"Um povo livre sabe que é responsável pelos atos do seu governo. A vida pública de uma nação não é um simples espelho do povo. Deve ser o fórum de sua autoeducação política. Um povo que pretenda ser livre não pode jamais permanecer complacente face a erros e falhas. Impõe-se a recíproca autoeducação de governantes e governados. Em meio a todas as mudanças, mantém-se uma constante: a obrigação de criar e conservar uma vida penetrada de liberdade política."

Karl Jaspers

março 31, 2010

BRASIL - US$ 172 milhões PARA O HAITI

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Um PAC HAITIANO ou PACto pró cachaça na ONU?

da Efe, nas Nações Unidas

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, anunciou nesta quarta-feira que o Brasil fornecerá ajuda de US$ 172 milhões (R$ 307 milhões) para financiar a reconstrução e o desenvolvimento do Haiti, país devastado por um terremoto no último dia 12 de janeiro, que deixou mais de 230 mil mortos e 2 milhões de desabrigados.

"Ajudar o Haiti vai além de qualquer luta política, religiosa e ideológica. É um desafio para que a comunidade internacional demonstre sua vontade e capacidade de se unir em favor de uma causa justa", disse Amorim na conferência internacional de doadores em prol do Haiti, realizada nesta quarta-feira na sede da ONU (Organização das Nações Unidas), em Nova York (EUA).

Amorim disse ainda que a doação inclui US$ 40 milhões (R$ 71 milhões) que virão do programa de assistência do Brasil e da Unasul (União das Nações Sul-americanas) e outros US$ 15 milhões (cerca de R$ 27 milhões) destinados a aliviar o deficit do governo haitiano.

O ministro ressaltou que o valor se somará a outros US$ 167 milhões (cerca de R$ 298 milhões) desembolsados até agora pelo governo brasileiro para assistência humanitária às vítimas do terremoto.

"Brasil confia na capacidade do Haiti de superar os fatos que enfrenta e assumir o pleno controle de seu destino", disse Amorim, que copreside o evento.

Mais...

Leia : ONU recebeu menos da metade dos recursos de ajuda ao Haiti

A DESPEDIDA DE SERRA .

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Hermano Freitas e Wagner Magalhães, Portal Terra

O governador do Estado de São Paulo, José Serra (PSDB), disse durante a cerimônia de despedida do cargo para disputar a Presidência da República, na tarde desta quarta-feira, que o governo deve ter honra e que não pode ser conivente com escândalos.

"O governo, como as pessoas, tem que ter honra porque aqui não se cultivam escândalos. Não fraudamos a vontade popular, honramos os paulistas que são gente de todo o Brasil, são o povo brasileiro trabalhando", afirmou em seu discurso.

Serra falou ainda sobre a demora em assumir sua candidatura. Disse que sempre o aconselharam a procurar os "holofotes, a buscar as notícias, mas sou sério".

Ele disse que nunca incentivou o "confronto gratuito". "Não entendo assim o jogo político. Ao ódio reagi com serenidade de quem tem são Paulo e o Brasil no coração", afirmou.

"Confio na democracia e na relação entre os poderes, agimos aqui com transparência, não criamos cabides de emprego", afirmou. Serra disse que exerceu seu mandato sem discriminar prefeitos "pela cor de suas camisas partidárias. No meu governo, nunca se olhou a cor dessas camisas, nossos opositores sabem disso".

A solenidade começou às 16h, no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo. Alguns secretários do governo paulista também deixam os cargos para participar do pleito no fim do ano.

"Construí meu governo com valores e princípios nestes 39 meses, me orgulho do que fiz, fazemos e faremos", disse Serra sobre a continuidade do governo que será assumido pelo vice Alberto Goldman.

Ele encerrou seu discurso com a frase:

"Pelo Brasil, façam-se as grandes coisas, vamos juntos, o Brasil pode mais".

Dos 53 minutos de seu discurso, Serra usou nove para os agradecimentos.

Quando terminou o discurso, ele se dirigiu a frente do palácio onde agradeceu a presença de quem esteve do lado de fora.

PT/PMDB - SOCIEDADE DOS CRÁPULAS? DENÚNCIA.


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É o ápice do governo do cachaça, a que ponto esse ebrioso fez chegar a política :

DENISE MADUEÑO - Agência Estado

Enquanto o novo ministro da Agricultura, Wagner Rossi, tomava posse em solenidade com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio do Itamaraty, a poucos metros dali, no plenário da Câmara, o deputado Fernando Chiarelli (PDT-SP) chamava o novo titular da pasta de "bandido" em um discurso inflamado.

"É uma dor de morte que se abate sobre a alma deste brasileiro ao ver empossar-se em um ministério de tamanha importância, quanto é o Ministério da Agricultura, um bandido público, um honorável bandido como o senhor Wagner Rossi, que já saqueou o Banco do Estado em São Paulo, que já saqueou o Baneser em São Paulo, que já saqueou o Porto de Santos", disse o deputado.

"Como num discurso do Rui Barbosa: Juventude, locupletemos! Brasileiros, roubemos, assaltemos, metamos a mão naquilo que não é nosso que seremos por isso premiados", continuou, pedindo a exoneração do ministro para que "o Brasil não seja saqueado, para que o Brasil não seja roubado!".

Chiarelli afirmou no discurso que há parlamentares recebendo telefonemas dos ruralistas, que não querem Rossi como ministro "para não terem que pagar propina".

Um pouco depois, o deputado disse que "a caixinha vai funcionar de forma espetacular".

Fugindo da raia :

O presidente da Câmara e do PMDB, Michel Temer (SP), responsável pela indicação do ministro para o cargo, deixou o plenário segundos antes de o deputado começar o discurso.

A PRATELEIRA DA ASTÚCIA.

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A "prateleira de projetos" da segunda versão do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), apresentada na segunda-feira pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, inflou os investimentos com obras no setor de energia e incluiu pelo menos uma usina sem chances de sair do papel.

O governo pôs na lista de obras uma hidrelétrica a construir dentro de uma reserva ambiental que o próprio presidente criou.

A hidrelétrica de Tabajara, na região amazônica, com previsão para produzir 350 megawatts, teve seu processo de avaliação paralisado depois que o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), ligado ao Ministério do Meio Ambiente, conseguiu mostrar que o projeto afetaria diretamente o Parque Nacional dos Campos Amazônicos.

O parque foi criado por decreto presidencial em junho de 2006. O instituto barrou o projeto logo no início, em 2007, evitando a emissão do termo de referência, primeira etapa para a obtenção de licenças ambientais.

As seis usinas hidrelétricas previstas para a Região Nordeste também podem não sair da "prateleira", como o presidente classificou o PAC 2 na solenidade de seu lançamento.

Todas as seis unidades já estavam listadas na primeira versão do PAC e foram transferidas para a segunda etapa porque a conclusão dos empreendimentos estava prevista para depois de 2010

Um sem fim de enganação...

A INFLAÇÃO SEGUNDO O BC.

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Fábio Graner e Fernando Nakagawa, da Agência Estado
Aumentou a possibilidade de a inflação ultrapassar o teto da meta de inflação em 2010, que é de 6,5%, conforme projeção divulgada nesta quarta-feira pelo Banco Central no Relatório Trimestral de Inflação (RTI).

Segundo o documento, a possibilidade de o IPCA superar este patamar este ano no cenário de referência, considerando os juros constantes de 8,75% e cotação do câmbio em R$ 1,80, está atualmente em 13%.

No relatório anterior, de dezembro de 2009, a possibilidade era de 7% e avaliada como "desprezível" no documento. Este termo foi retirado do relatório divulgado nesta quarta-feira. O BC incluiu pela primeira vez a probabilidade de estouro da meta em 2011, que é de 17%.

No cenário de mercado, que leva em conta as estimativas dos analistas para o comportamento da Selic e do câmbio, a possibilidade de o IPCA superar o teto da meta em 2010 é atualmente de 10%. Em dezembro do ano passado, o número estava em 9%. Para 2011, a primeira estimativa sobre as chances de estouro da meta indica 16%.

BC eleva estimativa do IPCA em 12 meses

As previsões constam do Relatório Trimestral de Inflação no cenário de referência, que leva em conta a manutenção da Selic em 8,75% e a taxa de câmbio em R$ 1,80 em todo o horizonte da previsão.

Para os 12 meses encerrados no primeiro trimestre de 2010, a previsão para o IPCA subiu de 4,6% para 5,1%.
Para igual período encerrado no segundo trimestre de 2010, a previsão aumentou de 4,3% para 4,9%.
Em igual trajetória, a estimativa de inflação acumulada em 12 meses até o fim do terceiro trimestre deste ano avançou de 4,4% para 5%. Em todos estes casos, o BC trabalha com IPCA em 12 meses acima do centro da meta de inflação de 4,5%.

Demanda mantém inflação de serviços acima de preços livres

O Banco Central avalia que a forte demanda interna tem aumentado mais os preços de serviços que os demais itens da economia.

A inflação do setor de serviços vem se mantendo em patamar bem superior à dos preços livres". O documento observa que a inflação de serviços foi de 6,23% nos 12 meses encerrados em fevereiro. No mesmo período, a inflação de preços livres aumentou 4,77%.
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PETROBRAS :NÃO FOI NA CHINA, FOI NO JAPÃO.

TÓQUIO -

O Banco do Japão para a Cooperação Internacional (JBIC, na sigla em inglês) vai conceder um total de US$ 497 milhões à Petrobras, a fim de ajudar a estatal a desenvolver campos de petróleo em águas profundas, informou o jornal japonês "The Nikkei" em sua edição vespertina de quarta-feira.

Segundo o jornal, o empréstimo, o primeiro do tipo a ser concedido pelo JBIC, tem por objetivo ajudar os trabalhos de perfuração da Petrobras em águas profundas desde o estágio inicial, de forma a diversificar as fontes de importação para o Japão, que hoje depende fortemente do petróleo do Oriente Médio.

O empréstimo será concedido ao empreendimento controlado igualitariamente pela Petrobras e pela Mitsui & Co. e será usado para a construção e manutenção de navios de perfuração em águas profundas.

A Japan Drilling Co. prestará assessoria à Petrobras como consultora tecnológica. Os navios de perfuração serão equipados para mergulhar uma escavadeira a 3 km de profundidade.

A escavadeira, por sua vez, poderá perfurar o leito oceânico em até 8 km. O navio usará informações de GPS para permanecer no mesmo ponto em alto mar por um período prolongado.

De acordo com o "Nikkei", o financiamento deve aumentar as importações de petróleo do Brasil pelo Japão e possibilitar um forte envolvimento das companhias japonesas na promissora exploração de petróleo em águas profundas.

As informações são da Dow Jones.

Vamos defender o Brasil desta turma.



Hoje, a criatura sai do ninho do criador e aninha-se nos braços da turma da pesada da política nacional.
Espécimes da pior espécie.

Coliformes fecais da história do Brasil. Quantos bilhões estes seres nojentos já tiraram da boca do pobre e faminto povo brasileiro na forma de mensalões, maletas e comissões por "consultorias"?

Tem Bolsa Família que pague as dezenas de crianças morrendo por falta de UTI no Maranhão?

Tem Minha Casa, Minha Vida que mascare as milhares de famílias lesadas e roubadas pelo caixa dois da Bancoop?

Tem gesto mais vil do que o aloprado que forjou um sequestro para derrotar o adversário beijar a sua mão em cínico perdão em troca de "pudê"?


É lamentável ver estes leprosos morais ainda sendo protagonistas da nossa frágil democracia. O nosso Brasil não merece tanta desonestidade, tanta corrupção, tanta lama.

É a hora do basta! É a hora do chega!
É a hora do nunca mais!
Vamos defender o Brasil desta turma.
Com unhas, dentes e o que for preciso.


Colado / COTURNO NOTURNO

março 30, 2010

TESOURO NACIONAL E BNDES.

Site  oficial BNDES/FINAME(www.bndes.gov.br/atuar/finame.htm)
O secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, descartou, no curto prazo, a necessidade de o órgão emprestar mais recursos para aumentar o capital do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), além do aporte de R$ 80 bilhões anunciado no final do ano passado. Segundo ele, as ajudas concedidas pelo governo são suficientes para cobrir a oferta de financiamento do banco.

"Desconheço a necessidade de valor a mais que os R$ 80 bilhões que daremos este ano", disse o secretário. Ele, no entanto, admitiu que o Tesouro pode emprestar mais recursos para o BNDES caso haja necessidade a médio e a longo prazo.

Para Augustin, os aportes ao BNDES não põem em risco as contas públicas porque acarretam a melhoria no perfil dos gastos públicos provocada pela ampliação dos investimentos.

"Nesse caso, será uma excelente notícia, porque significará que o investimento no Brasil estará crescendo fortemente, dando sustentabilidade ao crescimento econômico", declarou.

Apesar da ampliação dos investimentos, o secretário do Tesouro reiterou que o governo cumprirá a meta de superávit primário de 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB) sem a necessidade de recorrer ao mecanismo que permite o abatimento de até 0,97% do PIB de despesas com o PAC.

"Usar ou não o abatimento é uma possibilidade bem presente, mas hoje não há nenhum indicador de que não seja possível cumprir a meta", afirmou.

Augustin confirmou ainda que o Tesouro Nacional discute, com diversos governadores, a ampliação da capacidade de endividamento de vários estados. Ele, no entanto, negou-se a informar quais estados estão em negociação com o governo federal.

"Por enquanto, só assinamos acordo com o Ceará e foram iniciadas conversações com outros estados", declarou. As informações são da Agência Brasil.

(Redação - Agência IN)

Leia também : Tesouro fará captações internacionais nas próximas semanas

PAC2 MARMITA REQUENTADA

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A opinião de quem conviviveu e conhece a corja :

A pré-candidata do PV à Presidência, Marina Silva (AC), fez coro às críticas da oposição e atacou o lançamento do PAC 2.

A segunda versão do Programa de Aceleração do Crescimento foi lançada ontem pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pela ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) pré-candidata petista ao Planalto.

"Muitas obras [do PAC 2] estão repetidas. Tem alguma coisa nessa marmita que está requentada", disse Marina.

Ela criticou a primeira versão do programa, o PAC 1. "O PAC não é um programa, é uma colagem de obras. Algumas delas não ligam lé com cré."

Questionada sobre a suposta propaganda eleitoral promovida por Lula em favor de Dilma, Marina respondeu:

"Vejo com preocupação o conjunto da obra. Já é a segunda multa que o nosso chefe de estado recebe. Isso é preocupante.

Os poderes da nação têm que cumprir a lei, e o exemplo tem que vir de cima".

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GOVERNO CENTRAL : NÚMEROS.



Adriana Fernandes e Renata Veríssimo, da Agência Estado

O governo central formado por Tesouro Nacional, Previdência e Banco Central registrou em fevereiro um déficit de R$ 1,091 bilhão, segundo dados divulgados nesta terça-feira, 30, pelo Tesouro. O resultado ruim se deve ao baixo superávit realizado pelo Tesouro no mês passado, de apenas R$ 2,659 bilhões.

A Previdência Social registrou déficit de R$ 3,781 bilhões e o Banco Central fez um pequeno superávit de R$ 30,3 milhões.

Em janeiro, o governo central apresentou um superávit de R$ 13,866 bilhões devido ao saldo positivo do Tesouro naquele mês de R$ 17,583 bilhões.

No acumulado do primeiro bimestre, o superávit do governo central foi de R$ 12,775 bilhões, o que representa 2,45% do Produto Interno Bruto (PIB). No mesmo período de 2009, o superávit foi de R$ 2,866 bilhões, o que equivalia a 0,61% do PIB.

Despesas do governo central sobem

As despesas do governo cresceram 8,8% no primeiro bimestre de 2010 ante o mesmo período de 2009, segundo dados do Tesouro. Esse aumento é puxado pelos gastos com custeio e capital , que subiram 25,5%. Por outro lado, os gastos com pessoal tiveram uma queda de 4,7% no período.

Já as receitas registraram um crescimento de 17,8%, no primeiro bimestre de 2010 e as transferências para Estados e municípios subiram 10,3%, em relação ao mesmo período de 2009. Com isso, as receitas líquidas de transferência registraram alta de 19,6%.

Despesas com PAC

Os gastos com investimentos do governo no primeiro bimestre de 2010 somaram R$ 5,441 bilhões, segundo os dados do Tesouro Nacional. O valor representa um crescimento de 101% em relação aos investimentos realizados no primeiro bimestre de 2009 (R$ 2,704 bilhões).

Os gastos com os investimentos incluídos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em janeiro e fevereiro, foram de R$ 2,267 bilhões, 132% a mais que em igual período do ano passado (R$ 977 milhões). Os gastos com o PAC podem ser abatidos da meta de superávit primário, que este ano é de 3,3% do PIB.

Receita com dividendos

As receitas com dividendos, em fevereiro, impediram que o déficit das contas do Governo Central, de R$ 1,091 bilhão, fosse ainda maior. Dados mostram que o Tesouro recebeu receita de R$ 2,052 bilhões, no mês. Em janeiro, as receitas com dividendos somaram apenas R$ 78,9 milhões.