"Um povo livre sabe que é responsável pelos atos do seu governo. A vida pública de uma nação não é um simples espelho do povo. Deve ser o fórum de sua autoeducação política. Um povo que pretenda ser livre não pode jamais permanecer complacente face a erros e falhas. Impõe-se a recíproca autoeducação de governantes e governados. Em meio a todas as mudanças, mantém-se uma constante: a obrigação de criar e conservar uma vida penetrada de liberdade política."

Karl Jaspers

dezembro 31, 2009

SER CIDADÃO - POSTURAS PARA 2010 - UM NOVO TEMPO

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AULA DE CATECÍSMO NO FUTURO GOVERNO DA DILMA(SE FOR)

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GRUPO GUARARAPES

A mensagem do Grupo Guararapes  nos chama à uma reflexão e um estímulo para construirmos uma história diferente em 2010, nosso País precisa da nossa mobilização para uma faxina geral  neste estado de "coisas" que os governantes da "hora"  o transformou.
Nas próximas eleições vamos à luta e fazer valer O NOSSO PODER(VOTO), realizar uma renovação geral dos representantes, sob pena de vermos nossa liberdade de manifestação e pensamentos(que ainda estão preservados, em termos) serem sufocados  pela repressão do autoritarismo, pois, há um forte sentimento de que os meios de informação e certos formadores de opinião já estão cooptados, Legislativo e Judiciário  esses já sabemos de que lado estão, nem é preciso citar, um age em causa própria , coorporativa,  outro a serviço de interesses do Poder, o que não poderia ser diferente  com tantas nomeações 
políticas.
Enfim, como um "nomeado" poderá julgar o "nomeador"?  
E seus "cumpanhêros" e protegidos?
 

 Mensagem : 

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/foto/0,,15227713,00.jpg
Dois fatos aconteceram em momentos diversos com um membro do nosso 
 GRUPO GUARARAPES.

O primeiro é um diálogo acontecido com um jovem.

O rapaz era falante e muito inteligente. 
Conversava bastante e começou a resolver os problemas do mundo, 
do Brasil e do Ceará.

A roda era grande e os meninos de 17 anos quase 
que batiam palmas para o jovem que empolgava.

Quando ele terminou o seu instrutor falou: 
“o senhor é brilhante e resolve tudo. 
O que causa preocupação é que você não resolve os seus problemas. 
Hoje, vi o seu armário e falta um parafuso na sua dobradiça. 
Não seria bom que resolvesse este grave problema antes de resolver os problemas do mundo”.
O rapaz apenas falou: 
 “ele me pegou”.

A grande lição que podemos tirar deste fato é o seguinte: 
“Vimos jovens de cara pintada gritando na rua 
contra os governos militares, contra o Collor e
um silêncio sepulcral no Mensalão e 
algum barulho no roubo de Brasília. 

Será que eles estudavam? 
Será que não estavam sendo enganados por falsas lideranças? 
O mundo não parou e hoje onde estão os jovens das caras pintadas? 
Perderam as vozes? Mamam nas tetas do governo? 
O grito deles não é mais por LIBERDADE E HONESTIDADE? 
Há diferença entre os mensalões federal e estadual?

Um destes alunos de uma Universidade gritava contra seu professor, 
chamando-o de burguês pela simples razão do mestre usar gravata. 

Conseguiu um cargo no governo e passou a usar gravata. 
Não é burguês e sim aproveitador, hoje. 
Nunca colocou um parafuso na vida.

O segundo caso é ainda mais preocupante. 
A mesma personagem fazia uma palestra em São Paulo e 
analisava o problema de segurança pública. 

Estava machucado, pois tinha vindo de um enterro de subordinados mortos por bandidos, na capital. 
Quando a palestra acabou vieram as perguntas e uma delas foi a seguinte: 
“O senhor está defendendo os seus policiais. 

Eles são corruptos. Por qualquer 50 cruzeiros não multam”. 
A resposta foi curta e grossa: 
Até concordo que algum soldado receba os 50 cruzeiros. 
Pior do que o soldado é o senhor que é corruptor e sem caráter,
pois oferece 50 cruzeiros ao soldado. 
Acabou-se a reunião.

Deste segundo fato podemos perguntar: 
Não está faltando coragem de nos levantar, em qualquer reunião que tenha um corruptor ou canalha, e gritar que ele não pode ficar presente? 

Será que não estamos sendo covardes e com a alegação de sermos educados? 
Será que os corruptores não são piores do que os corruptos? No mensalão, no escândalo de Brasília quem é o pior: 
o CORRUPTO OU o CORRUPTOR?

A SOCIEDADE BRASILEIRA APODRECEU E NÃO SE LEMBRA MAIS do que consta do livro de EZEQUIEL:
“SUA PRATA E SEU OURO SERÃO INCAPAZES DE LIVRÁ-LOS NO DIA DA IRA DO SENHOR”.

Numa passeata, antes da guilhotina, na França, 
funcionava um tambor à frente e a multidão cantando o refrão: 
“morte aos ricos; morte aos aristocratas; 
morte aos açambarcadores; morte aos padres”.[
SERÁ QUE ESTÃO CEGOS, SURDOS E MUDOS?

http://antoniofnogueira.blogs.sapo.pt/arquivo/guilhotina.jpg 
Publicada em: 29/12/2009
Estamos Vivos! Grupo Guararapes! 
Personalidade Jurídica sob reg. Nº 12 58 93, 
Cartório do 1º registro de títulos e documentos, 
em Fortaleza.
(Ilustração :  Camuflados)


UMA REDAÇÃO DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO EM JOINVILLE


Na cidade de Joinville houve um concurso de redação na rede municipal de ensino. O título recomendado pela professora foi “Daí pão a quem tem fome”. O primeiro lugar foi conquistado por uma aluna de 14 anos de idade.

Ela se inspirou na letra do Hino Nacional Brasileiro, para redigir um lindo texto, que demonstra que os brasileiros verdes e amarelos precisam perceber o verdadeiro sentido do patriotismo.

“Certa noite, ao entrar em minha sala de aula, vi num mapa-mundi, o nosso Brasil chorar”:
 

O que houve, meu Brasil brasileiro? – perguntei-lhe!

E ele, espreguiçando-se em seu berço esplêndido, esparramado e verdejante sobre a América do Sul, respondeu chorando, com suas lágrimas amazônicas:

- Estou sofrendo, vejam o que estão fazendo comigo...
Antes, os meus bosques tinham mais flores e meus seios mais amores.
Meu povo era heróico e seus brados retumbantes.
O sol da liberdade era mais fúlgido e brilhava no céu a todo instante.
Onde anda a liberdade, onde estão os braços fortes? Eu era a Pátria amada, idolatrada.
 

Havia paz no futuro e glória no passado.
Nenhum filho meu fugia a luta.
Eu era a terra adorada e dos filhos deste solo era a mãe gentil.

E era gigante pela própria natureza, que hoje devastam e queimam, sem nenhum homem de coragem que às margens plácidas de algum riachinho, tenha a coragem de gritar mais alto para libertar-me desses novos tiranos que ousam roubar o verde louro da minha flâmula.

E não suportando as chorosas queixas do Brasil, saí de casa e fui para o jardim. Era noite e pude ver a imagem do Cruzeiro que resplandesce no lábaro que o nosso País ostenta estrelado.

Pensei... 

poderemos salvar esse País sem braços fortes? 
Pensei mais... 
quem nos devolverá a grandeza que a Pátria nos traz? 
Voltei à sala mas encontrei o mapa silencioso e mudo, como uma criança dormindo em seu berço esplêndido”. 

Esse texto nos remete a uma reflexão séria quanto o nosso papel na sociedade.
“UM FILHO SEU NÃO FOGE À LUTA"


 Lamentável na publicação original a omissão de dados e créditos à autora deste texto .

FELIZ 2010


2 0 1 0

F E L I Z

A N O

NO V O





dezembro 30, 2009

PESQUISAS E NÚMEROS, O RISCO DAS CAMUFLAGENS



 
As estatísticas oficiais, tão cultivadas no Brasil, como se fossem a lei de Deus, não merecem o menor crédito no mundo civilizado, como acaba de descobrir o jornal britânico "Financial Times".
Pesquisa por ele encomendada revelou que só 9% dos britânicos acreditam que os números oficiais estão livres de manipulação politica, ponto-de-vista compartilhado por 13% dos norte-americanos e 15% dos franceses.

Pena que a pesquisa tenha sido feita apenas nos Estados Unidos e em meia dúzia de economias avançadas (Alemanha, Itália e Espanha, além das citadas). Tivesse se estendido à América Latina, o resultado revelaria, com certeza, uma desconfiança ainda maior. Basta lembrar os casos de manipulação de dados da inflação pelo governo Néstor Kirchner, na Argentina, ou exemplo algo mais antigo no próprio Brasil, durante a ditadura militar.

O "Financial Times" especula que a desconfiança pode tornar mais difícil adotar medidas econômicas impopulares agora que a crise econômica está sendo dada como superada, ao menos nas estatísticas. Se o público acha que os governos manipulam os números para finalidades políticas, obviamente desconfiarão de medidas que se baseiem neles.

No caso do Brasil e da América Latina, há razões até culturais para a desconfiança: sucessivos governos, em diferentes momentos, recorreram a truques para reduzir a inflação só nos índices oficiais, mas não na vida real.

Além disso, os governos sempre usam números brilhantes para lustrar sua gestão mesmo quando eles não existem de fato. Exemplo muito recente: em palestra em Hamburgo, na Alemanha, no início deste mês, o ministro Guido Mantega anunciou crescimento de 8% anualizado no terceiro trimestre de 2009, o que significaria que o número do terceiro trimestre seria de 2%.

Deu 1,2% na vida real. Note o leitor que o anúncio de Mantega se deu em dezembro, portanto dois meses depois de encerrado o terceiro trimestre, quando todos os dados já deveriam estar apurados e processados.
Se erra sobre o passado, o que imaginar quando o ministro fala do futuro?

Há um segundo exemplo, este de manipulação política das estatísticas. Refiro-me à versão de que vem caindo a desigualdade de renda no Brasil. Falso.


Uma falsidade, de resto, comprvada por economistas do próprio governo. Explico: a medida usual de redução de desigualdade é um tal de índice de Gini, que, de fato, vem melhorando já faz algum tempo.

Mas o índice mede apenas "a diferença entre as rendas que remuneram o trabalho, portanto, não leva em conta as rendas do capital: juros e lucro", conforme escreve João Sicsú, que vem a ser o principal economista do Ipea (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas, instituição do governo).

Passemos agora a palavra ao chefe de Sicsú, Marcio Pochmann, presidente do Ipea: "A parte da renda do conjunto dos verdadeiramente ricos afasta-se cada vez mais da condição do trabalho, para aliar-se a outras modalidades de renda, como aquelas provenientes da posse da propriedade (terra, ações, títulos financeiros, entre outras)".

Então fica combinado que caiu apenas a desigualdade entre os assalariados, que, como explica Pochmann, nem é a mais importante, já que os ricos veem sua renda "afastar-se cada vez mais da condição do trabalho". Moral da história: toda vez que ler que a desigualdade no Brasil caiu, faça como os britânicos e desconfie. Muito.

Clóvis Rossi é repórter especial e membro do Conselho Editorial da Folha, ganhador dos prêmios Maria Moors Cabot (EUA) e da Fundación por un Nuevo Periodismo Iberoamericano. Assina coluna às quintas e domingos na página 2 da Folha e, aos sábados, no caderno Mundo. É autor, entre outras obras, de "Enviado Especial: 25 Anos ao Redor do Mundo e "O Que é Jornalismo".
E-mail: crossi@uol.com.br

LULA É O HOMEM DO ANO NA ARRECADAÇÃO TRIBUTÁRIA RECORDE





Instituto prevê arrecadação tributária recorde neste ano, em R$ 1,09 tri
da Folha Online

A arrecadação tributária brasileira deve bater a marca histórica de R$ 1,090 trilhão até amanhã, estima o IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário). Caso o número seja confirmado, trata-se de um aumento de 3% sobre o total arrecado em 2008. Para o ano corrente, as projeções sobre o crescimento da economia oscilam entre zero e 0,2%.

O IBPT leva em conta o ritmo de atualização do chamado "
IMPOSTÔMETRO" (painel eletrônico instalado na sede da Associação Comercial de São Paulo que mostra, em tempo real, o total da arrecadação no país).

O Impostômetro ultrapassou a marca de R$ 1 trilhão no último dia 14. Ele foi inaugurado em 2005, e é mantido pela ACSP, sendo baseado nas estatísticas realizadas pelo IBPT. O painel busca refletir o total arrecadado pela União, Estado e municípios.

Para 2010, o instituto estima uma arrecadação ainda maior, na casa de R$ 1,25 trilhão. Economistas projetam um incremento do PIB (total das riquezas do país) em torno de 5% para o ano que vem.

DILMA TÁ PERDIDA NO "LULA NOS ENSINOU O CAMINHO"



Pac teve desempenho inferior ao previsto em 2009 
SÃO PAULO, 30 de dezembro de 2009 - 

O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) brasileiro, lançado pelo governo em 2007, não teve o desempenho esperado pelo setor industrial neste ano, segundo afirmou o presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), em entrevista ao Investimentos e Notícias (Agência IN).

"O PAC está bastante atrasado. 
Por exemplo, na área de distribuição elétrica, o programa Luz para Todos teve desempenho 50% inferior ao que estava previsto para este ano.
Além disso, todos os projetos para construção de hidrelétricas estão atrasados", disse o executivo, destacando que o programa, em 2009, não ajudou efetivamente o setor a superar os efeitos da crise. 
"Não houve a dinâmica que esperávamos e que poderia nos ter ajudado a superar a dinâmica que teve este ano", disse.

O presidente da instituição ponderou, entretanto, que as perspectivas para o próximo ano são melhores.
"Nós esperamos que em 2010, por se tratar de ano eleitoral, e isso pesa a favor do nosso setor, os projetos previstos pelo PAC venham a ser concluídos. 
E com isso, o PAC possa ter a influência que ele poderia vir a ter dentro das empresas do setor elétrico e eletrônico".

(Carina Urbanim - Agência IN)

R E S P I R A R


Inspire e deixe que o inspirar reflita-se no seu ser. Expire e deixe que o expirar reflita-se no seu ser. Sentirá um tremendo silêncio descendo sobre você.
Este é o mais profundo mantra jamais inventado: ver o ar entrando e saindo, inspirando e expirando.

Você respira aqui e agora. Não é algo que possa fazer ontem ou amanhã; você tem de respirar neste momento.
Mas você pode pensar sobre ontem e sobre amanhã. Assim, o corpo fica no presente e a mente fica pulando entre o passado e o futuro; há uma divisão entre o corpo e a mente.

O corpo está no presente e a mente nunca está; eles nunca se encontram. Por causa dessa divisão é que a ansiedade, a tensão e a angústia surgem. As pessoas são tensas por causa das preocupações.
A mente tem que ser trazida para o presente porque não existe nenhum outro tempo.

Osho, em "O Livro Orange"

V O C Ê


Você é uma multidão, você é muitos.
Apenas olhe mais de perto, mais profundamente, 

e então você encontrará muitas pessoas dentro de você.
E todas elas fingem, às vezes, ser você.

 
Osho, em "The Fire of Truth"
Imagem por James Cridland