"Um povo livre sabe que é responsável pelos atos do seu governo. A vida pública de uma nação não é um simples espelho do povo. Deve ser o fórum de sua autoeducação política. Um povo que pretenda ser livre não pode jamais permanecer complacente face a erros e falhas. Impõe-se a recíproca autoeducação de governantes e governados. Em meio a todas as mudanças, mantém-se uma constante: a obrigação de criar e conservar uma vida penetrada de liberdade política."

Karl Jaspers

junho 06, 2013

O TEMPO É O SENHOR DA RAZÃO ! A "MAIS PREPARADA"(1,99) EM NADA E COISA NENHUMA OU : Inaptidão para governar


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Da questão indígena aos portos brasileiros, um traço comum marca a atuação do governo federal:
a omissão.

A inabilidade em arbitrar controvérsias, a demora em buscar soluções e a dificuldade para construir consensos acaba sempre desaguando em conflitos.

Esta é uma gestão que se notabiliza pela vacilação no decidir, pela demora no agir e pelo titubeio no fazer. Ou seja, pela inaptidão em governar.

Neste momento, a crise mais aguda envolvendo a incapacidade federal para fazer o que lhe cabe refere-se ao embate entre índios e produtores rurais no Mato Grosso do Sul. Conflitos por terra são bola cantada há tempos, mas vêm sendo ignorados pela gestão petista, descuidada de evitá-los, incompetente para resolvê-los, leniente em arbitrá-los.

O tema é sensível e não aceita soluções padronizadas, receitas únicas. Há demandas que são legítimas; há outras que são abusivas. Decidi-las equilibradamente dá trabalho, exige dedicação, capacidade de interpretação, de discernimento e de julgamento. 


Todos, artigos raros na administração da presidente Dilma Rousseff. 
 Na questão indígena, a atual gestão tem sido marcada por processos fundiários quase paralisados, ausência de investimento sério na gestão das terras demarcadas, imposição de obras impactantes sem consulta e com condicionantes fictícios, conforme resumiu Márcio Santilli, ex-presidente da Funai, em artigo recente na Folha de S.Paulo.

 
Ou seja, notabiliza-se pela omissão. 
 Desde o início de 2011, apenas duas terras indígenas foram demarcadas, um dos registros mais baixos que se tem notícia no país. Há 14 processos de homologação em andamento na Funai e outros nove já encaminhados ao Ministério da Justiça aguardando assinatura de decreto homologatório, segundo o Valor Econômico.

A maioria dos processos se arrasta há anos, prejudicando quem quer ter acesso à terra e também que nela trabalha e produz. A incerteza e a insegurança afetam proprietários e atiçam demandantes. O governo federal parece crer que empurrar os problemas com a barriga ou varrê-los para debaixo do tapete seja a melhor solução.

Como se viu em Sidrolândia (MS), não é.

A conflagração de disputas como a que acontece agora não apenas no Mato Grosso do Sul, mas também no Rio Grande do Sul, no Pará e no Paraná, mostra que o vácuo nunca é o melhor árbitro para as questões. É a ausência do Estado justamente onde é mais necessário que abre espaço para a violência - de ambas as partes.

A mesma omissão federal também se manifesta na reforma da legislação dos portos. Assim como a questão que opõe produtores rurais e indígenas, o tema é de interesse nacional, estratégico, sensível. Exige, pois, abordagem cuidadosa, estudada e, sobretudo, negociada. Mais uma vez, tudo o que a atual gestão não consegue contemplar nos seus afazeres.

A aprovação do texto, enviado por meio de arbitrária medida provisória, já foi uma verdadeira guerra no Congresso - felizmente, ao contrário do que acontece em Sidrolândia, sem mortos. As idas e vindas em sua curta e apressada tramitação jogaram interrogações sobre a real capacidade que a nova legislação terá para fazer deslanchar os necessários investimentos em nossos portos.

Agora, para azedar um pouco mais o caldo, o Planalto impôs dez vetos ao texto aprovado por deputados e senadores, atiçando novamente a discórdia.

O erro vem desde a partida:
impor goela abaixo uma reforma que se pretende tão profunda, manietar o debate com a sociedade e trucidar as prerrogativas do Legislativo. Assim como acontece com os índios, o conflito está longe de chegar ao fim.

É sempre mais fácil governar quando se tem um projeto claro apresentado à sociedade e por ela referendado.

Quando comandar o país confunde-se com o mero desejo - em alguns casos, melhor seria dizer com a gana - de se perpetuar no poder, exercer o comando da nação torna-se mais complicado e menos legítimo. Administrar acaba se tornando um cabo de guerra.

E nisso vai muito tempo perdido, sangue derramado, dinheiro desperdiçado.


Fonte: Instituto Teotônio Vilela
 Inaptidão para governar

Déficit da Previdência chega a R$ 21 bilhões de janeiro a abril . Somente em abril, rombo chegou a R$ 6,18 bilhões


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O Ministério da Previdência informou nesta quinta-feira (6) que o déficit do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) somou R$ 6,18 bilhões em abril deste ano, uma alta de 8,5% em relação ao mesmo período do ano passado. 
De janeiro a abril deste ano, o rombo totalizou R$ 21 bilhões, ou seja, um crescimento de 28% frente aos quatro primeiros meses de 2012 (R$ 16,4 bilhões).

O pagamento de benefícios previdenciários somou R$ 113 bilhões de janeiro a abril deste ano, o que representa um aumento de 7,4% frente ao mesmo período do anterior (R$ 105,2 bilhões).

Já a arrecadação líquida do INSS somou R$ 92 bilhões no primeiro quadrimestre deste ano, uma elevação de 3,5% frente ao mesmo mês de 2012 - quando totalizou R$ 88,8 bilhões.


O Ministério da Previdência Social informou ainda que, em abril deste ano, foram pagos 30,3 milhões de benefícios, sendo 26,2 milhões previdenciários e acidentários e, os demais, assistenciais. 
Isso representa um crescimento de 3,7% frente ao patamar registrado em abril deste ano. Somente as aposentadorias somaram 16,9 milhões de benefícios.
Jornal do Brasil

E NA REPÚBLICA ASSENHOREADA PELOS FINGIDOS,TORPES, VELHACOS E ETC... Saúde: Jô Soares tenta explicar entrevista de ministro, enquanto médicos desmentem o governo


A participação do ministro Alexandre Padilha (Saúde) no Programa do Jô foi tão ridícula, que o apresentador global rompeu a edição da terça-feira se desculpando e lendo e-mails de espectadores que protestaram contra a entrevista que soou como encomendada. 
Diante da “saia justa”, Jô Soares aceitou receber no programa, para entrevista, representantes da classe médica que rebaterão a fala ufanista de Padilha.

A saúde pública está pela hora da morte, mas o apresentador da Vênus Platinada preferiu se fazer de inocente, cumprindo as ordens palacianas, até porque Alexandre Padilha continua como pré-candidato do PT ao Palácio dos Bandeirantes. E nada melhor do que fazer gazeta em São Paulo, apesar de o programa ser transmitido em rede nacional.

Amestrado e obediente aos mandos vindos da cúpula do partido, Alexandre Padilha tentou defender, sem sucesso e convencimento, a “importação” de médicos estrangeiros, que foi estendida a profissionais europeus como forma de dar guarida à tentativa palaciana de trazer ao País seis mil agentes da ditadura cubana.

 
Para contrariar a alegada falta de profissionais da medicina no País, o Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Sul publicou na quarta-feira (5), no jornal Zero Hora, um manifesto em que discorda da alegação do governo. De acordo com o Palácio do Planalto, o Brasil tem carência de pelo menos 50 mil médicos, mas em Porto Alegre existem 8 médicos para cada 100 mil habitantes, o triplo da média registrada na Inglaterra, país que foi usado como exemplo pelo ministro Alexandre Padilha para defender a decisão do governo.

A posição ideológica dos palacianos torna-se ainda mais insustentável quando descobre-se que no Brasil existe dobro do número de médicos preconizado pelo Ministério da Saúde, faltando apenas contratá-los para preencher as vagas do SUS. Se as contratações não correm por falta de interesse dos profissionais, por certo é porque as localidades onde deverão trabalhar não apresentam condições atrativas. 

Ainda na nota publicada no ZH, o Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Sul destaca que no estado faltam pelo menos dez mil brigadianos (policiais militares), mas seria descabido “importar” policiais. Ao final, o Sindicato afirma que a proposta do governo de Dilma Rousseff é demagógica.

O ucho.info, repetindo o que noticiou em primeira mão, afirma que se trata de uma operação meramente ideológica, cujo objetivo é despejar no País milhares de agentes cubanos disfarçados de médicos para catequizar de vez os incautos que ainda acreditam nos discursos utópicos da esquerda verde-loura. 
Não custa lembrar que desde a chegada de Lula ao poder central, em 2003, o PT avança paulatinamente com seu projeto totalitarista de poder, o que transformará o Brasil na versão agigantada da vizinha Venezuela, cujo governo compra quatorze jatos da Embraer ao mesmo tempo em que não sabe como lidar com o desabastecimento de papel higiênico no mercado interno.
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ENQUANTO ISSO NO brasil maravilha DOS FARSANTES... Tesouro sente o baque

A equipe econômica avalia com cautela a perda de atratividade dos papéis emitidos pelo Tesouro Nacional.

Uma fonte graduada explicou ao Correio que a queda no volume de compra e venda desses títulos no chamado mercado secundário, no qual empresas e bancos negociam os ativos entre si, tornou-se uma preocupação a mais para o governo, que precisa financiar com os investidores para cobrir os crescentes rombo no caixa.

Em abril, o total financeiro médio registrado nessas operações encolheu quase R$ 5 bilhões ao dia. Houve recuo nas operações com praticamente todos os papéis ofertados pelo Tesouro, o que mostra um menor apetite dos poupadores para esse tipo de aplicação.

Nas palavras da fonte, quanto menos os investidores ganharem com essas aplicações, maiores serão as cobranças por prêmios mais gordos pagos pelo governo para vender os títulos. Isso se deve ao chamado spread nas operações.

Se o aplicador compra um papel a R$ 100 e o vende por R$ 98, ele provavelmente não aceitará pagar novamente R$ 100 na próxima vez que o Tesouro for ao mercado ofertar aquele título. Vai exigir um extra para cobrir eventuais prejuízos.

Felipe Chad, diretor da corretora DX Investimentos, aconselha aos investidores que comprem os papéis indexados à inflação apenas se o objetivo de retorno for a longo prazo.

O ideal, na visão dele, é não se desfazer dos títulos do Tesouro até o vencimento. "Esses papéis estão pagando inflação mais 3%. É um bom ganho real se considerado o cenário atual. Mas, para obter o resultado, é preciso ficar com os papéis até o fim, não repassá-los no meio do caminho", explicou.

Para ele, se a intenção do investidor for comprar um título do governo por um período curto, de um ano ou dois, é melhor procurar outra opção de investimento para proteger o patrimônio.

O governo já sente as consequências da menor procura por papéis. Em 2012, o prêmio pago pelo Tesouro aos investidores costumava ser de 0,10 ponto percentual acima da remuneração paga pelos contratos de juros futuros.

Neste ano, essa diferença aumentou para 0,15 ponto e há papéis em que o prêmio cehga a 0,20 ponto para evitar um fracasso nos leilões semanais de títulos do Tesouro.

Correio Braziliense