Marta Watanabe | De São PauloValor Econômico
"A civilização moderna tem reduzido o número dos tolos, mas aumentado proporcionalmente o dos velhacos." (Marquês de Maricá) "Em política os remédios brandos agravam freqüentes vezes os males e os tornam incuráveis". (Marquês de Maricá) "A punição que os homens de bem sofrem quando se recusam a tomar parte é viver sob o governo dos maus" - Platão

Karl Jaspers
janeiro 03, 2012
EM 2011 : Déficit da indústria cresce 37% e passa de US$ 43 bilhões
Marta Watanabe | De São PauloValor Econômico
janeiro 02, 2012
OS TORPES E O : Investimento suspeito
O futebol profissional em Brasília é tão desenvolvido quanto o golfe no Gabão. A média de público nos jogos não passa de 2 000 torcedores e o time local de melhor desempenho está na terceira divisão do campeonato nacional.
Mesmo assim, os gramados da capital têm levado políticos a se transformar em cartolas.
O primeiro a descobrir as vantagens de fazer negócio em torno de um produto tão ruim foi o notório Luiz Estevão, que criou o Brasiliense Futebol Clube depois de ter o mandato de senador cassado e ser preso pelo desvio de milhões de reais das obras do TRT de São Paulo.
Há quem defenda que ele entrou no ramo para lavar, digamos, sua biografia.
Outros acreditam que foi por amor ao futebol. Seja qual for a razão, Luiz Estevão fez escola.
Uma década após a aposta pioneira do ex-senador, agora é a turma ligada ao governador Agnelo Queiroz, do PT, que se lança injetando dinheiro no combalido futebol candango.
Parceiro dileto e companheiro inseparável de Agnelo até nas denúncias de corrupção que levaram o governador a ser investigado pelo Superior Tribunal de Justiça, o advogado Luis Carlos Alcoforado acaba de comprar para si o Brasília Futebol Clube, recém-rebaixado para a segunda divisão do Distrito Federal.
Ele não revela o valor, mas um levantamento preliminar do Ministério Público estima que o negócio tenha girado em torno de 3 milhões de reais. "Comprei para incentivar futuros talentos", diz.
Nas investigações que envolvem Agnelo, Alcoforado é apontado como arrecadador do petista. Ele nega.
O advogado teria intermediado, por exemplo, supostos pagamentos de propina de um laboratório farmacêutico a Agnelo, na época em que o governador dirigia a Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Curiosamente, o laboratório é o mesmo que, no ano passado, patrocinou outro time de futebol controlado pela turma do PT:
o Ceilândia, da periferia de Brasília.
Coincidência?
Promotores que acompanham o caso acham que não. E já puseram sob a lupa um terceiro clube, o Sobradinho, comprado recentemente pelo irmão do secretário mais influente de Agnelo, o também petista Paulo Tadeu.
Além da suspeita óbvia de lavagem de dinheiro, os promotores já mapearam outro interesse da turma:
assumir, com os clubes, a gestão do megaestádio que Agnelo está construindo para a Copa de 2014.
Visão de futuro é o que não falta.
Veja
Os governantes se promovem e a gente paga a conta
Acredita naquelas campanhas publicitárias na TV, todas grandiloquentes, multicoloridas, açucaradas e heróicas, quase épicas, em que prefeitos, governadores ou ministros de Estado proclamam suas proezas colossais pelo bem do povo?
Falando francamente, você acha que essa gente diz a verdade?
Quanto a isso, temos uma notícia boa e outra má.
Começando pela boa:
você dirá que não é tão crédulo assim e que olha toda essa política de promoção governista com uma ponta de desconfiança, ou mesmo com um total ceticismo.
Tanto melhor.
Desde sempre, duvidar do poder é o melhor antídoto contra os fanatismos, os autoritarismos e o culto da personalidade daquele que governa.
Agora, a má notícia:
os governos acreditam que, se insistirem com propaganda caríssima e acachapante, no fim das contas você acabará acreditando neles, e nada, nenhuma lei, pode impedi-los de aumentar a gastança.
Ato contínuo, eles torram dinheiro público no esporte que é a única unanimidade da política brasileira.
Estamos falando do esporte da autopromoção consentida, pelo qual o ocupante de um cargo no Poder Executivo alardeia as suas próprias (supostas) virtudes com recursos que deveriam ser de todos.
Todos os políticos, tanto faz o partido, são iguais na prática desse esporte.
Uma vez no poder, gente que se diz de esquerda age do mesmo modo que a direita. Tudo com nosso dinheiro.
Recentemente, a prefeitura de São Paulo, que manda no maior orçamento municipal do país, começou a despejar na TV local seus filmetes de otimismo natalino. O slogan é "antes não tinha, agora tem". Já viu, né?
O pobre telespectador paulistano olha aquilo, sai na rua e acha que endoidou.
Onde está a cidade que o prefeito promete na TV?
Na megalópole publicitária, aparece uma jovem deslumbrante, feliz, que nos conduz a postos de saúde aprazíveis como o nirvana.
Na metrópole-cenário em que ela faz deslizar seus encantos e seus sorrisos,
fulguram escolas,
a luz é farta
e a água abundante.
A musa kassabista passeia em ruas limpíssimas.
É o céu na terra da garoa.
Nessa toada ficcional, quase insultuosa, o município paulistano saltou de um patamar de R$ 12 milhões gastos com publicidade governista, em 2005, para a estratosfera de R$ 110 milhões em 2010.
Num intervalo de cinco anos, o volume foi multiplicado por quase dez.
Com o chapéu alheio, por certo.
No Estado de São Paulo, o mais rico do Brasil, a progressão perdulária é igualmente geométrica. Em 2003, o Palácio dos Bandeirantes queimou R$ 33,3 milhões no esporte da autopromoção.
Em 2010, a conta fechou em R$ 266,6 milhões (os números de 2011 ainda não são conhecidos, mas devem permanecer por aí).
Se os programas sociais de saúde, moradia e educação crescessem nas mesmas bases, a vida real seria a melhor propaganda do mundo. Mas ela não é.
A publicidade dos governos é diretamente proporcional à taxa de infelicidade dos governados. Ela só precisa vender o céu, porque a vida é um inferno.
A publicidade oficial – sob a desculpa de que está informando o cidadão, vê se pode... – existe apenas para engambelar, para fazer campanha eleitoral governista fora do período que a lei reserva para a campanha eleitoral.
A propaganda governista é a campanha eleitoral ininterrupta.
Graças a ela, os governantes têm muito mais exposição e chance de promover a si mesmos do que aqueles que militam na oposição.
A propaganda governista é hoje uma forma de combate aberto contra o princípio democrático da alternância de poder.
Ah, sim, há ainda o governo federal. Aí, as cifras são mastodônticas. Para que o estimado leitor tenha uma ideia menos vaga do que a palavra mastodôntica está fazendo aqui, digamos o seguinte:
no ano de 2009, apenas no ano de 2009,
o governo federal jogou nada menos que R$ 1,67 bilhão nas campanhas dos ministérios, da Presidência da Repúblicae de suas estatais, segundo dados da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.
Naquele mesmo ano, o total do mercado anunciante no Brasil, segundo o Projeto Intermeios, ficou na casa dos R$ 22,3 bilhões.
O governo federal, há tempos, é um dos maiores anunciantes do mercado brasileiro. E que mercadoria ele vende?
A sua própria imagem.
Assim é o Brasil, um país em que os governantes usam o dinheiro de todos para promover as causas partidárias de uns poucos – quanto aos governados, eles até que não acreditam muito na lorota governista, mas dão de ombros, deixam pra lá.
Eugênio Bucci Época
A INSTITUCIONALIZAÇÃO DA ROUBALHEIRA doc. nº 1- 2012
oportunidades de negócios escusos nunca antes vistos no país à custa da
negação da lei das licitações são sofregamente esperadas.
É atribuído ao ex-jogador e hoje deputado federal Romário, a seguinte frase:
“É flexibilização, não é facilitação. Ia chegar daqui a um ano e meio e ia ter que entrar em obra emergencial, sem licitação. Ai o Governo ia abrir as
pernas. Não ia ser roubo, mas sim assalto!”.
Já estão inventando coisa o ROMÁRIO. Cretinos.
O partido que assalta o poder “vendeu” uma imagem de seriedade com o trato
da coisa pública, mas nunca agiu com seriedade neste quesito, basta
averiguar as prefeituras onde inicialmente dominaram, e Celso Daniel foi
testemunha deste descalabro, ou as verbas do exterior encontradas num avião
particular que “amaciaram” sua trajetória política e cujo episódio jamais
foi esclarecido.
Tudo bandido de primeira linha.
Se por um lado notamos alguma “reação” do povo apoiado em reportagens
investigativas da mídia, indignado com roubos a nível municipal, estadual e
federal, por outro lado vemos o “canto das sereias” de integrantes dos
poderes executivo e legislativo para que o povo admita a roubalheira porque poderia ser pior.
Estão perguntando qual a diferença entre PALOCCI E
PIMENTEL. Ficaram ricos da mesma maneira e são tratados de maneira
diferente?
Aos poucos a máquina esquerdista, em pílulas homeopáticas, anestesia as
consciências e prepara o povo para o bote final que é a dominação absoluta da nação.
Daí será possível acabar de vez com a propriedade particular, a
liberdade de reunião e a liberdade de expressão, tudo baseado na mentira
maior que é tornar todos iguais e os do PT ainda mais iguais para manterem
os privilégios intocados.
Temos assistido o judiciário legislar pela absoluta ausência dosrepresentantes do povo se posicionar frente a questões nacionais atuais e
que não carecem de opiniões obsequiosas ou atitudes omissas.
Quem perde é o povo e principalmente a democracia.
A esquerda insiste em manter na mídia fatos que a nação através de seus representantes já votou pelo esquecimento.
que desta maneira podem agir com mais liberdade e engendrar Medidas
provisórias do quilate da Medida mencionada pelo deputado Romário.
Quem é sujo pela FICHA SUJA sujo volta até para o SENADO e será chamado de VOSSA EXCELÊNCIA.
O que nos preocupa alem da triste constatação de episódios com esse é a
desfaçatez, o acinte, o atrevimento com que estes corruptos estão agindo.
Tal “modus operandi” só se justifica por saber que nada sofrerão.
Basta citar que o político pego com dólares na cueca é o autor da proposta de Medida Provisória que empareda a lei das licitações.
Onde está a OAB o Ministério
Público,o povo para mandar parar com esta vilania?
O que mantém este governo com os índices que desfruta não é exatamente sua
postura ético-propagandística ou seus programas bolsa_assistencialistas e
sim a inflação baixa e um PIB crescente. Por outro lado,nossa dívida
interna é assustadora.
A rolagem dela é crucial para manter as conquistas
sociais recentes mas aponta para a manutenção de altas taxas Selic e
enxurrada de capital estrangeiro especulativo drenando ainda mais o esforço
da Nação,postergando medidas de infra-estrutura necessárias ao crescimento
sustentável.
Não vivemos num mar de rosas. Basta a situação econômica
mundial azedar e AZEDOU e as falácias propaladas pelo governo ruirão.
Quem pagará a herança maldita deixada pelo Sr Lula?
A democracia
conquistada pelo povo e garantida pelas Forcas Armadas?
Ou os passaportes
diplomáticos confiscados?
SEIS MINISTROS JÁ SE FORAM ENVOLVIDOS EM ATOS NÃO REPÚBLICANOS
(BANDALHEIRAS OU MELHOR DIZENDO SAFADEZA). PARECE QUE TEM MAIS?
TUDO FOI PARA DEBAIXO DO TAPETE. QUEM FOI PRESO FOI UM JOÃO QUE PESCOU UM PEIXE PARA MATAR A FOME DA FAMÍLIA E ESTAVA PROIBIDO PESCAR.
ESTE FATO APARECEU NA INTERNET.
VERDADE NÃO SABEMOS, MAS TUDO PODE ACONTECER NO BRASIL DO MENSALÃO, ATÉ ACUSADO DE PERTENCER A QUAUDRILHA SER NOMEADO ASSESSOR DO MD.
ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº12 58
93. Cartório do 1º egistro de títulos e documentos, em Fortaleza. Somos
1.797 civis – 49 da Marinha - 474 do Exército – 51 da Aeronáutica; TOTAL
2.371 Batistapinheiro30@yahoo.com.br.
WWW.FORTALWEB.COM.BR/GRUPOGUARARAPES 2 DE JAN 2012
“Pode-se fazer uma enormidade de coisa: seqüestrar, dinamitar,abater os
chefes de polícia (...) depois continuar expropriando armas e dinheiro”...”A revolução CUBA É A VANGUARDADA REVOLUÇÃO LATINO-AMERICANA, ESTA VANGUARDA DEVE SOBREVIVER”!.
CARLOS MARIGHELA
ESTE BANDIDO PREGAVA O ÓDIO, A MORTE E FOI “HOMENAGEADO” POR ELEMENTOS DO
GOVERNO, INCLUSIVE COM A PRESENÇA DE SENADOR.
FALECEU UM HERÓI NACIONAL.
O HERÓI DE MONTESE – CORONEL IPORAN NUNES DE OLIVEIRA. NENHUMA PALAVRA DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, DO GOVERNO. ELE ARRISCOU A VIDA LUTANDO PELA LIBERDADE.
FAÇAM SUAS ANÁLISES. PERGUNTE AOS SEUS PARENTES E AMIGOS QUEM FOI UM DOS DOIS E SERÁ POSSÍVEL QUE ALGUÉM DIGA QUE O PRIMEIRO –
QUE É BANDIDO – SEJA O HERÓI NACIONAL.
GRUPO GUARARAPES
REPASSE, AMIGO, A VERDADE PRECISA SER CONHECIDA!
www. Fortalweb.com.br/grupoguararapes
INIDQUE AMIGOS! MARCAMOS
COMO META 50000 AMIGOS PARA 2012
dezembro 30, 2011
A "TEORIA DO BIQUINI" NOS RESULTADOS FISCAIS DO "GOVERNO" DA MAMULENGA E O BUFÃO : MOSTRAM MUITO, MAS ESCONDEM O ESSENCIAL.(boa)
mostram muito, mas escondem o essencial.
Em algum medida, a ironia se aplica aos resultados fiscais do primeiro ano do governo Dilma Rousseff confrontados aos perigos e armadilhas previstos para 2012.
Mesmo que na inflação o máximo alcançado pelo Planalto tenha sido manter o índice ao redor do limite superior da meta (6,5%) - nível preocupante numa economia ainda intoxicada pela indexação -, pode-se considerar razoável o desempenho do governo na economia.
A taxa de crescimento, em torno dos 3%, muito baixa em comparação com os exuberantes 7,1% de 2010, se justifica pela conjuntura mundial e a insustentabilidade daquele ritmo de expansão.
Tentar mantê-lo seria decretar o descontrole da inflação e desequilíbrios sérios nas contas externas.
No campo fiscal, aplica-se a "teoria do biquíni". Pois, se é verdade que o Planalto mais do que acertou no alvo ao conseguir, com um mês de antecedência, atingir o superávit primário estabelecido para o ano (pouco mais de 3% do PIB), a qualidade da poupança feita para abater os juros da dívida continua baixa.
Mais uma vez, repetiu-se a fórmula de se obter o equilíbrio das contas pelo aumento da arrecadação tributária e corte nos investimentos.
Trombeteia-se o alcance de metas no presente, mas se compromete o futuro. O aumento constante da arrecadação leva à elevação do peso da carga tributária - já 36% do PIB, a maior no bloco das economias emergentes - e tira a competitividade da economia.
O problema é tão flagrante que Brasília, diante do risco de impactos recessivos externos, decreta desonerações, porém tópicas, setoriais, sem beneficiar todo o sistema produtivo.
E também porque não quer enfrentar para valer corporações sindicais aliadas atuantes na máquina pública - confrontou este ano, para o Orçamento de 2012, mas, com vistas a 2013, não há otimismo -, o governo, em vez de economizar nos generosos salários do funcionalismo, prefere podar gastos na ampliação e manutenção da precária infraestrutura do país.
Poderia compensar com privatizações, mas, como há preconceito ideológico, mesmo quando é inexorável passar logo adiante a gestão de algum setor - aeroportos -, o processo é lento.
Os números são incontestáveis, imunes à "teoria do biquíni".
Estimam-se as receitas fiscais líquidas deste ano em R$44 bilhões acima do Orçamento, enquanto os investimentos públicos federais, de janeiro a novembro, foram 2,7% aquém dos executados no mesmo período do ano passado.
Corta-se onde não se deve, e aposta-se no arrocho contra o contribuinte.
Já 2012 apresenta uma equação bem mais complexa: a arrecadação muito provavelmente terá fôlego curto, devido aos limites ao crescimento interno determinados pelo mundo.
Nos gastos, há pelo menos uma despesa volumosa inexorável: os R$23 bilhões decorrentes do impacto do aumento do salário mínimo em mais de 14%.
Analistas, em função deste horizonte, consideram de extrema dificuldade - ou impossível - ser atingida a meta de um superávit em 2012 idêntico ao deste ano, em percentual de PIB.
A não ser que entre em ação a "contabilidade criativa", um desastre para a imagem do Brasil.
O melhor é mesmo fechar o cofre, porém ainda mais difícil em ano eleitoral.
O Globo
Incertezas à frente nas contas públicas
dezembro 29, 2011
brasil maravilha da então gerentona/extraordinária, trapaça do parlapatão, hoje, presidenta mamulenga: Demanda cresceu, mas infraestrutura não.

Cada metro quadrado de aeroporto no País denuncia aquilo que até o passageiro mais inexperiente já sentiu:
pegar avião cansa, e não é pela viagem em si.
As 700 mil pessoas que colocaram as mãos em um novo passaporte são somente uma parte dos 163 milhões de passageiros que, de janeiro a novembro em todo o Brasil, se esbarraram, se enfileiraram, correram de um portão para outro, esperaram no chão pelo embarque, no ar pela autorização de pouso, na poltrona por uma vaga no pátio de aeronaves, de pé por uma mala na esteira.
Da emissão de documentos à oferta de rotas entre cidades, tudo na aviação do País cresce. Menos os lugares em terra firme onde ela é praticada.
Cumbica, o maior aeroporto do Brasil, na Grande São Paulo, é o que melhor resume o atraso. Inaugurado na década de 1980, era considerado uma construção "faraônica" do então governador Paulo Maluf.
As décadas passaram e o aeroporto passou a ser pequeno para as 27 milhões de pessoas que circulam lá por ano. Até agora, obras somente paliativas deram uma afrouxada no aperto. Conforto, conforto mesmo, está longe de acontecer.
O que deveria ser rápido e prático, como voar, agora parece corrida de obstáculos. Chegar ao aeroporto é o primeiro desafio - é longe, não existe um meio rápido e confiável de transporte público.
Totens de autoatendimento, criados para solucionar filas de check-in, também têm fila.
Em Cumbica, uma companhia aérea internacional tem até um aviso perto do balcão: "Não perca seu voo. Por causa das longas filas na imigração, efetue o check-in e prossiga imediatamente para o embarque".
Ou seja, se você quer mesmo inaugurar passaporte novo, tem de correr.
Muitos saltos e desvios depois, quando finalmente se está no avião, surpresa: outros estão na fila para decolar.
Agora não é só mais o passageiro daquele voo que sofre, mas o piloto, a comissária, o controlador de voo e, principalmente, o passageiro que está esperando aquele mesmo avião na outra cidade.
As autoridades se movem a passos lentos, mas até agora não houve plano de contingência para evitar caos aéreo de fim de ano que evitasse o caos do dia a dia.
Nataly Costa O Estado de S. Paulo
dezembro 28, 2011
REGISTRO : Morreu dia 24 de dezembro, aos 80 anos de idade, Cheetah, uma das estrelas dos filmes de Tarzan na década de 1930.
A Fundação Santuário Primata Suncoast, onde Chita passou sua aposentadoria, disse que o chimpanzé morreu na véspera de Natal, de insuficiência renal.
"Foi com grande tristeza que a comunidade perdeu um querido amigo e familiar em 24 de dezembro de 2001. Chita, astro dos filmes de Tarzan, faleceu após uma falência renal", disse o Santuário em seu site.
Chita fornecia um contraponto cômico às aventuras do herói das selvas. Vários primatas "interpretaram" o personagem ao longo dos anos.
O macaco chegou ao Santuário Suncoast por volta de 1960, depois de viver em uma propriedade de Weissmuller na Flórida, disse a porta-voz Debbie Cobb ao jornal The Tampa Tribune. Segundo ela, Chita apareceu nos filmes de Tarzan em 1932 a 34, e supõe-se que tivesse cerca de 80 anos.

A atriz Mia Farrow, que é filha da também atriz Maureen O'Sullivan - que contracenou com Weissmuller no papel da mocinha Jane - comentou pelo Twitter a morte de Chita: "Minha mãe, a Jane de Tarzan, se referia ao chimpanzé Chita como 'aquele bastado' - dizendo que ele a mordia a cada oportunidade. Chita viveu até os 80".
A expectativa de vida de um chimpanzé na natureza é de 40 a 45 anos, e cerca de dez anos a mais em cativeiro.
Há anos os fãs de Tarzan pleiteiam que o primata seja homenageado com uma estrela na Calçada da Fama, em Hollywood, numa campanha que foi batizada de "Go Cheetah" ("Vai, Chita").
REUTERS
Morte de Chita, o chimpanzé de Tarzan, é questionada
estadão.com.br
Um santuário da Flórida anunciou nesta quarta-feira que o chimpanzé que interpretou Chita nos filmes do Tarzan morreu aos 80 anos de idade. Um dia depois, a identidade do animal é questionada.
A diretora do Suncoast Primate Sanctuary em Palm Harbor Debbie Cobb afirma que seus avós compraram o animal por volta de 1960 do ator Johnny Weissmuller, que teria contracenado com o animal na década de 1930, nos filmes Tarzan, o Homem Macaco (1932) e Tarzan e sua Companheira (1934).
Segundo a agência Associated Press, registros em Hollywood indicam que um chimpanzé conhecido como Jiggs ou Mr Jiggs teria contracenado com o ator no período indicado, tendo morrido em 1938.
Cobb não apresentou documentos que comprovem a identidade do animal, com a explicação de que um incêndio destruiu os papeis em 1995.
Além disso, a agência aponta a incoerência na idade do animal. Segundo especialistas, um chimpanzé vive entre 40 e 60 anos - a idade cai para 50 anos em caso de criação em cativeiro. Um animal de 80 anos estaria entre os mais velhos do mundo.
Segundo a diretora do santuário, Chita morreu no dia 24 de dezembro de falência renal e seu corpo foi cremado. "Tenho 51 anos. Minha primeira lembrança foi de quando tinha 5 anos de idade e o conheço desde então. Ele já era um animal adulto na época", afirma Cobb, citada pela agência.
Em 2008 uma história parecida foi desmentida pelo jornal The Washington Post. Na época, descobriu-se que o animal apontado como Chita havia nascido por volta de 1960, o que significava ser impossível que o animal tivesse contracenado com Johnny Weissmüller nos primeiros filmes de Tarzan.
brasil maravilha: DÍVIDA/SETOR/PÚBLICO= R$ 1,508 trilhão/11/11- 36,6% do PIB. Economia do governo para pagar juros atinge R$ 126,8 bi 99%/META.
O resultado, divulgado nesta quarta-feira pelo Banco Central (BC), representa 99% da meta estipulada pela equipe econômica para o ano, que é de R$ 127,9 bilhões.
Somente em novembro, o primário foi de R$ 8,2 bilhões. Já no período acumulado em 12 meses, o total foi de R$ 137,6 bilhões, ou 3,34% do PIB.
Os juros que corrigem a dívida pública somaram R$ 216,1 bilhões, segundo o documento do BC. Já no acumulado em 12 meses, o montante chegou a R$ 235,6 bilhões, ou 5,72% do PIB.
De acordo com o relatório do BC, quando se considera o resultado nominal - que inclui o superávit primário e os juros da dívida pública - o setor público registra um déficit de R$ 89,3 bilhões (2,36% do PIB).
No acumulado em 12 meses, o déficit nominal é de R$ 98 bilhões, ou 2,38% do PIB.
Já a dívida líquida do setor público atingiu R$ 1,508 trilhão em novembro, ou 36,6% do PIB.
O montante caiu 0,8 ponto percentual em relação a outubro, principalmente por causa da depreciação cambial de 7,3% observada no período.
O Globo
QUE TE COMPRE QUEM NÃO TE CONHECE II : Governo volta atrás e libera R$ 4 bi do FGTS para obras para Copa . MAMULENGA HAVIA "VETADO".
O orçamento dos recursos do fundo foi publicado na edição desta quarta-feira, 28, no Diário Oficial da União e indica a reserva de R$ 4 bilhões, dos R$ 36 bilhões previstos para serem gastos em 2012.
Dessa maneira, o governo volta atrás na decisão tomada em 14 de dezembro de vetar o uso de recursos do FGTS para financiar obras de infraestrutura ligadas à Copa.
A autorização para uso do dinheiro havia sido incluída por parlamentares da base aliada em medida provisória, mas havia sido vetada pela presidente Dilma Rousseff.
Estão previstos R$ 36 bilhões do fundo para investimentos em habitação e projetos de infraestrutura urbana. Segundo circular assinada pelo vice-presidente de governo e loterias da Caixa Econômica Federal - que é a gestora dos recursos -, Fabio Cleto, está previsto o crédito de R$ 5 bilhões para o transporte urbano em 2012.
Dos projetos beneficiados com os recursos dos trabalhadores, R$ 4 bilhões irão especificamente para projetos ligados à realização da Copa.
Habitação. O FGTS prevê também a construção de 800 mil casas, sendo 600 mil para famílias com renda bruta mensal de até R$ 3,1 mil e outras 200 mil unidades habitacionais para famílias com renda bruta de até R$ 5 mil.
O documento cita que serão destinados R$ 3 bilhões para "produção ou aquisição de imóveis novos, passíveis de enquadramento nas definições legais estabelecidas" do programa Minha Casa, Minha Vida e do Programa Nacional de Habitação Urbana (PNHU), sendo que 80% do crédito será voltado a municípios em regiões metropolitanas, capitais ou que tenham população superior a 100 mil habitantes.
O orçamento do Fundo prevê ainda R$ 5 bilhões em crédito para projetos de saneamento básico, sendo que R$ 4,2 bilhões serão destinados para iniciativas do setor público e o restante do segmento privado
brasil maravilha : Inadimplência de empresas subiu 9,8% em novembro. Na comparação com o mesmo período de 2010, a alta foi de 32,5%.
Na comparação com novembro de 2010, a alta foi de 32,5%. No acumulado do ano até novembro, foi registrado avanço de 18,6% em relação ao mesmo período de 2010. A maior alta do ano foi verificada de fevereiro para março (10,8%).
O avanço da inadimplência entre as empresas foi impulsionado pelos títulos protestados, que apresentaram aumento de 28,1% em relação a outubro e contribuíram com 6,3 pontos porcentuais do aumento de 9,8% verificado em novembro.
Os cheques sem fundo representaram o segundo maior peso na alta de novembro, com avanço de 18,6% ante outubro e 3,9 pontos porcentuais na taxa geral.
O valor médio dos títulos protestados no ano até novembro chegou a R$ 1.804,50 - 9,3% maior em comparação com o mesmo período do ano anterior. O valor médio dos cheques sem fundos ficou em R$ 2.088,21, 1,8% a mais que no acumulado de 2010 até novembro.
As dívidas não bancárias (cartão de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços), por sua vez, apresentaram recuo de 1,7% em novembro ante outubro, contribuindo com uma redução de 0,6 ponto porcentual da taxa geral.
O valor médio desse tipo de dívida no acumulado do ano chegou a R$ 742,03, avanço de 1,8% em comparação com igual período de 2010.
As dívidas com bancos tiveram uma leve alta em novembro, de 0,9%, o que representou uma participação de 0,2 ponto porcentual na taxa geral. O valor médio desse tipo de dívida no acumulado de janeiro a novembro foi de R$ 5.176,85 (alta de 9,5% ante o acumulado de 2010 até novembro).
De acordo com a Serasa Experian, o aumento da inadimplência das empresas em novembro é explicado pela inflação, pelo capital de giro ainda caro e pela evolução da inadimplência do consumidor.
Agência Estado









