"Um povo livre sabe que é responsável pelos atos do seu governo. A vida pública de uma nação não é um simples espelho do povo. Deve ser o fórum de sua autoeducação política. Um povo que pretenda ser livre não pode jamais permanecer complacente face a erros e falhas. Impõe-se a recíproca autoeducação de governantes e governados. Em meio a todas as mudanças, mantém-se uma constante: a obrigação de criar e conservar uma vida penetrada de liberdade política."

Karl Jaspers

julho 06, 2013

RELAXEM ! EM 2015 ELE PAGA E VOCÊS VÃO RECUPERAR. CONFIEM "NU HOMI", ELE É GÊNIO : Perda de bancos com Grupo X ocorrerá no 2º semestre . Bradesco é o banco que mais pode sofrer pressão nos lucros por causa da exposição às empresas de Eike Batista

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Possíveis perdas dos bancos privados de capital aberto no Brasil com as empresas X poderiam ocorrer, num pior cenário, no segundo semestre deste ano e se estender por um ou dois trimestres, conforme relatório do UBS Investment Research.

"Entre os bancos sob nossa cobertura, o Bradesco é o mais exposto para as empresas X e com um maior potencial de pressão nos lucros", avaliam os analistas Philip Finch, Frederic de Mariz e Mariana Taddeo, em documento enviado ao mercado.

Conforme cálculos dos analistas do UBS, os bancos Bradesco e Itaú têm exposição de pouco mais de R$ 1 bilhão ao risco "X", enquanto no Santander Brasil o valor chega a R$ 250 milhões. Eles entendem que esses valores são subestimados, uma vez que não consideram o endividamento do Grupo EBX, que não tem ações listadas em bolsa, e demais instrumentos de dívidas das empresas X, como a emissão de debêntures.

Mas, também acreditam que a informação que circula no mercado de que a exposição, tanto para Bradesco quanto para Itaú, é de R$ 5 bilhões, está superestimada. Eles avaliaram ainda o tamanho do impacto nos resultados dos bancos em 2013 em caso de calote do grupo X.

No Bradesco, o impacto nas provisões para devedores duvidosos, as chamadas PDDs, em 2013 poderia ser de aumento de 7,8% no caso de a exposição ser de R$ 1 bilhão, podendo chegar a um incremento de 39,1% considerando o pior cenário, de exposição de R$ 5 bilhões. 

 Aline Bronzati, da Agência Estado
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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