"Um povo livre sabe que é responsável pelos atos do seu governo. A vida pública de uma nação não é um simples espelho do povo. Deve ser o fórum de sua autoeducação política. Um povo que pretenda ser livre não pode jamais permanecer complacente face a erros e falhas. Impõe-se a recíproca autoeducação de governantes e governados. Em meio a todas as mudanças, mantém-se uma constante: a obrigação de criar e conservar uma vida penetrada de liberdade política."

Karl Jaspers

maio 01, 2010

FIFA: PLANO B - COPA/14 NA INGLATERRA.

O Brasil desrespeitou todos os prazos fixados até agora para iniciar as obras. Em retaliação, a entidade máxima do futebol avisou que já estuda uma alternativa para 2014
Wembley (à esq.) demorou quatro anos e meio para ser reerguido.
As obras do Mané Garrincha, em Brasília, ainda nem começaram
Em oitenta anos de Copa do Mundo, dezesseis países já sediaram o evento.

Apenas quatro experimentaram a oportunidade de fazê-lo de novo. Em outubro de 2007, o Brasil foi escolhido como o quinto país a ter o privilégio de receber pela segunda vez o maior espetáculo esportivo do mundo.

Em dois anos e meio de preparação, porém, o que deveria ser motivo de euforia aos poucos vai se transformando numa fonte crescente de preocupação.
A quatro anos do início do campeonato, a única realização concreta até hoje foi a escolha das doze cidades-sede – e nem isso ainda está devidamente definido.

As obras de infraestrutura não começaram e os estádios só existem nas maquetes. Pelo cronograma imposto pela Fifa, as arenas já deveriam estar sendo erguidas desde janeiro passado.

Como nenhum tijolo foi movido, prorrogou-se o prazo para março. Mas, de novo, nada aconteceu. O derradeiro "limite" – também não levado a sério pelos organizadores – termina nesta semana.

A Fifa, preocupada, enviou um alerta ao governo sobre a existência de um plano de contingência.
Se o Brasil continuar descumprindo as metas e os prazos estabelecidos pela entidade, a Inglaterra já estará pronta e preparada para receber a Copa de 2014.

Transcrito/Parte de :
Comunismo nunca mais
Íntegra : Nunca antes na história das copas do mundo

UM EBRIOSO, INTENSÃO x INTENÇÃO, A ECONOMIA , RESULTADO?

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, na noite desta sexta-feira (30), que não deixará que as eleições presidenciais influenciem o rumo dos juros e do controle da economia.

Ele participou, em São Paulo, da cerimônia de posse do novo presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Cledorvino Belini, que passa a ocupar o cargo deixado por Jackson Schneider.

"Nós atingimos um grau de maturidade em que a gente não pode, por conta de uma eleição, afrouxar o controle da economia e deixar a coisa desandar, senão não controla mais", disse o presidente sobre a elevação da taxa de juros anunciada na quarta-feira (28) pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

"Não há eleição que me faça jogar fora o que nós acumulamos nesse período."

O presidente ressaltou que manter a inflação controlada é prioridade da política monetária do governo.

( E a dele, uma questão de honra, eleger a sucessora, como já foi dito pelo cujo em outras oportunidades. A questão é : a "honra" dele ou a política monetária? qual é a que mais pesa? Nós sabemos qual, não é mesmo? )

"Quem tiver que ganhar as eleições vai ganhar e vai receber um país arrumado",disse o presidente, que apoia Dilma Roussef (PT).

Antagonismo' com montadoras

Lula também relembrou sua relação de "antagonismo" com as montadoras na época em que era presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, há três décadas. "Naquela época eu não seria nem convidado para a posse", brincou o presidente.

AS TARIFAS BANCÁRIAS

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VERENA FORNETTIda Redação/Folha

Segundo pesquisa da Pro-Teste (associação de defesa do consumidor), dos 35 pacotes de serviços bancários monitorados no último ano, 13 ou 37% tiveram aumento de preço acima da inflação. Já no pacote padronizado pelo Banco Central, que todas as instituições devem ofertar, incluindo os mesmos itens, houve queda ou estabilidade nos valores em todos os bancos pesquisados.

Para a entidade, a pesquisa, realizada nos nove maiores bancos do país, mostra que o consumidor foi penalizado. Já a Febraban, que representa os bancos, contesta essa avaliação.

Hessia Costilla, economista da ProTeste, afirma que os bancos só abaixaram os preços no pacote padrão, que é o menos procurado pelos clientes. "Já fizemos testes, mandando pesquisadores para os bancos como se fossem clientes. Eles não informam que existe a opção padronizada."

Por outro lado, a ProTeste diz que os dados também mostram que a regulamentação feita pelo governo há dois anos foi positiva para o setor, que ficou mais transparente com a criação do pacote padrão. A determinação facilitou o acompanhamento dos serviços.

Para a Febraban, os bancos não têm interesse em omitir os direitos dos consumidores.

A ÍNDOLE PELA FASIFICAÇÃO.

O presidente do PT diz que cabe aos profissionais criar uma marca própria para Dilma, admite que Lula comandará a campanha e define seu partido como de esquerda
Por Otávio Cabral e Daniel Pereira, na VEJA:

Cristiano Mariz

“Acho errado produzir uma Dilma artificial.
O problema são as inevitáveis comparações com o Lula”

José Eduardo Dutra assumiu a presidência do PT há quase três meses com a missão de coordenar a campanha presidencial de Dilma Rousseff. Missão difícil, como ele mesmo define.

Dilma jamais disputou uma eleição, e essa inexperiência tem provocado entre os próprios petistas muitas indagações neste início de campanha.

Para contornar os problemas, Dutra conta como poderoso trunfo a popularidade recorde do presidente Lula e sua influência dominadora sobre o partido.

Mas esse trunfo também é motivo de preocupação diante da constatação de que Lula talvez seja praticamente o único patrimônio ponderável do partido e de sua candidata.

Questionado sobre qual marca Dilma deve buscar para não ser apenas um subproduto de Lula, Dutra pensa, coça a cabeça, olha para o chão e responde: “É difícil!”.
Reinaldo Azevedo
A cara vai ser de Dilma