"A civilização moderna tem reduzido o número dos tolos, mas aumentado proporcionalmente o dos velhacos."
(Marquês de Maricá)
"Em política os remédios brandos agravam freqüentes vezes os males e os tornam incuráveis".
(Marquês de Maricá)
"A punição que os homens de bem sofrem quando se recusam a tomar parte é viver sob o governo dos maus" - Platão
"Um povo livre sabe que é responsável pelos atos do seu governo. A vida pública de uma nação não é um simples espelho do povo. Deve ser o fórum de sua autoeducação política. Um povo que pretenda ser livre não pode jamais permanecer complacente face a erros e falhas. Impõe-se a recíproca autoeducação de governantes e governados. Em meio a todas as mudanças, mantém-se uma constante: a obrigação de criar e conservar uma vida penetrada de liberdade política."
O Irã avisou ontem que romperá o acordo firmado com Brasil e Turquia, caso novas sanções sejam aprovadas no Conselho de Segurança da ONU.
O Irã ameaça romper o acordo firmado com Brasil e Turquia no início da semana caso uma nova rodada de sanções seja aprovada no Conselho de Segurança da ONU. A declaração, feita por uma autoridade governamental, ocorre dois dias depois de os EUA e os outros quatro integrantes permanentes do conselho terem chegado a um acordo sobre uma nova resolução.
"Se o Ocidente emitir uma nova resolução contra o Irã, não estaremos comprometidos com a declaração de Teerã e o despacho de combustível nuclear fora de nosso território será cancelado", disse Mohammad Reza Bahonar, segundo a agência de notícias Mehr.
Após o aviso, o parlamentar admitiu que a República Islâmica espera as sanções.
."As grandes potências, junto com o Conselho de Segurança da ONU, chegaram a um consenso sobre o Irã e é altamente provável que em um futuro próximo a quarta rodada de resoluções contra o Irã entre em vigência", continuou Bahonar.
Líbano
O governo de coalizão inclui o partido da milícia xiita Hezbollah, que é apoiada e financiada por Teerã. Beirute garante que apoiará o Irã nas discussões internacionais
Brasil
Tem interesse comercial no Irã.Quer se posicionar como líder global e critica a pressão das nações com armas nucleares para aumentar as inspeções em países como o Brasil
Turquia
País de maioria muçulmana, busca se impor como líder no Oriente Médio, depois de anos desperdiçados na sua fracassada tentativa de integrar a União Europeia. Iranianos fizeram um acordo para construir um gasoduto através do território turco
De : Augusto Nunes “Se o acordo for ignorado, vamos reagir”, avisou Celso Amorim. “Se vierem as sanções, os Estados Unidos vão se dar mal”, rosnou Marco Aurélio Garcia. “Vou esperar para ver o que vem”, completou Lula com cara de quem acordou invocado.
Os recados do chanceler de bolso, do conselheiro para assuntos cucarachas e do presidente da potência emergente deixaram claro que a trinca recém-chegada de Teerã não estava para brincadeira.As demais nações que endossassem o acordo com os aiatolás atômicos. Se falassem em sanções contra o Irã, o desacato internacional ao Brasil e à Turquia não ficaria sem resposta.
É possível que tenham ocorrido falhas na tradução. É possível que os gringos tenham imaginado que o repertório deretaliações do Brasil não vai muito além do boicote à Copa do Mundo e do cancelamento do Carnaval. O fato é que ninguém deu importância às frases ameaçadoras.
Com o apoio das nações que efetivamente influenciam os destinos do mundo,o governo americano substituiu o acordo malandro por outra rodada de castigos aos iranianos provocadores. Restou a Lula botar a culpa nos ianques, proclamar-se vitorioso e bater em retirada.
O verdadeiro problema nacional é o contrário do complexo de vira-lata: é a síndrome de com-o-Brasil-ninguém-pode.
No cérebro de Lula, vale repetir, a área reservada à acumulação de conhecimentos é um terreno baldio.Por não ter assistido a uma só aula de geografia, ainda sofre para descobrir no mapa-múndi onde fica o Oriente Médio. Mas promete encerrar com duas conversas confrontos sobre os quais nada sabe.
Por nunca ter lido um livro de história, ignora que o Irã é a antiga Pérsia, confunde o xá com chá, não faz a menor ideia de quem foi Khomeini. Desconhece o passado que produziu os ahmadinejads do presente. Mas chama de amigo um vigarista juramentado que promoveu a parceiro preferencial.
Entre os flagelos que atormentam o Brasil figuram mais de 10 milhões de analfabetos, um sistema de saneamento básico que só cobre metade das moradias, cicatrizes apavorantes no sistema de saúde e de educação, favelas miseráveis penduradas em morros sem lei, fronteiras fora do alcance do Estado, zonas de exclusão que encolheram o mapa oficial em milhões de quilômetros quadrados, a violência epidêmica, a corrupção endêmica, o primitivismo político, uma demasia de carências a eliminar.
O presidente faz de conta que isso é conversa de inimigo da pátria e capricha na pose de conselheiro do mundo.
Candidato a secretário-geral da ONU, Lula já é um dos favoritos na disputa do título de idiota útil da década.
Dilma Rousseff tem umavisão bastante particular do que seja pagar e recolher tributos. Acha que cobrá-los a menos não faz a menor diferença para quem paga, só para quem arrecada. Deve ser por isso que ela, em entrevista à rádio CBN na segunda-feira, tenha dito que o fim da CPMF não trouxe "resultados práticos no que se refere ao bolso do consumidor". Qualquer um de nós, contribuintes, sentiu a diferença; será que só ela não?
A CPMF rendia R$ 40 bilhões à União por ano- frise-se que era apenas à União, nada a estados e municípios. Como se trata de uma contribuição social, no arcabouço legal brasileiro ela compete apenas ao governo federal e não é compartilhada com os demais entes subnacionais, que participam apenas da repartição de alguns impostos, como o de renda e o IPI.
A CPMF foi derrubada em votação no Senado Federal em fins de 2007, coroando uma renhida luta da oposição pela diminuição dos tributos no país. Na época, o governo Lula alertou para a necessidade de "cortar na carne" para compensar a diminuição dos recursos disponíveis. A saúde, dizia-se, seria a maior prejudicada. A oposição mostrou que bastava gastar melhor para fazer mais com os mesmos recursos.
Não estava errada.No ano seguinte, já sem CPMF, a arrecadação tributária alcançou seu pico no país:35,16% do PIB, nos cálculos do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT).Recorde absoluto. Foram R$ 1,056 trilhão, com alta predominante dos tributos federais. Em 2009, os cofres continuaram a encher:foram mais R$ 36 bilhões, ainda que a carga tenha caído em proporção do PIB.Cada brasileiro pagamos, em média, R$ 5.706,36 em tributos no ano passado. Ai meu bolso! Mas não é preciso voltar tanto no tempo.
Basta ver o que está ocorrendo neste ano mesmo. Entre janeiro e abril, a arrecadação federal cresceu 12,5% acima da inflação medida pelo IPCA, segundo resultado divulgado ontem pela Receita Federal. Transformemos isso em moeda sonante: foram R$ 39,4 bilhões a mais do que no mesmo período do ano passado. Ou seja, em apenas quatro meses recolheu-se a mais exatamente o valor da extinta CPMF de um ano todo!
Será que dona Dilma acha mesmo que está faltando dinheiro?Se a preocupação da candidata do PT é com o financiamento da saúde, é louvável. Mas a saída não é cobrar mais tributos dos cidadãos. Há uma solução tão singela quanto efetiva na agenda parlamentar: regulamentar a emenda constitucional nº 29, que define percentuais mínimos de aplicação de recursos em ações e serviços públicos de saúde por União, estados e municípios.
Sob forte pressão popular, o Senado aprovou ontem, por unanimidade dos presentes (76 senadores), o projeto Ficha Limpa, que veta a candidatura de políticos com condenação em instâncias colegiadas da Justiça.
O projeto segue agora para a sanção presidencial. Mas a aprovação de uma emenda de redação, ontem, provocou polêmica e pôs em dúvida o verdadeiro alcance e a abrangência da lei.
As novas dúvidas se somam à polêmica sobre a vigência ou não das novas regras para as eleições deste ano. A palavra final caberá ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Para a aprovação ocorrer uma semana após a votação na Câmara, o Senado adotou entendimento que permitiu a apreciação da proposta mesmo com a pauta trancada por medidas provisórias e as urgências dos projetos do pré-sal. O clima foi de festa e euforia no plenário.
Há juristas que entendem que, se a lei for sancionada antes de 9 de junho, as regras valerão para as eleições deste ano. Mas reconhecem que prejudicados pela lei poderão levar o caso à Justiça.
O "pulo do gato" A emenda de redação aprovada ontem abriu margem à interpretação de que a nova lei só valerá para condenações futuras - ou seja, quem for condenado em segunda instância a partir da sanção da lei.
Os senadores modificaram o texto e, em alguns artigos, onde se lia "os que tenham sido condenados", o texto aprovado diz: "os que forem condenados".
Segundo o relator do projeto no Senado, Demóstenes Torres (DEM-GO), foi só emenda de redação para harmonizar o texto. Mas deputados que trabalharam no projeto acreditam que a mudança altera o mérito.
- Modificaram o texto para que não haja dúvida de que só vale para condenações futuras. Isso é ruim. Dizem que a lei não pode retroagir para não prejudicar, mas prejudicar a quem? O problema é que o Ficha Limpa não pode dar aval para aos fichas-sujas de ontem - disse o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ).
Pelas regras atuais Sem a vigência do Ficha Limpa - Apenas políticos condenados definitivamente, em última instância, são impedidos de concorrer. A proposta aprovada ontem veda a concessão do registro eleitoral a políticos condenados na Justiça por crimes graves como cassação de mandato, crimes contra a vida, por tráfico de drogas ou improbidade administrativa. O texto amplia o prazo de inelegibilidade de três para oito anos. No projeto aprovado A condenação que torna o político inelegível só valerá se o julgamento se der em instância colegiada (decisões tomadas por mais de um juiz). A proposta permite que o condenado recorra a uma instância superior para tentar suspender a inelegibilidade e concorrer. A suspensão tem que ser aprovada por um colegiado de juízes e provocará a tramitação prioritária do processo.
Nas obras do Pan, também houve a tal "flexibilização", de onde originaram 35 processos no TCU, resultantes de denúcias de roubalheira, e aí?
Ninguém sabe o que "se sucedeu"no que se refere aos processos, agora, quanto aos "ganhos" financeiros, muita gente ficou milionária, enfim a tal "flexibilização é só mais uma safadeza. Tudo premeditado, espera-se o estrangulamento dos prazos para flexibilizar as negociatas sob o manto da "urgência". No final será servido muitas taças para a comemoração dos cumprimentos das obras emergenciais de fachada e dos lucros garatidos aos "executores" e seus comissionados.
Assim é o governo do partido torpe
É uma marca registrada, um " modus operandi"
Filipe Coutinho/Folha Online.
O ministro dos Esportes, Orlando Silva, disse nesta quarta-feira que o governo federal vai flexibilizar as regras para licitações da Infraero como forma de conseguir ampliar os aeroportos dentro dos prazos da Copa-2014.O ministro classificou a situação dos aeroportos como o“gargalo central”para o evento.
Segundo Orlando Silva, a ideia é primeiro avaliar os preços e depois a documentação necessária. Assim, de acordo com o ministro, a parte burocrática será concentrada apenas na proposta com o melhor preço.
“Levando em conta que aeroporto é o tema mais sensível e delicado, e o prazo é absolutamente exíguo, entendemos por bem que nesse caso o rito deve ser mais simplificado. Nosso objetivo é ganhar tempo”, disse.
A medida foi incorporada em Medida Provisória e deve atingir licitações que somam mais de R$ 4 bilhões para adequar os aeroportos. Orlando Silva disse ainda que esse modelo foi escolhido pois era a única maneira de conseguir cumprir os prazos para a Copa-2014.
“O Brasil é continental, não há alternativa para circular nesse país”.
O Senado Federal aprovou em votação simbólica a medida provisória que concede reajuste de 7,72% para os aposentados e pensionistas do INSS que ganham acima de um salário mínimo. Além disso, os senadores mantiveram a extinção do fator previdenciário, conforme texto aprovado na Câmara dos Deputados.
A decisão coloca o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, numa situação delicada: em ano eleitoral, o mandatário provavelmente terá de tomar uma decisão impopular, pelo menos no que diz respeito ao fator previdenciário.
Sobre o reajuste, também houve polêmica, pois o governo já tinha dado o aval para um realinhamento menor, de 7%, sob orientação do ministro da Fazenda, Guido Mantega.
O relator da MP no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), confirmou que o presidente Lula deverá vetar a emenda que acabou com o fator previdenciário, que limita o valor das aposentadorias de quem se retira do mercado de trabalho antes da idade mínima.
Segundo ele, o fim do instrumento aumentará o rombo nas contas da Previdência Social. "Acabar com o fator previdenciário e não criar uma contrapartida é perigoso para o futuro do país", disse Jucá.
Ainda assim, o senador decidiu manter a emenda no texto aprovado para que a MP não retornasse para votação na Câmara.
Após discurso de Luiz Inácio Lula da Silva na entrega do prêmio Nueva Economía Fórum 2010, em Madri (Espanha), o jornalista da Folha Clóvis Rossi foi socorrido pelo próprio presidente ao cair de uma estrutura montada para o evento.
Ele fraturou duas costelas.
O colunista foi atendido no local por um médico da Presidência e, depois, encaminhado a um hospital da capital espanhola. Disse que lhe foi reservado um quarto no hotel onde a Presidência está hospedada.
Ele também conta ter recebido a visita de Lula e toda sua comitiva.
A incerteza sobre os planos de capitalização da Petrobras afetou o preço das ações da estatal, disse nesta quarta-feira o presidente da companhia, José Sergio Gabrielli.
As ações da empresa caíram a níveis iguais aos de 2007, antes da descoberta das reservas de petróleo do pré-sal, em meio a temores de investidores sobre os possíveis efeitos da crise da dívida europeia na habilidade da empresa de atrair capital.
Falando a jornalistas em Nova York, Gabrielli disse que convocará uma reunião extraordinária de acionistas até o fim de maio para decidir o formato final do plano de capitalização, necessário para financiar o investimento de US$ 200 bilhões a longo prazo.
"Nossas ações estão agora no mesmo preço que em 2007... isso é doloroso", disse ele, afirmando que seguirá com o plano mesmo se o Congresso recusar a proposta de cessão dos direitos de exploração de 5 bilhões de barris de petróleo do pré-sal em troca de ações da estatal.
"Precisamos ir aos mercados em busca de financiamento para nosso plano de investimento a longo prazo. Estamos falando de projetos que levam sete, oito anos para serem feitos", disse ele.
Analistas afirmam que a Petrobras poderia levantar cerca de US$ 25 bilhões ao emitir novas ações, mas Gabrielli disse que o tamanho total da capitalização seria "com certeza" menor se o Congresso rejeitar a cessão dos direitos de petróleo.
As ações da estatal no Brasil caíram 2,3% nesta quarta-feira, a R$ 28,55. As ações negociadas nos Estados Unidos caíram US$ 1,07, ou 3%, na Bolsa de Valores de Nova York, para US$ 35,26, bem abaixo da máxima de US$ 53,45 atingida em 3 de dezembro de 2009.
A uma plateia de investidores e políticos espanhóis, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez campanha nesta quarta pela pré-candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff, a quem apresentou como “ex-guerrilheira”. Disse ter “convicção” de que Rousseff será eleita.
“Essa ex-guerrilheira pode ser a próxima presidente da República do Brasil”, disse Lula, em discurso durante um seminário sobre o Brasil no Cassino de Madri, um clube frequentado pela alta sociedade da capital espanhola.
“Tenho convicção de que vou eleger minha candidata”.
Lula fazia referência a um dossiê de um empresário espanhol em visita ao Brasil que, segundo ele, alertava para o fato de que Dilma havia combatido contra a ditadura e a chamava de ex-guerrilheira, um termo também adotado pelo jornal espanhol “El País” ao perfilar a pré-candidata em fevereiro deste ano.
“Me dizia um companheiro espanhol que, na primeira vez foi no Brasil, o gabinete dele aqui na Espanha fez um dossiê que colocava Dilma como ‘ex-guerrilheira’.
Mas o Brasil não aceita mais este debate preconceituoso”, declarou Lula.
A plateia, na qual estava o ex-presidente espanhol Felipe González, riu.
Lula falou ainda dos “outros candidatos”, com quem, segundo ele, mantém “relação”.
“Uma delas, a Marina, era do meu partido e foi minha ministra do Meio Ambiente até outro dia.
O José Serra, embora seja do PSDB, é amigo de todo mundo aqui”, disse.
“Mas acho que temos condições de ganhar as eleições”.
Lula voltou a garantir, no entanto, que, qualquer que seja o resultado eleitoral, a política no Brasil continuará a mesma. Embora tenha diferença de programa e de candidato, acho que será muito difícil que quem ganhar as eleições faça com que o Brasil volte a ser como era antes.
O peito estufado com que o presidente ebrioso andou exibindo antes da farsa (combinada) com o déspota iraniano do acordo fajuto para produzir um factóide com claros objetivos políticos/pessoais para ambos, para o ebrioso eleitorais no Brasil e se consolidar como influente internacionalmente, para o déspota ganhar tempo e se livrar da pressão internacional na vigilância dos seus passos rumo à bomba.
Segundo os "jornalistas" que possuem as "informações" privilegiadas sobre as intimidades das "conversas" do ebrioso com assessores, revelam que o cachaceiro estranhou a ofensiva dos EUA/Obama na ONU para a aprovação do novo texto de sanções.
O presidente brasileiro é um elemento sem noção, desculpem a insistência, mas, quem vive escorado num barril fica com o cérebro irrigado de bebida forte, e levam os discernimentos muitas vezes desaparecem e fazem com que as ações descambem para irresponsabilidade e principalmente transformam a fala em um "barril" de pólvora.
E o "barril de pólvora" do ebrioso, explodiu quando o sem noção, no auge da sua prepotência, encorajado pelo "pacto" combinado com o zóio junto na tal solução do impasse e o consenquente "acordo", desqualificou o presidente dos EUA e sua secretária a Sra. Hillary Clinton, quando , não uma mas várias vezes, disse :
"QUE NÃO ESTAVAM(EUA) CONVERSANDO COM O DÉSPOTA COM A IMPORTÂNCIA NECECESSÁRIA, QUE ELE(EBRIOSO) QUANDO TEM UM ASSUNTO RELEVANTE, NÃO DESIGNA ASSESSORES DE TERCEIRO ESCALÃO PARA RESOLVER QUESTÕES IMPORTANTES."
Vejam quanta arrogância, novamente me perdoem a insistência, taí o exemplo vivo do efeito da bebida forte sobre o discernimento, na fala acima dita pelo asqueroso, repetida em várias ocasiões, ele se sobrepõe aos EUA/Obama e mais deprimente ainda, desqualifica e rebaixa uma personalidade como a Sra. Hillary Clinton, num ataque público e desnecessário evidenciando o seu caráter formado nos balcões de boteco.
Se observarem mais atentamente, voces sentirão que o sucesso e o "teflon" que acompanharam o parlapatão até pouco tempo atrás, parece ter sido "pactuado" com o coisa ruim, como nos filmes, se assina com o sangue e tem prazo de validade.
Porque as coincidências, fazem chegar a esse raciocínio, sete/oito anos, e principalmente os desfechos de todas as ações, ultimamente os contratempos na vida do infeliz tem sido maiores que êxitos. Coincidentemente teve o início com o famigerado filme "o Filho DO...brasil", os incidentes com pessoas ligadas ao filme, além do fracasso que foi de bilheteria, de sã consciência alguém imaginaria um resultado que não fosse o oposto?
A crise hipertensiva, as multas etc.
Junta-se a tudo a "brilhante" idéia de fabricar a candidata à sucessão que vem acompanhada por uma sequência cadenciada de tropeços, e o risco de não fazer a sucessora nunca foi tão plausível.
Enfim, parece que o ebrioso terá um fim proporcional ao da sua trajetória presidencial.
EUA apresentam sanções no Conselho de Segurança, e Brasil anuncia que não entrará em debate
Apenas um dia após a assinatura do acordo obtido por Brasil e Turquia para o Irã enriquecer urânio no exterior, os Estados Unidos atropelaram o compromisso de Teerã ao anunciarem o rascunho de uma nova rodada de sanções.
A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, informou ontem que obteve o apoio dos demais membros permanentes do Conselho de Segurança para o novo texto, que foi apresentado ainda à tarde na ONU, numa reunião convocada às pressas.
Alcançamos um acordo para um forte rascunho com a cooperação tanto da Rússia quanto da China disse Hillary, destacando o apoio dos membros mais relutantes às punições ao Irã. Acho que este anúncio é uma resposta convincente aos esforços feitos por Teerã nos últimos dias.
Entre as sanções propostas estão medidas para banir investimentos internacionais no programa nuclear iraniano, novas restrições à importação de armas, mesmo as convencionais, e a proibição de qualquer atividade de transferência de tecnologia que possa levar ao desenvolvimento de armamento nuclear. Há também medidas para bloquear o uso do sistema financeiro internacional, particularmente os bancos e qualquer outra instituição financeira, para apoiar a proliferação de armas nucleares ou de mísseis, ainda que convencionais.
Os governos devem também fiscalizar qualquer transação financeira de bancos iranianos, inclusive o Banco Central, para impedir o suporte ao programa nuclear e à Guarda Revolucionária iraniana.