"Um povo livre sabe que é responsável pelos atos do seu governo. A vida pública de uma nação não é um simples espelho do povo. Deve ser o fórum de sua autoeducação política. Um povo que pretenda ser livre não pode jamais permanecer complacente face a erros e falhas. Impõe-se a recíproca autoeducação de governantes e governados. Em meio a todas as mudanças, mantém-se uma constante: a obrigação de criar e conservar uma vida penetrada de liberdade política."

Karl Jaspers

dezembro 27, 2009

DEUS

Deus não pode ser uma pessoa séria

Regozijar-se com a vida é o caminho que leva a Deus.

Vá até Deus dançando,
vá até Deus rindo, vá até Deus cantando!

Deus já deve estar cansado de seus santos sérios.

Durante séculos, esses sujeitos estúpidos...
 
Ou ele deve ter cometido suicídio,
vendo todos esses santos —
não consigo ter imagens deles em meu quarto —,
ou deve ter enlouquecido,
ou fugido.

Se você olha para a vida,
se essa vida é uma criação de Deus,
se essa vida é a expressão de Deus,
então ele é um Deus dançante,
cheio de flores e fragrância, cheio de canções —
muito criativo, sensível —,
cheio de música...

Se essa vida é alguma prova —
e além dela não há outra prova —,
então Deus não pode ser uma pessoa séria.

Osho, em "Meditações Para a Noite"
Imagem por heine(ken)

dezembro 26, 2009

INCERTEZAS DE 2010 - SUJEIRAS E MEDIOCRIDADES


A falta de uma oposição
Marco Aurélio Nogueira

Não poderia ser mais melancólico o final do ano político.
Em meio ao foguetório e às confraternizações habituais, oculta-se um quadro sem brilho, pobre, desqualificado, que não promete nenhum bom augúrio.

É um quadro curioso, que intriga precisamente porque não sugere nenhum indício de ameaça à estabilidade política ou de algo que esteja pondo em risco a democracia no País.

Se nada ameaça a legalidade política, se tudo parece indicar que continuaremos a viver democraticamente, a assistir ao revezamento regular dos governantes e à eleição sem traumas dos parlamentares, por que persiste este clima de indiferença e pessimismo com relação à política?

Será que é porque tudo parece estar bem ou muito bem, como pensam alguns que ninguém no País se mostra civicamente comprometido, interessado em participar das decisões nacionais ou mesmo decidido a brigar para eleger os melhores representantes políticos?

Pode-se associar a isso ao menos uma dupla preocupação.

Por um lado, se a política não funciona bem, não envolve nem compromete os cidadãos, aumenta o risco de que a cidadania não consiga se manter ativa e organizada, pressionando por seus direitos e vigiando os governos.

Como poderá ela manifestar suas aspirações e lutar para garanti-las?
Como serão formados os consensos que nortearão as escolhas dos governantes?

Por outro lado, a inoperância da política pode significar um obstáculo a mais para os planos futuros da sociedade, tanto quanto para as promessas e os compromissos anunciados pelos governantes.

Mesmo o tão aclamado e acalentado desenvolvimento ficará sob risco, e isso para não lembrar das expectativas de reforma social e melhoria da distribuição de renda, operações que são eminentemente políticas e dependem de forma crucial de consensos que somente a política pode produzir.

A sucessão de escândalos, a corrupção convertida em prática cotidiana, o baixo nível dos debates e a ausência dramática de propostas integradas e factíveis para governar o País são a ponta de um iceberg que hoje aprisiona todo o campo político nacional.

Não há partido que escape dele.

Depois do caso Azeredo, em Minas, foi a vez do caso Arruda, no Distrito Federal, amplificado com os boatos de que novas revelações estariam prestes a atingir políticos de outras unidades da Federação.

Ou seja, 

ligando os fios ao mensalão de 2005, aos vários pequenos casos que a ele se seguiram, à indigência do Congresso e à opacidade programática dos partidos políticos, o resultado é que a sujeira e a mediocridade contaminaram o sistema inteiro.

Mais :
A falta de uma oposição


JORNALISMO COOPTADO = OMISSÃO E CONIVÊNCIA COM DESMANDOS


jornalismo
Política de cooptação
 O Brasil passou bruscamente de um modelo de "Estado máximo" para "Estado mínimo".
Em que aspecto estrutural poderá ter agido, no comportamento do jornalismo, a metamorfose de um Estado militar e ditatorial num Estado civil e neoliberal?

No primeiro modelo, o Estado exercia o poder coercitivo;
no segundo, o Estado passou a praticar o poder sedutor.

As duas faces são igualmente nefastas, no tocante à preservação da autonomia irrestrita da qual deva desfrutar a prática jornalística. 


Qualquer possibilidade de atos de Estado contaminarem esse princípio produz, como efeito incontrolável, a submissão da atividade jornalística. 

No caso do Estado máximo e coercitivo, não é difícil diagnosticar que meios são utilizados para manutenção de "mordaça" em qualquer veículo de comunicação: 
censura e pronto. 
A questão, portanto, reside em como se compreender a ação do Estado mínimo com feições neoliberais.
A prática histórica do Estado brasileiro, após o reencontro com os princípios da democracia, tem demonstrado que, sem se valer do poder coercitivo, próprio das ditaduras, encontraria meios não menos eficazes para, sob o manto protetor das regras democráticas, usufruir de uma espécie "branda" de perpetuação da coerção. Como?

Na ditadura, os jornais eram controlados e vigiados por órgãos oficiais, quanto ao que podia (e não podia) ser noticiado.
Na democracia, o Estado substituiu a censura ideológica pela oferta de apetitosas receitas publicitárias.

Desse fator, decorre acentuado processo degenerativo, no que toca à salvaguarda da "liberdade de expressão", bandeira sempre defendida por qualquer jornalista que zela pelo exercício de sua profissão.

Que isenção um jornal pode ter no modo de cobrir a conduta de um governo se este é um dos mais importantes "clientes"?

Quem tem o hábito de viajar ao exterior, ou, ao menos, consulta periódicos estrangeiros, não encontra, seja em impressos, seja em versão eletrônica, anúncios de empresas governamentais. 

Situação oposta é a prática brasileira.

Banco do Brasil, Petrobras ou Caixa Econômica (e tantas outras) são empresas públicas que, no entanto, atuam nos mesmos moldes de empresas privadas, o que é uma deformação quanto à concepção de Estado.
Mais ainda o fato se agrava com a política de cooptação entre empresas públicas e mídia.

A partir daí, fixam-se dois modelos de jornalismo:
as empresas de comunicação que detêm as melhores contas de empresas públicas se alinham ao governo, em oposição àquelas que não as têm.

O quadro fica ainda mais grave quando se sabe que a maior parte das empresas de comunicação deve aos cofres do Estado, afora processos acumulados na justiça.
"Contas públicas" injetadas

O governo brasileiro, ao longo de sua história, sempre se caracterizou como "entidade patronal" e, como tal, exerceu (e, assim, permanece) o poder controlador, seja de modo ostensivo, seja por meios indiretos.

Em certo sentido, os oito anos de FHC, notadamente com as privatizações no segundo mandato, reduziram, em parte, a presença do "Estado máximo", o que não exclui a forte suspeita quanto aos métodos empregados para tal fim e que deveriam ser objeto de profunda investigação.

À parte, portanto, a ilicitude (ou não), reconheça-se que o Estado ficou com menos fatias de mercado, o que não se verifica em outras áreas, em nome das quais se prorroga ainda a feição do "Estado patronal".

Leitores poderão, por exemplo, concordar com o fato de o Banco do Brasil, além de vasta publicidade, patrocinar eventos, equipes esportivas e outras.

Contudo, aos mesmos leitores, proponho a seguinte questão:
alguém, em alguma época, viu peça publicitária de uma universidade pública, afora esporádicos anúncios de vestibular?
Creio que não.
Em igual caso, o que diz respeito, no campo da saúde, às redes hospitalares.

É claro que o governo, via MEC, gasta em propaganda institucional para divulgação de seus programas, a exemplo de como procede o Ministério da Saúde.

O governo, porém, não tem contas publicitárias para promover suas universidades, escolas técnicas ou hospitais.
Então, por que, em outros setores, o princípio não é o mesmo?

Bem, é simples:
no primeiro caso, o governo gasta; no segundo, o governo arrecada.
Assim se configura a lógica funcional do "Estado patronal".


Em caráter conclusivo, cabe-me assinalar que a experiência brasileira na direção de um jornalismo crítico tende a ser progressivamente adiada, dada a falta de mínimos sinais, no tocante à eliminação de "contas públicas" injetadas, como garantia de altas receitas, em empresas de comunicação.

Surgirá, algum dia, uma lei que proíba empresa estatal fazer publicidade?

Tenho, para mim, que não.
Prosperidade, pois, para o "jornalismo acrítico".
Observatório da Imprensa


AS "ARAPUCAS ELEITOREIRAS" DO FILHO ...DO BRASIL




Mínimo e aposentado podem ficar sem ganho real em 2011  

Folha 24 de Dezembro de 2009

O presidente Lula criou a regra para dar reajuste real ao salário mínimo e aos aposentados que ganham acima do piso salarial,
mas na prática ela pode não ter efeito em 2011.

É que o ganho real será calculado com base no crescimento do PIB deste ano,
que pode ser zero ou mesmo registrar queda.

A regra foi incluída nas duas medidas provisórias assinadas ontem por Lula.

A primeira eleva o salário mínimo de R$ 465 para R$ 510,
com reajuste de 9,68%, equivalente a um ganho real estimado em 6%.

A segunda corrige as aposentadorias acima do mínimo em 6,14%,
com aumento real de 2,5%.

Outra novidade, incluída na MP do salário mínimo, determina que o governo enviará ao Congresso, até o final de março de 2010, projeto de lei com três propostas de regras de aumento do mínimo.

A primeira servirá para o período de 2012 a 2015; a segunda será usada entre 2016 e 2019 e a terceira abrangerá o período de 2020 a 2023.

Nas MPs de ontem, o reajuste do salário mínimo e das aposentadorias em 2010 e em 2011 segue a regra de correção pelo 
INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) mais a variação do PIB de dois anos antes, se positiva.

Essa regra vinha sendo negociada com as centrais sindicais e entidades de aposentados.

No caso do mínimo, a regra manda conceder a variação integral do PIB (Produto Interno Bruto).
No das aposentadorias, a metade do crescimento do PIB de dois anos antes.

A previsão do Banco Central é que a economia cresça 0,2% neste ano. 
Ou seja, se o BC acertar, o salário mínimo terá um reajuste real de exato 0,2% em 2011, o primeiro ano do sucessor de Lula que, durante seu governo, deu um reajuste real acima de 53% ao mínimo.


No caso dos aposentados que ganham mais que o mínimo,
o aumento real seria de 0,1%.

No mercado financeiro, contudo, há previsões até de queda do PIB.

Nesse caso, não haveria reajuste real no primeiro ano do próximo governo apenas o repasse do INPC de 2010.

Isso se o sucessor de Lula não adotar outro mecanismo.
As duas MPs serão publicadas na edição de hoje do "Diário Oficial da União".

VALDO CRUZ LARISSA GUIMARÃES 
Folha de S.Paulo, em Brasília

dezembro 25, 2009

ÓDIO


A psicologia do ódio é esta:
você queria algo e alguém o impediu de conseguir, alguém surgiu como uma pedra,
como um obstáculo.
Toda a sua energia estava sendo dirigida para
conseguir algo e alguém bloqueou essa energia.

Você não pôde conseguir o que queria.
Agora essa energia frustrada se transforma em ódio,
ódio contra
a pessoa que destruiu a possibilidade de realização do seu desejo.

Você não pode impedir o ódio,
porque o ódio é um subproduto,
mas você pode fazer uma coisa a mais para
que o subproduto não aconteça de forma alguma.

Na vida, lembre-se de uma coisa:
nunca deseje algo tão intensamente como
se fosse uma questão de vida ou morte.

Seja um pouco brincalhão.
Não estou dizendo para não desejar -
porque isso seria uma repressão para você.
Estou dizendo:
deseje -
mas deixe seu desejo ser brincalhão.

Se você conseguir isso, bom.
Se não conseguir, talvez não fosse a hora certa - veremos da próxima.
Aprenda algo sobre a arte de jogar.

Osho, em "Dinheiro, Trabalho, Espiritualidade"
Imagem por jenschapter3

A RESPONSABILIDADE DE CADA ELEITOR

 Sérgio Lima/Folha

Como fiscalizar seu candidato

Sem ficha limpa, movimento orienta eleitor a pesquisar passado de políticos

Correio Brasiliense
Alessandra Mello

A campanha pela aprovação do projeto que exige ficha limpa para todos os postulantes a um cargo público não acabou. 

O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) já traça os planos para 2010. 
A ideia é pressionar o Congresso Nacional a aprovar no próximo ano o projeto de lei de iniciativa popular.

Mas como haverá eleição geral, em outubro, os integrantes da campanha alertam a população a ficar de olho no passado dos candidatos, utilizando-se de informações disponíveis especialmente na internet.

Enquanto o projeto não sai do papel e vira lei, o importante, diz o presidente da Associação Brasileira de Combate à Corrupção e a Impunidade, Caio Magri, é usar todos os recursos para levantar a ficha dos candidatos nas eleições de 2010. 

“Um dos grandes problemas do eleitor hoje em dia é ter acesso simples e direto à informações sobre os candidatos a cargos eletivos, principalmente para a população de baixa renda, que não tem internet, mora na zona rural ou nas periferias das cidades. 
Mas que tem acesso a essas informações não pode ficar de braços cruzados”, defende.

Segundo ele, há um roteiro com três passos importantes para avaliar o candidato. O primeiro é saber se ele é transparente em relação a quem financia sua campanha durante o período eleitoral, e não somente depois, o que é uma obrigação exigida pela Justiça Eleitoral.

O segundo é tentar levantar o histórico da vida desse candidato, se ele tem processos, se já foi condenado. 
“Se estiver enrolado com a Justiça é mau sinal”, avalia Magri. 

O terceiro, diz ele, é saber se, no exercício de algum mandato, caso concorra à reeleição ou já tenha exercido cargo público, o candidato cumpriu as promessas feitas ao longo da campanha. “Antes de votar, pesquise seu candidato. 

Entre nas páginas dos tribunais, veja se ele tem processos, saiba quem foram os doadores nas eleições passadas, caso ele esteja disputando a reeleição, pesquise nas páginas dos jornais se ele apareceu em alguma denúncia de corrupção. 

Fique de olho no passivo e no passado”, alerta.

Dicas e sites acesse :

RETROSPECTIVA DE UM PARLAPATÃO(COP15)

US$ 160 bi para o Brasil combater aquecimento? Só com mais imposto
17 de dezembro de 2009
Por Luiz De França
  (Foto: AFP)

 Lula em Copenhague:
'16 bilhões de dólares por ano até 2020'

Em discurso realizado nesta quinta-feira na 15ª Conferência do Clima da ONU (COP15), em Copenhague, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva revelou o quanto o plano brasileiro para reduzir em até 38,9% as emissões de gases de efeito estufa vai custar até 2020: 

160 bilhões de dólares, ou mais de 280 bilhões de reais. 

Ainda que o gasto com projetos na área ambiental seja indispensável, Lula chamou atenção com a promessa por causa de seu valor elevadíssimo. 

De acordo com especialistas ouvidos por VEJA.com, o ambicioso investimento sugerido por Lula no pronunciamento é improvável sem um aumento na carga tributária.

Na opinião de Raul Veloso, consultor em finanças públicas, o governo precisa dizer de onde virão os recursos quando promete um gasto deste tipo. 

"A tradução disso é a criação de um novo imposto", diz ele. 
O valor convertido em reais se aproximaria da casa dos 30 bilhões de reais por ano.

"E os investimentos na formação bruta de capital, como construção de novas estradas, ferrovias e hospitais, por exemplo, não chegam a isso", lembra ele.
Nelson Chalfun Homsy, professor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, afirma:
em se tratando de dinheiro público, não existe mágica na hora de pagar um projeto caro.

"Dependendo da importância e da gravidade que esse assunto assuma do ponto de vista internacional, o Brasil pode criar, sim, um novo imposto".
A criação de um imposto depende da aprovação de uma emenda constitucional pelo Congresso Nacional.

"Mas se for uma contribuição ou taxa, só precisa de um decreto presidencial", lembra ele.
O Brasil já teve uma experiência similar com a falecida CPMF, criada para angariar recursos para a saúde.

Apesar da possibilidade de peso adicional na carga tributária, Homsy acredita que os 160 bilhões de dólares anunciados por Lula possam vir também da iniciativa privada. 

"Temos no Brasil algumas empresas como Petrobras, Vale, e outras de onde podem vir parte significativa desses recursos", explica.

Outra parte viria do fundo internacional, que está sendo objeto de discussão na COP15 e que provavelmente se arrastará para depois do encontro. 

"E isso quer dizer que o Brasil está contando com um dinheiro que ainda nem se sabe se teremos."

O MUNDO DOS PRIVILÉGIOS


Governo gasta R$ 697 mi com diárias de ministros e servidores 

Portal Terra

BRASÍLIA - 

Os gastos do governo com o pagamento de diárias para ministros e servidores somam mais de R$ 697 milhões, 
de acordo com um levantamento oficial. 
Os 36 ministros receberam R$ 924.376,45. 

O titular da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Edson Santos, recebeu R$ 67.192,39, o maior valor. 
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, recebeu R$ 60.584,53. 

O ministro que menos recebeu foi Alfredo Nascimento, dos Transportes. As informações são do jornal O Globo desta sexta-feira.

O montante não inclui as despesas de dezembro. 
Os gastos com diárias em 2009 são quase 30% maiores do que no ano passado. 

No entanto, o pagamento das diárias para viagens nacionais começou em julho deste ano, depois da CPI do Cartão Corporativo, que derrubou a então ministra da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro.

Antes, o governo federal só pagava diárias para viagens ao exterior.

GUTO CASSIANO



 Guto Cassiano


Variações sobre um mesmo tema...1



Variações sobre um mesmo tema...2



dezembro 24, 2009

PARA REFLEXÃO : POVO E O FILHO...DO BRASIL(LULA)

Uma frase com 2064 anos....................
Click na imagem
 
NÃO REELEJA POLÍTICO ALGUM PARA CARGO QUE
ESTEJA OCUPANDO. 

ELES JÁ ROUBARAM DEMAIS!

Nas próximas eleições,
haverá renovação de 2/3 do Congresso.
Façamos uma faxina.
Ñão vote nos atuais, nem indicados por esses que aí estão.
Não vote sem conhecer a história dos candidatos.
Não vote porque alguém pediu.
Se não tiver candidato limpo, vote nulo.
Indague ao TRE, ou a um amigo, como se faz para votar nulo!

NÃO VAMOS REELEGER
OS CANDIDATOS COM FICHA SUJA.
NÃO REELEJA OS CORRUPTOS.
PESQUISE ANTES DE VOTAR.

VAMOS MUDAR O BRASIL.
É HORA DE MOSTRAR A FORÇA
DE UM POVO UNIDO.
É HORA DE EXIGIR O BEM COMUM
COMO PRIORIDADE.

Brasil acima de tudo e de todos!

Via OQÑ SE DISCUTE PUBLICADO EM 
16/10/09 : 
MARCUS TULLIUS - ROMA 55 AC

Saiba mais sobre Cicero :

Marco Túlio Cícero
Marco Túlio Cícero
Nascimento
3 de Janeiro de 106 a.C.
Arpino, Itália
Morte
7 de Dezembro de 43 a.C.
Formia, Itália
Ocupação
Político, orador e filósofo
Principais interesses
Astronomia, Matemática, Engenharia, Física[carece de fontes?]
Influências
Platão e Médio Platonismo, Estoicismo
Influenciados
Tácito, Plínio, Quintiliano