"Um povo livre sabe que é responsável pelos atos do seu governo. A vida pública de uma nação não é um simples espelho do povo. Deve ser o fórum de sua autoeducação política. Um povo que pretenda ser livre não pode jamais permanecer complacente face a erros e falhas. Impõe-se a recíproca autoeducação de governantes e governados. Em meio a todas as mudanças, mantém-se uma constante: a obrigação de criar e conservar uma vida penetrada de liberdade política."

Karl Jaspers

junho 03, 2013

GERENTONA FALSÁRIA 1,99, A "MAIS PREPARADA" EM NADA E COISA NENHUMA IMPLODE NOSSA COMPETITIVIDADE

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A safra de más notícias na economia parece não ter fim.

É o pibinho que cresce quase nada;
a inflação que o governo petista alimentou e agora corre desesperadamente para segurar;
os juros que sobem na contramão de todo o resto do mundo;
o dólar que dispara e encarece tudo;
os rombos crescentes e astronômicos nas contas públicas.

Mas um indicador resume com precisão a indigência em que o país foi enfiado pelo governo da presidente Dilma Rousseff:
o que mede a nossa competitividade em relação ao resto do mundo.

Por sorte do governo, a divulgação do novo ranking global aconteceu no meio do feriadão e passou meio despercebida na leva de más novas. Mas ele merece ser analisado em detalhes, porque a fotografia que traz do país é muito feia.

O Brasil voltou a cair no ranking feito pelo International Institute for Management Development (IMD), uma das maiores escolas de negócios no mundo, sediada na Suíça. Figuramos agora na 51ª posição numa lista que tem 60 países. 

No ano passado, o país estava em 46º lugar. 

 O tombo foi grande, mas uma visão em retrospectiva revela queda ainda mais espetacular. Em 2010, o Brasil ocupava a 38ª posição no ranking do IMD. Isto significa que, nos anos Dilma, perdemos 13 colocações e nos tornamos o país com o pior desempenho no período.

Repetindo:
ninguém caiu tanto no mundo no quesito competitividade nos últimos três anos quanto o Brasil da presidente Dilma. Desde 2011, as nossas quedas no ranking do IMD foram constantes e sucessivas.

Na lista geral, agora só estão abaixo de nós a Eslovênia, 
a África do Sul, 
a Grécia, 
a Romênia, 
a Jordânia, 
a Bulgária, 
a Croácia, 
a Argentina e a Venezuela, nesta ordem.

Todos, de certa forma, já estavam no buraco.
A novidade é que o Brasil foi se juntar a eles nos últimos anos.

Os Estados Unidos recuperaram o topo da lista, que tem ainda Suíça, Hong Kong, Suécia e Cingapura, nesta ordem. São países cujo sucesso baseia-se em orientar sua atividade manufatureira para a exportação, diversificar os produtos fabricados, fortalecer pequenas e médias empresas e apostar fundo na disciplina fiscal, segundo avalia o IMD.

Olhando-se os fatores que compõem o indicador geral fica mais clara a cota de participação do governo da petista no desastre brasileiro:
no quesito "eficiência governamental", que mostra como as políticas públicas colaboram ou não para a competitividade do país, estamos em 58º lugar, à frente apenas da Argentina e da Venezuela - quem mais, senão eles, poderia sair-se tão mal?

O que impede o naufrágio completo do Brasil é o desempenho no item "eficiência nos negócios". Mesmo caindo 13 posições desde 2010, ainda estamos em 37º lugar neste quesito. Em "desempenho econômico", o Brasil surge em 42º e em "infraestrutura", em 50º, sem alterações relevantes nos últimos anos. 
 
O IMD analisou o desempenho dos países ao longo dos últimos 25 anos, durante os quais vem fazendo, sistematicamente, o acompanhamento sobre a competitividade das economias ao redor do mundo.

Com crueza, dividiu os países estre "vencedores" e "perdedores".
Adivinha onde o Brasil ficou?
(Em 1997, estávamos na 34ª colocação.)

Para quem acompanha o dia a dia da economia brasileira, o ranking da instituição suíça apenas traduz em números o que é evidente a olho nu: 
um país travado, 
estrangulado, 
garroteado por uma má administração.

Uma economia em que consumo e produção estão em flagrante desequilíbrio e os investimentos, principalmente em infraestrutura, simplesmente não acontecem.

Estamos pagando a conta de uma postura intervencionista que interferiu na dinâmica da economia de maneira deletéria, minou a força de agentes econômicos e desorganizou ainda mais a atividade produtiva.

Num mundo cada vez mais competitivo, o Brasil escolheu seguir o caminho mais difícil, que nos levou ao pântano de onde a presidente Dilma Rousseff não demonstra a menor aptidão para nos tirar.

Fonte: Instituto Teotônio Vilela
Dilma implode nossa competitividade

E SOB A "direção" DA GERENTONA FALSÁRIA 1,99, A "MAIS PREPARADA" EM NADA E COISA NENHUMA II ... COM O AVAL DA UNIÃO, DÍVIDA EXTERNA DOS ESTADOS AVANÇA


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Graças ao aval do Ministério da Fazenda, os governos estaduais têm tomado volume inédito de empréstimos no exterior, a despeito de obstáculos legais ao aumento do endividamento público.

Com o impulso de interesses políticos e econômicos na expansão das obras públicas, a dívida externa estadual teve um salto de mais de 50% em apenas um ano.

O montante passou de US$ 12,5 bilhões, em abril do ano passado, para US$ 19 bilhões no mês retrasado. Medida em moeda nacional, a dívida, que não chegava a R$ 20 bilhões no início do governo Dilma Rousseff, hoje se aproxima dos R$ 40 bilhões.

Trata-se do maior ritmo de alta desde o final dos anos 90, quando um colapso das finanças estaduais levou à criação da Lei de Responsabilidade Fiscal e ao monitoramento das operações de crédito pelo Tesouro Nacional.

A atual safra de governadores desfruta de uma liberalidade para o endividamento impensável nas quatro administrações anteriores.

Reação à paralisia econômica do país, o estímulo federal ao investimento desencadeou uma corrida suprapartidária por dólares e projetos de infraestrutura que tende a ficar mais intensa com a aproximação das eleições do próximo ano.

A Fazenda decidiu contornar uma restrição criada em 1997, segundo a qual a União só pode garantir empréstimos tomados por Estados cuja capacidade de pagamento seja classificada como "A" ou "B" em avaliação do Tesouro.

A lei permite que, "em caráter excepcional", a União garanta empréstimos para Estados com nota "C" e "D" em caso de "projeto relevante para o governo federal" com garantias do tomador.

Mas o excepcional virou regra. 
Da administração tucana de São Paulo à petista de Sergipe, Estados mais e menos endividados foram autorizados a tomar novos empréstimos no país e no exterior para objetivos variados.

VITRINES
O governador Geraldo Alckmin conseguiu, por exemplo, US$ 1,1 bilhão para obras do Rodoanel, mesmo com a nota "C" atribuída ao Estado. O Ceará de Cid Gomes (PSB), nota "D", obteve US$ 100 milhões para ações de apoio à agricultura familiar.

Envolvido na organização da Copa de 2014 e da Olimpíada de 2016, o Rio elevou sua dívida externa de R$ 2 bilhões, no fim da primeira gestão de Sérgio Cabral (PMDB), para R$ 5,4 bilhões em 2012.

Houve autorização de empréstimos até para o Rio Grande do Sul do petista Tarso Genro, único Estado cuja dívida total, interna e externa, ultrapassa o teto legal de 200% da receita anual.

Como em todos os casos, o crédito foi aprovado sem dificuldade no Senado, que formalmente dá a última palavra.

Contraída, na maior parte, em organismos como o Banco Mundial, a nova dívida externa estadual ainda pesa pouco nos orçamentos, com juros inferiores às taxas domésticas.

No entanto, além da expansão acelerada, esse endividamento traz o risco ligado à variação do câmbio ainda mais com a tendência atual de alta do dólar.

(GUSTAVO PATU e NATUZA NERY - Folha de São Paulo) 

E SOB A "direção" DA GERENTONA FALSÁRIA 1,99, A "MAIS PREPARADA" EM NADA E COISA NENHUMA... Balança comercial registra pior superávit para meses de maio desde 2002


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A queda das exportações e o crescimento das importações fizeram a balança comercial fechar maio com o pior superávit para o mês em 11 anos. 

Segundo números divulgados há pouco pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o país exportou US$ 760 milhões a mais do que importou em maio.


O superávit só não ficou menor do que em 2002, quando as exportações superaram as importações em US$ 385 milhões.

O superávit caiu 74,3% em relação a maio do ano passado, quando o saldo positivo ficou em US$ 2,962 bilhões. No mês passado, o país exportou US$ 21,824 bilhões, queda de 5,9% em relação a maio de 2012.

As importações, no entanto, encerraram o mês em US$ 21,064 bilhões, alta de 4% na comparação com maio do ano passado e o maior valor já registrado para o mês.

Nos cinco primeiros meses do ano, a balança comercial acumula déficit de US$ 5,392 bilhões, o pior resultado para o período desde o início da série histórica, em 1993. 

Esse rombo é consequência do atraso no registro de US$ 4,5 bilhões de compras de combustíveis pela Petrobras.

Ocorridas ao longo do ano passado, as importações só começaram a ser registradas na balança comercial a partir de dezembro.

Agência Brasil