados e mulheres de integrantes das Forças Armadas e das polícias militares criam uma nova legenda para tentar voltar ao poder agora pelo voto.

Na terça-feira 5, a presidente Dilma Rousseff foi homenageada com a maior das condecorações militares, a Grã Cruz. Diante dos comandantes das Forças Armadas, ela fez uma referência aos anos de chumbo da ditadura, ao ressaltar que o Brasil soube corrigir seus caminhos e alcançou a maturidade institucional.

O País vive dias de democracia plena e houve, sem dúvida, importantes mudanças nas casernas. Tanto assim que militares planejam agora voltar à política, mas sem truculência.

Até o fim do mês será criado o Partido Militar Brasileiro, legenda que antes mesmo do registro oficial já conta com 17 mil pré-filiados, entre oficiais da reserva do Exército, da Marinha e da Aeronáutica e integrantes da Polícia Militar e dos Bombeiros.

Há diretórios sendo criados em 27 Estados, site na internet e até hino, gravado no YouTube, em que um coro entoa palavras de ordem como soberania, democracia, igualdade e segurança pública.

O novo partido terá como bandeira o combate à violência e à corrupção. Não aceitará filiação de fichas-sujas e nem fará coligações majoritárias se não for cabeça de chapa.

“Os políticos não têm coragem para combater o crime organizado e estão mais interessados em se servir do poder”, diz o presidente do PMB, Augusto Rosa, que é capitão da PM em Ourinhos (SP). Ele afirma que o partido é de centro-direita, apesar de defender a política econômica e os programas sociais do governo.

Também devem aderir à legenda vários generais da reserva, inclusive dirigentes dos clubes militares, tradicionais redutos do conservadorismo. Além disto, o PMB pretende lançar co­mo candidato a presidente da República em 2014 o general Augusto Heleno, que na semana passada foi proibido pelo comando do Exército de fazer uma palestra intitulada “A contrarrevolução que salvou o Brasil”.

Augusto Rosa acha que o PMB não terá dificuldade em reunir as 500 mil assinaturas para o registro oficial.

Claudio Dantas Sequeira Isto é


DEVOLVER O DINHEIRO? HUUMMHUUMMM, ENTÃO TÁ!

A Telebrás protagoniza um dos episódios mais nebulosos do governo anterior. Processada por um fornecedor, a VT UM, a estatal fechou, em 2006, um acordo pelo qual pagou 254 milhões de reais a essa empresa privada.

O valor foi arbitrado por peritos da VT UM e não foi questionado pela Telebrás. A VT UM pertence a Uadji Moreira, amigo de trinta anos do então ministro das Comunicações, Hélio Costa, a quem a Telebrás estava subordinada quando o acerto foi celebrado.

Na semana passada, a Procuradoria-Geral da União recorreu à Justiça para reaver o dinheiro. Em processo na 93 Vara da Justiça Federal de Brasília, a Procuradoria alega que o acordo infligiu ao Erário um prejuízo de, no mínimo 20 milhões de reais. A Procuradoria exige que a VT UM, Uadji Moreira e o então presidente da Telebrás, Jorge Mona e Silva, devolvam o dinheiro.

SEGUNDO A ANATEL, TV DIGITAL ATENDE 46% DA POPULAÇÃO DO PAÍS.

O serviço de TV digital alcança 46% da população brasileira, de acordo com levantamento divulgado hoje pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A pesquisa mostra que o Brasil possui em operação 102 emissoras com tecnologia digital, que atendem 87,7 milhões de pessoas em 480 municípios.

A expectativa, segundo a Anatel, é que a cobertura da Televisão Digital Terrestre no Brasil seja igual ou superior à cobertura analógica atual antes mesmo de 2016, ano em que está previsto o fim das transmissões analógicas.

A partir deste mês, os dados sobre TV Digital poderão ser consultados no portal da Anatel. A agência informou que tem trabalhado na administração do espectro radioelétrico de forma a permitir a convivência entre canais digitais e analógicos, livre de interferências, durante o período de transição entre as tecnologias.

O Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD) foi instituído pelo decreto número 4.901, de 26 de novembro de 2003, e implementado por meio do decreto número 5.820, de 29 de junho de 2006, que estabeleceu as diretrizes para a transição do sistema de transmissão analógica para o sistema de transmissão digital.

Consultas

Em abril de 2011, a Anatel colocará em consulta pública proposta de alterações dos planos básicos de TV Digital (PBTVD) para o interior dos Estados do Amapá, Rondônia, Roraima, Pernambuco, Alagoas e Paraíba. Em maio, serão submetidas à apreciação da sociedade as propostas de alterações do PBTVD para o interior dos Estados do Rio Grande do Sul, Pará e Tocantins.

Em junho, a agência colocará em consulta pública as propostas de alterações do PBTVD no interior de Sergipe, Bahia, Paraná, Ceará e Rio Grande do Norte. Assim, a agência encerrará, em 2011, o ciclo de estudos e planejamento para a disponibilização de canais de TV Digital em todos os municípios brasileiros.

As transmissões digitais tiveram início na cidade de São Paulo em dezembro de 2007, e hoje se estendem pela maioria das capitais brasileiras e por algumas cidades do interior.

Karla Mendes/AG.Estado

COMUNIDADE VIRTUAL : FHC LANÇA PORTAL PARA DISCUTIR PROPOSTAS POLÍTICAS E ECONÔMICAS PARA O BRASIL.


O movimento capitaneado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso de refundar a oposição ao governo federal ganhará um braço digital a partir de junho. Com a contribuição de tucanos e intelectuais, o ex-presidente organiza o lançamento de uma comunidade virtual para a discussão de propostas políticas e econômicas para o Brasil.


O portal que pretende adotar um padrão de rede social, com a extensão de conteúdos para o Twitter e Facebook, tem a meta de reunir até um milhão de usuários e deve contar com um amplo time de blogueiros.

Até o momento, foram convidados para colaborar com a iniciativa Francisco Weffort, Soninha Francine, Gustavo Franco, Pedro Abramovay e Paulo Renato Souza, entre outros.
O ex-deputado federal Xico Graziano, assessor do ex-presidente, tem idealizado o projeto que, segundo ele, vai receber o nome de "Observador Político" e terá como mote o princípio de olhar, participar e espalhar a informação.

O lançamento oficial do site está programado para 18 de junho, dia em que o ex-presidente completa 80 anos, mas ele deverá entrar no ar em maio.


"O objetivo é oferecer uma plataforma para a discussão de temas atuais, partindo do ponto de que essa discussão é feita pouco pelos partidos políticos. Ela será aberta, transparente e apartidária, como em qualquer rede social. É um convite para que as pessoas criem páginas, discutam e se tornem observadores", explicou Graziano, complementando que o papel atual da oposição deve ser um dos temas discutidos na nova rede.
"A ideia é aproximar temas atuais, como a discussão sobre a democracia e a questão das drogas, da juventude, promovendo um debate amplo entre gerações", acrescentou.
O portal surge num momento em que é discutido o futuro do PSDB.

No centro do debate, há a tese de criação de um conselho político no partido, instância formada por líderes da sigla, sem funções administrativas, para discutir a atuação nacional da legenda.
Uma outra teoria sugerida, e defendida inclusive pelo governador Geraldo Alckmin, é sobre a implantação de um rodízio anual para o comando nacional da agremiação.


Entre as propostas, o ex-presidente propôs em artigo divulgado ontem, para a revista "Interesse Nacional", que a oposição se aproxime da classe média e pare de disputar com o PT a influência sobre o "povão", opinião que gerou comentários tanto positivos como negativos de membros do PSDB.


Agência/Estado

GARANTINDO O ABASTECIMENTO DE MATÉRIAS-PRIMAS ! O "NEGÓCIO DA CHINA" : METALURGIA E MINERAÇÃO CONCENTRAM MAIS DE 80% DOS INVESTIMENTOS.

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Cerca de 84,5% dos US$ 37,1 bilhões que as empresas chinesas investiram em projetos produtivos no Brasil nos últimos oito anos está concentrado nos setores de metalurgia e mineração, conforme estudo divulgado nesta quinta-feira pelo Governo.

Do total do investimento direto da China no Brasil entre janeiro de 2003 e janeiro de 2011, 56,5% foi dirigido aos metais (extração e processamento) e 28% ao petróleo, o gás natural e o carvão, segundo o relatório do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio.

Essa concentração do investimento chinês em setores de mineração e petróleo evidência a estratégia do gigante asiático para garantir seu próprio abastecimento de matérias-primas, segundo o coordenador da Rede Nacional de Informações sobre o Investimento do ministério, Eduardo Celino.

China se transformou no maior parceiro comercial do Brasil graças as suas elevadas importações de matérias-primas, principalmente de ferro e petróleo, mas também de algumas agrícolas como soja.

A divulgação do relatório coincidiu com a visita oficial à China realizada nesta semana pela presidente brasileira, Dilma Rousseff, que defendeu diante das autoridades desse país a abertura do mercado asiático aos produtos brasileiros de maior valor agregado.

Dos US$ 37,1 bilhões que as empresas chinesas destinaram à aquisição e ao investimento em um total de 86 projetos produtivos no Brasil no período analisado, só 5,2% foi dirigido à energia elétrica, 4% ao setor automotor e 1,9% à logística de transportes.

Só em 2010, as empresas chinesas fizeram investimentos diretos no Brasil no valor de US$ 17,170 bilhões, dos quais US$ 14,340 bilhões foram diretamente em petróleo e gás natural e minerais.

O setor petroleiro, com US$ 10,170 bilhões, foi o que mais concentrou o investimento chinês no Brasil no ano passado.

Os US$ 2,830 bilhões restantes foram destinados aos setores de produtos manufaturados, como automóveis, máquinas e equipamentos.

ANÚNCIO SOBRE A FOXCONN : GATO POR LEBRE? DONO DA FOXCONN FALOU MAL DO BRASIL


Quanto a opinião de alguém pode mudar em sete meses? Na terça-feira, a presidente Dilma Rousseff saiu de uma reunião com Terry Gou, presidente da Foxconn, anunciando que a empresa taiwanesa planeja investir US$ 12 bilhões em uma fábrica de telas digitais no Brasil, criando 100 mil empregos.

O entusiasmo de Gou com o País, retratado nos planos anunciados pelo governo brasileiro, contrasta fortemente com o que o bilionário taiwanês havia dito em setembro ao jornal The Wall Street Journal. Um trecho de uma entrevista em que falou sobre o Brasil foi recuperado pelo blog China Real Time Report, do próprio jornal.

Na entrevista, Gou reclamou dos salários "muito altos" dos brasileiros e, segundo o blog, "ridicularizou" a ideia de que o País possa fazer frente ao poder industrial da China:
"Os brasileiros, assim que ouvem a palavra "futebol", param de trabalhar. E tem também toda a dança. É loucura".


Ele elogiou o potencial hidrelétrico do País e a produção de minérios, mas disse que as condições de produção são corretas somente para atender ao mercado local.
"Se você quiser exportar coisas para os Estados Unidos, precisa de mais tempo e de mais dinheiro para enviar do Brasil (quando comparado com a China)."


O anúncio do governo foi recebido com ceticismo pela indústria brasileira. A própria Foxconn não confirmou o investimento.

"Guiada pela estratégia de "estar onde o mercado está", estamos há bastante tempo estudando oportunidades de investimento no Brasil", disse a empresa, em comunicado. "Estamos atualmente no processo de explorar oportunidades nesse mercado importante e conduzindo uma análise substantiva do ambiente geral de investimento do País."

Sobre os números divulgados pelo governo brasileiro, a empresa informou: "A respeito da confirmação de qualquer projeto de investimento, a política da Foxconn é de fazer anúncios somente depois de receber as aprovações relevantes de nosso conselho de administração e de qualquer autoridade relevante".

Desconfiança.
O problema dos números anunciados pelo governo brasileiro é que estão bem além das dimensões do mercado eletroeletrônico brasileiro. Todo o setor emprega 175 mil pessoas no País. A Foxconn estaria disposta a contratar 100 mil funcionários, incluindo 20 mil engenheiros. Não existe gente treinada suficiente para preencher essas vagas.


O valor de US$ 12 bilhões equivale a quatro fábricas de semicondutores, que o Brasil tenta atrair há mais de uma década, sem sucesso.
Uma fábrica completa de telas de cristal líquido exigiria um investimento semelhante a uma fábrica de chips.


O temor das empresas instaladas no Brasil é que o anúncio possa ser usado para barrar qualquer tentativa de proteger a produção local contra a invasão de produtos chineses. Apesar de taiwanesa, as principais unidades de produção da Foxconn, maior fabricante de eletrônicos do mundo, estão na China.

No Brasil, o setor tem defendido elevação de impostos de importação, para reduzir o déficit do eletroeletrônico que, em 2010, chegou a US$ 27,5 bilhões. Pelo que temem algumas fontes da indústria, o anúncio de investimento serviria para impedir a imposição de barreiras ao produto chinês.
Crise.
A história recente da empresa foi marcada pela crise causada por suicídios de funcionários em suas unidades chinesas. Desde 2007, 17 empregados da Foxconn teriam se matado ao pular das janelas dos prédios da companhia. Isso levou a empresa a instalar redes de proteção em volta de seus edifícios.


Renato Cruz/O Estado de S. Paulo

OU TODOS , OU NINGUÉM.

Talvez seja impossível falar para o conjunto da sociedade sem conseguir falar para cada pedaço dela. Ainda que o pedaço não goste do partido.
Ainda que ele hoje não vote no partido


O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso tem o mérito de não esconder as ideias, e mantém o fio condutor a ligá-las ao longo do tempo. É um caso de intelectual que virou político e na volta à planície consegue combinar bem as duas maneiras de interpretar o mundo.

Errando ou acertando, FHC oferece matéria-prima de qualidade para o debate.

O mais recente artigo do ex-presidente, publicado na revista Interesse Nacional, trouxe notícia. FHC prega a inutilidade de o PSDB disputar os movimentos sociais e o povão com o PT. É a notícia no texto, apesar de não ser talvez o “mais importante”, ou o que FHC gostaria de destacar.

Notícia é sinônimo de novidade. Esprema-se o longo texto de FHC e sairá essa única novidade. As outras coisas todas ele já havia dito, algumas mais de uma vez.

Eis um detalhe que políticos têm muita dificuldade para compreender: jornalismo trata de notícias, não de informações organizadas por critérios, também subjetivos, de importância.

Se não houvesse no texto de FHC a referência ao povão, provavelmente a obra teria passado despercebida. Seria mais um texto, só que caudaloso.

Mas o debate em torno da notícia oferecida por FHC é bom. Num certo sentido, FHC ajudou a oposição. Expôs a principal dificuldade dela.

Desde sempre, o PT consolida a hegemonia ao operar a conexão entre o geral e o particular. Uma esfera faz concessões à outra, mas elas dançam juntas. Luta pelo salário mínimo, para redistribuir renda. Não é só para ajudar quem ganha o mínimo.

Quando é para arrochar o salário mínimo, explica pela necessidade de preservar a estabilidade e combater a inflação.

O PSDB ou o Democratas provavelmente dariam a mesma explicação. Por que, então, o PT consegue arrochar sem praticamente provocar reação? Por que tem mais legitimidade para pedir sacrifícios?

A tese mais simplista é a cooptação dos líderes dos movimentos sociais. Mas os líderes não vivem num universo paralelo. Se podem apoiar quase qualquer coisa que o governo petista faz é porque a base está de acordo. Ou pelo menos a base acha que não seria boa a relação custo-benefício de trocar o comando.

Pois o PT tem crédito, acumulou crédito. Por ter defendido ao longo dos anos, com razão ou sem, com lógica ou sem, com oportunismo ou sem, com patriotismo ou sem, reivindicações setoriais, localizadas, fragmentadas.

Juntou assim seu capital político, fez a conexão entre, de um lado, o empenho para melhorar a vida de cada um e, de outro, a visão partidária de mundo.

O PT falava do grande milagre, mas não esperava sentado por ele. Buscava no meio tempo pequenos milagres para melhorar o aqui e agora da turma que o apoiava.

Mas o PT só conseguiu o grande salto quando substituiu o “cada um” por “todos”. Quando juntou todos os “cada um”. Quando conseguiu dizer coisas não apenas para alguns pedaços, mas para todos os pedaços. Pobres e ricos, além das diversas cores do arco-íris da classe média.

Pois talvez seja impossível falar para o conjunto da sociedade sem conseguir falar para cada pedaço dela, sem exceção. Ainda que o pedaço não goste do partido. Ainda que ele não vote no partido.

Isso vale sempre.
E vale mais ainda num país marcado pela desigualdade, e no qual a busca da igualdade é um valor prático, e também simbólico.


No Brasil não há como ser nacional sem ser popular. Talvez um dia haja. O que quer o PSDB? Esperar sentado a chegada desse dia?

Esperar o PT completar a obra de inclusão para, a partir daí, do adensamento final das classes médias, buscar a volta ao poder com base na insatisfação dessas classes médias com o PT?

Precisaria combinar com o adversário, como disse um dia Garrincha sobre os russos/soviéticos.

Pois o PT não está dormindo. O governo Dilma Rousseff vai claramente orientado a reduzir a resistência nas classes médias.

Infelizmente para o PSDB, a vida não vai esperar o PSDB acordar.
Os sinais já são claros. Marina Silva teve 20 milhões de votos, mesmo com um tempo de televisão mixuruca.
E o PSB se alimenta pelas beiradas, acumulando musculatura.

Alon Feuerwerker/ Correio Braziliense

"Eu tenho pay per view, vou ver em casa".

Autor da ideia de incluir o superclássico espanhol entre Real Madrid e Barcelona na agenda de uma viagem oficial da Câmara, o deputado e ex-jogador de futebol Romário (PSB-RJ) desistiu de participar da missão na Espanha porque precisou antecipar uma cirurgia no ombro.

Disse ainda que mesmo à distância não vai perder o jogo: "Eu tenho pay per view, vou ver em casa".

Como foi que entrou o jogo na agenda?

Na verdade, essa coisa do jogo eu ouvi durante os últimos seis, sete dias. Talvez, se eu estivesse em Madri no dia do jogo e a gente já tivesse cumprido o nosso objetivo que é o da missão oficial, eu poderia ter ido ao jogo. Não tem como dizer se ia ou não, mas não vejo nenhum problema em ir ao jogo já que a gente ia estar lá. E vai ser um grande jogo.

Menos mal que o próprio presidente e os outros já assumiram que não vai ter nenhum gasto para o contribuinte, vai ser tudo pago do próprio bolso.


Depois de ser visto jogando futevôlei em horários de sessões parlamentares em Brasília e de desistir da polêmica viagem à Espanha que incluía no roteiro uma partida entre o Real Madrid e o Barcelona, o ex-jogador e deputado federal Romário (PSB-RJ) teve outra atitude polêmica.

Ele nomeou a atriz Isabella Rodrigues Moreira, de 25 anos, e o amigo de infância Luiz Cláudio Henriques das Neves para trabalharem em seu gabinete regional no Rio.

Os dois foram contratados para o cargo de secretário parlamentar. A atriz, que gravou ontem uma participação no programa "A Turma do Didi", trabalhou para o parlamentar na sua campanha.

Bella Rodrigues, como é conhecida, reagiu ao falar sobre a nova função que assumirá:

- Acho isso preconceito porque sou artista. Se eu fosse advogada, não teria essa polêmica.

Bella contou que conheceu o ex-jogador há sete anos e fez um projeto social com crianças de rua.(SIC)

Do Extra