"Um povo livre sabe que é responsável pelos atos do seu governo. A vida pública de uma nação não é um simples espelho do povo. Deve ser o fórum de sua autoeducação política. Um povo que pretenda ser livre não pode jamais permanecer complacente face a erros e falhas. Impõe-se a recíproca autoeducação de governantes e governados. Em meio a todas as mudanças, mantém-se uma constante: a obrigação de criar e conservar uma vida penetrada de liberdade política."

Karl Jaspers

janeiro 02, 2010

TCU : VEJA PORQUÊ LULA NÃO GOSTA

Com reportagem de Leonardo Coutinho, Igor Paulin,Gabriele Jimenez,Raquel Salgado e Kalleo Coura

ACABOU NAS MÃOS DO EXÉRCITO
Leo Cladas/Ag. Titula
 
A BR-163, que liga o Pará a Mato Grosso, é uma típica estrada amazônica: vira um rio de lama no inverno e um amontoado de poeira no verão. Nos anos 90, o governo contratou um grupo de empreiteiras para asfaltá-la. A obra foi paralisada por falta de recursos e só pôde ser retomada quase dez anos depois. Mas os auditores do TCU identificaram um cipoal de problemas. Haviam sido feitas tantas emendas ao contrato original que a obra ficou quatro vezes mais cara. Alguns dos serviços, como terraplenagem, apresentavam sobrepreço de 250%. Eram tantas irregularidades que o tribunal cancelou o contrato – e a obra foi repassada ao Exército. As empreiteiras que queriam ganhar mais do que deviam (Norberto Odebrecht, Estacon, Andrade Gutierrez e Queiroz Galvão) reclamam na Justiça por terem perdido a parada e querem uma indenização de 82 milhões de reais. 

REDUÇÃO DE PREÇOS ATÔMICA
Manoel Marques

Em 1983, o governo decidiu construir a usina de Angra 3. A licitação das obras civis foi vencida pela empreiteira Andrade Gutierrez. O dinheiro, no entanto, nunca foi liberado, e a usina empacou. Em 2007, o projeto foi desengavetado. A Andrade Gutierrez refez seus cálculos, converteu os valores que estavam em cruzeiros e pediu 1,6 bilhão de reais pelo serviço. A Eletronuclear regateou para 1,4 bilhão de reais. A empreiteira ficou satisfeita, mas o TCU não. Ao analisar o contrato, o tribunal chegou à conclusão de que seria possível fazer a usina por um preço ainda mais baixo: 800 milhões de reais. Após muita conversa, e um rigoroso encontro de contas, fixou-se o preço final em 1,2 bilhão de reais. A empreiteira admitiu que havia itens caros demais, e o TCU concordou que, por se tratar de uma usina nuclear, alguns materiais tinham, de fato, preços mais altos que os da média do mercado. 

DRENO DE DINHEIRO PÚBLICO

Para os técnicos do TCU, a construção da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, exemplifica a fraude conhecida como "jogo de planilha". Na licitação para a terraplenagem, a Petrobras informou aos concorrentes que seria possível escavar quase todo o solo a ser aplainado – mas acrescentou que uma pequena fração do terreno precisaria ser drenada, para assentar a terra. As empreiteiras Camargo Corrêa, Odebrecht, Queiroz Galvão e Galvão Engenharia se uniram em um consórcio e ofereceram um preço baixíssimo para escavar a terra – mas estipularam um valor 319% maior que o usual para fazer a drenagem. Na média, seu preço foi o mais baixo e elas ganharam o contrato. No entanto, quando a obra começou, as empreiteiras alegaram que era impossível escavar o solo, por questões geológicas. Disseram que a única saída era drenar praticamente a área inteira. Como haviam fixado um preço exorbitante para esse serviço, o valor total da obra aumentou em 46 milhões de reais. 

ELES COBRAM OS TUBOS
Fotos Oscar Cabral

A região metropolitana do Recife vive sob um rodízio de água permanente. Para pôr fim a esse absurdo, a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) decidiu construir a adutora de Pirapama, que aumentará em 50% o abastecimento. Mas a obra não resistiu à fiscalização do TCU. Ao analisarem o contrato, de 421 milhões de reais, os auditores encontraram sobrepreço de 69,5 milhões de reais na compra de matérias-primas. A maior parte do problema estava na aquisição dos tubos de aço-carbono, pelos quais a Compesa pagou o dobro do valor de mercado. O atual presidente da estatal, João Bosco de Almeida (que assumiu o cargo com a obra já em andamento), admitiu que o preço era mais salgado que a água do mar. "Infelizmente, não havia referências para construções desse tipo quando o contrato foi assinado", disse ele. 
 
DESPERDÍCIO SEM REMÉDIO?

Um dos maiores problemas das obras públicas no Brasil é a péssima qualidade de seus projetos executivos. Eles deveriam definir, com alto grau de exatidão, as coordenadas gerais do trabalho a ser feito. Um projeto executivo malfeito é um convite ao aumento descontrolado de gastos, pois, quando um empreiteiro encontra problemas imprevistos, exige mais dinheiro para fazer sua parte – e essa diferença é paga sem passar por licitação. Foi o que aconteceu com o Hospital da Mulher, obra da prefeitura de Fortaleza. O estudo do solo onde está sendo erguido o prédio foi uma vergonha. Quando a obra começou, descobriu-se que o terreno era mais arenoso do que se pensava, e foi preciso alterar todo o sistema de estacas para que o prédio parasse em pé. Como as fundações reforçadas não estavam no contrato, o preço do hospital ficou 7% mais alto. O TCU apontou a irregularidade, e quer rediscutir os valores que já foram aplicados. 

RUMO CORRIGIDO

A BR-101 é a principal ligação entre as cidades do litoral nordestino. Havia décadas esperava por uma duplicação que desse mais segurança aos milhares de turistas e caminhoneiros que passam por lá todos os dias. No governo Lula, a obra foi incluída no PAC e deslanchou. O projeto é excelente: prevê pista dupla em toda a extensão e longos trechos com pavimento de concreto, menos propenso ao surgimento de buracos do que o asfalto. Mas o TCU descobriu que a obra, além de provocar desvios temporários no caminho dos veículos (como se vê na foto à esquerda), estava sendo usada como caminho para o desvio de dinheiro público. O preço que as empreiteiras haviam fixado para fazer o serviço estava claramente sobrevalorizado. Depois que os auditores do tribunal descobriram a farra, as empresas tiveram de abrir mão de 16% de tudo o que esperavam receber. Com isso, o Erário deixou de ser sangrado em 236 milhões de reais. 

UMA CORTE MILIONÁRIA

"Antieconômica", "recheada de graves falhas" e "superdimensionada". É assim que o TCU descreve em seus relatórios a construção da nova sede do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília. Os auditores do tribunal analisaram os contratos firmados entre a corte brasiliense e as empreiteiras e, data venia, descobriram um sobrepreço de 35 milhões de reais. Entre os valores contestados, há um pagamento de 8,6 milhões de reais que seria feito ao escritório do arquiteto Oscar Niemeyer. A nova corte foi projetada para ocupar 170 000 metros quadrados, distribuídos por quatro prédios. Apesar das dimensões nababescas da obra, a qualidade de seu projeto é miserável. Além do sobrepreço, há falhas ensurdecedoras de tão gritantes. Por exemplo: nenhum engenheiro previu a construção de estacas, fundamentais para sustentar as estruturas. O escândalo é tamanho que a obra foi paralisada e o Conselho Nacional de Justiça determinou a revisão de todo o projeto. 

UMA OBRA "DIFERENTE"

Na divisa entre os estados de Alagoas e Bahia, está sendo escavado o Canal Adutor do Sertão, que vai desviar as águas da Bacia do São Francisco para o interior alagoano. Licitado em 1992, o canal só começou a ser construído dez anos depois. Agora, foi posto em xeque pelo TCU. Os fiscais esmiuçaram o destino de 245 milhões de reais empregados na obra e apontaram que, desse montante, 37 milhões de reais haviam sido gastos sem nenhuma justificativa. A construtora Queiroz Galvão foi obrigada a contratar um seguro para garantir que devolverá essa soma aos cofres públicos caso seja condenada em definitivo. O secretário de Infraestrutura de Alagoas, Marco Fireman, tenta apagar o incêndio. Segundo ele, o problema é que o TCU exige preços baixos demais, fora da realidade. "Nosso serviço não se encaixa nesses balizadores, porque a obra é cheia de especificidades. O que fazemos aqui é diferente", diz. 

ENCOLHE E ESTICA

O metrô de Salvador foi projetado para ter 12 quilômetros de extensão. O projeto encolheu pela metade, mas o preço quase dobrou. É isso mesmo: o metrô terá apenas 6 quilômetros, mas custará 76% mais que o previsto. A prefeitura acha isso normal, mas o TCU descobriu que, do valor total que já foi pago, 100 milhões foram superfaturados. Diante disso, o tribunal pediu que os custos de todos os itens do contrato fossem recalculados. A prefeitura explicou que era impossível, pois não fazia ideia nem dos preços nem da quantidade de materiais utilizados. Como se não bastasse, o consórcio que toca o projeto, formado por Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e Siemens, ainda tentou conseguir um dinheiro extra – mais 88 milhões de reais – para acabar o serviço. Se não fosse pelo TCU, o dinheiro já teria saído. 

O AEROPORTO QUE NÃO DECOLA 

Em uma ação exemplar, o TCU cancelou o contrato firmado entre a Infraero e o consórcio formado pelas empreiteiras Camargo Corrêa, Mendes Júnior e Estacon para a reestruturação do Aeroporto de Vitória. A medida drástica foi tomada depois que uma auditoria descobriu que havia 44 milhões de reais de superfaturamento no projeto, ou 12% do valor total. Para estancarem a sangria, os ministros do tribunal tiveram de enfrentar não só as empreiteiras, como também a Infraero, que se opôs à redução das despesas. O TCU venceu a queda de braço e a obra foi cancelada. Agora, uma nova licitação terá de ser feita, mas, como a Infraero e as empreiteiras não se entendem sobre os valores que já foram pagos (e que eventualmente terão de ser ressarcidos), o processo ainda nem começou. 

MAR DE LAMA

Em 1998, mineiros e capixabas se animaram com o início da construção da BR-342, que ligaria o norte do Espírito Santo a Minas Gerais. Para pavimentar os 106 quilômetros da rodovia, foram celebrados três contratos com duas empreiteiras. Nos três o TCU encontrou sobrepreço – sempre na casa de 50% do valor global. Além disso, parte dos serviços que as empreiteiras alegam ter executado não foi fiscalizada pelo governo. Por fim, o valor dos contratos aumentou sem nenhuma justificativa técnica. Uma estranheza atrás da outra. Como a obra se tornou um sorvedouro de dinheiro público, o TCU pediu sua paralisação. Hoje, há apenas 33 quilômetros asfaltados. Outros 27 quilômetros são transitáveis, mas ainda não receberam uma gota de asfalto. Nos 46 quilômetros restantes, a obra nem sequer foi iniciada.



O Governo Lula, ou: a Contradição no Poder



 Talvez a chave para o enigma político do lulismo repouse no fato que ele não se ressente, tampouco se debilita, por causa das referidas contradições; ao contrário, delas se alimenta, delas se aproveita para surfar uma onda aparentemente interminável de popularidade, logrando persuadir os mais díspares segmentos da sociedade brasileira de que pode ser tudo para todos ao mesmo tempo: 
o escudo protetor da ortodoxia monetária do Banco Central & o patrocinador de uma verdadeira farra de engorda da máquina pública e, portanto, da explosão dos gastos de custeio; o amigo de fé do agronegócio exportador & o irmão camarada dos invasores do MST; o governante que saldou a dívida brasileira com o FMI & o parceiro entusiasta de desastres ideológicos como o socialismo bolivariano de Hugo Chávez, Evo Morales e outros agressores do interesse nacional brasileiro; o pai dos recipiendários do bolsa-família & a mãe dos banqueiros, satisfeitíssimos com as estratosféricas taxas de juros...

No fundo de todas essas antíteses está um governo que é fruto do insólito cruzamento entre as cúpulas sindicalistas e as carcomidas oligarquias que Lula e PT, na oposição, combateram, agora sabemos, com calculado espalhafato e que, neste exato momento, ajudam a escorar em plena crise ética que desmoraliza o Senado Federal.

O grande problema desses permanentes ziguezagues, desse infindável ilusionismo político, é que eles consomem enormes energias do governo além de desviar o foco da opinião pública para longe dos crônicos desafios da infraestrutura, da justiça e da racionalidade fiscais, da empregabilidade ampla, geral e irrestrita.

Trocando em miúdos, o governo Lula não se dispôs a investir um grama da esmagadora popularidade do seu chefe supremo para construir uma sólida aliança política destinada a levar a bom termo a agenda de reformas tributária, previdenciária e trabalhista, cuja inconclusão continua a pender contra o futuro do país.

Por isso, talvez, no veredito da história – cujo critério de medida é o bem-estar das futuras gerações, e não as conveniências da próxima eleição –, Sua Majestade Lula (‘o cara’) da Silva venha a ser mais lembrado, ou esquecido, pelo que não fez... Uma última ironia para coroar o rosário de contradições com que ele teceu sua trajetória.

Eduardo Sciarra
Deputado federal desde 2002 (DEM-PR), Eduardo Sciarra é engenheiro civil e empresário do setor da construção. No período de 1998-2002, exerceu o cargo de Secretário de Indústria, Comércio e Turismo do Paraná, assumindo o desafio de iniciar um novo processo de industrialização que culminou na formação de novos pólos econômicos tanto na capital como no interior do Estado. Vice-Presidente Nacional do Democratas, foi presidente da Frente Parlamentar para a Infraestrutura e atualmente é presidente da Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados. 


A LIBERDADE



  Existem muitos tipos de liberdade -  
a social, a política, a econômica -,  
mas elas são apenas superficiais.
A verdadeira liberdade tem uma 
dimensão totalmente diferente. 

Ela não diz respeito ao mundo exterior, nada disso;
ela emerge da nossa interioridade.

Trata-se da liberdade com relação ao condicionamento, 
a todos os tipos de condicionamento, 
às ideologias religiosas, às filosofias políticas.

Todos eles têm sido impostos por outras pessoas sobre você, 
têm agrilhoado você, 
acorrentado você, 
aprisionado você, 
têm feito de você espiritualmente um escravo.

A meditação nada mais é do que destruir todos esses grilhões,
condicionamentos, a destruição de todas as prisões, 
de modo que você possa ficar novamente sob o céu, 
sob as estrelas, ao ar livre, disponível para a existência.

Osho, em "Liberdade: a Coragem de Ser Você Mesmo"
Imagem por trackrecord

janeiro 01, 2010

COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE/G.GUARARAPES


Se for aberta, a caixa preta dos arquivos do tempo da ditadura 
militar deve ser completamente "escancarada", 
expondo todas as mazelas cometidas pelos aloprados de direita
e de esquerda. Não pode prevalecer esse negócio de “minha
verdade” ou “sua verdade”. O Brasil tem de conhecer a 
“verdade verdadeira”. - Foto: WEB

VAMOS DESPERTAR AS CONSCIÊNCIAS!
Algo muda no reino da Dinamarca. As profecias do GRUPO GUARARAPES começam a se realizar. O GRUPO nunca deixou de defender nossos superiores, pois são formados na mesma Escola da HONRA e do CUMPRIMENTO DO DEVER
A internet informa que o Ministro da Defesa e os Comandantes das Três Forças entregaram os cargos por causa da tão falada COMISSÃO NACIONAL DA 
 VERDADE.

Houve o recuo e não tiveram coragem de levar à frente qualquer ataque as FFAA. Coragem é para quem tem dignidade e honradez. Todos no RS sabem da covardia do ministro comunista Tarso Genro. Em 1964, com medo, foi para o Uruguai e de lá apelou para a família do Coronel USTRA, que tanto odeia. Abrigado pelo o irmão do coronel chegou até fazer CPOR. 

Foi chamado de mentiroso pelo deputado Bolsonaro e apenas baixou a cabeça, confirmando a sua torpeza.
Os militares, que defenderam a democracia e livraram a Pátria de uma Ditadura tipo CUBA deram a anistia para todos os brasileiros. Foi combatida por Ulisses Guimarães que não aceitava que os exilados ( Brizola – Arraes e outros) tivessem o direito de concorrem as eleições. Que “belo” democrata que era!

Mataram, esfacelaram pernas de brasileiros, roubaram, assaltaram, seqüestraram e cometeram crime comum como bem diz Jacob Gorender na página 238 do livro COMBATE NAS TREVAS ao analisar a morte do marinheiro inglês DAVID CUTHEBERG. “Foi assassinato puro e simples”. É coisa de bandido, portanto.

O MINISTRO DA DEFESA E OS TRÊS COMANDANTES MILITARES QUEREM A VERDADE. COLOCAR NA CADEIA BANDIDOS E CRIMINOSOS.

PARABÉNS! 
AS FORÇAS ARMADAS BRASILEIRAS SALVARAM O BRASIL DE UMA DITADURA. O TRISTE É QUE OS TERRORISTAS DE ONTEM, SE DIZENDO FALSAMENTE DEMOCRATAS, SÃO HOJE OS GRANDES LADRÕES DA NAÇÃO E SE JUNTARAM AO QUE DE PIOR TEMOS NA POLÍTICA, O QUE É DITO POR ELES MESMOS NOS DISCURSOS E PALANQUES PELO PAÍS AFORA.

VIVA A VERDADE! MORTE À MENTIRA! 

Publicada em: 31/12/2009
Estamos Vivos!  
Grupo Guararapes! 
Personalidade Jurídica sob reg. Nº 12 58 93,
Cartório do 1º registro de títulos e documentos, 
em Fortaleza.

PESQUISA ENGORDA

Nunca na istoria deztepaiz um presidente acumula tanta gordura(popularidade), em qualquer pesquisa, o filho...do Brasil lidera  : futebol, equitação, natação, vôlei, basquete, salto à distancia e com VARA, simpatia, honestidade, honradez, sinceridade, ingênuidade, sobriedade, diplomacia, corrupção, suborno, desvio de carater, vícios, autoritarismo, vaidade e cara de pau etc.etc.
(Camuflados)

DESVESTINDO UM SANTO PARA VESTIR OUTRO



Desequilíbrio das contas
 
Opinião : 
A manipulação do governo do filho...doBrasil não se satisfaz só com a política, vem adotando a dança dos números, dois pra lá dois pra cá, sob um desce três e assim vai camuflando a real situação das contas do País.
Com esse rítmo(gastos) os "instrumentos" vão desafinar e o baile vai desandar, não passa de 2010.
BNDES pode antecipar R$ 5,2 bilhões ao governo para 
garantir cumprimento da meta de 2009
Adriana Fernandes, 
de O Estado de S. Paulo
BRASÍILIA - 
Numa manobra fiscal de última hora, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai antecipar receitas ao governo para garantir o cumprimento da meta de superávit fiscal das contas do setor público. O governo editou ontem a Medida Provisória (MP) 478 que permite que o BNDES compre dividendos que a União tem direito a receber de suas participações societárias em empresas estatais e de economia mista.

O superávit nas contas públicas poderá ter um reforço hoje de até R$ 5,2 bilhões com a operação, admitiu ontem o subsecretário de Política Fiscal do Tesouro Nacional, Marcos Aucélio. O grosso de dinheiro se refere a dividendos antigos devidos pela Eletrobrás e que ainda não foram repassados aos acionistas. "Os R$ 5,2 bilhões é a parte que o Tesouro tem a receber", explicou o subsecretário.

Uma operação de venda já será feita hoje, com o pagamento em dinheiro pelo BNDES, o que reforçará as receitas do governo em dezembro. Mas o governo ainda não sabe se vai vender o total de dividendos a receber que está disponível. Se utilizar integralmente os R$5,2 bilhões, a previsão do superávit primário do setor público de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) para este ano feita ontem pelo chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, poderá subir para cerca de 2,16%.

DESCAMUFLANDO O SILÊNCIO (RETROSPECTIVA)

Em ano de eleição é muito bom manter a memória em forma, manter viva as ações rasteiras do Filho... do Brasil e seu partido , para a perpetuação de poder, se aproveitando do dinheiro público para "doar" a vagabundos em troca de parceria e cunplicidade.

A UNE HOJE SÓ ARROMBA COFRE PÚBLICO...
"Quando a UNE era uma entidade de estudantes, seus presidentes tinham idade de estudantes. 
Em 1958, o baiano Raimundo Eirado elegeu-se presidente da UNE. Tinha 22 anos. Estudava Direito na Faculdade Nacional de Direito. 
Em 1963, o paulista José Serra foi eleito presidente da UNE. 
Tinha 21 anos. Estudava Engenharia na Escola Politécnica. 

Hoje aparece nos jornais um senhor de 27 anos, Augusto Chagas, com cara de assessor, "eleito" presidente da UNE. 
Estuda o que, onde? 
Ninguem sabe. 
 Nem ele. Diz que "já estudou" "Ciência da Computação", "Sistemas de Informação" e mais não soube informar. 
Talvez tenha doutorado em e-mails e torpedos. 

Disse a Soraya Aggege:

- "Não me sinto mal por não ter curso nem emprego" (Globo). 

A UNE, envelhecida e envilecida, já não tem estudante na presidência, porque virou um Departamento de Faturamento Político do PC do B. 
 Depois da ditadura dos generais, a UNE caiu nas mãos da ditadura do PC do B. É um pé de cabra do partido. Arromba verbas e patrocínios"...
      
Texto de Sebastião Nery 
 DESCAMUFLANDO :

UNE PELEGA "MAMA" MAIS R$ 10 MILHÕES
 
      Do Correio Braziliense: 
“A União Nacional dos Estudantes (UNE) ganhou na loteria no governo Lula.
O repasse do Poder Executivo à entidade aumentou em 20 vezes nos últimos cinco anos. 

A soma dos recursos públicos transferidos chega aos R$ 10 milhões no período. Em contrapartida, as sexagenárias manifestações independentes e de críticas ao governo federal desapareceram. 

No lugar, sobra bajulação.
Fotos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com dirigentes da entidade são exibidas com pompa no site da UNE. 

O crescimento da verba recebida do governo foi meteórico.
Os recursos saltaram de R$ 199 mil em 2004 para R$ 4,5 milhões no ano passado. Mas não parou por aí. 

O montante tende só a crescer em 2009: 
R$ 2,5 milhões já foram depositados na conta da UNE neste ano, segundo levantamento obtido pelo Correio no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi). 

Nada mal para quem recebeu cerca de R$ 1 milhão em oito anos do governo anterior, de Fernando Henrique Cardoso (PSDB).”

VIDA

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BRASIL OU MERCOSUL ?


ATRAVÉS DA LEI Nº 12.157, 
DE 23 DE DEZEMBRO DE 2009,
FICA MODIFICADA A LEINº 5.700, 

DE 1 DE SETEMBRO 
DE 1971, QUE DISPÕE SOBRE A FORMA E
A APRESENTAÇÃO DOS SÍMBOLOS NACIONAIS, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

NESSA NOVA FORMA, PELO ARTIGO 13 DA LEI 5700, AGORA MODIFICADO, FICA ESTATUÍDO QUE DEVEM SER HASTEADAS, DIARIAMENTE, A BANDEIRA NACIONAL E A BANDEIRA DO MERCOSUL.

Só uma pergunta :
Afinal somos cidadãos BRASILEIROS ou do MERCOSUL , o povo não foi consultado como sempre.

UM ASSUNTO IMUNDO



 
...Como em qualquer lugar, a política abriga pessoas boas e más, imbecis e inteligentes, honestos e desonestos. Mas, mesmo as pessoas boas, honestas e inteligentes realizam e contribuem para a sujeira da política, só que de forma inconsciente e ingênua: as pessoas “boas” dão uma certa dignidade “a política”, e com isso contribuem para ofuscar ainda mais a imundície dos políticos.
 

Antes de qualquer coisa, para se entrar na política é preciso ser um comerciante, pois a política é um grande comércio de interesses, onde se barganham leis, poderes, domínios, divisões territoriais. Falem que buscam o consenso, mas o que ocorre são acordos, onde abrem mão dos princípios em nome das finalidades. 

É que o político é necessariamente um dissimulador, um forjador de realidades, um ator, representando um papel de mártir do povo, de uma vida voltada para os sacrifícios do povo. 

O político é necessariamente um mentiroso, que sempre diz estar defendendo no interesse da maioria (sem se preocupar se a maioria está certa, pois não poucas vezes está equivocada) ou de todos; só fala coisas justas publicamente, mas jamais sabemos o que é realmente verdade ou o que é efeito retórico de discurso.
 

Assim, vias de regra, os piores candidatos são sempre os escolhidos, ainda que de fato nunca haja candidatos bons. Só ruins têm condições e disposição para concorrerem às eleições. O princípio de escolha dos candidatos dentro dos partidos é bem simples: pega-se os mais canalhas e os mais ingênuos. 

Os primeiros lutam descaradamente pelos interesses mais mesquinhos; os segundos, além de darem uma certa dignidade à política, são facilmente manobráveis, fazendo-os crer que lutam por boas causas humanitárias, quando o que a humanidade precisa é que acabem com as lutas e não pessoas que se disponham a lutar por ela, seja lá por que for.
 

Alem disso, todo político parece um médico frustrado, pronto a passar um receituário para as patologias nacionais. Mas, se candidatam a médicos das doenças sociais e individuais, acabam se transformando em verdadeiros monstros que tripudiam sobre o pobre doente, receitando regime e sangria para todos. 

Se todos têm um pouco de médico e monstro, nos políticos isto ocorre em dois momentos distintos: 
é médico enquanto candidato, depois vira monstro quando eleitos.
 

Ainda que os políticos e a política coloquem-se como solução dos grandes problemas, são eles de fato o problema. Apropriando-se de legítimos interesses populares, acabam jogando uns contra os outros, e enquanto o povo se mata entre si, não consegue perceber as coisas ardilosas que os políticos fazem, eles fingem governar o desgoverno que eles próprios criaram.
(Velho Abade)