"Um povo livre sabe que é responsável pelos atos do seu governo. A vida pública de uma nação não é um simples espelho do povo. Deve ser o fórum de sua autoeducação política. Um povo que pretenda ser livre não pode jamais permanecer complacente face a erros e falhas. Impõe-se a recíproca autoeducação de governantes e governados. Em meio a todas as mudanças, mantém-se uma constante: a obrigação de criar e conservar uma vida penetrada de liberdade política."

Karl Jaspers

março 21, 2013

GERENTONA FALSÁRIA 1,99 "FAZENU U DIABU" COM SEUS "EX-FAXINADOS" E O : Riscos regulatórios

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Com o butim dos ministérios terminando de ser repartido entre "ex-faxinados", as agências reguladoras tornaram-se o brinquedinho da vez dos partidos aliados ao governo petista. Transacionam-se cargos à luz do dia, numa afronta ao espírito que regeu a criação destes órgãos. 
Pior que isso, suas decisões, que deveriam ser técnicas, estão sendo usadas como armas de retaliação em massa.

O PT nunca engoliu o modelo de regulação implantado no país na gestão Fernando Henrique. Desde o início, a criação de órgãos independentes que deveriam zelar pelo bom cumprimento dos contratos de prestação dos serviços, protegendo o consumidor e, ao mesmo tempo, assegurando ambiente estável para os investimentos privados, foi bombardeada pelos petistas.

Uma vez no poder, o PT elegeu as agências como um de seus alvos prediletos e pôs-se a, diuturnamente, trabalhar para dinamitá-las. 
Poucas iniciativas foram tão bem sucedidas: 
hoje resta muito pouco da filosofia que orientou a mudança dos marcos regulatórios no país na década de 1990. 
Criadas para serem órgãos de Estado, cada vez mais as agências atuam como meros apêndices do governo de turno.

Neste ambiente depauperado, é com naturalidade que o PT e seus aliados discutem abertamente a partilha dos cargos em agências para compor sua, digamos, cota de governabilidade. O filão é promissor: estão em aberto ou ficarão livres até dezembro 24 vagas nas diretorias das agências. 
A boca do pessoal até enche de água.

Como as dez agências dispõem, ao todo, de 46 cargos, significa dizer que mais da metade do butim está em disputa. Nele, há vistosas seis diretorias-gerais: 
as da Aneel (energia elétrica), 
da Anatel (telecomunicações), 
da Anac (aviação civil), 
da ANTT (transportes terrestres), 
da Antaq (transportes aquaviários) 
e da Ancine (cinema e audiovisual).

Além desta renhida disputa por cargos, as agências padecem, no momento, de uma espécie de crise de identidade. O governo anunciou recentemente que irá reestruturá-las, impondo-lhes metas, e, em contrapartida, liberará mais recursos orçamentários. 
Elas também devem perder para os ministérios o poder de concessão dos serviços, solapando um dos últimos pilares do modelo original.

Assim, a gestão Dilma Rousseff subverte a lógica que norteia as agências e buscava garantir-lhes autonomia financeira. Hoje, os órgãos reguladores deveriam obter receitas decorrentes de taxas pagas pelos consumidores, mas que acabam sequestradas pelo Tesouro. 
Sem a verba, executam mal a fiscalização das empresas concessionárias e não agem a contento para evitar a visível piora na qualidade dos serviços prestados.

Veja-se o que acontece no setor elétrico. Em 2012, pelo terceiro ano consecutivo, subiu o tempo total em que os consumidores brasileiros ficaram sem luz: 
foram 18,65 horas, quando o máximo estipulado era de menos de 16 horas. 
Isso rende alguma multa às concessionárias, mas nada que compense minimamente o desconforto de tanta escuridão.

Um último aspecto a considerar é a forma com que as decisões têm sido tomadas pelas agências. Suspeita-se que os parâmetros técnicos estejam dando lugar a formas nada sutis de retaliação. A vítima da vez é, sem nenhuma surpresa, a Cemig - que cometeu o pecado de não aceitar integralmente as condições de renovação de contratos impostas pelo governo federal no ano passado.

Ontem, veio a público decisão da Aneel que resulta numa queda acentuada nas perspectivas financeiras da companhia mineira, a partir da revisão do valor de sua base de ativos. Só nesta quarta-feira, a Cemig viu evaporar R$ 3 bilhões em valor de mercado. 
Tudo conflui para tornar ainda mais incertos os investimentos da companhia na expansão dos serviços que presta, prejudicando o consumidor.

Transformadas em meras moedas de troca, loteadas entre apadrinhados pouco interessados em exercer o bom papel de reguladores equilibrados e usadas como instrumento político, as agências tendem a definhar e a perder toda sua razão de ser.
 Quando isso acontecer, o PT poderá se orgulhar de ter levado a cabo, com amplo sucesso, seu plano de acabar com os órgãos de regulação no país. 
Quem vai ganhar com isso? 
Os consumidores é que não vão.

Fonte: Instituto Teotônio Vilela
Riscos regulatórios

brasil DOS FARSANTES E FALSÁRIA 1,99 : Brasileiros cada vez mais endividados


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Incentivo à compra e inflação alta deixam o orçamento familiar no vermelho. Em março, 61,2% dos consumidores disseram ter algum tipo de dívida. Há um ano, esse índice era de 57,8%.

Os pobres são os que mais devem

As dívidas ocupam espaço cada vez maior no orçamento das famílias brasileiras e quitá-las está mais difícil, pois a inflação corrói os ganhos salariais conquistados no passado. Indicadores divulgados ontem confirmam essa tendência e acendem um sinal de alerta para o principal motor da economia do país:
o consumo.

É o quarto mês seguido que o índice de endividamento das famílias ficou acima de 60%, conforme dados da Confederação Nacional do Comércio (CNC).

Em março, 61,2%, das 18 mil famílias ouvidas em todas as capitais do país, informaram ter algum tipo de dívida — número menor que os 61,5% de fevereiro, mas bem acima dos 57,8% computados há 12 meses.

Desse total, 19,5% possuem alguma conta atrasada, abaixo dos 22,1% de fevereiro. Enquanto isso, a inadimplência no comércio está em alta. Subiu 6,65%, em fevereiro, na comparação com o mesmo período de 2012, segundo a Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL).

O início do ano é um período em que as dívidas são tradicionalmente maiores, mas as políticas de estímulo ao consumo do governo contribuíram para o comprometimento da renda familiar.

“Se olharmos para a trajetória do endividamento, houve uma pequena queda entre fevereiro e março, mas ainda não foi suficiente para voltar ao nível de 2012”, explicou a economista Marianne Hanson, responsável pelo estudo mensal da CNC.

A pesquisa revela que as famílias pobres são as que mais devem, entretanto, as ricas contraíram mais débitos no período, principalmente comprando carro. O cartão de crédito é o líder das dívidas das famílias brasileiras (76,3%), seguido por carnês (20,2%) e por financiamento de automóveis (14%), que superou o item crédito pessoal pela primeira vez (ver quadro ao lado).
 

Hanson reconheceu que a inflação próxima ao teto da meta (6,5%) — mais que o triplo do considerado razoável pelas economias desenvolvidas, como os Estados Unidos, cuja meta é de 2% — é um dos motivos para esse aumento da inadimplência em março.

O presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, também admitiu que o aumento dos preços ajudou a elevar a inadimplência em fevereiro, e, por isso, o resultado era esperado. “As famílias brasileiras foram estimuladas a consumir. Só que o orçamento foi corroído pela inflação”, explicou.

Foi o que aconteceu com a cabeleireira Ludmilla Guimarães, 35 anos.
Ela resolveu reformar o seu salão de beleza em outubro passado, mas não se organizou financeiramente para as compras. A fatura do cartão de crédito, de R$ 5,6 mil, precisou ser parcelada em seis vezes.

“Foi pior. Minha dívida passou para quase R$ 7 mil por causa dos juros”, contou.

Modelo esgotado

Na avaliação do consultor Roberto Luis Troster, o endividamento das famílias permanecerá elevado porque o brasileiro continua sendo estimulado a comprar. A taxa de emprego elevada dá segurança para consumir, assim como o aumento da renda. “Isso é bom para a economia.

Mas o modelo econômico escolhido pela presidente Dilma (Rousseff), baseado apenas no consumo, vem dando sinais de esgotamento”, alertou.

Para ele, o indicador das famílias com contas atrasadas (19,5%) é “preocupante, apesar do recuo frente ao mês anterior, porque está acima da média internacional, que gira em torno de 3%”, disse.

“Não à toa, o crédito continua diminuindo no mercado. Para os empréstimos pequenos, de até R$ 5 mil, à pessoa física ou jurídica, a oferta já caiu pela metade”, revelou.

Troster acredita que, neste ano, o consumo terá uma influência no desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) menor do que a de 2012, quando a economia brasileira avançou apenas 0,9%. A mesma opinião é compartilhada por Marianne, da CNC, pois ela prevê uma desaceleração na expansão do setor.

“O ritmo de crescimento do comércio vem diminuindo desde 2011. Nossa previsão para 2013 é de uma alta de 6% a 6,5%, abaixo dos 8,4% de 2012”, explicou.

Para Otto Nogami, professor de economia do Insper, “o cenário ainda é nebuloso em relação à recuperação da economia. Há muitas incertezas e o governo tem mais falado do que agido”, disse ele em referência aos pacotes de investimentos que ainda não decolaram.

“Entramos numa espiral recessiva. O aumento do endividamento eleva a inadimplência, que acaba repercutindo na queda do consumo. Isso gera menos produção, menos uso de matéria-prima, menos emprego, menos renda, e, de novo, aumento do endividamento e assim por diante”, explicou.

Nogami prevê um avanço de 2,8% no PIB deste ano, abaixo dos 3% previstos pela CNC.

“O governo já deveria saber que as soluções não podem ser apenas pontuais. Elas precisam estar em um processo mais amplo, de médio e de longo prazos, que permita a recuperação da economia e promova um processo de crescimento sustentável”, disse o professor do Insper.


ROSANA HESSEL » ANA CAROLINA DINARDO Correio Braziliense 

março 20, 2013

brasil dos FARSANTES E FALSÁRIA 1,99 : Farra de Dilma em Roma abafa os resultados mentirosos da pesquisa que coloca a presidente no céu

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Muita atenção – Antes que a gastança de Dilma Rousseff em Roma anestesie a opinião pública, que está a um passo de esquecer os dados da última pesquisa Ibope, cabe-nos a obrigação de lembrar que a estatística é tida como ciência, mas considera como morno o sujeito que está com a cabeça no forno ardente e os pés descalços em um iglu. 
A pessoa está literalmente morta, mas a estatística não leva isso em consideração, pois toda pesquisa tem um objetivo específico. E quando encomendada, o resultado é como roupa de alfaiate.

A pesquisa CNI/Ibope aponta que 63% dos entrevistados consideram o governo de Dilma Rousseff “ótimo” ou “bom”, enquanto que 79% dos consultados aprovam a forma de governar da presidente. O que mostra que o brasileiro não entende de política e se deixa levar por qualquer anúncio oficial mais elaborado ou um discurso ufanista.

Em um país minimamente sério, o que não é o caso do Brasil, tais resultados deveria ser comemorados exaustivamente pelo governante, mas isso não acontece porque todos sabem que essa farsa serve apenas para manter a onda positiva e permitir que Dilma continue sonhando com a reeleição, que não deve ser descartada.

Para que os brasileiros de bem e que estão acostumados a pensar, a pesquisa Ibope contratada pela Confederação Nacional da Indústria ouviu 2002 pessoas em 143 municípios, logo depois do anúncio da desoneração da cesta básica. A Rede Globo, que adula o governo e depende do Ibope, anunciou que foram ouvidas pessoas em todo o Brasil. 
Pois bem, o Brasil real, que não é o mesmo da emissora da família Marinho, tem 5.564 municípios e quase 200 milhões de habitantes. 
Ou seja, essa pesquisa que coloca Dilma Rousseff nas alturas é um monumento à mentira. 

Link para esta matéria: http://ucho.info/?p=67038

O freguês quer ficar bem no retrato? Dirija-se ao Feirão da Bandidagem


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A gerência do Brasil Maravilha autoriza, estimula e, se preciso, até subsidia a compra e venda de produtos cuja comercialização, em países sérios, dá cadeia. Nas bancas do Feirão da Bandidagem, por exemplo, estão à disposição da freguesia:

deputados federais ou estaduais
jogos de futebol
vereadores
licitações de obras públicas
senadores
guardas da esquina
prefeitos
sindicalistas
dirigentes estudantis
governadores de Estado
partidos políticos
carteiras de habilitação
policiais rodoviários
alvarás
delegados de polícia
habeas corpus
policiais militares
eleições proporcionais
eleições majoritárias
exames vestibulares
concursos públicos
fiscais do município, do Estado ou da União
jornalistas
jornais
blogueiros
juízes de Direito
juízes de futebol
promotores
lugar nas filas
estacionamento irregular
perdão de multas
bilhetes premiados
liberação de construções ilegais
inspeções veiculares
loterias
cargos comissionados
noticiários de rádio
telejornais
programas de entretenimento
transplantes de órgãos
diplomas de doutor honoris causa
cursos de doutorado
questões do Enem
ministros de Estado
audiências com autoridades
pareceres de agências reguladoras
desfiles de escolas de samba
medidas provisórias
licenças ambientais
ex-presidentes da República
concursos de miss
pesquisas eleitorais

e, naturalmente, pesquisas de popularidade.

Direto ao Ponto
O freguês quer ficar bem no retrato?
Dirija-se ao Feirão da Bandidagem

Mulher de Renan lucra 72% em 4 meses


Novo documento obtido pelo Estado revela que a Tarumã Empreendimentos Imobiliários Ltda., a "empresa relâmpago" do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), distribuiu R$ 200 mil de lucro para Maria Verônica Calheiros, mulher do senador, apenas quatro meses após a artista plástica injetar R$ 290 mil em seu capital. 

Um lucro de 72% - na época, a taxa básica de juros era de 12,5% ao ano.

Sem nenhuma operação registrada, a Tarumã encerrou suas atividades em 16 de novembro de 2011, nove meses após ser registrada na Junta Comercial do Distrito Federal. Com o fim da Tarumã, Verônica recebeu R$ 498.284 em lucro e na restituição do investimento. Dois filhos do casal, Rodolfo e Rodrigo, também sócios na empresa, receberam R$ 833 cada.

Considerado alto por especialistas em lavagem de dinheiro, o lucro líquido obtido em tão pouco tempo coloca sob suspeita as operações financeiras e contábeis da empresa - que, em menos de um ano, movimentou ao menos R$ 500 mil. Aberta depois das eleições de 2010, a Tarumã teria funcionado em uma sala no Lago Sul de Brasília.

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, está desde a semana passada mergulhado na análise das atividades da empresa. Às vésperas da eleição para o Senado, Gurgel denunciou Renan Calheiros ao Supremo Tribunal Federal (STF) por peculato, falsidade ideológica e uso de documentos falsos.

O inquérito está, atualmente, no gabinete do ministro Ricardo Lewandowski. Renan, que prega a transparência desde que assumiu a Casa pela segunda vez, se nega a esclarecer as atividades da Tarumã, alegando sempre se tratar de atividade privada.

Nada registrado. O contrato social da empresa registrado na Junta Comercial do Distrito Federal prevê a exploração de empreendimentos imobiliários, como locação, compra e venda de imóveis próprios e participações societárias. No entanto, não foram localizados imóveis ou corretores registrados em nome da empresa ou de nenhum de seus sócios.

Como revelou o Estado, a empresa foi registrada em 22 de fevereiro de 2011 em nome do senador e de seus dois filhos. Cinco meses após a constituição, Renan deixou a sociedade e deu lugar à esposa, que turbinou o capital da empresa de R$ 10 mil para R$ 300 mil.

Sem renda fixa e casada em comunhão parcial de bens, Verônica Calheiros integralizou em "moeda corrente" o valor de R$ 290 mil no capital da empresa em 21 de julho de 2011. Quatro meses mais tarde, a Tarumã encerrou suas atividades. A extinção foi registrada na Junta Comercial do Distrito Federal em 16 de novembro de 2011.

A última declaração de bens pública apresentada pelo senador informa que ele tem um patrimônio de R$ 2,1 milhões. Na declaração ele menciona um apartamento em Maceió, uma casa em Barra de São Miguel e R$ 3 mil em contas bancárias.

A operação foi assistida por Bruno Mendes, advogado e assessor comissionado de Renan no Senado. Mendes tornou-se figura conhecida em 2007, depois de aparecer associado ao escândalo de empreiteiras que, a pedido do parlamentar, bancavam despesas da jornalista Mônica Veloso, com quem Renan tem uma filha. Bruno se negou a esclarecer as atividades da Tarumã.

Evolução de renda. Nas investigações feitas pelo Conselho de Ética do Senado, laudos da Polícia Federal e dados da Receita Federal atestavam a incapacidade financeira do senador e de seus familiares diante da evolução patrimonial registrada nas declarações de imposto de renda. 
Os sinais, segundos os investigadores, eram de patrimônio descoberto. As contas sugeriam que, com os recursos que alegava possuir, o senador não teria como pagar despesas pessoais e mais os valores repassados à jornalista Mônica Veloso.

Em nota divulgada no dia 12 de março, após a publicação da reportagem pelo Estado, o presidente do Senado informou que "todos os aspectos fiscais e empresarias dos contribuintes Renan, sua esposa e seus filhos estão devidamente registrados perante os órgãos oficiais de controle." 
Sobre a denúncia do procurador-geral da República, o presidente do Senado afirma ser o maior interessado no "desenlace" da questão.


ALANA RIZZO / BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo

Brasil registra saída de quase US$ 1 bilhão na parcial de março, diz BC


A saída de dólares do Brasil superou o ingresso de divisas no valor de US$ 622 milhões na última semana, informou o Banco Central nesta quarta-feira (20). Já na parcial de março, até a última sexta-feira (15), houve saída de US$ 990 milhões do Brasil.

Se o fluxo negativo de dólares for confirmado para março fechado, este será o quarto mês consecutivo de retirada de dólares do país.

Em dezembro do ano passado, US$ 6,75 bilhões saíram do país. Em janeiro e fevereiro de 2013, respectivamente, outros US$ 2,38 bilhões e US$ 105 milhões deixaram a economia brasileira.

Os números revelam que o ano de 2013 começou bem diferente do ano passado. No primeiro mês de 2012, o BC contabilizou a entrada de US$ 7,28 bilhões no país. Em fevereiro e março do ano passado, US$ 5,7 bilhões e US$ 5,74 bilhões ingressaram no Brasil, respectivamente.

Acumulado do ano e impacto na cotação do dólar
Na parcial de 2013, até a última sexta-feira (15), ainda segundo números oficiais, US$ 3,48 bilhões deixaram o Brasil. 

Em igual período do ano passado, houve ingresso de US$ 18,65 bilhões no país.

A saída de recursos no país registrada neste ano, segundo analistas, teoricamente favoreceria a alta do dólar. Isso porque, com menos dólares no mercado, seu preço tenderia a ficar maior. No fim de 2012, a cotação estava em R$ 2,04. 
Já nesta quarta-feira, por volta das 12h40, estava cotado a R$ 1,98.

A explicação é que, mesmo em um regime classificado de "câmbio flutuante", o governo atua no mercado, influenciando o preço da moeda norte-americana. Até o fim do ano passado, o governo sinalizava que buscaria um dólar um pouco acima de R$ 2, para gerar competitividade para as empresas brasileiras, mas não acima de R$ 2,10 – o que poderia pressionar mais a inflação.

Inflação
Para analistas, a queda do dólar no começo de 2013 é um sinal de que preocupações com a inflação começam a superar a promessa do governo de estimular as exportações. 

Em novembro, falando a uma plateia de empresários, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, havia afirmado que "o dólar acima de R$ 2 veio para ficar".

Em janeiro, entretanto, o Banco Central decidiu rolar contratos de "swap cambial" tradicionais. A rolagem foi interpretada como um sinal verde para a queda da moeda norte-americana porque estes contratos de swap tradicional, operação que equivale à venda de dólares no mercado futuro, foram oferecidos no momento em que o dólar já recuava ante o real. 

Mais recentemente, o BC atuou com "swaps reversos", impedindo que a moeda recuasse abaixo de R$ 1,95.

Para controlar o preço do dólar o governo tem uma série de instrumentos. Além das compras e vendas de dólares no mercado à vista, o BC também pode operar no mercado futuro (por meio das operações de "swap" cambial tradicionais e reversas). 

O Ministério da Fazenda, por sua vez, pode utilizar as alíquotas do IOF para tentar controlar o ingresso de moedas no país.

brasil maravilha da GERENTONA 1,99 : Criação de empregos formais é a menor para fevereiro desde 2009

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No mês de fevereiro deste ano, foram criados no Brasil 123.446 empregos com carteira assinada, segundo informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgadas nesta quarta-feira (20) pelo Ministério do Trabalho.

Isso representa uma queda de 18% na comparação com fevereiro de 2012, quando foram abertas 150.600 vagas formais de trabalho. É também o pior resultado, para meses de fevereiro, desde 2009, quando foram abertas 9.179 vagas com carteira assinada.

O número de empregos formais criados em fevereiro deste ano ficou distante do recorde para o período, registrado no segundo mês de 2011 – quando foram abertas 280.799 vagas formais. Os números mensais não foram ajustados para incluir empregos declarados fora do prazo formal.

Apesar de o resultado ser o pior para meses de fevereiro desde 2009, houve melhora frente a janeiro - quando foram abertas 28,9 mil vagas formais. Segundo o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, essa expansão pode indicar uma reação do mercado de trabalho, acenando para um cenário positivo no ano. "Mas ainda é cedo para fazermos especulações", declarou.

Acumulado do ano

No acumulado dos dois primeiros meses deste ano, ainda segundo dados oficiais, foram geradas 170,6 mil vagas com carteira assinada, o que representa uma queda de 42% frente ao mesmo período do ano passado (293,9 mil empregos formais criados).

Este é o pior resultado para o período desde 2009, quando foram fechados 84,14 mil empregos com carteira assinada.

Os números de criação de empregos formais do acumulado deste ano, e de igual período de 2012, foram ajustados para incorporar as informações enviadas pelas empresas fora do prazo (até o mês de janeiro). Os dados de fevereiro ainda são considerados sem ajuste.

Crise financeira e medidas de estímulo
A fraca criação de empregos formais acontece em um momento no qual a economia doméstica ainda se ressente do baixo nível de atividade - decorrente, entre outros fatores, da crise financeira internacional e da baixa taxa de investimentos registrada no ano passado.

Para recuperar o crescimento, a equipe econômica do governo anunciou, em 2012, uma série de medidas, como a redução do IPI para a linha branca (geladeiras, fogões e máquinas de lavar) e para os automóveis.

Além disso, também reduziu o IOF para empréstimos tomados pelas pessoas físicas, deu prosseguimento às desonerações da folha de pagamentos, liberou cerca de R$ 100 bilhões em depósitos compulsórios para os bancos e reduziu a taxa básica de juros. Atualmente, os juros estão em 7,25% ao ano – os menores da história.

Apesar disso, a economia avançou somente 0,9% em 2012, segundo números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o pior resultado desde 2009, quando houve retração de 0,3% no PIB. Neste ano, o governo anunciou a desoneração da energia elétrica para consumidores residenciais e industriais e a retirada de tributos sobre a cesta básica.

Alexandro Martello Do G1

Popularidade para quê?

 
Ser popular é bom e todo governo gosta. A questão que se coloca é: a que serve esta popularidade? Com índices recordes, a presidente Dilma Rousseff pode até achar que não tem com o que se preocupar, mas naquilo que realmente interessa à vida das pessoas, sua gestão mais desagrada do que agrada.  

Na pesquisa CNI/Ibope divulgada ontem, de nove áreas de atuação, em quatro a população mostra-se mais insatisfeita do que satisfeita com as iniciativas do governo. 

São elas:
 segurança pública, 
saúde, 
impostos e taxa de juros.

Em três, a aprovação ao governo da presidente é majoritária (combate à fome e à pobreza, combate ao desemprego e meio ambiente) e em duas há empate técnico (combate à inflação e educação).

Na lista de temas que a CNI afere, há alguns que são de percepção mais etérea por parte do eleitor. Meio ambiente, combate à fome e taxa de juros nem sempre surgem como algo diretamente identificado à vida das pessoas, embora o sejam. Pode-se dizer que seus resultados numa pesquisa são menos fidedignos ao espírito popular.

Mas, em contrapartida, se há temas sobre os quais qualquer cidadão tem sua própria visão e sobre ela reflete constantemente, certamente são segurança e saúde. E nestes quesitos o governo da presidente continua muito mal avaliado pela população.

Segundo a CNI/Ibope, 66% dos entrevistados desaprovam a atuação do governo petista na segurança pública, num patamar que apenas oscilou em relação aos 68% de dezembro. Na outra ponta, 32% a aprovam - eram 30% no fim do ano passado. Ou seja, para cada um que aprova o governo neste quesito mais de dois desaprovam.

Há razões muito objetivas para tanto. 
O Brasil continua tendo uma das mais altas e renitentes taxas de homicídios do mundo - de 20,4 por 100 mil habitantes. Em 2010, morreram aqui 39 mil pessoas vítimas de armas de fogo, mais que o registrado em quaisquer conflitos armados ao redor do mundo, como mostrou O Globo recentemente.

Na saúde, dá-se algo parecido: a desaprovação é de 67% e a aprovação, de 32%. Novamente, para cada um que aprova mais de dois desaprovam a gestão Dilma. Neste quesito, porém, o governo colheu melhora: em dezembro, a relação era de praticamente um para três, ou seja, 25% aprovavam e 74% desaprovavam.

Note-se que a pesquisa foi a campo entre 8 e 11 de março, período em que o governo já desenvolvia intensa campanha na TV promovendo a distribuição gratuita de medicamentos. Ou seja, é possível que o marketing oficial tenha cooperado para que, no quesito saúde, a situação não piorasse.

É, aliás, a incessante propaganda oficial que ajuda a sustentar os altos índices gerais de Dilma. O governo vem de uma temporada de anúncios de medidas populares, como a redução das tarifas de energia e dos impostos da cesta básica - este, diga-se de passagem, coincide exatamente com o período de realização da pesquisa pelo Ibope.

Os resultados divulgados ontem pela CNI deveriam ser menos motivo de comemoração por parte do governo, e mais de preocupação quanto a aspectos da vida das pessoas que precisam ser melhorados. É claro que à fanfarra oficial, em ritmo de campanha eleitoral 24 horas, interessa mesmo é trombetear a aprovação da presidente. 
Mas, aos brasileiros, o que importa é que os problemas que, recorrentemente, vêm sendo apontados sejam vencidos.

Fonte: Instituto Teotônio Vilela
Popularidade para quê?

março 19, 2013

A "COALIZAÇÃO" VELHACA DE UM BRASIL ASSENHOREADO.

A presidente escolheu momento apropriado, em todos os sentidos, para explicar o que seu governo entende por política de coalizão partidária.

Na posse de novos ministros, semana passada, disse Dilma, em resumo, que é impossível governar um país como o Brasil sem a aliança de forças políticas, necessária para aprovar o que for necessário no Congresso, dar sustentação política ao Planalto em todas as circunstâncias.

Dilma não está formalmente errada, e chega a ser óbvio este entendimento. Os tucanos de Fernando Henrique Cardoso se aproximaram da chamada direita (PFL) - antes do PT e legendas ditas de esquerda -, a fim de viabilizar as reformas para dar sustentação ao Plano Real.

Foi imprescindível, também, como tem sido desde o fim da ditadura, o apoio do PMDB, especialista em estar no condomínio do poder, mas sem pagar o ônus de governar.

O enviesamento do que o governo Dilma entende por coalizão fica exposto quando se considera quem ela deu posse:
os novos ministros da Agricultura, Antônio Andrade (PMDB);
do Trabalho, Manoel Dias (PDT),
e da Secretaria de Aviação Civil, Moreira Franco (PMDB).

Andrade assumiu o posto por ser de Minas, colégio eleitoral em que o Planalto quer colocar um cunha, devido ao adversário em 2014 Aécio Neves, e um outro, em potencial, Eduardo Campos.

A ascensão de Manoel Dias significa, na prática, a reabilitação de Carlos Lupi, afastado do ministério por evidentes "malfeitos".

E Moreira Franco, resgatado da inexpressiva pasta de Assuntos Estratégicos a pedido do PMDB do vice-presidente Michel Temer. Não há, está claro, qualquer preocupação com o aperfeiçoamento da administração pública. Nem com a ética. O que move as alterações ministeriais é apenas a preocupação eleitoral.

Também evidente na criação de mais um ministério, o da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, o 39º do governo Dilma, nível de recorde mundial. Tancredo Neves herdaria um Brasil marcado por duas décadas de regime de força, e estava à frente de ampla coligação, incluindo a parte dissidente do governo militar. Precisava de um ministério robusto para acolher aliados.

Pois projetou 21 pastas, 18 a menos que Dilma.

O desvario é tamanho que o empresário Jorge Gerdau, chamado por Dilma para coordenar um grupo estratégico a fim de melhorar a qualidade da gestão do Executivo, tachou a proliferação de ministérios, em entrevista à "Folha de S.Paulo", de "burrice", "loucura" e "irresponsabilidade". A esperança dele é que se tenha chegado a um limite, depois do qual viria um "saneamento".

Não se deve apostar. Afinal, quando coalizão partidária se baseia apenas em projeto de eternização no poder, e não de governo, todos os meios passam a ser justificáveis. Foi assim no mensalão. Se for preciso criar 40 ministérios, mesmo que a presidente não possa despachar com a frequência desejada com cada ministro, que assim seja.
O mau entendimento de 'coalizão partidária' 
O Globo

E NO DE(s)CÊNIO DOS FARSANTES E FALSÁRIA QUEBRA 1,99 : De volta ao passado

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"Aqueles que não conseguem se lembrar do passado estão condenados a repeti-lo." (George Santayana)
Acelerei a minha máquina do tempo DeLorean e regressei aos anos 80. Às vezes, precisamos mergulhar no passado para prever o futuro.

Um senhor bigodudo era o presidente. Vi na televisão o anúncio de um novo plano econômico, chamado "Cruzado". Entre as principais medidas, estava o congelamento de preços e da taxa de câmbio. Maria da Conceição Tavares, assessora do Ministério do Planejamento, chorou de emoção diante das câmeras da TV Globo. Literalmente.

A euforia era contagiante. 
Muitos pensavam que um novo Brasil estava sendo construído, mais justo e mais próspero. Mas a realidade... Essa ingrata não permite que as leis econômicas se submetam aos caprichos políticos. O congelamento de preços levou à escassez, e nas prateleiras começaram a faltar produtos. 
O que fazer?

Claro que a culpa só podia ser da ganância dos empresários, esses insensíveis que só querem lucrar. Mas o homem do bigode tinha a solução: caçar bois no pasto! Afinal de contas, não podemos deixar faltar carne no açougue. 
Há estabelecimentos desrespeitando o preço tabelado? 
 Simples: 
fiscais do governo para controlar esses perversos!

Alguns economistas coçavam a cabeça, perplexos. 
Eles sabiam que nada daquilo funcionaria. 
Não se ignora as leis econômicas impunemente. 
Não eram os "desenvolvimentistas" da Unicamp, os mercantilistas ou os adeptos da "teoria da dependência". Esses tinham receitas parecidas, pensando que o governo é uma espécie de sábio clarividente que pode simplesmente decretar o progresso da nação.

Mas o importante é constatar que havia lucidez em meio a tanta euforia irracional. Infelizmente, tal como Cassandra, seus alertas eram ignorados. A turma estava empolgada demais com o futuro prometido, com a sensação de esperança. 
Apontar que o rei está nu é estragar a festa de muita gente míope e embriagada.

Após essa experiência nostálgica, retornei ao presente. Liguei a TV e vi que o bigodudo ainda estava lá, com tanto ou mais poder concentrado nele. Vi também que aquela mesma economista com sotaque de Portugal era extremamente respeitada e vista como uma mentora pela própria presidente. 
"Memória curta dessa gente", pensei.

Depois notei que nossa taxa de câmbio praticamente não oscila mais, e que a inflação fica acima da meta o tempo todo, mesmo com crescimento pífio da economia. Mas o Banco Central nada faz, preferindo manter a taxa de juros reduzida, claramente por razões eleitoreiras.

Em seguida, vi o ministro Guido Mantega avisando que iria fiscalizar se as desonerações fiscais eram mesmo repassadas para o preço final. Déjà Vu! Tive calafrios na espinha. Quer dizer que o próprio governo faz de tudo para despertar o dragão inflacionário, estimulando o crédito público, criando barreiras protecionistas, aumentando gastos, reduzindo artificialmente os juros, e depois pensa que vai segurar a inflação com fiscalização?

Qual será o próximo passo? 
Recriar a Sunab? 
Fazer uma campanha difamatória contra os empresários?
 Criar os "fiscais da Dilma", usando senhoras com tabelas nos mercados? Manipular os índices oficiais de inflação? 
É uma visão assustadora, um flashback de um filme de quinta categoria que já conhecemos e sabemos como termina.

Quem não tem idade suficiente ou não tem boa memória, basta olhar para o lado e ver o presente da Argentina. O novo Papa pode ser argentino, mas sem dúvida Deus não o é, caso contrário não permitira que o casal K ficasse tanto tempo no poder causando esse estrago todo.

Mas, pelo andar da carruagem, não poderemos zombar dos "hermanos" por muito mais tempo. O governo petista tem feito de tudo para alcançar as trapalhadas deles. E não adianta culpar fatores exógenos, pois dessa vez não vai colar. O Peru, a Colômbia e o Chile, com modelos diferentes e mais liberais, crescem muito mais com bem menos inflação. 
Nossos males são "made in Brazil", fruto da incompetência da equipe econômica e da própria presidente.

Finalmente, liguei o rádio e ouvi um ex-ministro tucano endossando a ideia de que era, sim, preciso fiscalizar os donos dos estabelecimentos, para não permitir aumentos de preços. Depois vi que o PSDB fazia uma campanha não pela privatização, mas pela "reestatização" da Petrobras, quase destruída pelo PT.

Quando lembrei que essa é a nossa "oposição" a este modelo terrível que está aí, peguei minha DeLorean e ajustei a data para 2030, na esperança de que lá teremos opções realmente liberais contra essa hegemonia de esquerda predominante no Brasil atual.

Rodrigo Constantino