"Um povo livre sabe que é responsável pelos atos do seu governo. A vida pública de uma nação não é um simples espelho do povo. Deve ser o fórum de sua autoeducação política. Um povo que pretenda ser livre não pode jamais permanecer complacente face a erros e falhas. Impõe-se a recíproca autoeducação de governantes e governados. Em meio a todas as mudanças, mantém-se uma constante: a obrigação de criar e conservar uma vida penetrada de liberdade política."

Karl Jaspers

maio 24, 2010

INDUSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO DÉFICIT DE US$ 7,1 bilhões . DESINDUSTRIALIZAÇÃO?


Grupo de economistas desenvolvimentistas da Fundação Getúlio Vargas (FGV) fez uma radiografia completa da influência do câmbio na economia brasileira e chegou a uma conclusão polêmica: a "doença holandesa" está provocando a desindustrialização do País.

A "doença holandesa" ganhou esse nome porque uma alta dos preços do gás na década de 60 aumentou as exportações da Holanda e valorizou o florim (moeda da época). E é isso que o conceito significa: ao exportar muita commodity, o país atrai dólares, o que valoriza a moeda e prejudica outros setores.

Outro resultado surpreendente do estudo aponta que os efeitos do real forte são marginais nas exportações, mas intensos nas importações.

O levantamento dos pesquisadores é composto por sete estudos, somando mais de 263 páginas. Os estudos analisam os impactos da taxa de câmbio na estrutura da indústria, no comércio exterior, no crescimento econômico e nas finanças públicas. Avaliam ainda as relações da moeda brasileira com os preços internacionais das commodities e a eficiência dos mercados futuros de câmbio no País.

A polêmica sobre a desindustrialização voltou ao debate econômico e político por causa do robusto déficit da indústria da transformação este ano, que chegou a US$ 7,1 bilhões no primeiro trimestre.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

maio 23, 2010

VOCÊ MANDA LÁ EMBAIXO, AQUI EM CIMA QUEM MANDA SOU EU, E OUTRAS./CHARGE.

SINDICATO UMA "ATIVIDADE" LUCRATIVA.

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O sindicalismo tradicional, aquele combativo e representativo, ligado aos interesses da classe trabalhadora, ante aos interesses escusos do patrão, no Brasil já era.

Como no Complexo de Édipo, em que o filho se apaixona pela mãe e mata o pai , desde que o ebrioso ascendeu ao poder, vindo justamente das "lutas de classe", trazendo dentro da "mala" para o Governo do Planalto, os nomes do movimento sindical brasileiro, como Paulinho e Medeiros, da Força Sindical e CGT, Vicentinho e Gushken, da CUT, não se sabe mais o que é Governo, e o que é Sindicato .

Tudo virou um grande negócio.


O imposto sindical, um bolo tributário de quase R$ 2 bilhões formado por um dia de trabalho por ano de toda pessoa que tem carteira assinada, alimenta um território sem lei. Os 9.046 sindicatos que dividem esse dinheiro não são fiscalizados.

Resultado:

abrir uma entidade sindical transformou-se em negócio lucrativo no País. Levantamento feito pela reportagem do Estado identificou sindicatos de todos os tipos:

de fachada,

dissidentes por causa de rachas internos

e entidades atuando como empresas de terceirização de mão de obra.

Os dirigentes das centrais admitem que o imposto está por trás da proliferação sindical, o que transforma alguns sindicatos em verdadeiros cartórios. A reportagem constatou ainda que, só neste ano, o Ministério do Trabalho registrou um novo sindicato a cada dia, 126 no total, o que revela uma indústria debaixo da chamada liberdade sindical garantida pela Constituição.

A proliferação acirrou-se a partir de 2008, quando o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu formalizar as centrais - a fatia do bolo que elas recebem é proporcional ao número de entidades filiadas.

.E tudo ficou mais fácil quando Lula decidiu que as centrais não precisam prestar contas do dinheiro que recebem.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

maio 22, 2010

MAIS UMA CONTA DE R$1,2bi PARA OS COFRES PÚBLICOS.

Congresso Nacional: é ruim, mas não muda
Congresso Nacional: é ruim, mas não muda

Em ano eleitoral, o Congresso está ávido para aumentar o pacote de bondades.

Depois de aprovar projeto que reestrutura a carreira de funcionários da Câmara, o Senado prepara-se para votar, na próxima semana, o aumento salarial de seus servidores, numa jogada que tem o potencial de gerar uma despesa combinada aos cofres públicos de R$ 1,2 bilhão no ano que vem.


O reajuste para cerca de 3,5 mil servidores e 1,2 mil ocupantes de cargos de natureza especial (CNEs) que trabalham na Câmara passa a valer a partir de 1° de julho. O aumento foi aprovado durante votação a toque de caixa de uma série de matérias legislativas, aproveitando a análise do projeto Ficha Limpa, que tinha apelo da sociedade.

Apesar de estar sendo guardada a sete chaves, a reestruturação da carreira do Senado traz um reajuste médio de 30%, com um custo de R$ 300 milhões esse ano e R$ 600 milhões a partir do ano que vem.

Segundo fontes ouvidas pelo Correio, há pressão de servidores para que a proposta inclua bonificações nos salários-base.
Esse seria o motivo de ter sido postergada a votação.


Matéria completa...

A REALIDADE DO CARRO ELÉTRICO NO BRASIL.

Palio elétrico
Palio Elétrico é desenvolvido em parceria com a Itaipu Binacional (Foto: Divulgação)

Em poucos anos, o consumidor brasileiro – acostumado com motores movidos a etanol, gasolina e GNV – terá mais uma opção: carros elétricos. A novidade movimenta o mercado. Não apenas o automobilístico, mas também os setores que serão beneficiados por esses novos veículos. Embora eles devam começar a chegar em 2015, um empreendimento de alto luxo em Alphaville, na Grande São Paulo, já tem previsto no projeto uma garagem adaptada para receber modelos elétricos.

A construtora do imóvel, a BKO, afirma que esse diferencial é pioneiro no mercado da construção, o que confirma duas realidades. Primeiro, que o setor energético do país viverá uma autêntica revolução muito em breve. Segundo, que a menos de cinco anos de começar a vender automóveis elétricos, as grandes capitais brasileiras estão atrasadas em relação à infraestrutura para receber a tecnologia.

No Brasil, as montadoras que mais investem em veículos elétricos são Fiat, que desenvolve o Palio elétrico em parceria com a Itaipu Binacional — e a Mitsubishi, cujo modelo i-MiEV já roda em São Paulo para testes.

Matéria completa :
Brasil se prepara para a chegada dos carros elétricos

ENTENDA O "FATOR PREVIDENCIÁRIO".

blogdaaposentadoria.blogspot.com/2010/03/plan/imagem...

O fim do fator previdenciário foi aprovado nesta semana pelo Senado; a mudança na regra para o cálculo da aposentadoria já tinha passado pela Câmara e agora depende de sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para entrar em vigor.

O surgimento da expressão "fator previdenciário" no noticiário deixou muita gente em dúvida. Ele é uma regra que, na maioria dos casos, reduz o valor da aposentadoria de quem para de trabalhar mais cedo e se aposenta por tempo de contribuição.

Com ajuda de um especialista, o G1 mostra como o fator previdenciário muda o valor da aposentadoria em um caso fictício de um homem que se aposenta com 35 anos de contribuição pelo teto permitido. Mostra também o possível impacto nas contas públicas, ou seja, quanto o governo terá de gastar a mais no pagamento de aposentadorias se o fator previdenciário deixar de existir.

Veja:

Fator previdenciário pode reduzir a aposentadoria

MEGALONANICO "CORRENDO ATRÁS" PELO EBRIOSO MEGALOMANÍACO.

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Do UOL Notícias* Em São Paulo
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, conversa neste sábado (22) com os representantes da Alemanha no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), dando continuidade à série de contatos feitos nos últimos dias para explicar a posição do Brasil e da Turquia sobre o acordo assinado em Teerã no início desta semana.

A Alemanha integra o chamado "grupo 5+1", que tem mandato do Conselho de Segurança da ONU para negociar o programa nuclear iraniano. Os demais são os membros permanentes do Conselho (Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido).

Amorim acredita que no máximo até segunda-feira o governo do Irã enviará carta à Agência Nacional de Energia Atômica (Aiea), ratificando o acordo assinado com o Brasil e com a Turquia.
O envio da carta é um dos detalhes que faltam para completar o compromisso iraniano em relação à negociação.

Acesse : Arsenal estimado dos países(Infográfico)

PROFISSÕES : AS DEZ MAIS EM FALTA.

Marceneiro
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Yolanda Fordelone, do Economia & Negócios
Estadão

Se você é carpinteiro ou eletricista já tem um motivo a mais para comemorar. Segundo uma pesquisa da consultoria de recursos humanos Manpower, estas profissões estão entre as de maior falta de profissionais adequados no País (Veja quadro completo abaixo).
Segundo o diretor comercial da Manpower no Brasil, o principal problema não é exatamente o número de candidatos, mas a incompatibilidade de talentos.
"Não há pessoas habilitadas para realizar as tarefas demandadas", diz.
No Brasil, 64% dos quase mil entrevistados apontaram que faltam profissionais adequados para preencherem as vagas disponíveis – o segundo maior índice, somente atrás do Japão, com 76%.
No mundo todo, 31% dos pesquisados disseram ter problemas para contratar por falta de mão-de-obra apropriada, um ponto percentual acima do resultado de 2009.
O levantamento foi feita com 35 mil empresas de 36 países.
No Brasil, foi a primeira vez que o tema foi pesquisado.

148 DIAS PARA "ALIMENTAR" A CARGA TRIBUTÁRIA.

Folha online

Os brasileiros terão de trabalhar até a sexta-feira da próxima semana, dia 28 deste mês, apenas para cumprir suas obrigações tributárias com os fiscos federal, estaduais e municipais.

Serão 148 dias de trabalho no ano, um dia a mais do que os trabalhados em 2009 e o mesmo número de 2008.

O cálculo faz parte do estudo sobre os dias trabalhados para pagar tributos, divulgado ontem pelo IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário). Segundo o estudo, hoje os brasileiros trabalham quase o dobro do que trabalhavam na década de 1970 (76 dias) apenas para os fiscos.

Os brasileiros estão entre os que mais pagam tributos no mundo, perdendo apenas para os suecos (185 dias) e os franceses (149 dias).

Os espanhóis (137), os norte-americanos (102), os argentinos (97), os chilenos (92) e os mexicanos (91) trabalham menos do que os brasileiros.

Com base no estudo, o IBPT diz que 40,54% da renda bruta dos contribuintes estará comprometida neste ano com tributos.

Nesses 148 dias, os três fiscos arrecadarão quase R$ 500 bilhões , ontem, o Impostômetro (painel na capital paulista que registra, em tempo real, a carga tributária no país) já marcava mais de R$ 460 bilhões.

Os 148 dias foram calculados para o rendimento médio mensal. Para a baixa renda (até R$ 3.000), são 141 dias trabalho (de 1º de janeiro até hoje). Para a média renda (R$ 3.000 a R$ 10 mil), são 157 dias, ou seja, até 6 de junho. Para a renda alta (mais de R$ 10 mil), serão 152 dias -até 1º de junho.

O IBPT também calculou quanto os brasileiros comprometeram de sua renda bruta para pagar tributos sobre a renda, o patrimônio e o consumo.

Na média, 40,54% da renda de cada cidadão estará comprometida neste ano com os três níveis de governo. Em 2009, foram 40,15%, e, em 2008, 40,51%.

AFRICANOS NÃO QUEREM VENDA DA VUVUZELA.

Torcedor sul-africano toca a vuvuzela no estádio de Nespruit
Torcedor sul-africano toca a vuvuzela no estádio de Nespruit (Foto: Reuters)
A menos de um mês do início da Copa do Mundo, uma empresa da África do Sul, que se autointitula produtora oficial da vuvuzela, corneta com 1 metro de comprimento usada em estádios de futebol, quer mobilizar o consulado do seu país em São Paulo e autoridades brasileiras para tentar impedir uma rede de lojas a vender o brinquedo.

A vuvuzela, um dos símbolos do futebol sul-africano, ganhou visibilidade no Brasil e no mundo após a transmissão pela TV da Copa das Confederações disputada no país africano em junho de 2009. Naquela ocasião, a seleção do técnico Dunga foi campeã em meio ao barulho das cornetas.

Em novembro daquele mesmo ano, a brasileira Ri Happy Brinquedos Ltda entrou com um pedido no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) para registrar a palavra vuvuzela como marca de uma corneta de 60 centímetros que será lançada aqui durante o Mundial.

“Eu quero a garantia de usar o nome vuvuzela no Brasil e outro não me impedir de usar. Tivemos uma experiência desagradável no passado. Acho que usamos o nome de uma marca: minigames. Era um brinde e foi preciso retirar. As vuvuzelas serão agora brindes”, explicou ao G1 o pediatra Ricardo Sayon, que largou a medicina para se tornar sócio fundador da Ri Happy, em 1988, com o administrador Roberto Saba.

Empresário africano quer impedir o Brasil de chamar corneta de Vuvuzela...