"Um povo livre sabe que é responsável pelos atos do seu governo. A vida pública de uma nação não é um simples espelho do povo. Deve ser o fórum de sua autoeducação política. Um povo que pretenda ser livre não pode jamais permanecer complacente face a erros e falhas. Impõe-se a recíproca autoeducação de governantes e governados. Em meio a todas as mudanças, mantém-se uma constante: a obrigação de criar e conservar uma vida penetrada de liberdade política."

Karl Jaspers

fevereiro 10, 2013

"A mágica dos batedores de carteira acabou. A farsa mostra os dentes"

 
Havia uma herança, qualificada de maldita pelos asseclas dos corruptos que transformaram um país real em uma ilusão de circo.

Esta herança permitiu que embriagados governantes e mentirosas coléricas assumissem o comando do Brasil, 
E fossem mitificados. 
Como se tivessem participado de construções que sequer os admitiriam como auxiliares de pedreiro. Como vulgares batedores de carteira, proclamaram-se donos do que roubaram. 

E tentaram mais: 
roubar a história.

Distribuiram cargos a incompetentes. 
Bastava que fossem fiéis ao comando da quadrilha. 
Ressuscitaram cadáveres que sepultamos em cova rasa. 
Uniram-se à podridão, a tal ponto que não conseguimos mais distinguir a lama do esgoto. São uma coisa só.

É caso de festejar o que está por vir? 
O retorno da inflação, o perverso imposto que sufoca a todos?

Não creio. 
Não quero. 
Não desejo.

Mas parece-me inevitável. 
Nada do que se disse, expôs e cobrou foi levado em conta. 
Os ignorantes orgulhosos preferiram debitar as críticas na conta de sempre: 
só discordam do governo iluminado os que sempre são do contra.

Reclamar do inchaço da máquina administrativa? 
Da ineficiência derivada da falta de planejamento? 
Da corrupção que multiplica por dois o valor de qualquer obra? 
Dos companheiros que nunca souberam administrar sequer uma loja de R$ 1,99? 
Da ingerência absurda do Estado na economia, só chamando a odiada (por eles) iniciativa privada quando não há mais conserto nem recurso?

Valeu trocar “privatização” por “desestatização”, como agora se lê?
A fórmula de FHC não era poção mágica. 
Era caminho, direção. 
Eles nunca entenderam isto. 
Os ignorantes que nada sabem fingem saber de tudo.

A Petrobras arrasada por Gabrielli e Lula. 
O BNDES reduzido a agência de socorro para amigos do governo. 
Fundos de pensões estatais aplicam mal e porcamente o dinheiro dos associados.

E assim se cria uma ilusão. 
Guido Mantega, como Cristina Kirchner, já é uma piada internacional. 
A credibilidade que o Brasil conseguiu ─ a duras penas ─ no governo FHC e foi mantida por Henrique Meireles (tucano, nunca aceito pelos geniais economistas do PT!) está perdida.

A nós resta a certeza de que virão dias difíceis. 
A mágica acabou. 
A farsa mostra os dentes.
Restará uma herança. 
Esta sim, maldita.

Na era da mediocridade, perdemos o que ganhamos.
A dignidade, 

a ética, 
a supremacia da verdade, 
o respeito ao estado de direito e à diversidade de ideias, 
isso já estava perdido.

Perderemos a última construção de governos anteriores.
Eles não se importam. Nunca se importaram com nada que não fosse elogio ou histérica idolatria.

O que vai sobrar?
Sem oposição, sem crítica e sem quem nos represente, resta observar o covil dos lulopetistas destruindo com as patas sujas o que nunca conseguiram entender.

E que nós, mais uma vez, teremos que reconstruir.
Resta saber com quem.
  REYNALDO ROCHA

PARA VELHACOS, VELHACO E MEIO ! Os novos (enrolados) donos do "CONGREÇU" TORPE E DE NULIDADES ASSENHOREADO PELA CANALHA.

Eleitos para presidir o Senado e a Câ
ara mesmo cercados por denúncias, Renan Calheiros (PMDB-AL) e Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) dividirão o comando do Legislativo brasileiro com parlamentares que também enfrentam problemas na Justiça. A dupla do PMDB terá a companhia nas Mesas Diretoras de sete congressistas - cinco senadores e dois deputados - que respondem a ações ou inquéritos judiciais.

Além disso, as reuniões de líderes dos partidos no Congresso também passarão a ter a presença de uma nova elite, que chega ao poder com vistoso currículo de denúncias.

A lista de acusações contra os novos "donos do Congresso" é ampla: compra de votos, formação de quadrilha, fraude em licitações, corrupção e improbidade administrativa. Nada, entretanto, que impeça os principais partidos políticos do país de escolhê-los para cargos de comando na esfera federal.

No Senado, cinco parlamentares que ocuparão cargos na Mesa Diretor enfrentam processos e investigações na Justiça. A começar pelo primeiro na linha sucessória de Renan Calheiros, o vice-presidente da Casa, Jorge Viana (AC), do PT. Ele é investigado em inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) por compra de votos, declaração falsa em documento eleitoral e recebimento de doação proibida pela Lei Eleitoral.

Na sequência da hierarquia da Casa, o próximo da lista é Romero Jucá (PMDB-RR), que também tem o nome relacionado a inquéritos no Supremo. Em um deles, o peemedebista figura como integrante de um esquema de desvio de verbas federais em obras municipais em Roraima. Em outro, as investigações do Ministério Público são de desvio de contribuições previdenciárias e crimes contra a ordem tributária.

Recentemente, Jucá passou também a responder a inquérito que apura a origem e o destino de 100 000 reais jogados pela janela de um carro pelo empresário Amarildo Freitas. Às vésperas das eleições de 2010, o empresário, ligado a Jucá, se desfez do pacote de dinheiro após uma perseguição da Polícia Federal.

Na Mesa Diretora, completam a lista dos enrolados com a Justiça Ciro Nogueira (PP-PI) e Flexa Ribeiro (PSDB-PA). No caso do tucano, que ocupa uma espécie de “prefeitura do Senado”, a acusação é que a empresa Engeplan, que pertenceu ao parlamentar e era contratada do governo do Pará, desviou recursos públicos para pagar despesas de campanha de candidatos do PSDB nas eleições de 2002.

Contra Ciro Nogueira, as suspeitas são de lavagem de dinheiro, tráfico de influência e formação de quadrilha. De acordo com a investigação policial, o parlamentar utilizava o Ministério das Cidades e o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), feudos do PP, para direcionar criminosamente para suas empresas contratos publicidade e de prestação de serviços. 
O primeiro suplente, Magno Malta (PR-ES), responde a processo por crime eleitoral, e o segundo suplente, Jayme Campos (DEM-MT), é formalmente réu por transferir irregularmente terras do estado por meio de certidões falsas do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

Na lista de pendências judiciais contra Campos, ex-governador de Mato Grosso e ex-prefeito de Várzea Grande, também aparecem processos por desvio de recursos públicos, fraude em licitações e crime de responsabilidade.

fevereiro 08, 2013

Olha a inflação aí, gente!

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Se a luz amarela já estava acesa há tempos, agora soaram todas as sirenes. 
 
A inflação deu mostra, mais uma vez, de que está com seu bloco na rua. 
Como se fosse um folião, o governo brinca com o dragão. 
O país corre risco de pôr a perder a sua maior conquista recente: 
a estabilidade da moeda. 
 
É mais uma das fanfarronices do PT.

O IBGE informou ontem que a inflação de janeiro foi a mais alta para o mês desde 2003, ou seja, em dez anos. Em 12 meses, o IPCA acumula elevação de 6,15%, já bem perto do limite superior da meta estipulada pelo Conselho Monetário Nacional para 2013 (6,5%). 
 
Em janeiro de 2012, este indicador estava em 6,22%, o que mostra que passou um ano e o governo não conseguiu domar a escalada.

Os aumentos atuais prejudicam especialmente os mais pobres, são mais fortes nos alimentos (11% em 12 meses), mas estão se disseminando por quase toda a cesta de produtos. Com a luz vermelha acesa, cresce a possibilidade de o Banco Central aumentar os juros e dificultar, ainda mais, a retomada do crescimento do PIB.

Os preços dos alimentos estão pela hora da morte. Segundo o IBGE, produtos como a farinha de mandioca mais que dobraram de preço nos últimos 12 meses. Outros como batata e tomate também tiveram altas expressivas: 
67% e 31%, respectivamente. 
 
Mas os aumentos não se limitam à comida: 
de cada quatro produtos, três ficaram mais caros, ou seja, 75%, em janeiro. 
 
Em situações consideradas "normais", este índice não passa de 60%.

A corrosão nos salários é muito maior do que revela a inflação oficial. Anteontem, o
Dieese já havia mostrado que em janeiro a cesta básica continuou subindo muito, e em todo o país. Há casos como os de Salvador, com alta de 17,85% - num único mês! 
 
Em quatro das 18 capitais pesquisadas, a alta mensal ficou acima de 10%. 
Resta claro que as labaredas da inflação estão se espalhando.

"O sentimento entre os especialistas é de que o país está prestes a entrar em um quadro de descontrole de preços", sustenta o Correio Braziliense. "Embora o governo sustente que ela [a inflação] está sob controle, os riscos não são desprezíveis", ratifica, no Valor Econômico, a colunista Claudia Safatle, interlocutora privilegiada das autoridades oficiais.
 
 "A situação não é confortável", admitiu Alexandre Tombini, presidente do BC, a Miriam Leitão.

O temor se justifica: 
o PT não morre de amores pela austeridade e, historicamente, sempre tratou a inflação como mal menor. Nos dez anos em que está no poder, apenas em três ocasiões logrou respeitar a meta estipulada pelo CMN: 
em 2006, 2007 e 2009. 
 
Há três anos consecutivos, o objetivo não é cumprido, não o será neste ano e possivelmente sequer em 2014.

O descontrole de agora decorre de erros da política econômica posta em prática pelo PT nos últimos anos. As ações do governo, seja o de Lula, seja o de Dilma Rousseff, foram todas voltadas a incentivar a demanda, enquanto a oferta não apenas não crescia como também enfrentava dificuldades ascendentes - como custos em escalada, escassez de mão-de-obra e infraestrutura insuficiente.

"Ao longo de 2012, o governo fez um diagnóstico equivocado, de que o maior problema da economia fosse consumo insuficiente. E fez de tudo para inflar a demanda", analisa Celso Ming
n'O Estado de S.Paulo. Os explosivos gastos do governo ajudaram a piorar a situação, com alta de 11% num ano em que o PIB só terá crescido 1%.

O Brasil já tem hoje uma das seis maiores taxas de inflação do continente, perdendo apenas para Uruguai, Nicarágua, Haiti e os imbatíveis Argentina e Venezuela, segundo o
UOL. Será que é nestes exemplos que o governo petista se espelha? Diferentemente da maioria dos demais países latino-americanos e em desenvolvimento, contudo, nossa economia cresce pouco.

Não fossem alguns malabarismos, a inflação brasileira estaria em situação bem pior e, provavelmente, já teria até furado o teto da meta. A redução das tarifas de energia elétrica ajudou, mas, não tivessem os governos de São Paulo e Rio postergado o reajuste dos transportes públicos, ela teria sido simplesmente pulverizada. 
 
Falta apenas apelar para o congelamento, como fez Cristina Kirchner...

Agindo assim, manobrando ao deus-dará, o governo brasileiro mais parece aquele tipo de sujeito que entra no cheque especial e tem que sacar seu fundo de aposentadoria para pagar as contas. O PT tem feito muito mal ao país. 
 
Mas nenhum deles será tão ruim quanto a perda da estabilidade da moeda, tão duramente conquistada pela sociedade brasileira. 
Com isso não se brinca. 
Nem no Carnaval.

Fonte: Instituto Teotônio Vilela
Olha a inflação aí, gente!

fevereiro 07, 2013

O preço da desconfiança

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Não faz seis meses, o governo federal divulgou um bem-vindo pacote de concessões na área de infraestrutura viária. 

O modelo foi anunciado como o suprassumo da engenharia financeira: 
obras grandiosas e bilionárias bancadas com tarifas módicas. Acabou, contudo, tendo o mesmo destino das convicções simplistas que costumam acompanhar as ideias do petismo: 
o lixo.

Nesta semana, a gestão Dilma Rousseff anunciou que está revendo as condições em que ofertará 7,5 mil quilômetros de rodovias federais. O mesmo deverá acontecer com o pacote de concessões de 10 mil quilômetros de ferrovias e também com o dos portos, como mostra hoje
O Globo. 

É como numa famosa música de Caetano Veloso: 
Aqui tudo parece que ainda está em construção e já é ruína. 

Com o PT, está tudo fora da ordem.

Os petistas passaram anos negando o inegável e postergando o impostergável. Nos palanques, demonizaram as privatizações e só tardiamente aderiram a elas, depois de constatar que o Estado que tanto veneram é incapaz de acompanhar as premências de um país que precisa crescer.

Mas, mesmo depois de uma década no comando do país, miraram o caminho certo e pegaram a estrada errada. Mais uma vez, estão tendo que refazer o que mal fizeram. O governo do PT vive em ziguezagues, cambaleando num eterno ir e vir. 

Como é possível demorar tanto para decidir e, logo em seguida, voltar atrás?

Os aprendizes de feiticeiro da gestão Dilma tiveram agora que dobrar-se à constatação de que, da forma como fora anteriormente oferecido, em agosto passado, o pacote de concessões não pararia de pé. Muito menos atrairia o interesse dos empreendedores privados. 

Naquelas condições, quem se exporia a assumir investimentos que beiram R$ 130 bilhões ao longo de 25 anos?

Mesmo sabendo que a melhoria da nossa infraestrutura é crucial para que o país não trave de vez, o governo petista só voltou atrás depois que os primeiros leilões baseados no seu modelo de Professor Pardal deram com burros n'água. Na semana passada, fracassou a tentativa de conceder trechos da BR-040 e da BR-116 à iniciativa privada. 

Ninguém se interessou em correr o risco.

Anteontem, o ministro Guido Mantega foi obrigado a anunciar que as condições serão modificadas, tornando-se mais amigáveis aos investidores. Sobe o período de financiamento para os projetos, diminuem os juros cobrados nos empréstimos e aumenta o prazo de concessão dos ativos. 

A mudança mais relevante, porém, foi a da taxa de retorno dos investimentos, chamada de TIR no jargão do mercado.

Nas condições originais, ela seria de 6% a 7% ao ano, e agora passará a algo como entre 10,8% a 14,6%, segundo a
Folha de S.Paulo. Constata-se que o governo Dilma topou bancar uma taxa de pai para filho. O PT mostra que não apenas privatiza, como o faz como nem o privatista mais renhido jamais ousou fazer.

A TIR agora admitida aproxima-se das que vigoraram nas primeiras concessões rodoviárias federais, realizadas em fins da década de 1990. Ocorre que as condições gerais de mercado de então eram completamente diferentes das de hoje: o crédito era muito mais escasso, os juros básicos muito maiores e o risco de mercado mais alto. 

Naquela situação, justificava-se uma taxa maior.

Hoje, não só há crédito abundante em todo o mundo, como os juros estão em níveis historicamente baixos também em todo o mundo. Com isso, a disposição do investidor para assumir riscos e buscar ganhos mais altos naturalmente cresce. 

Ou seja, as taxas de retorno também têm como ser, naturalmente, bem mais baixas do que no passado.

Na realidade, a gestão petista está tendo que pagar o preço da desconfiança dos investidores em relação a suas práticas atrapalhadas e intervencionistas. Quem se aventura a pôr dinheiro num país em que o governo é capaz de destruir sua maior empresa, a Petrobras, e implodir a solidez de um setor inteiro, como fez com as empresas concessionárias de energia elétrica? 

Quem ousa acreditar em governantes que, a cada seis meses, contradizem tudo o que fizeram nos últimos seis meses? 

Quem topa correr o risco Dilma?

Fonte: Instituto Teotônio Vilela
O preço da desconfiança

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ESTAMOS ERRADOS?

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Quem conhece a história do mundo, sabe muito bem que todas
as ditaduras procuram controlar os meios de Comunicação, pois, assim poderá
dirigir a sua propaganda para a direção que lhe seja favorável, e proíbe
que a oposição não tenha o direito de usar dos mesmos meios.

Hitler fez assim e Stalin, também, e todos os governos
comunistas do mundo, assim procederam, pois só sabem governar com as
cadeias cheias e os pelotões de fuzilamento, em pleno funcionamento.

No mundo atual é bom lembrar que, em CUBA, só existe um
único jornal chamado GRANMA que nada mais é do que o jornal oficial da
ILHA. Os mais velhos devem lembrar-se do PRAVDA que era o jornal do Partido
e do governo da URSS.

Na guerra das palavras, ganham os mais inteligentes e os
que lutam pela liberdade. Quando se queimam livros, estamos perto de
fuzilar gente. Uma coisa que nunca deve ser esquecida é que os esquerdistas
prometem tudo, até LIBERDADE, para depois acabarem com ela.

Os falsos defensores da LIBERDADE são mestres em
destruí-la. Quando sentem que estão perdendo, no campo das idéias, pois
para mantê-las precisam mentir, desbragadamente, iniciam uma campanha,
atacando a IMPRENSA de venal, conservadora e por aí continuam até a
destruição da mesma.

Na América Latina, temos os exemplos da Venezuela,
Equador e Argentina que pressionam de toda maneira possível o que ainda
resta para que só sejam publicadas notícias que lhe são favoráveis.

Nesta guerra da Inteligência, pode-se também controlar a
Imprensa de maneira indireta, com a presença de dinheiro do Estado que
controla os meios de comunicação, de maneira disfarçada e sem a necessidade
da força.

Nesta contenda, é preciso que se lute com sinceridade pela
LIBERDADE. Temos que defender os valores que nos garantem a vida livre. O
principal é a DEFESA DA JUSTIÇA, pois, sem Lei e ordem não há liberdade e
sim, sangue.

Na Imprensa livre, podemos expressar nossos pensamentos e
divergir, no campo das idéias. Na Imprensa controlada pelo Estado não há
divergência de idéias, pois eles são os donos da VERDADE, LOGO SÓ PODE SAIR
NOTÍCIAS QUE LHES SÃO FAVORÁVEIS.

Quando estamos numa Imprensa livre, os democratas não
entendem que repetir notícias contra a democracia é UM desastre. Na
Imprensa controlada não se repassam notícias contra o governo. 

Elas são escondidas do povo.

O maior escândalo da Imprensa controlada com perfeição, foi quando Nikita
Khrushchov falou ao XX Congresso do PC da URSS colocando aos ventos toda a
desgraça do tempo da ditadura sanguinolenta de STALIN.

Só um pequeno resumo do mesmo:
” Violação por parte de Stalin das normas acerca da liderança coletiva.
Repressão contra os «velhos bolcheviques» e os delegados ao XVII Congresso:
dos 1.966 delegados,
1.108 foram acusados de ser contra-revolucionários e
848 deles foram executados; 

dos 139 membros e candidatos ao Comité Central,
98 foram declarados «inimigos do povo».
Depois da brutal repressão, Stalin deixou de considerar as opiniões coletivas. 


Exemplos da repressão stalinista:
Criação de provas falsas para acusar seus inimigos.
Exagero de seu papel durante a Grande Guerra Patriótica. Deportação das
nacionalidades.
 

Guardem:
Eles não repetem o que lhes possa prejudicar.
Usam a mentira e adoram “os fins justificam os meios”.
O MENSALÃO É UMA MENTIRA
- AFIRMAM; E NÓS VAMOS REPETINDO, EM LUGAR DE MOSTRAR A VERDADE DO MENSALÃO. 


VAMOS LUTAR PELA VERDADE QUE É O SANGUE DA VIDA. NÃO
REPETIR O QUE ELES ESCREVEM E SIM, ESCREVER NOSSAS IDEIAS.
ALEGRIA!

O PRESIDENTE DA CÂMARA FEDERAL DECLAROU QUE CUMPRIRÁ A DECISÃO DA JUSTIÇA!
MARAVILHA! VOLTAMOS A TER JUIZO!

ESTAMOS ERRADOS? 
Doc. nº 19 - 2013
www.fortalweb.com.br/grupoguararapes

ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº12 58
93. Cartório do 1º Registro de Títulos e Documentos, em Fortaleza. Somos
1.837 civis – 49 da Marinha - 479 do Exército – 51 da Aeronáutica; 2.416

RP: batistapinheiro30@yahoo.com.br

Doc. 2A– 2013‏ 7 de fevereiro de 2013

POBRE BRASIL REAL ! OS FALSÁRIOS DO brasil maravilha E SUAS INCOMPETÊNCIAS RESULTA EM : Petrobras só deve se recuperar de tombo nas ações em 2016


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjRZBivpNBLfHeQThMTzuwFAwL6phOlzIbhraf9rmDvKVEOcCSSUPRTS9BnUCOdADWwTShyphenhyphen7NTN4oBaeXCwv6aYc-lfymNZrCRLAtVauy-PZP_jlEeIyXAefOTUTZovzk5ny33soSQzMng/s400/Dilma+e+Lula.JPG


Depois de três dias seguidos de fortes perdas da Petrobras na Bolsa, especialistas recomendam aos investidores manter as ações da empresa e aguardar a recuperação dos preços dos papéis, ainda que isso possa levar até três anos para acontecer.

Segundo analistas, quem investiu, por exemplo, R$ 3 mil nas ações da empresa no fim do ano passado e optar por vendê-las agora vai sair da aplicação com um prejuízo de R$ 296 a R$ 485.

Isso sem descontar os custos de operação da corretora de valores. Essas perdas referem-se ao tombo de 9,84% dos papéis preferenciais (PN, sem voto) e de 16,16% das ações ordinárias (ON, com voto) da companhia no ano.

Para Francisco Cataldo, analista da Ágora Corretora, os investidores que apostarem na Petrobras a médio e longo prazos podem se beneficiar do aumento de produção do pré-sal. Em 2016, o petróleo extraído de águas ultraprofundas vai representar 31% da produção da estatal, resultado de investimentos de US$ 69 bilhões:

Claro que nem todos podem esperar a recuperação da empresa por tanto tempo. E, nos próximos meses, nada impede novas quedas. Mas vender as ações agora vai representar uma perda que pode não ser recuperada.

Cautela também na hora de comprar

Também têm recomendação neutra (equivalente a manter as ações) Itaú BBA, GBM e Bradesco.

Para quem acha que as ações ficaram baratas e pretende comprá-las, as analistas do BB Investimentos, Carolina Flesch e Andréa Aznar, sugerem aguardar um pouco mais.

O mercado tem oscilado forte e muitos investidores podem ficar assustados, especialmente nas ações ordinárias, que sofreram corte dos dividendos (lucro distribuído a acionistas) explica Carolina.

Os trabalhadores que destinaram parte do dinheiro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para ações da Petrobras também tiveram fortes perdas, de 6,83% no ano até 31 de janeiro. Desde 2002, os fundos acumularam valorização de 265%, menos que os 340% do Ibovespa, o principal índice da Bolsa.

E esse retorno já foi maior.

Quando a estatal fez sua megacapitalização, em 2010, os ganhos eram de 690%, mais que o dobro do atual.

Segundo Fabio Gallo, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), pode valer a pena sacar os recursos do FGTS se o objetivo for comprar um imóvel e escapar do aluguel.

Nesta quarta-feira, as ações PN da Petrobras caíram 2,65%, a R$ 17,60, e as ON perderam 1,25%, a R$ 16,39. O Ibovespa fechou em baixa de 0,83%, aos 58.951 pontos. No câmbio, o dólar comercial avançou 0,10%, a R$ 1,988.

O ano começou com saída líquida de dólares do país, segundo o Banco Central. Em janeiro, a saída da moeda estrangeira superou o ingresso em US$ 2,4 bilhões. Foi o segundo mês seguido de déficit. Em dezembro, saíram do país US$ 6,7 bilhões, enquanto em janeiro de 2012 tinham entrado US$ 7,3 bilhões, descontadas as saídas.

O fraco desempenho do comércio exterior em janeiro foi determinante: a conta comercial teve déficit de US$ 4,7 bilhões. Para o economista Bruno Lavieri, da Tendências, o fluxo deverá se manter no atual ritmo.

Bruno Villas Bôas/O Globo
(Colaboraram João Sorima Neto e Geralda Doca)

COM A GERENTONA FALSÁRIA(QUEBRA 1,99) o brasil maravilha SEGUE MUDANDO : Inflação pelo IPCA fica em 0,86% em janeiro, a maior para o mês desde 2003

A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 0,86% em janeiro, informou nesta quinta-feira o IBGE. É a maior variação desde abril de 2005, quando havia sido de 0,87% e o maior índice para o mês de janeiro desde 2003, quando foi de 2,25%.

A inflação ficou pouco acima da mediana de expectativas de analistas ouvidos pela agência Bloomberg, que era de 0,84%.

Em 12 meses, o índice oficial de preços acumula alta de 6,15%, acima do centro da meta do governo, de 4,5%.
Em dezembro, o índice tinha apurado alta de 0,79%, a maior desde março de 2011. Já em janeiro de 2012, a taxa havia sido de 0,56%.

Os alimentos continuaram a pressionar o índice e aceleraram de 1,03% em dezembro para 1,99% em janeiro. O grupo alimentação teve um impacto de 0,48 ponto percentual no índice. Produtos in natura tiveram forte variação de preços: tomate (26,15%), batata-inglesa (20,58%), cebola (14,25%).

Os cigarros, que tiveram aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), subiram 10,11% e representaram o principal impacto individual: 0,09 ponto percentual do IPCA.

O grupo despesas pessoais, por sua vez, recuou 0,20% em janeiro. As contas de energia elétrica ficaram 3,91% mais baratas, em função da redução de 18% no valor das tarifas em vigor a partir de 24 de janeiro. Este foi, segundo o IBGE, o maior impacto negativo para o IPCA (-13 ponto percentual).

Já a recomposição do IPI para automóveis fez com que o item auomóvel novo ficasse 1,41% mais caro, representando o terceiro item de maior impacto individual no mês. O grupo transportes ficou estável, com alta de 0,75% em janeiro. Ele foi influenciado pelas tarifas de ônibus intermunicipais, que subiram 2,84%.

As passagens aéreas, por outro lado, desaceleraram de 17,12% em dezembro para 5,15% em janeiro.

O grupo Educação acelerou de 0,19% para 0,35% em janeiro influenciado pela alta de 0,21% dos cursos regulares, que reflete reajuste de mensalidades escolares em Porto Alegre.

No boletim semanal Focus, divulgado pelo Banco Central (BC) na segunda-feira, os analistas ouvidos disseram esperar que o IPCA feche 2013 com alta de 5,68%.

A previsão anterior era de 5,67%.

A meta oficial de inflação estabelecida pelo governo é de 4,5% ao ano, com margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Em 2012, a inflação ficou em 5,84%, acima do centro da meta pelo 3º ano consecutivo apesar do fraco crescimento da economia.

Clarice Spitz/O Globo

fevereiro 06, 2013

Pior do que está fica

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjX_DFCnC9e3vdND8Tn5wwc0KWyNtRuWbtboBKIsv_i_DUxK62LBWuRrBdGVx1iaN1yubuegNz4M6o7l4ssyqlmtUNJuXIW8LbqlKZv8kIH2WTHf9gDZ9jf2ktB3vgTwzIbNqWkfsJ1uLk8/s400/lula_petrobras.jpg
Há tempos vem se dizendo que a Petrobras chegou ao fundo do poço. 
Engano: 
infelizmente, parece que a outrora maior companhia brasileira ainda tem muito a mergulhar. Depois de dez anos submetida a gestões temerárias, práticas administrativas nefastas e encargos indevidos, a estatal encontra-se num beco sem saída.

Parece evidente que a Petrobras não tem para onde correr. Depende de reajustes que seu controlador, o governo federal, não topa dar, com medo de perder as rédeas da inflação. A despeito de investir como nunca, não consegue expandir sua produção. 

Quanto mais vende, mais perde, porque paga pelo combustível mais do que cobra de seus consumidores. 
E não gera caixa suficiente para custear seu plano de negócios.

Tão cedo a estatal não deverá conseguir levantar mais dinheiro com a venda dos combustíveis que produz. Os preços da gasolina e do diesel acabaram de subir e não devem aumentar mais até dezembro - o reajuste anunciado há uma semana já foi maior que os 5% que o Banco Central previra para este ano. 

Em 2014, com eleições presidenciais e risco de a inflação escapar do controle, as chances de novo reajuste são ínfimas.

Para sair da sinuca, a Petrobras terá que buscar outras saídas, como maior endividamento ou uma nova capitalização, à qual nenhum investidor sensato deverá aderir. Se contrair mais dívidas, ultrapassará os limites que o mercado classifica como prudentes. 
Com isso, tende a perder o chamado grau de investimento e, consequentemente, a confiança dos investidores, além de ter que pagar muito mais caro por empréstimos e financiamentos.

Constrangida pelas regras impostas pelo governo petista ao setor de petróleo, a Petrobras também depende de fornecedores locais que não conseguem lhe atender, paga preços mais altos para cumprir cláusulas de conteúdo nacional e, assim, perde ainda mais competitividade. 
Seu plano de negócios não produz resultados à altura, na forma de aumento de produção.

Nos últimos quatro anos, a companhia investiu US$ 165 bilhões, sem, contudo, conseguir aumentar a quantidade de petróleo que extrai e refina. Se tudo correr como Maria das Graças Foster anunciou ontem, a gestão Dilma Rousseff conseguirá a façanha de registrar duas baixas seguidas na produção de petróleo. 

Nunca, em seis décadas de existência da Petrobrás, isso aconteceu. 
Para 2013, a previsão é de nova baixa de 2%.

A Petrobras purga hoje uma espécie de antítese do lema de Tiririca:
 pior do que está fica. 
Até sua presidente admite: 
"2013 vai ser muito mais difícil ainda", disse Foster, ao analisar o resultado do ano passado, quando a companhia lucrou 36% menos, teve o pior resultado em oito anos e, pela décima vez em dez anos, não atingiu suas metas de produção.

"A situação da companhia não parece estar sob controle. Longe disso. O governo errou ao definir um modelo de exploração do pré-sal que sobrecarrega a petroleira, por obrigá-la a participar de todos os campos. Continua em erro ao represar preços de combustíveis", analisa a Folha de S.Paulo hoje em editorial.

É voz corrente que a atual administração da Petrobras paga o preço dos desvarios da gestão que a antecedeu. É verdade. Mas não se deve perder de vista que quem comandou o conselho de administração da estatal por longos sete anos, de 2003 a março de 2010, foi Dilma Rousseff. 
Assim como Lula, a hoje presidente da República também é responsável direta pelo descalabro na companhia.

Foi naquele período que a empresa meteu-se em uma penca de negócios furados - como o que fez em Pasadena, nos EUA, cujos valores estão sendo investigados pelo TCU - e em projetos que não param de pé. 

Apenas para ficar em alguns exemplos: 
a caríssima refinaria Abreu e Lima, feita para agradar Hugo Chávez, e os poços do pré-sal que não produzem - e devem lhe render mais R$ 6 bilhões de prejuízo neste ano, ou 17% mais do que já drenaram em 2012.

A saga da Petrobras sob a gestão do PT é um capítulo especial de outro fracasso ainda mais retumbante: o da propalada autossuficiência brasileira em petróleo. Anunciada com fanfarra e cara propaganda por Lula em 2006, já como parte da sua plataforma reeleitoral, mostrou-se uma mentira deslavada. 

Hoje importamos gasolina, óleo diesel e até etanol como nunca antes na história deste país.

Em 2012, a alta na importação de gasolina foi de 102% - com isso, o déficit da balança comercial da Petrobras praticamente dobrou no ano (alta de 96%). A estimativa da empresa é de que as compras de gasolina voltem a crescer neste ano, aumentando de 90 mil para 110 mil barris diários (nova alta de 22%). 

Mais: 
estima-se que, até 2017, o volume de gasolina trazido do exterior praticamente dobrará em relação a 2012.
A Petrobras é o retrato mais pronto e acabado do que uma gestão malconduzida pode acarretar a um patrimônio nacional. 
 
É o exemplo mais acachapante de como o uso de uma empresa pública por interesses populistas, demagógicos e politiqueiros pode levar para o buraco, num curto espaço de tempo, o que até ontem revelava-se uma oportunidade única de redenção para o país.

Fonte: Instituto Teotônio Vilela
Pior do que está fica

E NO brasil maravilha DA FALSÁRIA(QUEBRA 1,99)... Calote consome R$ 52 bi de bancos

Os bancos tiveram de ultrapassar uma série de obstáculos ao longo de 2012 até alcançar dezembro. Nenhum, porém, pareceu tão intransponível quanto os calotes dados por empresas e pessoas físicas. Perto disso, a rápida queda da taxa básica de juros, a Selic, e a pressão do governo pela redução do custo dos empréstimos bancários são vistos agora pelos banqueiros como os menores desafios encontrados pelo caminho.

Em 2012, os três maiores bancos privados do país - Itaú Unibanco, Bradesco e Santander - registraram juntos um lucro líquido de R$ 27,7 bilhões, valor 5,3% menor do que o ganho de 2011. Do grupo, só o Bradesco conseguiu registrar uma expansão do resultado em relação ao ano anterior. Lucrou R$ 11,4 bilhões, cifra 3,1% maior do que em 2011, amparada pela atividade de seguro.

A inadimplência dos tomadores de crédito gerou R$ 52,6 bilhões em despesas com provisões para devedores duvidosos, fator que mais consumiu o lucro dos três bancos. O volume foi 20,8% superior àquele registrado em 2011.

O peso dos calotes sobre o resultado, porém, não parou por aí. "A inadimplência atrapalhou o lucro do bancos de duas formas. Além da despesa com provisão, mexeu no apetite por crédito. Isso também afetou o resultado", diz Carlos Macedo, analista do Goldman Sachs.

Com receio da inadimplência, os bancos foram mais seletivos na hora de conceder um empréstimo. Tamanha cautela se refletiu na expansão da carteira de crédito. Juntos, Itaú Unibanco, Bradesco e Santander alcançaram um estoque de empréstimos de R$ 869,1 bilhões em dezembro, volume apenas 7,12% maior do que um ano antes. Puxada pelos bancos públicos, a média do sistema financeiro ficou em 16,2%.

Enquanto lidavam com os calotes, os bancos ainda tiveram de enfrentar a forte redução da Selic, que começou o ano em 11% e fechou dezembro em 7,25%. "Em cerca de cinco trimestres, a queda da Selic foi de 40%. É um impacto que jamais vi na minha vida profissional. Poderia ter tido um impacto muito negativo na indústria financeira, mas foi bem absorvido", afirmou Marcial Portela, presidente do Santander Brasil, durante entrevista a jornalistas na semana passada.

Não bastasse isso, pouco antes do meio do ano, o governo começou a pressionar as instituições a reduzir os spreads, com impacto direto nas margens financeiras. "O problema é que todos os desafios apareceram ao mesmo tempo [em 2012]", diz Carlos Daltozo, analista do BB Investimentos.

Para vencer o ano, os bancos foram buscar soluções fora do crédito. Tesouras em mãos, por exemplo, permitiram aos banqueiros amenizar parte dos problemas trazidos pelos calotes. Os gastos administrativos e com pessoal dos três bancos somaram R$ 78 bilhões em 2012, com um crescimento de 6,37% em 12 meses. O valor foi um pouco maior do que a inflação medida pelo IPCA, que alcançou 5,84%.

O controle dos gastos ficou evidente no Itaú, onde as despesas avançaram apenas 1,81% ao longo do ano passado. Parte dessa contenção se deu pelo lado da mão de obra. Em um ano, o número de funcionários do banco foi reduzido em 7.565 pessoas, para 96.977 empregados.

No Santander, ajustes de pessoal também tiveram lugar no último trimestre do ano. O banco reduziu a quantidade de empregados em 1.128 pessoas, para um total de 53.992. O Bradesco, apesar de também estar em busca de melhorias na eficiência, nega que venha a fazer cortes de funcionários.

A busca por ganhos com tarifas também se intensificou. Em 2012, a receita com prestação de serviço dos três bancos subiu 11,42%, chegando a R$ 48,1 bilhões. O maior salto veio do Bradesco, cujo faturamento avançou 11,3%.

Carolina Mandl e Karin Sato | De São Paulo 
Valor Econômico