"Um povo livre sabe que é responsável pelos atos do seu governo. A vida pública de uma nação não é um simples espelho do povo. Deve ser o fórum de sua autoeducação política. Um povo que pretenda ser livre não pode jamais permanecer complacente face a erros e falhas. Impõe-se a recíproca autoeducação de governantes e governados. Em meio a todas as mudanças, mantém-se uma constante: a obrigação de criar e conservar uma vida penetrada de liberdade política."

Karl Jaspers

abril 21, 2013

BRASIL REAL ! NO país maravilha da GERENTONA/FRENÉTICA/EXTRAORDINÁRIA DE COISA NENHUMA E FALSÁRIA QUEBRA 1,99 DO CACHACEIRO PARLAPATÃO : CAOS LOGÍSTICO FAZ BRASIL PERDER R$ 6,6 BI NA SOJA


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Com estradas federais esburacadas, falta de armazéns e burocracia nos portos, o Brasil sofre prejuízo de R$ 6,6 bilhões por ano nas exportações de soja, segundo especialistas.

A infraestrutura precária faz com que 15% do frete da soja sejam gastos com pneus e manutenção, muito acima da média mundial de 3%, informam Henrique Gomes Batista e Danielle Nogueira.

Durante três dias, repórteres do GLOBO percorreram 2.450km, de Mato Grosso a Paranaguá (PR), e constataram o caos logístico.

O mesmo ocorre com a safra de milho, que terá perdas de R$ 1,4 bilhão, totalizando R$ 8 bilhões em prejuízos paira o país péssimas condições Estradas esburacadas, falta de armazéns e burocracia nos portos fazem o Brasil perder R$ 6 bi por ano na exportação de soja Sinop,
Lucas do Rio Verde (MT),
Campo Grande (MS),
Ourinhos (SP),
Paranaguá (PR) e Rio.

O Brasil parece não gostar de exportar soja.
As dificuldades de levar o grão do campo ao porto vão muito além da afamada fila de caminhões nos terminais portuários.

Acidentes e mortes em estradas federais esburacadas, propina, falta de armazéns e burocracia nos portos deixam um prejuízo de R$ 6,6 bilhões por ano ao país, segundo especialistas.

Para mostrar esse caos logístico, O GLOBO fez a principal rota da soja, de Lucas do Rio Verde (MT) a Paranaguá (PR), e inicia hoje a série de reportagens "Celeiro em xeque".

A bordo de um caminhão com 37 toneladas do grão, os obstáculos, até os mais triviais, ganham uma proporção do tamanho da safra recorde de 82 milhões de toneladas, prevista para este ano.

Para levar um dos produtos que mais recursos traz ao país - o complexo da soja briga com o minério de ferro pela liderança nas exportações - um exército de caminhoneiros vive a duras penas, com dificuldades de atender a necessidades básicas, como dormir e tomar banho.

A infraestrutura precária faz com que 15% do frete da soja sejam gastos com pneus e manutenção, muito acima da média mundial de 3%.

No fim das contas, ao vender uma saca de 60 kg de soja, o produtor recebe o equivalente a apenas 35 kg. O resto do dinheiro fica no caminho, pois o Brasil optou pela pior, mais cara e poluente via de transporte para longas distâncias:
as rodovias.

Pelas estradas seguem 82% da safra de soja, percentual muito acima dos EUA, onde os caminhões levam 25% da produção.
 
Carentes de armazéns, os produtores liberam a produção ao mesmo tempo, entupindo as estradas e ficando à mercê das cotações do dia.

Já o milho terá prejuízo estimado em R$ 1,4 bilhão com o caos logístico este ano, totalizando R$ 8 bilhões em perdas quando somado à soja.

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