
Levantamento do Congresso em Foco mostra o total de valores gastos para manter a atividade de cada parlamentar, além dos seus salários.
O custo ainda pode aumentar com a incorporação de serviços e cotas difíceis de mensurar
Representar a sociedade, votar o orçamento, fiscalizar o Executivo, buscar dinheiro para bancar obras para seus municípios de origem, fazer oposição ao governo, apoiar o governo, votar e debater projetos de lei.
Para um parlamentar fazer tudo o que se espera, é preciso mais que um voto.
É preciso pelo menos R$ 99 mil por mês para os deputados e R$ 120 mil mensais para os senadores.
O cálculo é do Congresso em Foco, com base em informações da Câmara, do Senado e da ONG Transparência Brasil.
Mesmo os valores máximos podem ser maiores. Para se chegar a essa conta, seria necessário converter em reais alguns benefícios difíceis de mensurar:
por exemplo, a cota de 4 mil a 159 mil correspondências mensais a que os senadores têm direito.
O plano de saúde vitalício e ilimitado pago a eles e as diversas cotas de impressões e materiais de expediente para os deputados.
Acesse :
O País quer saber...












Como mulher (não mais menina, com muito orgulho) não me sinto representada pela senhora “D” que foi almoçar com as “meninas” da sociedade carioca.
Dou valor à verdadeira democracia e às mulheres que lutam com coragem e de rosto limpo, sem esconder as marcas do tempo, para mudar a cara do Brasil.
Não gosto de ditadura (nem de esquerda e, tampouco, de direita)e prezo a liberdade de imprensa e de pensamento. Sou partidária da educação, em detrimento ignorância, e acredito que manter as pessoas na miséria, atreladas ao Estado por conta de alguns caraminguas, não melhora os nossos índices de desenvolvimento humano mas, ao contrário, nos mantém ainda mais subdesenvolvidos.
Não acredito em Dilma, uma candidata literalmente fabricada pelo presidente da República. Acredito em alternância de poder e não quero que nenhum fantoche “segure” o lugar do atual presidente por mais 4 anos, já que ele não conseguiu impor aos brasileiros um terceiro mandato.
Falar em pobreza saboreando salmão é, no mínimo, bem estranho para quem pegou em armas para, supostamente, livrar o país da ditadura militar e impor a ditadura do proletariado.
O Brasil tem que melhorar, pouco importa se com uma mulher (ou menina, como gosta Dilma) ou um homem no poder. Para isso, não basta um retoque na aparência e uma retórica de ilusão. Precisamos de gente com caráter, ética e, sobretudo, com amor ao país e vontade de mudá-lo para melhor e de verdade.