"Um povo livre sabe que é responsável pelos atos do seu governo. A vida pública de uma nação não é um simples espelho do povo. Deve ser o fórum de sua autoeducação política. Um povo que pretenda ser livre não pode jamais permanecer complacente face a erros e falhas. Impõe-se a recíproca autoeducação de governantes e governados. Em meio a todas as mudanças, mantém-se uma constante: a obrigação de criar e conservar uma vida penetrada de liberdade política."

Karl Jaspers

setembro 06, 2010

BALANÇA COMERCIAL TEM SUPERÁVIT ACUMULADO 42% MENOR QUE EM 2009.

A balança comercial brasileira acumula superávit de US$ 11,822 bilhões no ano, até a primeira semana de setembro (1 a 5).

Segundo dados divulgados nesta segunda-feira, 6, pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o saldo é 41,9% inferior aos US$ 20,351 bilhões registrados em igual período de 2009, segundo dados do MDIC.

A corrente de comércio (soma das exportações e importações) atingiu US$ 245,602 bilhões no acumulado do ano, valor 35,7% superior ao verificado no mesmo período do ano passado (US$ 180,993 bilhões).

As exportações somam US$ 128,712 bilhões, com média diária de US$ 757,1 milhões, o que representa um aumento de 27,9% ante a média registrada no mesmo período de 2009 (US$ 592,2 milhões).

As importações totalizam US$ 116,890 bilhões, com média diária de US$ 687,6 milhões, aumento de 45,5% em relação à média verificada em igual período do ano passado (US$ 472,5 milhões).

Primeira semana de setembro

A balança comercial brasileira registrou um superávit de US$ 138 milhões na primeira semana de setembro (1 a 5).

Em três dias úteis, as exportações somaram US$ 2,616 bilhões, com média diária de US$ 872 milhões, o que representa um aumento de 32,1% ante a média apurada em setembro do ano passado (US$ 660,1 milhões) e uma queda de 0,3% ante agosto passado (US$ 874,4 milhões).

As importações totalizaram US$ 2,478 bilhões, com média diária de US$ 826 milhões, um incremento de 38,2% ante setembro de 2009 (US$ 597,8 milhões) e de 8,2% em relação a agosto passado (US$ 763,5 milhões).

Sandra Manfrini, da Agência Estado

A IDÉIA E INVENÇÃO CRIADA NAS RODADAS DE BEBIDAS FORTES RESULTOU NA "COISA" UM PRODUTO COM DESTRAMBELHO QUE PRECISA DE VIGILÂNCIA TOTAL

Vejam esta foto de ontem, de Lula Marques, publicada na Folha.

dilma-com-dutra

Como vocês vêem, a candidata petista está concedendo uma entrevista coletiva, e o guarda-costas é o presidente do PT, José Eduardo Dutra.

Reveza na tarefa com outro segurança, José Eduardo Cardozo. Às vezes, os dois dão plantão no mesmo dia.

Alguém pode me explicar o que isso significa? Por que Dilma precisa ter sempre um homem na vigilância?

O que não tenho claro é se os Eduardos vigiam a candidata ou os jornalistas.

A situação, a gente percebe na TV, é sempre um tanto constrangedora: onde pôr as mãos, para onde olhar, reage às respostas ou faz cara de múmia?

Sei que os petistas podem dizer que sua fórmula é eficiente.

Mas isso não me impede de observar que a candidata parece tutelada até quando diz “boa tarde”.

Por Reinaldo Azevedo

Guarda-Costas

03 DE OUTUBRO ESTAREMOS NA BIFURCAÇÃO E OS RUMOS SERÃO : ÉTICA/LIBERDADE(NOVO) - OU BANDIDAGEM/AUTORITARISMO(MESMO). CHEGA DE PORRES, NÉ NÃO?

Mais Estado em sua vida

(...)
O que se viu no transe da ditadura foi o germinar de duas tendências opostas: liberdade versus autoritarismo.

Os democratas, como Tancredo Neves e Ulysses Guimarães, entre outros, partiram para luta contra a ditadura, mas sempre apontando para o horizonte de um regime aberto.
Outros, como Dilma Rousseff e Franklin Martins, partiram para a clandestinidade.
Passaram-se muitos anos. A guerrilha foi substituída pelos ensinamentos de Gramsci, pela força do marketing político e pela manipulação populista das massas desvalidas.

Mas a alma continua a mesma: autoritária. A hipótese de que caminhamos para uma aventura antidemocrática não se apoia apenas na intuição e na experiência da História.

Ela está gritando na força inequívoca dos fatos. Vamos lá, caro leitor.

Em discurso, ao lado do presidente Lula, o ministro Franklin Martins criticou a imprensa e disse que os jornais e as emissoras de TV vão perder o controle sobre as notícias levadas à opinião pública.

Eles participaram do lançamento da TVT, do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC.

Franklin disse que o canal ajudará a internet a quebrar o poder dos "aquários", jargão que identifica a chefia das redações dos grandes jornais.

"Isso é uma revolução e incomoda muita gente que ficava no Olimpo. Mas é irreversível, e está apenas começando."

O inimigo é claro e declarado: a imprensa independente.

A mesma que combateu a ditadura militar e que se opõe, e se oporá sempre, aos novos ímpetos autoritários que se vislumbram no horizonte pós-eleitoral.
O projeto de controle das comunicações e das liberdades públicas não é uma possibilidade.
É uma estratégia em clara implantação.

O respeitado especialista Ethevaldo Siqueira, em artigo no jornal O Estado de S. Paulo, fez uma impressionante radiografia do avanço controlador.

"O PT não quer simplesmente continuar, mas se prepara para aprofundar o aparelhamento do Estado na área das comunicações. Ao longo de quase oito anos, o partido ocupou quase todos os espaços de poder na área de comunicações", diz Siqueira.
(...)
A tomada das comunicações, clara, aberta e despudorada, é mais um capítulo, mas não encerra os procedimentos previstos no manual de instruções antidemocrático.

Assistimos, atônitos, à transformação de instituições da República em autênticas estruturas de coordenação de ações criminosas.
(...)
Por incrível que pareça, Eduardo Jorge só teve acesso às investigações da Receita graças a uma decisão judicial.

E aí ficou muito claro que as quebras de sigilo não foram fatos isolados, mas parte de um esquema.

Com a bomba no colo, o governo partiu para um gesto teatral: a entrevista concedida às pressas pelo chefe da Receita Federal.
Foi patética.
Tudo não teria passado de um esquema de propina na delegacia da Receita em Mauá.

É a versão atualizada do caso dos aloprados.
A explicação da Receita, embora carregada de nonsense, só ocorreu por uma razão: a pressão incontornável da verdade informativa.

É isso que incomoda.

É isso que se quer controlar.

Algemada a imprensa, sucumbe a liberdade e morre a cidadania. Controle das comunicações, cerco à imprensa independente, aparelhamento das instituições.

Delírio persecutório?
Não.
Fatos. Só fatos. É sombrio o horizonte da democracia brasileira.

Agora, com a economia turbinada, tudo é festa e a capacidade crítica se esvai.

Mas um país com imprensa ameaçada, oposição esfacelada, instituições aparelhadas, comunicação controlada e sob o efeito de um crescente populismo assistencialista é tudo menos uma democracia.

Escarmentemos no exemplo venezuelano.

Cabe-nos resistir, como no passado, com as armas do profissionalismo, da ética inegociável e da defesa da liberdade.

A democracia pode cambalear, mas sempre prevalece.

Íntegra :

Ameaças à democracia

Carlos Alberto di Franco - O Estado de S.Paulo

DOUTOR EM COMUNICAÇÃO, É PROFESSOR DE ÉTICA E DIRETOR DO MASTER EM JORNALISMO E-MAIL: DIFRANCO@IICS.ORG.BR

setembro 05, 2010

ESTÁ CHEGANDO A HORA DA ONÇA BEBER AGUA.

Está chegando a hora da onça beber água.

Ou os brasileiros que combatem a mentira, o roubo, a safadeza política, os que colocam dinheiro em cueca, bolsa, calça, meia, avião ou mala se unem ou o Brasil continuará a ser governado pela mediocridade e por desonestos.

Está chegando a hora da onça beber água.

Ou se derrota os fabricantes de DOSSIÊS, os que defendem as FARC, que vendem cocaína, estupram e matam ou os assassinos dos prefeitos de Santo André e Campinas continuarão soltos e governando o Brasil.

Está chegando a hora da onça beber água.

Não podemos votar em quem defende o aborto, quem é contra a Cruz de Cristo nas paredes públicas e coloca o retrato do sanguinário CHE GUEVARRA em seu gabinete, como faz a prefeita de Fortaleza, cuja máxima adotava com orgulho: “um revolucionário deve se tornar uma fria máquina de matar movida apenas pelo ódio”. Estão criando o ódio.

Está chegando a hora da onça beber água.

Como votar em que apóia e modifica por duas vezes o PNDH – 3 por ter recebido violenta rejeição da sociedade brasileira? Será que o povo e a Igreja católica acreditam em que mentiu por duas vezes? Se ganhar voltam e com força e ai é tarde.

Está chegando a hora da onça beber água.

Será que se pode votar em quem roubou dinheiro, ajudou a matar, quem apresenta a sua vida escolar com mentira, quem defende atos não muito católicos e joga às feras o seu subordinado, como fez com a senhora que era diretora da Receita Federal?

E como derrotar a onça?

Conquistando o brasileiro para o lado da VERDADE, MOSTRANDO O PERIGO FUTURO DE NOS TORNARMOS UMA VENEZUELA, DE TERMOS UMA IMPRENSA CENSURADA, DE TERMOS O FIM DA PROPRIEDADE PRIVADA.

BRASILEIROS!

A ESCOLHA É LIVRE E SUA.
O BRASIL PRECISA DE VOCÊ.
VAMOS VOTAR COM CONSCIÊNCIA!

VAMOS REPASSAR!
A INTERNET É A NOSSA ARMA!

Publicada em: 03/09/2010
Estamos Vivos!Grupo Guararapes!
Personalidade Jurídica sob reg. Nº 12 58 93, Cartório do 1º registro de títulos e documentos, em Fortaleza.

A AGENDA ASSUSTADORA PARA O BRASIL DE 2011 PARTE 2. AQUELE QUE NÃO APARECE NA TEVÊ.

O futuro presidente vai receber um país melhor, que reduziu as desigualdades sociais, manteve a economia organizada, seguiu o bem-sucedido tripé de Fernando Henrique Cardoso (metas de inflação-câmbio flutuante-controle fiscal), gerou empregos e promoveu crescimento econômico.

Este é o lado bom do governo Lula a que os três candidatos com chances de vitória se comprometem a dar seguimento.

Mas há o lado ruim, certas bombas de efeito retardado que o novo governante precisa desarmar logo se quiser governar em paz em direção ao progresso e qualidade de vida da população.

A pior delas acaba de explodir porque Lula, em vez de tentar desarmá-la, a inflou com mais dinamite: o condenável uso do Estado a serviço da candidata do governo fez a bomba explodir na Receita Federal, um respeitado e confiável órgão de Estado, que deveria zelar pelo sagrado direito de privacidade dos brasileiros e foi flagrado bisbilhotando a vida de opositores para usar na campanha eleitoral.

Resultado: em poucas horas a credibilidade da Receita foi ao chão.

E reconstruir o que está desmoralizado não é fácil, leva tempo.

Será preciso trocar comandos, virar pelo avesso, fazer uma devassa para recuperar a imagem da Receita.

E que bombas são essas?

Reforma do Estado -É o pior legado de Lula.

Para acomodar companheiros, ele duplicou o número de ministérios, gerando gastos desnecessários. Para comprar partidos aliados, loteou o governo e o Estado com políticos despreparados e a serviço de seu partido, não da população.

Tirou o caráter técnico, politizou e enfraqueceu as agências reguladoras, prejudicando a eficiência na regulação e fiscalização dos serviços públicos.

Com isso a corrupção prosperou e predominou em seu governo.

Seu sucessor precisa desfazer esse aparato, eliminar ministérios inúteis, capacitar tecnicamente os funcionários nas funções de planejar e regular, economizar recursos direcionando-os para saúde, educação, saneamento, segurança e programas sociais.

E, já na partida, dar um freio de arrumação na distribuição de cargos, valorizando funcionários de carreira e oferecendo à sua base aliada cargos de representação política, deixando os técnicos para quem for capacitado.

Relação com o Congresso -

Se no governo FHC já existia o toma lá dá cá entre Executivo e Congresso, na gestão Lula virou regra comum.

Não havia uma matéria em que, para votar, deputados e senadores não cobrassem favores, cargos, liberação de verbas.

Desde o mensalão, no primeiro mandato, Lula mostrou-se fraco, cedeu e foi cedendo aos caciques do PMDB e demais partidos, até tornar o toma lá dá cá uma norma corriqueira.

O novo presidente precisa entrar mostrando força, invertendo essa relação perniciosa que desmoraliza a imagem do Congresso, decepciona e reforça a percepção dos eleitores de que "ali não se salva ninguém".

Dívida pública -

O preço do sucesso do governo Lula na economia - a expansão dos programas sociais, crescimento econômico e geração de empregos - foi o aumento do endividamento.

Ele não vacilou em ampliar a dívida pública para emprestar dinheiro para o BNDES, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal repassarem créditos de investimento às empresas e à Petrobrás.

E a dívida bruta hoje já ultrapassa 60% do Produto Interno Bruto (PIB).

Quando era possível amortizar o valor principal, nos primeiros seis anos de prosperidade e expansão da arrecadação tributária, Lula não o fez e preferiu optar pelo aumento dos gastos correntes.

Com isso o estoque da dívida continuou subindo.

O novo presidente vai enfrentar o desafio de fazer o oposto: não se limitar a pagar só juros, retomar o bom hábito de amortizar, abater o valor total e ganhar mais segurança para atravessar seu mandato com menor risco de crise.

Gastos públicos -

Organizar o que Lula desorganizou, definindo prioridades e concentrando gastos em itens que façam a diferença para a qualidade de vida da população mais pobre.

Ou seja, melhorar o atendimento em hospitais públicos, capacitá-los para aumentar o número de cirurgias e ampliar o orçamento para o Ministério da Saúde.

Também na educação, qualificar professores, reduzir o analfabetismo funcional, oferecer ensino de qualidade. E ampliar gastos também para a segurança e o saneamento básico.

Investimento em infraestrutura -

Apesar do bom desempenho econômico, Lula vai concluir seu mandato com uma taxa de investimento medíocre de 17,9%, muito abaixo dos 25% necessários para garantir um ritmo sadio de crescimento econômico.

O Estado até expandiu investimentos na reta final do governo com o PAC, o programa Minha Casa, Minha Vida e a promessa do pré-sal.

Mas, para atrair investimento privado em infraestrutura, o governo Lula fez tudo errado, a começar pela politização das agências reguladoras e sucessivas mudanças em marcos regulatórios, que geram insegurança e afastam investidores.

É mais um setor que o novo governante precisa virar pelo avesso para obter bons resultados.

Investimentos específicos -

Há três projetos que precisam de uma reavaliação, mesmo que o presidente seja Dilma Rousseff.

São a Usina de Belo Monte, o modelo de exploração de petróleo da área do pré-sal e o trem-bala entre Campinas e Rio de Janeiro.

Entre a concepção e a execução, os três apresentaram dificuldades que a razão aconselha a reavaliação.

O investimento em Belo Monte nasceu privado e vai terminar estatal, porque dúvidas quanto à rentabilidade afastaram investidores privados.

A complicada capitalização da Petrobrás para obter recursos e investir no pré-sal é apenas o começo das dificuldades que a estatal enfrentará para custear a maior parte desses investimentos.

Seria o caso de o novo governo pensar em mudar o modelo e dividir esse custo com outras empresas privadas.

E o trem-bala, um sugador de dinheiro público de tão poucos benefícios, seria recomendável desistir dele e redirecionar os recursos para áreas mais carentes.

Reformas estruturais -

Por último, mas de importância fundamental para a eficiência da gestão pública, estão as reformas - política, tributária, previdenciária e trabalhista.

Sem elas, o novo governante vai trabalhar como FHC e Lula: emperrado, limitado e dependente das circunstâncias.

Suely Caldas - O Estado de S.Paulo

JORNALISTA, É PROFESSORA DE COMUNICAÇÃO DA PUC-RIO. E-MAIL: SUCALDAS@TERRA.COM.BR

PARA FICAR REGISTRADO E QUE NOVAMENTE NÃO SERÁ POR FALTA DE ALERTA E MOTIVOS : (P)ARTIDO (T)ORPE NUNCA MAIS.

Dilmagate: Foi o PT!

Antonio Carlos Atella Ferreira, o homem que falsificou uma procuração e quebrou o sigilo da filha de José Serra, filiou-se ao PT em 20 de outubro de 2003. Era filiado ao partido e estava sob o comando formal do partido no dia em que cometeu o crime.

Se a ficha caiu ou não, o fato é que é um petista de carteirinha.

Campanha de Dilma financiou Operação

A campanha de Dilma bancou o hotel e as despesas de Amaury Ribeiro Jr., o suposto jornalista que divulgou nos blogs sujos do governo os dados fiscais de familiares de Serra e de membros do PSDB.

Ele trabalhava no bunker petista, sob o comando do coordenador da campanha de Dilma, Fernando Pimental.

O bunker funciona no Lago Sul de Brasília.

Enquanto trabalhava para o PT, Amaury prometeu divulgar um livro cuja introdução foi antecipada pelo blog de Paulo Henrique Amorim.

O texto dessa introdução continha dados de Imposto de Renda obtidos com base nas quebras de sigilos divulgados nesta semana.

“Vai desembarcar na eleição”, escreveu o blogueiro Amorim ao divulgar a “introdução” ao tal livro.

A tentativa de abafa… mais uma vez, não deu certo. Mentira tem pernas curtas.

Romero Jucá saiu em defesa do Governo e afirmou que a quebra do sigilo de Veronica foi pedido por ela mesmo.

Se não bastasse a piada pronta, sabe-se agora que ao mesmo tempo a Receita Federal já sabia que o documento apresentado era falso.

Está configurado o uso da Receita em favor do PT.

Vergonha nacional!

O PT e a campanha da Dilma abusa do poder e vasculha a vida dos brasileiros:

- Palloci, coordenador da campanha da Dilma, foi quem mandou vasculhar os dados do caseiro Francenildo, uma poupança da CAIXA, até então uma entidade de credibilidade;

- Foi no gabinete da Dilma que os dados dos cartões de Dona Ruth foram vasculhados para tentar produzir um novo dossiê contra membros do governo FHC;

- Aloprados, todos da campanha do PT, criaram dossiê sobre Serra e Alckmin em 2006. Até hoje não se sabe de onde saiu tanto dinheiro;

- A campanha da Dilma se inspira em Collor, atual aliado do PT, que usou a filha de Lula para ganhar a eleição de 89;

- Agora, a campanha de Dilma vasculha a vida da família de Serra. Se fazem isso para ganhar uma eleição, o que podem fazer no poder?

O Brasil não é vermelho!
O Brasil é verde, amarelo, azul e branco!
O Brasil não é do PT!

O Brasil é do povo brasileiro!

Vamos reagir!

E-mail de Moriael Paiva

setembro 04, 2010

O ILUSIONISMO DO PIB DO ANO APOTEÓTICO ELEITORAL PRÓ "COISA". O ÊXTASE DA UTOPIA FRUTO DO PORRE E SEDE DE PODER


Toda vez que você ouvir a mídia - que sempre e em todo lugar é pró-estado - louvar o governo da vez pelo crescimento do PIB, tenha em mente apenas uma coisa:

o PIB é uma estatística totalmente falsa.

Desconfie sempre de qualquer estatística governamental.
Elas geralmente são criadas para iludir - e o PIB não foge à regra.

......


As falácias sobre o PIB brasileiro (revisado e atualizado)

Sejamos diretos: a maneira como se calcula o PIB - tanto no Brasil como no resto do mundo - é uma falácia.

Aliás, não é apenas uma falácia: é também algo extremamente enganoso.

Para ser curto e grosso: trata-se de uma fraude que só se sustenta porque ninguém questiona.

Muitas vezes divulga-se que o PIB aumentou seguidamente sem que as pessoas do setor produtivo da economia tenham a sensação de que estão realmente melhorando.

Isso, por exemplo, foi muito comum no governo Fernando Henrique e nos quatro anos do primeiro mandato de Lula.

Por que isso acontece?

A maneira tradicional de calcular o PIB de um país é por meio da seguinte (e extremamente simples) equação:

PIB = C + I + G + X - M

C - representa os gastos do setor privado,

I - representa o total de investimentos realizados na economia,

G - representa os gastos do governo,

X - é o volume de exportações

e M, - o de importações.

O problema todo começa ao se fazer confusão entre aquilo que o PIB realmente pretende mensurar e a interpretação que dão a essas mensurações.

Quando a mídia diz que "a economia cresceu", ela está se referindo ao fato de que o número resultante da equação acima para um dado ano (ou trimestre) é maior do que o número encontrado para o ano (ou trimestre) anterior, após ser ajustado pela inflação - utilizando-se para tal um deflator calculado pelo IBGE.

Contabilmente, não há problema algum com a equação acima.

Por definição, ela representa o valor monetário de todos os bens e serviços finais que foram comprados e vendidos dentro das fronteiras do Brasil em um dado ano. Apenas isso.

O problema todo advém do fato de que tal número passou a ser interpretado como medida do bem-estar econômico do país.

E a encrenca começa aí.

O PIB, portanto, inclui a totalidade do consumo, investimento e gastos do governo, mais o valor das exportações, menos o valor das importações.

O valor daí resultante nem de longe serve para inferir qualquer saúde econômica.

Veremos o porquê...

Interessou?

É complexo, longo, educativo e esclarecedor :

setembro 03, 2010

UM GOVERNO PREPOSTO, AUTOCRÁTICO PARA O 3º MANDATO

Um influente ministro ilustrou o papel do presidente Lula num eventual governo Dilma Rousseff como "um artefato atômico na Guerra Fria", para ser usado só em real necessidade.

A popularidade do presidente e seu reconhecido talento político funcionariam como espécie de "reserva técnica" caso a petista seja eleita.

Ele seria, portanto, mais do que um simples "palpiteiro".

Foi o próprio Lula quem ergueu especulações sobre seu papel no próximo eventual governo.

Semanas atrás, admitiu pela primeira vez uma atuação ativa caso as urnas de outubro confirmem as intenções de voto de agora.

"O novo presidente que assume quer mostrar que sabe e que tem independência. Acho que ele (Lula) seria o 'conselheiro-mor' do governo", afirmou o cientista político David Fleischer, da Universidade de Brasília.

"Lula pode ser usado como ex-presidentes são usados nos Estados Unidos, para missões específicas, inclusive no exterior", ponderou.

O também cientista político da UnB João Paulo Peixoto é um pouco mais pessimista sobre a relação Dilma-Lula.

"Acho que ela vai recorrer a ele com mais frequência do que deveria", disse.

"A dependência do Lula que ela tem demonstrado agora vai se repetir no futuro."

Dilma nunca foi eleita para um cargo público. Como chefe da Casa Civil e ministra de Minas e Energia, negociava com empresários, burocratas e até parlamentares, mas era Lula quem conduzia as articulações do governo.

(...)

"Ela vai ter condições de controlar as diversas alas do PMDB e essa burocracia pesada de Brasília", questiona Peixoto. "O Lula seria uma garantia política dela."

(...)

"Ele vai ser consultado na formação do governo. Vai ser conselheiro, mas ele não vai ficar dando palpite sobre pessoas, ele não vai formar o Ministério dela", disse um petista da coordenação da campanha nacional.

"Ela sabe que o Lula é o grande eleitor dela, mas ela não vai ser títere dele."

Em outra ocasião, Lula disse numa porta da fábrica que seria a ponte entre Dilma e os trabalhadores.

"Eu não serei apenas seu ajudante para fazer coisas melhores pra esse pessoal, mas também vou ajudar o pessoal a telefonar (para Dilma)."

Os discursos anteriores a esses davam conta de um outro comportamento. Foram exaustivas as vezes em que repetiu que a maior contribuição de um ex-presidente é não incomodar nem dar palpite.

Mas Lula deixou de querer esconder suas pretensões.

Íntegra :

'Reserva técnica'

A INSTITUIÇÃO DA PATIFARIA E TORPEZA(PT), E A DESONRA DA DEMOCRACIA PARA ABOLETAR A AUTOCRACIA .UM BRINDE À CACHAÇA.


Era de se prever uma dura campanha eleitoral.

Como todo grupo político, PT e aliados procuram estender o máximo possível seu projeto de poder.

Os tucanos, por exemplo, aprovaram alteração constitucional para a reeleição de FH.

Por que Lula, PT e partidos da base do governo não poderiam desejar algo semelhante?

O problema está nos métodos petistas.

O desenrolar da vida política brasileira desde a redemocratização sinalizava para um alto risco de ações subterrâneas.

No final da campanha de 2006, com a tentativa de "aloprados" petistas - um deles, chefe da campanha do candidato do partido ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante - de comprar, com dinheiro vivo, um dossiê falso contra Serra, emergiu a ponta do bunker clandestino que atua além dos limites da lei e do estado de direito para sabotar adversários.

Há pouco, um sindicalista dissidente desse grupo, Wagner Cinchetto, garantiu à "Veja" e ao "Estado de S. Paulo" que esse núcleo de "inteligência" age nas sombras desde 2002.

Infelizmente, os piores prognósticos se confirmam, com uma sucessão de fatos degradantes em que, mais uma vez, agentes aloprados deixam impressões digitais em tentativas clandestinas de desestabilizar a candidatura tucana de Serra ao Planalto.

Desta vez, para ajudar a eleição de Dilma Rousseff, entendida pela militância como o sonhado "terceiro mandato" de Lula.

Traduza-se "terceiro mandato" pela manutenção de pouco mais de 20 mil pessoas empregadas em "cargos de confiança", pela garantia de outros quatro anos de acesso fácil ao dinheiro público por parte de grupos políticos incrustados em aparelhos na máquina pública, de corporações sindicais a organizações políticas como as dos sem-terra.

Portanto, para atingir este fim valem todos os meios.

Um deles, a quebra do direito constitucional à privacidade, pela obtenção ilegal de informações sigilosas sob a guarda da Receita.

Veio a descoberta do uso da delegação da Receita em Mauá para o desvio de declaração de renda do tucano Eduardo Jorge, cujas informações iriam, ou foram, abastecer uma linha de montagem de dossiês existente num escritório de campanha de Dilma Rousseff.

Depois, constatou-se que o golpe fizera mais vítimas tucanas, inclusive a filha do candidato do partido ao Planalto, Verônica Serra, alvejada por uma operação escabrosa de uso de falsificações de assinaturas e de carimbo de cartório.

Neste crime, foi usada outra base da Receita na Grande São Paulo, a de Santo André. É a impunidade existente no PT que incentiva a militância a agir como delinquentes, espiões.

O partido estimula o crime quando dá tratamento de herói a mensaleiros, permite que o aloprado Hamilton Lacerda, da campanha de Mercadante e da gangue do dossiê falso, volte à legenda.

Quando a PF pouco ou nada faz para descobrir a origem da montanha de dinheiro levado na mala preta de Hamilton e comparsas para comprar o tal dossiê, ela avisa aos companheiros que "está tudo dominado", "liberou geral".

Neste quadro de deterioração do serviço público, não espanta que o feroz Leão da Receita se transforme em dócil gatinho diante do roubo de informações nos seus computadores.

Independentemente do resultado das eleições, a sociedade brasileira tem grave doença a debelar: a partidarização do Estado, uma das últimas escalas na degradação da democracia rumo a um regime policial, personalista, autocrático.

O Globo

QUANDO FALTAM ESCRÚPULOS, SOBRAM DOSSIÊS.

Em defesa do Estado de Direito no Brasil
Não deixem de assinar a procuração

FORA, BANDIDAGEM!

Mesmo depois da quebra de sigilo nos dados da Receita Federal, o ministro de L.I., Guido Mantega, já avisou que não "não cogita" demitir o secretário da Receita .


Não se discute, agora, o motivo torpe da violação dos dados da filha de José Serra, nem vem ao caso a fraude na sua assinatura, ou a apresentação do reconhecimento de firma num cartório onde nunca foi cadastrada.

Este é outro caso, outro tipo de patifaria indecorosa.


O que se discute é a permanência no cargo de um secretário inoperante, incompetente, como podem obrigar o contribuinte a entregar seus dados à Receita Federal, sabendo que podem ser violados, que não há garania de privadidade ao nos submeter ao Imposto de Renda?

Caso a falta de escrúpulos não estivesse tão confortavelmente instalada no país, o secretário seria o primeiro a pedir demissão, envergonhado por sua inoperância.

E, se não o fizesse imediatamente, caberia ao ministro dar-lhe um pé no traseiro.

Depois de tanta baderna, aplaudida nos bastidores por nossos governantes, nada nos surpreende mais.


Aliás a baderna é grande aliada quando se pretende desestabilizar um regime.

Enquanto isso...
ao povo, dê broa de milho.

Via E-mail/Original : A Casa da Mãe Joana