"Um povo livre sabe que é responsável pelos atos do seu governo. A vida pública de uma nação não é um simples espelho do povo. Deve ser o fórum de sua autoeducação política. Um povo que pretenda ser livre não pode jamais permanecer complacente face a erros e falhas. Impõe-se a recíproca autoeducação de governantes e governados. Em meio a todas as mudanças, mantém-se uma constante: a obrigação de criar e conservar uma vida penetrada de liberdade política."

Karl Jaspers

maio 02, 2010

UM GOVERNO DESREGRADO/PERDULÁRIO.E DESONESTO.

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Me desculpem, mas se isso não for compra de votos, PQP.
Essa corja não tem escrúpulos , se com todo o uso dos recursos do poder, não conseguirem uma vantagem de votos, esses aprendizes de déspotas vão fraudar as urnas, alguém duvida?

Lisandra Paraguassú / BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo

Em ano eleitoral, o governo federal está acelerando a inclusão de pelo menos 3,2 milhões de pessoas aos programas sociais. Em alguns casos, a meta estabelecida para 2010 é 70% maior do que todos os benefícios distribuídos em anos anteriores.

Os novos beneficiados dos programas Agente Jovem Adolescente (Desenvolvimento Social) e Segundo Tempo (Esportes) somam, ao lado do Bolsa Família, um contingente de "segurados sociais" equivalente ao total de eleitores dos Estados de Alagoas e Sergipe.

Voltado para os adolescentes que não completaram a escola e são de famílias pobres, o Agente Jovem Adolescente terá, neste ano, um crescimento que nunca teve desde sua criação, em 2008.

Serão incluídos mais 383 mil jovens, um aumento de 78% em apenas um ano. No Segundo Tempo, que oferece atividades no contra-turno escolar para crianças e jovens, o crescimento será, apenas neste ano, de 47,6%.

Nos dois casos, os ministérios justificam que os programas deveriam ter crescido muito mais, mas não explicam por que esse crescimento se concentrou justamente no último ano do governo.

Por e-mail, a assessoria do Ministério do Desenvolvimento Social explica que a previsão era chegar ao final do governo com 1 milhão de jovens atendidos e, mesmo com a expansão deste ano, a meta não será alcançada.

No Segundo Tempo, o ministro do Esporte, Orlando Silva, diz que o programa ainda precisa crescer mais e que haverá uma tentativa de chegar a 3 milhões de vagas, em convênios, até o final do ano. Silva não vê relação entre a eleição e os novos beneficiados:

"Não podemos fazer política pública pensando em eleição. Temos de fazer política pública pensando no benefício da população".

Ao incremento desses programas sociais soma-se o Bolsa Família que, no ano passado, já havia definido a inclusão de 600 mil novas famílias (o equivalente a 2,4 milhões de pessoas) até junho - prazo máximo permitido pela legislação eleitoral.

No Ministério do Desenvolvimento Social, a preparação para as inaugurações de restaurantes populares - unidades que servem refeições por R$ 1 ou R$ 2 - começou em 2009.

Se traz benefícios diretos para a população, o crescimento de todas essas ações sociais no último dos oito anos de governo não deixa dúvidas de que a contrapartida eleitoral está bastante clara na cabeça do presidente.

Mais detalhes dos "programas sociais"

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