"Um povo livre sabe que é responsável pelos atos do seu governo. A vida pública de uma nação não é um simples espelho do povo. Deve ser o fórum de sua autoeducação política. Um povo que pretenda ser livre não pode jamais permanecer complacente face a erros e falhas. Impõe-se a recíproca autoeducação de governantes e governados. Em meio a todas as mudanças, mantém-se uma constante: a obrigação de criar e conservar uma vida penetrada de liberdade política."

Karl Jaspers

fevereiro 03, 2012

SEM "MARQUETINGUE" UMA "MENSAGEM" DA NADA E COISA NENHUMA . UM ATESTADO DA PRÓPRIA INCOMPETÊNCIA , UMA FRAUDE.

Dilma Rousseff enviou ontem ao Legislativo a edição 2012 da "Mensagem ao Congresso Nacional". O documento foi recebido com frieza pelos meios de comunicação, mas é precioso.

É uma confissão, com chancela oficial, do fracasso do primeiro ano da gestão dela, o nono do governo petista.


Em suas 472 páginas, a Mensagem mostra, por exemplo, como tem sido pífia a execução de programas como o Minha Casa, Minha Vida; como promessas feitas para a melhoria da saúde estão longe de sair do papel; e como, quando falta o que mostrar, o governo apela mesmo é para a mentira descarada.

Comecemos pela instalação de unidades de pronto-atendimento de saúde. As chamadas UPA, que servem para desafogar as emergências dos hospitais, foram uma das vedetes da campanha eleitoral de 2010.

A então candidata prometeu instalar 500 delas "para garantir atendimento médico adequado", conforme reiterou na versão 2011 da Mensagem ao Congresso.


Pois bem: na publicação divulgada ontem, está informado à página 184 que foram construídas apenas 31 UPA no ano passado. Isso significa que, a continuar assim, para honrar o compromisso firmado Dilma precisaria de quatro mandatos. Parece que não vai dar tempo...

A Mensagem também destaca, logo na sua apresentação, a "aprovação", em 2011, da "construção de 1.484 creches e pré-escolas por todo o Brasil". A promessa de Dilma foi bem distinta: erguer - e não "aprovar a construção" - 6.427 creches em quatro anos.

Nenhuma delas, porém, foi concluída até agora, mostrou O Estado de S.Paulo na semana passada.


"Para cumprir uma promessa de campanha feita pela presidente Dilma Rousseff, o Ministério da Educação terá que inaugurar pelo menos 178 creches por mês, ou cinco por dia, até o fim de 2014", informou o jornal. O programa destinado à construção das creches - o ProInfância - executou meros 16% do orçamento do ano passado.

Mas a Mensagem traz muito mais. Relata, por exemplo, os resultados efetivos alcançados pelo Minha Casa, Minha Vida. Lá está dito que, nas duas fases do programa, foram entregues até agora exatas 540.883 moradias.

O documento não detalha quantas foram destinadas a famílias de renda mais baixa, de até três salários mínimos, mas sabe-se que são absoluta minoria.


O programa habitacional foi lançado em abril de 2009 com meta de construir 1 milhão de casas. Em 2010, ganhou uma segunda fase, prevendo mais 2 milhões de habitações.

Ou seja, ao ritmo atual, para que tais promessas sejam honradas, o governo petista vai precisar de mais 12 anos. Assim como com as UPA, também não vai dar para esperar tanto tempo.


O texto da Mensagem também desnuda fracassos retumbantes da gestão petista, como no saneamento. Embora alardeie que R$ 36,4 bilhões estejam sendo investidos no setor - o que não encontra comprovação em fonte alguma - o documento admite, à página 308, que apenas 9% do previsto desde o lançamento do PAC foi aplicado.

Ou seja, na velocidade registrada ao longo destes últimos cinco anos, seria necessário mais meio século para concluir as obras.


Há casos piores, de mentira deslavada. À página 317 da Mensagem, o governo afirma que obras e ações de transporte metroferroviário "mantiveram o ritmo de investimento observado nos últimos anos". Um dos casos citados é o do metrô de Belo Horizonte, um dos que "contam com recursos do PAC, o que assegura um avanço regular aos projetos".

Ocorre que não há um único dormente sendo assentado hoje na expansão das linhas da capital mineira. E não é de agora: as últimas obras feitas por lá datam do governo Fernando Henrique, embora desde então o governo do estado tenha tentado reiteradamente retomar a ampliação das linhas. Além do metrô, os mineiros esperam há anos outras obras prometidas pelo PT, como mostrou o Estado de Minas nesta semana.

O mau desempenho da administração Dilma Rousseff é flagrante.
Neste sentido, o texto divulgado ontem apenas corrobora o que se observa no dia a dia do país, a olho nu.

A diferença é que o governo não pode mais culpar o mensageiro pela desalentadora mensagem de desalento que carrega em sua sacola.

O fracasso agora é oficial.


Fonte: Instituto Teotônio Vilela
Mensagem Vazia

Não faltaram alertas :





O CUSTO DA INDÚSTRIA E A MAMULENGA PREGA "OUSADIA" E "DISCIPLINA" NA ECONOMIA. RISCO À VISTA.


Todos os dias o noticiário vai sendo martelado por informações de que o setor produtivo brasileiro (e não só a indústria) vai ficando inviabilizado por seus custos excessivos.

Ontem, por exemplo, o brasileiro ficou sabendo que o governo Dilma decidiu romper o acordo automotivo com o México, porque as importações de veículos made in Mexico estão tomando o mercado do produto brasileiro.

As queixas são recorrentes. Vêm do setor produtor de máquinas, passam pela área têxtil, surgem na indústria eletrônica e se estendem até aos produtores de brinquedos. Na semana passada, o presidente da Embraer, Frederico Curado (foto), advertia em Davos, durante o Fórum Econômico Mundial, que o gasto com mão de obra no Brasil estava ficando proibitivo para sua empresa. Segunda-feira, o Estado publicou que a execução do programa Minha Casa, Minha Vida vem se tornando difícil dado o aumento dos custos de terrenos, materiais e da mão de obra - até há alguns anos, considerada das mais baratas do mundo.

Não é de hoje que o setor produtivo tem esses problemas, mas, em vez de buscar soluções, prefere eleger culpados. Entre eles, o mais citado é o câmbio, "sempre defasado em, pelo menos, 30%" - como já nos anos 70 reclamava o então presidente da Duratex, Laerte Setúbal, fosse qual fosse a cotação do dólar.

Lá pelas tantas, o governo tratava de "dar câmbio" para devolver algum mercado para a indústria, no entanto, até agora, não houve câmbio que chegasse. (Para o caso dos veículos do México, veja ainda o Confira.)


Além do câmbio, são apontados outros culpados:
chineses,
coreanos,
crise global (que empurra encalhes de mercadoria para o Brasil)
e, agora, mexicanos,
que conseguem a proeza de enfiar cada vez mais veículos e autopeças nas tabas tupiniquins.


Não é preciso ter QI de Ph.D. para desconfiar que o buraco é mais embaixo.
E não custa bater no mesmo bumbo em que esta Coluna vem batendo. O grande problema do setor produtivo brasileiro chama-se custo Brasil.

Com algumas diferenças, é a mesma lista de barreiras à produção há mais de 50 anos: carga tributária insuportável; quarta mais cara energia elétrica do mundo; juros escorchantes; encargos sociais cada vez mais altos (de que se queixa o presidente da Embraer); e infraestrutura cara e precária.


Nos últimos anos, foram os serviços que passaram a custar o olho da cara. Faz sentido pagar de R$ 20 a R$ 30 por uma hora de estacionamento em São Paulo?

Por que tarifas de banda larga e telefone no Brasil estão entre as mais caras do planeta? Por que se cobra R$ 1,6 mil para impermeabilizar dois metros lineares de caixilhos? Por que qualquer assistência técnica tem preços elevados?
E o que tem a ver o câmbio com essas maluquices?


Com esses diagnósticos capengas, em vez de tratar de derrubar o custo Brasil, o governo Dilma vai enveredando para o protecionismo tosco, à la Argentina, e para opções de reserva de mercado, porque já não pode mais "dar câmbio" para compensar esses desequilíbrios. É o que faz agora, especialmente na indústria têxtil e na de veículos.

Durante certo tempo, esses artifícios reduzem o afluxo de importados.
Mas não restabelecem a competitividade do setor produtivo nacional no mercado externo.

Celso Ming O Estado de S. Paulo

fevereiro 02, 2012

SE LIGA, BRASIL.


A Fifa cobra celeridade do Brasil no andamento das obras para a Copa de 2014 e aproveitou, ontem, a contagem regressiva para o início do seu tradicional evento-teste — a Copa das Confederações de 2013, de 15 a 30 de junho —, como mais um despertador para o país sede das duas competições.

Ontem, a entidade máxima do futebol acionou o alarme de 500 dias (499 a contar de hoje) para o pontapé inicial da nona edição do simulado para o Mundial, no Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília.

A ferramenta utilizada para pressionar ainda mais o Brasil foi o lançamento da logomarca da Copa das Confederações. Bem mais bonito e criativo do que o da Copa do Mundo, o ícone faz referência a um sabiá-laranjeira.

A ave nativa da fauna brasileira foi declarada em 3 de outubro de 2002 "o centro de interesse para as festividades do Dia da Ave".

Comum na América do Sul, o animal tem têm um canto melodioso durante a época de reprodução e apresenta como diferencial a cor de ferrugem no ventre.

Batizada pelo site oficial da Fifa de "Festival de Campeões", a Copa das Confederações vai reunir no Brasil oito seleções. Cinco já estão classificadas: o anfitrião Brasil, a atual campeã mundial Espanha, além dos vencedores da Copa América (Uruguai), da Copa Ouro (México) e da Copa da Ásia (Japão).

Os representantes da Oceania e da Europa vão ser conhecidos no meio deste ano. A tabela será conhecida em 1º de dezembro, em São Paulo, mas ficará com uma lacuna.

O enviado da África só terá nome a pouco mais de 100 dias do início do torneio, na Copa Africana de Nações de 2013.

"Para nós, do Comitê Organizador Local (COL), a Copa das Confederações da Fifa é muito mais do que um torneio preparatório para a Copa do Mundo da Fifa", comentou no site oficial do torneio o ídolo Ronaldo, o Fenômeno, membro do Conselho de Administração do COL.

"Estamos empenhados em preparar uma grande festa no ano que vem, um verdadeiro festival de campeões", assegurou.

Além de Brasília, Fortaleza, Belo Horizonte e Rio de Janeiro receberão partidas da competição. Recife e Salvador estão de sobreaviso e dependem do andamento da obra para também entrar na tabela.

"Acho que teremos aqui, no Brasil, o grupo de seleções mais forte desde a criação do torneio", opina Ronaldo. "Será uma grande oportunidade para os torcedores brasileiros assistirem a um futebol de alto nível nos novos estádios e mostrarem ao mundo um pouco da nossa hospitalidade", afirmou Ronaldo.

Correio

Petrobras : Vazamento de óleo é investigado

A Polícia Federal e o Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo abriram ontem inquéritos para investigar o vazamento de óleo no Campo de Carioca Nordeste, operado pela Petrobras na Bacia de Santos, a 250 km do município de Ilhabela, no litoral norte do estado.

Segundo a Marinha, a mancha de óleo atinge 70 quilômetros quadrados de mar. Na PF, as investigações ficarão a cargo da Delegacia de Repressão a Crimes Ambientais e Patrimônio Histórico, que terá 30 dias para apurar o caso.

Já no MPF, a Procuradoria em São José dos Campos instaurou inquérito civil público para apurar as causas do primeiro vazamento de óleo do pré-sal e pode preparar ações judiciais e extrajudiciais. O Ibama também notificou ontem a Petrobras a apresentar, em um prazo de cinco dias, um relatório consolidado sobre a resposta que foi dada ao vazamento.

Segundo o instituto, a depender das informações apresentadas, a empresa poderá receber sanções. O caso está com o procurador Angelo Augusto Costa, que requisitou documentos e informações a diversos órgãos.

Um sobrevoo na região, realizado por técnicos do Ibama e da Marinha, comprovaram a existência de uma mancha pouco espessa e descontínua, com aparência de frisos prateados, a cerca de cinco quilômetros do navio-plataforma FPWSO Dynamic Producer.

Na avaliação do instituto, dada a distância e as condições oceanográficas no local, o petróleo não deve chegar no litoral.

Gabrielli minimiza vazamento

O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli minimizou, em Salvador, os efeitos do vazamento. Ele, que deixa o comando da estatal no dia 13, chegou a dizer que não houve vazamento:
Houve uma ruptura da tubulação que liga o poço à superfície e as causas primárias não foram identificadas, levam algum tempo disse.

Ele preferiu exaltar a eficiência dos sistemas de prevenção e contenção, que funcionaram perfeitamente.

Todo o poço está sob controle e não há nenhum risco de perda de controle. (A camada) pré-sal está abaixo do fundo do mar, e o que está nessa área está absolutamente sob controle.

O que está entre o fundo do mar e a superfície é onde está o tubo que se partiu por razões físicas disse Gabrielli, negando que os papéis da empresa se desvalorizaram por causa do acidente.


A Petrobras retificou a estimativa do volume vazado e informou que 26 mil litros de óleo cru foram liberados ao mar, elevando a previsão anterior de 25 mil litros.

Em nota, a estatal informou que três embarcações recolhedoras de óleo percorreram ontem à tarde o local e que, até o momento, foram recolhidos 15 metros cúbicos de água oleosa, que serão tratados. Toda a atuação da empresa está sendo monitorada pelo Ibama e pela Cetesb, órgão ambiental paulista.

Em meio ao problema ambiental, ficou pronto, finalmente, o Plano Nacional de Contingência (PNC) contra grandes vazamentos de petróleo no mar brasileiro. No entanto, falta decidir de onde sairão os recursos para sua implantação.

O PNC estabelece o modo de atuação dos diferentes entes envolvidos em um vazamento como Agência Nacional do Petróleo (ANP), Ibama, Marinha e a própria empresa em casos de grandes vazamentos.

Com um plano definido, haverá parâmetros prévios para que o impacto no ambiente seja o menor possível.

Segundo a Secretaria de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia, há uma negociação em curso com o Ministério do Planejamento para se buscar a fonte mais adequada para custear a implementação do plano.

Em nota enviada ao GLOBO, o MME afirma que, ainda que o plano não tenha sido formalmente publicado, a ANP, a Marinha e o Ibama, que participaram ativamente de sua construção, vêm adotando as diretrizes nele contidas de maneira integral, de sorte que a ausência da publicação não impede a ação coordenada do governo.

A criação de um Plano Nacional de Contingência brasileiro é prevista desde 2000, quando um vazamento da Petrobras que atingiu a Baía da Guanabara mobilizou políticos em torno da aprovação da Lei 9.966.

A responsabilidade pela elaboração do PNC foi transferida do Ministério do Meio Ambiente para o de Minas e Energia, que preparou o texto final para submetê-lo à Casa Civil.

O megavazamento da BP no Golfo do México em 2010 e o vazamento da Chevron no Rio no ano passado ampliaram a pressão pelo plano.

PDVSA perde prazo de refinaria

A coordenadora da campanha de clima e energia da ONG Greenpeace, Leandra Gonçalves, afirmou ontem que a necessidade de adotar medidas de prevenção e de segurança mais rígidas em casos de vazamento de petróleo é inegável e urgente.

Hoje, temos 105 sondas trabalhando em toda a costa brasileira, idênticas à utilizada pela Chevron, perfurando a mais de 4 mil metros de profundidade e sob uma lâmina de água superior a mil metros. Nessas condições, a capacidade de controle de um vazamento é muito mais difícil, escreveu no blog do Greenpeace.

Até ontem, a Petrobras não tinha recebido qualquer comunicado da estatal venezuelana PDVSA sobre a decisão em relação à sua participação no projeto da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.

O prazo para a venezuelana apresentar garantias ao BNDES (que não comenta o assunto) acabou no dia 31. Gabrielli disse que espera que a PDVSA apresente garantias, mas disse que a Petrobras pode fazer a refinaria sozinha.

O Globo

"PARA O BRASIL SEGUIR MUDANDO" COM A MAMULENGA E "GERENTONA" DE NADA E COISA NENHUMA : DESBALANCEADA! ROMBO NA BALANÇA , US$ 1,29 bilhão.

O comércio exterior brasileiro estreou 2012 produzindo um rombo na balança comercial como não se via há 39 anos em meses de janeiro.
O mau resultado representa a outra face de uma moeda conhecida:
o enfraquecimento da indústria nacional. As perspectivas são cada vez mais sombrias.


Em janeiro, o déficit comercial foi de US$ 1,29 bilhão, o maior para o mês desde 1973 e o primeiro resultado negativo na balança brasileira em dois anos. Com isso, inaugura-se um ano em que o desempenho do comércio internacional do país certamente será cadente.

Estima-se que o Brasil só conseguirá produzir um pequeno superávit em 2012 - se conseguir. Os cálculos variam, mas indicam que o saldo pode cair a apenas US$ 3 bilhões, no prever da Associação de Comércio Exterior Brasileiro (AEB).

Será uma reversão expressiva ante os US$ 29,8 bilhões de saldo de 2011 e, mais ainda, ante os US$ 40 bilhões registrados em 2007.


As transações comerciais brasileiras com o exterior estão cada vez mais dependentes de produtos básicos. No geral, as matérias-primas já somam 62% das exportações nacionais.

Mais que isso, dentro das cadeias dos produtos mais importantes da nossa pauta vende-se cada vez mais os itens de menor valor agregado. Por exemplo, comercializa-se mais soja em grão do que óleo e farelo; mais açúcar em bruto do que refinado.


Além disso, a dependência em relação à China é crescente e cavalar: do saldo obtido no ano passado, 39% deveram-se ao país asiático. E do que segue para lá, nada menos que 84% são commodities e matérias-primas.
Somos hoje, em termos comerciais, a colônia e eles, a metrópole.


Neste janeiro, como os chineses diminuíram suas compras de minério de ferro, o resultado da balança brasileira despencou, indicando quão o nosso desempenho externo está ligado a Pequim. Também pesou a crise que assola a União Europeia, que neste início de ano comprou 25% menos do Brasil do que em janeiro de 2011.

A outra face da moeda do desbalanceado comércio exterior brasileiro é o enfraquecimento da produção industrial nacional, que cada vez mais perde espaço para concorrentes estrangeiros.

No ano passado, a participação dos produtos importados no consumo interno de bens industriais atingiu recorde de 22,8%, mostra o
Valor Econômico.
Ou seja, praticamente uma de cada quatro peças consumidas nos processos produtivos internos veio de fora. Há nove anos, apenas uma em cada dez (11,1%, para ser mais preciso) era importada, segundo cálculos da LCA Consultores.

Em alguns segmentos, a penetração externa é ainda mais contundente. Nos têxteis, por exemplo, um quarto do consumo interno é atendido por concorrentes estrangeiros. Em 2011, enquanto a fabricação local diminuiu 15%, o volume importado pelo setor cresceu 8,8%.

Consequência direta é que 15 mil a 20 mil postos de trabalho foram fechados nas tecelagens.


A indústria brasileira padece de males conhecidos, como altos custos de financiamento, logística deficiente e câmbio desfavorável, para falar apenas dos mais gritantes.

Neste ambiente, não surpreende que o nível de produção atual do setor seja praticamente o mesmo de setembro de 2008, quando eclodiu a crise mundial que ainda não se dissipou.


"Todo o desempenho ao longo desses mais de três anos só nos fez recuperar o patamar alcançado então. O PIB deve ter acumulado um crescimento de cerca de 10% no período, mas a indústria parou", escreveu Antonio Corrêa de Lacerda ontem na Folha de S.Paulo.

Diante de resultados tão feios, o governo federal voltou a prometer medidas para melhorar o desempenho exportador brasileiro. Fala-se, mais uma vez, em ampliação de financiamento, simplificação de trâmites e incentivos para que empresas de menor porte exportem. Nenhuma novidade, portanto.

Não é de hoje que promessas desta natureza vêm sendo reiteradas, mas quase nada produziram de relevante até agora. Um dos exemplos mais emblemáticos é a dita "política industrial" batizada de Brasil Maior.

Por ora, sequer os setores que seriam beneficiados pelo programa com reduções tributárias receberam o que o Planalto prometeu. O máximo que se produziu foram indesejáveis barreiras protecionistas tópicas.


A regressão da indústria nacional tem impactos negativos diretos sobre a obtenção de divisas para o país e, mais importante, sobre a geração de valor e a criação de empregos de melhor qualidade.

O recuo do setor já vem se dando há bastante tempo a olhos vistos. As oportunidades para agir estão acabando.


Fonte: Instituto Teotônio Vilela
Balança desbalanceada

fevereiro 01, 2012

A ESSÊNCIA DO (P)artido (T)orpe E A PRESIDENTA DE NADA E COISA NENHUMA E MUITO MENOS "GERENTONA" FRENÉTICA/EXTRAORDINÁRIA: Corrupção e incompetência

O tempo está sendo implacável com a imagem que arduamente a presidente Dilma Rousseff tenta construir para si - como fez durante a campanha eleitoral de 2010, com a inestimável colaboração de seu patrono político, o ex-presidente Lula -, de administradora capaz, tecnicamente competente e defensora da lisura e da moralidade dos atos públicos.

É cada vez mais claro que tudo não passa da construção de uma personagem de feitio exclusivamente eleitoral.

As trocas de ministros no primeiro ano de mandato por suspeitas de irregularidades são a face mais visível dos malefícios de um governo baseado não na competência de seus integrantes - como seria de esperar da equipe de uma gestora eficiente dos recursos públicos -, mas em acordos de conveniência político-partidárias que levaram ao loteamento dos principais postos da administração federal.

O resultado não poderia ser diferente do que revelam os fatos que vão chegando ao conhecimento do público.

A amostra mais recente dos prejuízos que essa forma de montar equipes e administrar a coisa pública pode causar ao erário é o contrato assinado em 2010 pelo Ministério do Esporte com a Fundação Instituto de Administração (FIA) para a criação de uma estatal natimorta.

O caso, relatado pelos repórteres do Estado Fábio Fabrini e Iuri Dantas (30/1), espanta pelo valor gasto para que rigorosamente nada fosse feito de prático e porque o contrato não tinha nenhuma utilidade.

A FIA foi contratada para ajudar na constituição da Empresa Brasileira de Legado Esportivo Brasil 2016, legalmente constituída em agosto de 2010 para executar projetos ligados à Olimpíada de 2016.

De acordo com o contrato, a FIA deveria "apoiar a modelagem de gestão da fase inicial de atividade da estatal".

A empresa não chegou a ser constituída formalmente - não foi inscrita no CNPJ nem teve sede, diretoria ou empregados -, pois, em agosto do ano passado, foi incluída no Programa Nacional de Desestatização, para ser liquidada.
E por que, apenas um ano depois de a constituir, o governo decidiu extingui-la?

Porque ela não tinha nenhuma função.
Mesmo assim, a fundação contratada recebeu quase R$ 5 milhões - uma parte, aliás, paga depois de o governo ter decidido extinguir a empresa, cuja criação fora objeto do contrato com a FIA.

Em sua defesa, o Ministério do Esporte afirma que a contratação se baseou na legislação.

É risível, no entanto, a alegação de que "os estudos subsidiaram decisões, sugeriram alternativas para contribuir com os debates que ocorreram nos governos federal, estadual e municipal e deram apoio aos gestores dos três entes para a tomada de decisões mais adequadas".

Mas tem mais.
Pela leitura da mesma edição do Estado em que saiu a história acima, o público fica sabendo que, de 10 contratos na área de habitação popular firmados pela União com Estados e municípios, 7 não saíram do papel.

Pode-se alegar, como fez a responsável pela área de habitação do Ministério das Cidades, que alguns Estados e prefeituras não estavam tecnicamente capacitados para executar as obras ou realizar as licitações previstas nos contratos de repasse de verbas federais.

Isso significa que o governo federal se comprometeu, por contrato, a transferir recursos a quem não estava em condições de utilizá-los adequadamente, o que mostra no mínimo falta de critério.

Além disso, o programa que assegurou boa parte dos votos da candidata do PT em 2010, o Minha Casa, Minha Vida, sobre o qual Dilma falou maravilhas, na Bahia, antes de partir para Cuba, praticamente não saiu do papel no ano passado, e continuará parado em 2012, se não for mudado em alguns aspectos essenciais, alertam empresários do setor de construção civil.

E muitos outros programas considerados prioritários pelo governo Dilma se arrastam. Os investimentos efetivos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), outra grande fonte de votos para Dilma em 2010, são bem inferiores aos programados, e boa parte se refere a contratos assinados em exercícios passados.

O problema não é novo.
A má qualidade da gestão é marca da administração do PT.

E Dilma tem tudo a ver com isso, pois desempenha papel central nessa administração desde 2003.

O Estado de S. Paulo

brasil maravilha : Dívida consome R$ 236,67 bilhões


Enquanto os brasileiros foram obrigados a conviver cotidianamente com carências nos serviços públicos básicos, o governo destinou ao pagamento de juros da dívida, no ano passado, R$ 236,67 bilhões, 21,1% a mais do que o registrado em 2010.

O valor recorde representa 5,72% do Produto Interno Bruto (PIB) e foi quase cinco vezes maior que a quantia gasta em investimentos no mesmo período.

A soma seria suficiente para financiar, por dia, mais de 9,9 mil casas populares pelo programa Minha Casa, Minha Vida.


O peso dos juros levou o setor público consolidado — formado pelo governo central, estados, municípios e estatais — a fechar 2011 com um rombo nas contas públicas de R$ 107,9 bilhões, 15,2% maior do que em 2010 e equivalente a 2,61% do PIB.

Apesar do deficit, o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Túlio Maciel, considerou o resultado positivo.
"Já sabíamos que a conta de juros seria elevada, refletindo a inflação mais forte e uma taxa média (Selic) mais alta ao longo do ano", afirmou.


Maciel chamou a atenção para o cumprimento da meta de superavit primário (economia feita para o pagamento da dívida) no ano passado, o que, em sua opinião, reflete um bom desempenho fiscal.

O governo poupou R$ 128,7 bilhões (3,11% do PIB), ante R$ 127,9 bilhões estipulados no Orçamento de 2011. "Alcançamos, com uma folga de R$ 800 milhões, uma meta que foi ampliada no meio do ano", ressaltou.


Qualidade
O economista-chefe da SulAmérica Investimentos, Nilton Rosa, reconhece que o cumprimento da meta foi positivo, mas lembra que ele só foi feito com a retenção de investimentos e em um ano de avanço na arrecadação de impostos.

"É bom. Foi o primeiro ano de esforço fiscal depois de vários de frouxidão, mas a qualidade desse superavit precisa ser melhorada, com cortes no custeio da máquina", ponderou.


Para Maurício Oreng, analista do Banco Itaú, o resultado apresentado em dezembro — de R$ 1,9 bilhão — mostra que o governo acelerou os gastos no apagar das luzes de 2011. Em outubro e novembro, a economia primária foi de R$ 13,9 bilhões e R$ 8,2 bilhões, respectivamente.

"A opção foi de não fazer uma poupança adicional à meta de superavit primário. Acreditamos que a política fiscal acabará sendo mais expansionista em 2012", comentou.

GABRIEL CAPRIOLI Correio Braziliense

Balança deve registrar déficit de US$ 1 bi - Último resultado comercial negativo havia sido há 2 anos


A menos que, de um dia para o outro, seja registrada às pressas alguma megaoperação de vendas ao exterior por empresa brasileira de grande porte no Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex), o governo anunciará hoje um déficit próximo a US$ 1 bilhão na balança comercial de janeiro.

O último saldo negativo mensal fora contabilizado no mesmo mês de 2010, no valor de US$ 181 milhões. O motivo é que o mundo, além de mais protecionista, está comprando menos.


Até a terceira semana de janeiro, as importações haviam superado as exportações em US$ 1,2 bilhão. No acumulado mensal, as vendas de minérios caíram 40,6% ante janeiro de 2011.

Também houve reduções significativas nos embarques de açúcar (44,2%) e suco de laranja (75,9%) - devido a barreiras dos EUA.


Desde a primeira semana de janeiro, quando houve déficit de US$ 105 milhões, a balança está no vermelho. Na segunda semana, o saldo foi negativo em US$ 589 milhões e, na terceira, em US$ 579 milhões.

O câmbio também exerceu influência nos últimos resultados semanais. Mesmo com as medidas de restrição a importados, o real valorizado torna o produto estrangeiro mais barato.

Eliane Oliveira O Globo

PAU QUE NASCE TORTO...: ME ENGANA QUE EU GOSTO, FRAUDE, FAJUTA E MAMULENGA


Os cubanos foram apresentados ontem à verdadeira Dilma Rousseff.

Assim como os brasileiros, eles puderam constatar que a personagem real difere muito do mito propagandeado pelo marketing.

A presidente do Brasil jogou no lixo a peça de ficção de defensora dos direitos humanos que vinha encenando.


Num país onde é vedado aos cidadãos o simples direito de transpor suas fronteiras quando bem entenderem, Dilma preferiu relativizar seu compromisso, que deveria ser absoluto, com as liberdades civis.
Disse ela:
"Se vamos falar de direitos humanos, vamos falar de direitos humanos em todos os lugares. (...) Quem atira a primeira pedra tem telhado de vidro. Nós, no Brasil, temos os nossos".


Quando se quer evitar encarar um problema, tal abordagem serve para qualquer assunto; é o mesmo que virar as costas, dar de ombros ou olhar de lado. Dilma apedrejou a democracia.

Sua atitude equivale a um aval cúmplice ao que a ditadura castrista pratica há 53 anos em Cuba:
um duro regime de exceção em que as pessoas têm de se contentar com migalhas.


"O dia a dia da população ainda é marcado pelas cadernetas onde são anotados os suplementos dados aos habitantes: um pãozinho por dia, oito ovos a cada três meses, meio litro de óleo por mês", relatou O Globo em sua edição de ontem.

Ontem, Dilma encontrou-se com o atual ditador Raúl Castro e, "com muito orgulho", com o sempre ditador Fidel Castro. Passou longe de entrever-se com algum - unzinho que fosse - representante dos opositores ao regime cubano.

Contradisse, na prática, as boas intenções que enunciara ao jornal Washington Post logo depois de eleita:
"Tenho um compromisso histórico com todos aqueles que foram ou são prisioneiros somente por expressarem suas visões, suas opiniões".


Dilma repete agora, em boa medida, a postura de Luiz Inácio Lula da Silva em visita à ilha em 2010. Na ocasião, o então presidente brasileiro confraternizou-se gostosamente com os Castro e, de quebra, ainda aproveitou para comparar os dissidentes cubanos encarcerados a presos comuns do sistema penitenciário brasileiro.

A presidente não está sozinha em sua visão torpe da realidade cubana. Sua atitude encontra eco na de outros integrantes de sua equipe de governo. O chanceler Antonio Patriota, por exemplo, considera que a situação dos direitos humanos em Cuba "não é emergencial".

E Maria do Rosário, secretária de Direitos Humanos, diz que "violação verdadeira é o embargo dos EUA [à ilha]".


"O governo brasileiro põe suas relações fraternais com a ditadura Castro, e todo o simbolismo que tenham para a esquerda do PT, acima do direito universal à liberdade", comenta Dora Kramer n'O Estado de S.Paulo.

Nunca é demais lembrar que o governo cubano se abstém de assinar tratados internacionais sobre direitos humanos e mantém dezenas de pessoas em masmorras.


Ao longo dos últimos meses, Dilma Rousseff pareceu ensaiar alguns passos divergentes em relação à política externa de Lula.

O respeito aos direitos humanos, que jamais foi o forte e nunca esteve no foco da diplomacia companheira, despontava como uma agradável mudança.


O teste da realidade, porém, foi desmentindo a suposta guinada. Basta lembrar que, nas rebeliões árabes do ano passado, o Brasil não se manifestou contra os governos despóticos de Egito e Líbia, derrubados após intensa insurgência de populações oprimidas por décadas de exceção.

O Itamaraty também continua insuflando sua inócua política diplomática voltada a países do Hemisfério Sul e virando as costas às maiores economias do planeta.

Como fez, pateticamente, no sábado passado ao patrocinar um encontro ministerial Índia-Brasil-África do Sul à margem do Fórum Econômico Mundial em Davos.


A passagem de Dilma Rousseff por Cuba recoloca o respeito às liberdades pelo PT de volta ao seu trilho original:
direitos humanos são aspecto menor para o partido e seus seguidores, que preferem o silêncio reverente diante de ditadores à defesa da democracia.


Fonte: Instituto Teotônio Vilela
Pedrada na democracia

1º VAZAMENTO! E o pré-sal vazou: Petrobras causa vazamento na Bacia de Santos.

O rompimento de uma coluna de produção em um poço operado pela Petrobras no campo de Carioca Nordeste, na Bacia de Santos, causou o primeiro vazamento de petróleo no pré-sal.

Em nota, a Petrobras informou que o rompimento do equipamento, a 300 quilômetros da costa de São Paulo, ocorreu às 8h30m de terça-feira, durante os Testes de Longa Duração (TLD).

Segundo a companhia, o vazamento foi logo contido porque o poço foi imediatamente fechado pelos sistemas de segurança. As estimativas são de que vazaram 160 barris de petróleo, equivalentes a 25 mil litros.

Por causa do acidente, as ações preferenciais (PN) da empresa caíram 0,81% e as ordinárias (ON) se desvalorizaram 0,18%, num dia em que a Bolsa de Valores de São Paulo teve alta de 0,48%.

O campo Carioca Nordeste está localizado no bloco BMS-9, e a Petrobras tem como sócios na operação a BG e a Repsol. A produção de petróleo estava sendo realizada pelo navio-plataforma FPWSO Dynamic Producer. De acordo com a estatal, não existe possibilidade de o petróleo chegar à costa, já que o campo fica a cerca de 300 quilômetros do litoral paulista.

O poço está a uma profundidade de 2.140 metros de distância do nível ao fundo do mar.

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) criou uma equipe de investigação que chegará hoje ao navio-plataforma para fiscalizar o local. Devido à distância, a ANP também não acredita que o petróleo atingirá o litoral paulista. A agência confirmou que o poço foi fechado, interrompendo o vazamento, e que as ações para conter a mancha de óleo estão em andamento.

A Petrobras está apurando as causas do acidente. Segundo a companhia, logo após o ocorrido foram acionados os meios necessários para o recolhimento do petróleo no mar e na parte superior da coluna do poço.

A estatal também informou o que houve à Marinha, ao Ibama e à ANP. O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, também recebeu na terça-feira a informação de que o vazamento já havia sido contido. Segundo assessores, ele monitora o caso.

Capitania dos Portos abriu inquérito

O Ibama informou que o TLD de Carioca Nordeste está regularmente licenciado. Em nota, o órgão disse que foi comunicado pela Petrobras do incidente às 11h40m e que, depois disso, além de contato telefônico permanente com os responsáveis pelo controle do vazamento, enviou dois técnicos à Sala de Operações de Emergências da Petrobras em Macaé para acompanhar os trabalhos de recolhimento do óleo derramado.

Hoje, outros dois analistas ambientais do Ibama realizarão um sobrevoo para avaliar a implementação do Plano de Emergência. Outros técnicos serão enviados à Sala de Gestão de Emergências da Petrobras em Santos.

Ainda segundo o Ibama, a produção no local do acidente está suspensa e só poderá ser retomada mediante nova autorização sua, depois de apuradas as causas e do dimensionamento das consequências ambientais.

De acordo com nota da Marinha, a Capitania dos Portos do Rio de Janeiro instaurou inquérito administrativo para apurar o fato, com prazo de conclusão de até 90 dias. Além disso, a Marinha enviou a Fragata Niterói, com um helicóptero a bordo, para o local do vazamento para verificar as ações de resposta, observar a extensão da mancha, bem como filmar e fotografar o local.

Também foi criado um Grupo de Acompanhamento para monitorar e avaliar as ações da Petrobras.

O diretor de Tecnologia e Inovação da Coppe/UFRJ, Segen Estefen, disse que o acidente comprova a necessidade de adoção de medidas de segurança mais rígidas. Segundo ele, a Coppe sugeriu ao Ministério de Minas e Energia a criação de um centro de monitoramento e prevenção de acidentes no mar após o vazamento, em novembro, no campo de Frade, na Bacia de Campos, operado pela Chevron.

Entre suas atribuições estariam o monitoramento por satélite, estudo de materiais e medidas para aumentar barreiras em caso de acidentes:
O desenvolvimento do petróleo no pré-sal multiplicará as atividades no mar, e o pré-sal é uma riqueza estratégica que não pode ser deixada de lado, mas é preciso aumentar os cuidados.

O vazamento deve esquentar a briga pela distribuição dos royalties do petróleo entre estados produtores e não produtores, que se arrasta desde 2010.

Está prevista para fevereiro a instalação da Comissão dos Royalties, que já tem 24 dos 33 participantes. Faltam os indicados de PT e PMDB.

Globo