O governador de São Paulo, José Serra, durante cerimônia em Brasília em outubro deste ano. Ao fundo, o vice-presidente da República, José Alencar, e o presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)"A civilização moderna tem reduzido o número dos tolos, mas aumentado proporcionalmente o dos velhacos." (Marquês de Maricá) "Em política os remédios brandos agravam freqüentes vezes os males e os tornam incuráveis". (Marquês de Maricá) "A punição que os homens de bem sofrem quando se recusam a tomar parte é viver sob o governo dos maus" - Platão

Karl Jaspers
fevereiro 18, 2010
UMA FOTO QUE DIZ TUDO !
O governador de São Paulo, José Serra, durante cerimônia em Brasília em outubro deste ano. Ao fundo, o vice-presidente da República, José Alencar, e o presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)fevereiro 17, 2010
As razões ainda não estão muito claras.

Regina Alvarez, O Globo, 17/02/10
As razões ainda não estão muito claras.
Não se sabe se é a popularidade alta do presidente Lula, que deixou o governo cheio de si; ou a proximidade das eleições, que imprimiu um sentido de urgência à equipe econômica.
O fato é que nos últimos meses o Congresso foi testemunha e vítima de um conjunto de iniciativas do Executivo que atropelam a legislação, no trato do gasto público.
A Lei de Responsabilidade Fiscal diz, com toda a clareza, que a criação de um gasto obrigatório continuado deve vir acompanhada da fonte de custeio. Mas essa regra não foi respeitada em vários atos do Executivo.
Um exemplo recente é a Medida Provisória 475, de dezembro de 2009, que dispõe sobre o reajuste dos benefícios previdenciários em 2010 e 2011.
No artigo 3o, a MP fixa o reajuste que deverá vigorar a partir de janeiro de 2011, onde está embutido um ganho real equivalente a 50% da variação do PIB.
A concessão do ganho real implicará aumento dos gastos da União em 2011.
A Constituição e a LRF determinam que, no caso, o aumento da despesa deveria vir acompanhado de uma estimativa do impacto orçamentário e financeiro da medida, com indicação da origem dos recursos que custearão esse gasto.
Nada disso foi mencionado na referida MP.
Outro exemplo de descumprimento da LRF está na MP 471, também de 2009, que estabelece incentivos fiscais para o desenvolvimento regional.
Neste caso, o governo reconhece na exposição de motivos que não está cumprindo as exigências da lei.
Argumenta que não haverá repercussões fiscais em 2010, só a partir de 2011. E promete incluir a previsão de gastos nos orçamentos futuros, “de forma a não afetar as metas de resultados fiscais”.
A interpretação elástica feita pelo governo para o texto da LRF colide com o que determina a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2010, que reforça a necessidade de demonstração do impacto futuro de despesas ou renúncia de receitas, mesmo na hipótese da decisão não ter efeito imediato.
A Lei de Responsabilidade Fiscal diz, com toda a clareza, que a criação de um gasto obrigatório continuado deve vir acompanhada da fonte de custeio.
Mas essa regra não foi respeitada em vários atos do Executivo.
Um exemplo recente é a Medida Provisória 475, de dezembro de 2009, que dispõe sobre o reajuste dos benefícios previdenciários em 2010 e 2011.
No artigo 3o, a MP fixa o reajuste que deverá vigorar a partir de janeiro de 2011, onde está embutido um ganho real equivalente a 50% da variação do PIB.
A concessão do ganho real implicará aumento dos gastos da União em 2011.
A Constituição e a LRF determinam que, no caso, o aumento da despesa deveria vir acompanhado de uma estimativa do impacto orçamentário e financeiro da medida, com indicação da origem dos recursos que custearão esse gasto.
Nada disso foi mencionado na referida MP.
Outro exemplo de descumprimento da LRF está na MP 471, também de 2009, que estabelece incentivos fiscais para o desenvolvimento regional.
Neste caso, o governo reconhece na exposição de motivos que não está cumprindo as exigências da lei.
Argumenta que não haverá repercussões fiscais em 2010, só a partir de 2011.
E promete incluir a previsão de gastos nos orçamentos futuros, “de forma a não afetar as metas de resultados fiscais”.
A interpretação elástica feita pelo governo para o texto da LRF colide com o que determina a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2010, que reforça a necessidade de demonstração do impacto futuro de despesas ou renúncia de receitas, mesmo na hipótese da decisão não ter efeito imediato.
"A DÍVIDA INTERNA BRASILEIRA 1 TRILHÃO E 500 bilhões
Oficialmente o governo confirmou:o total da chamada dívida interna que não existia até 1994, é esse que está no título.
A juros de 8,75% (por enquanto) será preciso “economizar” para os juros, (leia-se: AMORTIZAR em vez de PAGAR)
importância astronômica.
Fico até humilhado, envergonhado e constrangido em publicar o total.
Mas não posso esconder do cidadão-contribuinte-eleitor, o quanto ele mesmo terá que ter à disposição para alimentar esses sôfregos e avaros banqueiros brasileiros e estrangeiros.
E alguns que trazem para cá o famoso “capital motel”, ganham na Bovespa, vão embora e deixam os lucros aqui, rendendo 8,75%, o maior rendimento do mundo.
E com pagamento sem qualquer atraso, pois ATRASO significa desconfiança no exterior, e se houver essa desconfiança, Lula não ganha mais títulos de ESTADISTA DO ANO.
(Lula é “consagrado” não pelo que faz e sim pelo que paga, generosamente com o dinheiro do cidadão).
Tendo que AMORTIZAR a dívida com juros de 8,75%, o governo precisará, anualmente, de 132 BILHÕES.
Não tem evidentemente, mas precisa arranjar. Então, fazia como FHC, que dizia “estamos economizando” para pagar a dívida.
Não era economia nem pagamento, mas nenhum órgão de comunicação, desses que “LUTAM BRAVAMENTE PELA LIBERDADE DE IMPRENSA”, jamais comenta esses fatos.
Assim, livre e desembaraçado, o governo anterior deixou para o sucessor, uma dívida de 800 BILHÕES. Que Lula DOBROU PARA 1 TRILHÃO e 500 BILHÕES. Com FHC, os juros chegaram a 44 por cento, entregou a Lula com 26 por cento.
O atual conseguiu ir reduzindo os juros, mas não conseguiu reduzir a dívida. É até natural. Os juros anuais exigiam amortizações de 150 BILHÕES, o governo só arranjava 90 bilhões, (que chamavam de “economia”) e portanto como PAGAR 150 se só tinham 90? Elementar.
Antes da crise, o governo conseguia AMORTIZAR (como confessava publicamente) 90 BILHÕES e os outros 60 BILHÕES, jogavam em cima do total da dívida.
Os credores (crime hediondo) aceitavam, não por generosidade, mas sim porque isso é da essência do capitalismo.
Recebiam 90 BILHÕES, à vista, e a dívida, todo ano, aumentava 60 BILHÕES, quer dizer:
AUMENTAM OS PAGAMENTOS, E A DÍVIDA CRESCE NA RAZÃO DIRETA da quadratura do círculo.
Que se fecha, inapelavelmente, encurralando o cidadão-contribuinte-eleitor.
Com a crise, Lula não conseguiu ROUBAR os cidadãos nem nesses 90 BILHÕES, a dívida aumentará cada vez mais, a amortização (que mentem dizendo que é pagamento) terá que ser reduzida drasticamente, o total da dívida crescerá rigorosamente.
(Há anos, no jornal impresso, fiz um jogo usando a palavra IMPAGÁVEL.
Nos dois sentidos. Uma vez ela é trágica, no outro humorística, pois os que recebem, caem na gargalhada com a nossa burrice traiçoeira).
***********************
PS – Enquanto os EUA mantêm os juros ENTRE ZERO e 0,25% POR ANO, o governo Lula já decidiu: aumentará os juros a partir de março. Dizem que o aumento será pequeno, de 1,25%, irá para 10%. Com isso, a dívida renderá mais 19 BILHÕES.
PS 2 – Para o Bradesco e outros, Lula é altamente generoso. Emprestou a ele importância enorme para comprar 28 por cento da Vale. A juros de 4 por cento ao ano, que o Bradesco reempresta a 243 por cento.
PS 3 – Os que DEFENDEM BRAVAMENTE A LIBERDADE DE IMPRENSA, não podem tocar nesses assuntos. Podem DENUNCIAR um desfalque de 30 mil reais no interior do Piauí, mas têm que ESQUECER para sempre o ROUBO DE 150 BILHÕES, TODO ANO.
PS 4 – Como este repórter, e o seu jornal, a Tribuna da Imprensa, não se importam com o desfalque do Piauí, mas denuncio todos os CORRUPTOS QUE ROUBAM TODO ANO 150 BILHÕES do cidadão-contribuinte-eleitor, não posso ter jornal. Nem ir à televisão, mostrar o que é VERDADEIRAMENTE, LIBERDADE DE IMPRENSA. Mas enquanto viver, lutarei pela LIBERDADE DE IMPRENSA. Esta matéria da Tribuna da Imprensa foi enviada pelo Gen. Ex. José Carlos Leite Filho /General Leite Escreve para Radionetnews.
CU$TO$ COPA/14 -120% MAIOR DO QUE A ÁFRICA.

Os gastos com a Copa do Mundo de 2014, no Brasil, devem ser 120% maiores do que o total investido pela África do Sul para o Mundial deste ano.
A previsão inicial ainda pode crescer, já que a estimativa brasileira de custos está incompleta e os sul-africanos fecharam sua conta definitivamente.
A lista inicial de projetos para a Copa de 2014, divulgada pelo governo federal no começo deste mês, inclui 59 obras – 12 delas em estádios –, com custo total previsto em 17,52 bilhões de reais.
Do total, 5,343 bilhões de reais seriam destinados a construção e reformas de estádios e arenas.
Já a África do Sul, segundo reportagem desta quarta-feira do jornal Folha de S. Paulo, vai gastar 33 bilhões de rands (a moeda local), o equivalente a 7,9 bilhões de reais.
"Esse valor inclui infraestrutura, estádios, comunicação, segurança e desenvolvimento esportivo", explicou a porta-voz do Tesouro Nacional sul-africano, Thoraya Pandy.
Questionado sobre os números sul-africanos, o ministro do Esporte Orlando Silva disse que acredita que o valor seja muito maior que o divulgado.
No Brasil, haverá três cidades-sedes e duas arenas a mais do que na África do Sul.
Veja.com
ELEIÇÕES 2010 - IBOPE

Por Gustavo Uribe e Elizabeth Lopes
Pesquisa Ibope/Diário do Comércio, encomendada pela Associação Comercial de São Paulo e realizada entre os dias 6 a 9 deste mês, indica que a corrida à sucessão presidencial de outubro continua polarizada pelos pré-candidatos do PSDB e do PT, respectivamente o governador de São Paulo, José Serra, e a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff.
Nessa mostra,
Serra tem 36% das intenções de voto
Dilma 25%.
Em terceiro lugar está o deputado federal Ciro Gomes (PSB) com 11%
seguido da senadora Marina Silva (PV) com 8%.
O porcentual de votos brancos e nulos somou 11% e dos que disseram não saber em quem vota atingiu 9%.
A última pesquisa divulgada pelo Ibope foi no dia 7 de dezembro do ano passado.
Na mostra, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI),
José Serra registrava 38% das intenções de voto
Dilma Rousseff 17%
Ciro Gomes 13%
Marina Silva 6%.
Naquela pesquisa, o porcentual de votos brancos e nulos atingiu 13% e dos que disseram não saber em quem votar ou não quiseram responder somou 12%.
No Cenário sem Ciro Gomes, a pesquisa Ibope/Diário do Comércio aponta :
José Serra com 41%
Dilma Rousseff com 28%
Marina Silva com 10%
brancos e nulos 12%
e não sabem ou não opinaram 9%.
Na simulação de segundo turno:
José Serra 47%
Dilma Rousseff 33%.
A maior rejeição apontada pela pesquisa é de Ciro Gomes, com 41%,
seguido de Marina Silva com 39%,
Dilma Rousseff com 35%
e José Serra com 29%.
Do total de entrevistados, 34% querem a total continuidade do atual governo,
29% querem pequenas mudanças com continuidade,
25% querem a manutenção de apenas alguns programas com muitas mudanças
e 10% querem a mudança total do governo do País.
Para 78% dos entrevistados, o presidente Lula é confiável, enquanto 18% disseram não confiar no presidente.
A pesquisa, que será divulgada amanhã pelo Diário do Comércio, foi realizada com 2.002 eleitores em 144 municípios de todo o Brasil.
Esta pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral, sob o protocolo nº 3196/2010.
INFLAÇÃO/PIB/2010 - PROJEÇÃO

Para 2011, foi mantida a previsão de que a economia deve crescer 4,50%.
Para 2011, a estimativa para o superávit da balança comercial subiu de US$ 3,75 bilhões para US$ 5 bilhões, contra US$ 4,5 bilhões estimados quatro semanas antes.
E A NOSSA AUTO-SUFICIÊNCIA?DIIILLMAAA!

O combustível foi embarcado na Venezuela(Chavez?), que já conta com encomendas futuras, e chegará ao litoral brasileiro ainda neste mês.
Segundo a empresa, foram importados aproximadamente 270 mil metros cúbicos.
É o equivalente a cerca de 2 milhões de barris.
"Para os meses subsequentes, a Petrobrás está avaliando a necessidade de importação e, se existente, estimará o volume a ser importado", informou a petroleira, por meio de nota.
Os preços do etanol subiram e, pontualmente, houve desabastecimento nas bombas.
O problema é que, com estoques baixos e aumento do consumo de gasolina, a Petrobrás recorreu à importação para dar conta da demanda sem deixar os consumidores a pé.
Especialista em energia, Adriano Pires, diretor-fundador do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), analisa o movimento da petroleira brasileira.
"Há quase uma década o Brasil se tornou um exportador.
Pires acha estranho o fato de, apesar da Lei do Petróleo, os produtores brasileiros não terem uma política de estoque de combustíveis. "O ideal seria ter um estoque para pelo menos três meses, mas ninguém faz, porque estoque é dinheiro", explica.
NÚMEROS
2 milhões
de barris de gasolina desembarcarão no Brasil nos próximos dias
US$ 140 milhões
é o custo aproximado da importação para a Petrobrás
23,9% foi o
aumento do consumo de etanol
Taí, um alerta de que Dilma e os ptralhas quando não tem o que copiar e manter,e necessitam de administrar e gerenciar por próprios meios, encontram sérias dificuldades, isso terá consequências nas nossas perspectivas de auto-suficiência em combustíveis.
E o parlapatão bebum e a vinda das trevas, estão pregando promessas sobre a receita do pré-sal e inaugurando refinarias de papel.
fevereiro 16, 2010
FHC x LULA
Comparação sem truque : Salário mínimo .
Eduardo Graeff 
Nos oito anos antes de FHC o valor real do salário mínimo, corroído pela inflação, caiu 36%.
Controlar a inflação (ver nota anterior) permitiu a FHC reverter essa tendência.
No governo FHC o salário mínimo acumulou ganhos reais de 44%.
No governo Lula, o ganho acumulado deve chegar a 54%.
Ponto para Lula? De novo, só se ignorarmos a herança que FHC recebeu.
De -36% para 44% temos uma diferença de 80 pontos percentuais. Esse é o tamanho do esforço de FHC a favor do salário-mínimo.
De 44% para 54% a diferença é de 10 pontos percentuais. Esse é o tamanho do esforço de Lula.
8 x 1 para FHC.
Isso, abstraindo o efeito inércia.
Uma coisa é empurrar um carro para frente. Isso é o que Lula fez.
Outra coisa é parar um carro que vem ladeira abaixo e começar a move-lo ladeira acima. Isso é o que FHC fez.
Comparação sem truque : Aposentadoria
Eduardo Graeff 
Os aposentados foram as maiores vítimas da inflação descontrolada.
Nos oito anos antes de FHC, o valor real das aposentadorias e pensões maiores que o salário mínimo caiu 56%.
Com a inflação sob controle, o governo FHC conseguiu reverter essa tendência. Nos seus oito anos, o valor real das aposentadorias e pensões maiores que o mínimo aumentou 21%.
No governo Lula, a recuperação praticamente estagnou: o aumento real foi de apenas 3,5%.
Placar da comparação: 8 x 0 para FHC (e Lula ainda fica devendo).
Fontes: Ipeadata; IBGE; Banco Central; Anuário Estatístico da Previdência Social (Suplemento Histórico). Deflator: INPC.
Os índices acumulados correspondem aos períodos entre: 1989 - abr/89 a dez89; 1990-1993 - jan a dez de cada ano; 1994 - jan/94 a ago/94; 1995 - set/94 a abr/95; 1996 - mai/95 a abr/96; 1997 - mai/96 a mai/97; 1998 - jun/97 a mai/98; 1999 - jun/98 a mai/99; 2000 - jun/99 a mai/00; 2001 - jun/00 a mai/01; 2002 - jun/01 a mai/02; 2003 - jun/02 a mai/03; 2004 - jun/03 a abr/04; 2005 - mai/04 a abr/05; 2006 - mai/05 a mar/06; 2007 - abr/06 a mar/07; 2008 - abr/07 a fev/08; 2009 - mar/08 a jan/09; 2010 - fev/09 a dez/09.

Nos oito anos antes de FHC o valor real do salário mínimo, corroído pela inflação, caiu 36%.
Controlar a inflação (ver nota anterior) permitiu a FHC reverter essa tendência.
No governo FHC o salário mínimo acumulou ganhos reais de 44%.
No governo Lula, o ganho acumulado deve chegar a 54%.
Ponto para Lula? De novo, só se ignorarmos a herança que FHC recebeu.
De -36% para 44% temos uma diferença de 80 pontos percentuais. Esse é o tamanho do esforço de FHC a favor do salário-mínimo.
De 44% para 54% a diferença é de 10 pontos percentuais. Esse é o tamanho do esforço de Lula.
8 x 1 para FHC.
Isso, abstraindo o efeito inércia.
Uma coisa é empurrar um carro para frente. Isso é o que Lula fez.
Outra coisa é parar um carro que vem ladeira abaixo e começar a move-lo ladeira acima. Isso é o que FHC fez.
Comparação sem truque : Aposentadoria

Os aposentados foram as maiores vítimas da inflação descontrolada.
Nos oito anos antes de FHC, o valor real das aposentadorias e pensões maiores que o salário mínimo caiu 56%.
Com a inflação sob controle, o governo FHC conseguiu reverter essa tendência. Nos seus oito anos, o valor real das aposentadorias e pensões maiores que o mínimo aumentou 21%.
No governo Lula, a recuperação praticamente estagnou: o aumento real foi de apenas 3,5%.
Placar da comparação: 8 x 0 para FHC (e Lula ainda fica devendo).
Fontes: Ipeadata; IBGE; Banco Central; Anuário Estatístico da Previdência Social (Suplemento Histórico). Deflator: INPC.
Os índices acumulados correspondem aos períodos entre: 1989 - abr/89 a dez89; 1990-1993 - jan a dez de cada ano; 1994 - jan/94 a ago/94; 1995 - set/94 a abr/95; 1996 - mai/95 a abr/96; 1997 - mai/96 a mai/97; 1998 - jun/97 a mai/98; 1999 - jun/98 a mai/99; 2000 - jun/99 a mai/00; 2001 - jun/00 a mai/01; 2002 - jun/01 a mai/02; 2003 - jun/02 a mai/03; 2004 - jun/03 a abr/04; 2005 - mai/04 a abr/05; 2006 - mai/05 a mar/06; 2007 - abr/06 a mar/07; 2008 - abr/07 a fev/08; 2009 - mar/08 a jan/09; 2010 - fev/09 a dez/09.
GOVERNO PTRALHA : VAMOS SUBORNAR, CAMBADA!

O cachaceiro mafioso ao colocar a máquina administrativa a serviço politico em favor da cérebro sem filtro, nada mais é, que uma demonstração do grande desespero que impera sobre as hostes PTralhas pela iminente derrota eleitoral que se aproxima.
Está mais que claro que a candidata banhada nos tanques de garapa, já atingiu o seu teto máximo de intenções de votos que gira em torno de 27%.
O parlapatão já transferiu os votos possíveis para sua criatura vinda das trevas, em abril, ela descerá do cangote do filho... do Brasil e com certeza vai despencar nas próximas pesquisas que virão.
Eis o porque, do desespero da corja terroristas e vagabunda dos ptralhas, essa eleição não será deles.
É a vez do fora cachaça, manguaça, azedume déspota e parlapatão, hora do Brasil livre, limpo e varonil.
Viva a D E M O C R A C I A ! A V A N T E
B R A S I L !!!
Golpistas em ação :
Marcelo de Moraes/Estadão
Na ponta da campanha ministros do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seus principais auxiliares percorrem o País acelerando a liberação de convênios e a entrega de obras, no chamado "varejo político".
A ação faz parte da estratégia definida pelo próprio presidente, durante a última reunião ministerial, há 15 dias, na qual instruiu seus auxiliares a ampliarem as ações de cada órgão e a defenderem publicamente o governo.
A estratégia tem três efeitos práticos. O primeiro deles serve para ajudar a impulsionar a candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, que aparece em segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto, atrás do governador de São Paulo, o tucano José Serra, embora venha crescendo.
Cada convênio assinado ou obra entregue ajudam o governo a consolidar a candidatura da ministra nas cidades que foram beneficiadas pelas medidas.
O segundo efeito é o de reforçar a tentativa do presidente de consolidar uma espécie de legado perante a opinião pública.
O presidente já repetiu para os auxiliares que teme um relaxamento da equipe durante o último ano de governo, especialmente quando os ministros que serão candidatos nas eleições deixarem seus postos em abril para iniciar suas campanhas e as vagas forem ocupadas pelos secretários executivos.
O terceiro efeito beneficia os próprios ministros candidatos.
Vários deles intensificaram suas ações no Estado de origem em busca de atrair mais eleitores para suas candidaturas.
No fim de janeiro e em fevereiro, não faltaram ações desse tipo sendo feitas pelos ministérios. Um dos alvos favoritos desse varejo têm sido as prefeituras.
No último dia 12, por exemplo, o ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, pré-candidato ao governo de Minas, foi a Unaí, na região noroeste do Estado, inaugurar três cozinhas e padarias comunitárias, ao custo de R$ 627 mil.
No dia 25 de janeiro, a Secretaria de Desenvolvimento do Centro-Oeste, subordinada ao Ministério da Integração Nacional, entregou convênios num total de R$ 60,5 milhões, beneficiando 55 prefeituras de Mato Grosso do Sul. Em 8 de fevereiro, 29 cidades de Alagoas assinaram convênios com a pasta para a compra de carros-pipa, no valor de R$ 8 milhões, como forma de combater os efeitos da seca no interior do Estado.
O ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) se desligará em abril para concorrer ao governo da Bahia e as medidas anunciadas em Alagoas e Mato Grosso do Sul ajudam seus aliados, como o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) e o governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli (PMDB).
PESCA
Em 26 de janeiro, o ministro da Pesca e da Aquicultura, Altemir Gregolin, assinou convênios para o desenvolvimento da pesca em várias cidades de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.
Para Laguna (SC), são liberados R$ 1,2 milhão.
Para Dom Feliciano (RS), saem R$ 414 mil.
Outro convênio, beneficiando quatro cidades gaúchas, libera mais R$ 2,2 milhões. Gregolin deixará também o cargo em abril e vai disputar uma vaga de deputado por Santa Catarina.
Governo ptralha:

DF/ CAIXA DE PANDORA : IMBRÓGLIO POLÍTICO/JURÍDICO!
Denise Rothenburg
Quem se dispuser a conversar reservadamente com os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) verá que, na avaliação de muitos, o atual estágio da crise que jogou por terra o governo de José Roberto Arruda ainda não é cenário para uma intervenção federal no Distrito Federal.
Pelo menos quatro deles, quando perguntados, são unânimes em listar os estágios que faltam para que a intervenção seja adotada.
Por isso, avisam que, do ponto de vista jurídico, o clima na mais alta Corte do país não é de determinar, de pronto, a nomeação de um interventor para o Distrito Federal, como quer o procurador-geral da República, Roberto Gurgel.
No estágio atual, calculam ministros consultados, o governador em exercício Paulo Octávio vem cumprindo as suas obrigações constitucionais.
E, ainda que deixe o cargo mais à frente, seu substituto seria o presidente da Câmara Legislativa, no caso, o deputado Wilson Lima (PR).
Ainda que Lima não consiga se sustentar, o atual presidente do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT), Níveo Gonçalves, assumiria e convocaria uma eleição indireta em 30 dias.
Mas é justamente nessa eleição indireta que está o nó. Políticos têm avaliado que a Câmara Legislativa do DF está tão contaminada pelas denúncias de corrupção que não teria meios de eleger alguém fora da base do governador José Roberto Arruda.
Do ponto de vista jurídico, no entanto, não é possível fazer essa previsão.
A Procuradoria-Geral do estado em questão apresenta uma posição.
Com as respostas, o STF estuda a matéria, elabora um voto e convoca o plenário para apreciar o assunto.
Se aprovado, o processo vai para a Presidência da República, que determina, por meio de decreto, um nome e o prazo para intervenção.
O Congresso Nacional aprecia os termos e homologa o nome.
Muito menos para deputado distrital. Essa decisão partia da União. Cabia ao presidente da República escolher o administrador da cidade.
Procedimento idêntico aos outros distritos municipais e estaduais, cujos chefes são escolhidos por prefeitos e governadores, respectivamente.
O arquipélago de Fernando de Noronha, por exemplo, é um distrito estadual de Pernambuco.
O governador Eduardo Campos é quem nomeia o administrador. Desde sua fundação até 1990, ano em que foi eleito o primeiro governador por voto direto no DF, a nova capital foi chefiada por 16 pessoas.
O primeiro deles foi o engenheiro Israel Pinheiro, que participou do processo de construção de Brasília e permaneceu no cargo de 21 de abril de 1960 a 31 de janeiro de 1961.
A autonomia política do DF veio com a promulgação da Constituição Federal de 1988.
A Carta Magna previu que a autonomia entraria em vigor a partir de 1º de janeiro de 1991.
A primeira eleição pelo voto direto, tanto para governador quanto para deputados distritais, ocorreu em 1990.
O vitorioso foi Joaquim Roriz, que tomou posse em 1º de março do ano seguinte. (Daniel Brito)
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