"Um povo livre sabe que é responsável pelos atos do seu governo. A vida pública de uma nação não é um simples espelho do povo. Deve ser o fórum de sua autoeducação política. Um povo que pretenda ser livre não pode jamais permanecer complacente face a erros e falhas. Impõe-se a recíproca autoeducação de governantes e governados. Em meio a todas as mudanças, mantém-se uma constante: a obrigação de criar e conservar uma vida penetrada de liberdade política."

Karl Jaspers

maio 06, 2013

ENQUANTO ISSO NU GUVERNU DA GERENTONA FALSÁRIA 1,99 BICHINHA PALANQUEIRA 2014 II ... BALANÇA COMERCIAL - ROMBO DA INDÚSTRIA CHEGA A US$ 100 BI

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Problemas estruturais da indústria brasileira - como baixa produtividade, custos altos e perda de competitividade - afetam fortemente a balança comercial brasileira e levaram o segmento de manufaturados a acumular déficits bilionários nos últimos sete anos.

O resultado do setor passou de um superávit comercial de US$ 5,2 bilhões em 2006 para um déficit de US$ 94,9 bilhões no ano passado. E o mais preocupante é que a tendência continua sendo de alta. Segundo estimativa de fontes do governo e de analistas do setor privado, em 2013, a diferença entre importações e exportações desses produtos industrializados deverá superar a cifra de US$ 100 bilhões.

Destacam-se nesse resultado os setores químico, têxtil e confecções, autopeças, bens de capital, automóveis e eletroeletrônicos. Nesses segmentos, o déficit cresceu US$ 71,5 bilhões nos últimos sete anos. Pulou de US$ 23,4 bilhões em 2006 para US$ 94,9 bilhões em 2012.

Isso revela que os produtos com maior valor agregado se tornaram os grandes vilões do comércio exterior.
Em têxteis e confecções, o aumento foi de 1.834%.
O déficit pulou de US$ 275 milhões em 2006 para US$ 5,3 bilhões em 2012.

Segundo Fernando Pimentel, diretor-superintendente da Abit, entidade que representa a indústria têxtil, o saldo negativo esperado para este ano ficará em cerca de US$ 5,8 bilhões.

- Há um somatório de fatores que vão além do câmbio. Ao longo dos últimos anos, não houve qualquer mudança profunda e a longo prazo para melhorar a competitividade. A carga tributária continua a subir, nossa energia elétrica é a terceira mais cara do mundo, nossa infraestrutura melhorou pouco e nossa educação continuou sendo um calcanhar de aquiles - disse Pimentel.

Infraestrutura é gargalo

Ele destacou que, embora as indústrias nacionais estejam investindo em torno de US$ 2 bilhões por ano, não conseguem suportar a concorrência dos asiáticos, em especial China e Índia. O setor já pediu ao governo algum tipo de medida de proteção, para que consiga recuperar parte do espaço tomado pelos importados.

Também estuda entrar com ação na Organização Mundial do Comércio (OMC) contra 27 tipos de subsídios aplicados pelo Estado chinês.
- Costumo dizer que não estamos concorrendo com empresas, mas com governos que subsidiam empresas - disse o dirigente.

Na avaliação do economista Fabrizio Panzini, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), não será surpresa se este ano o Brasil registrar déficit comercial, apesar das projeções mais otimistas no mercado, inclusive da CNI.

Os custos das empresas crescem e os preços dos importados são inferiores aos praticados pelos fabricantes nacionais.

- Fortes aumentos dos custos de produção, que têm como fator preponderante salários dos trabalhadores na indústria, provocam essa situação. Medidas que deveriam ter sido tomadas pelo governo para melhorar a competitividade não foram adotadas e agora a balança comercial do país sofre as consequências - disse Panzini.

Assim como Pimentel, Panzini citou como obstáculos à competitividade os gargalos de infraestrutura e logística e a falta de estímulo à formação de quadros profissionais mais adequados à necessidade da economia. Destacou ainda a elevada carga tributária que persiste, apesar das desonerações realizadas.

A diretora de Comércio Exterior da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), Denise Naranjo, disse que o câmbio é tão prejudicial às indústrias do setor que, por causa dele, as tarifas de importação são anuladas.

Segundo ela, enquanto a produção nacional é a mesma desde 2008, as importações só cresceram, e o déficit do setor subiu de US$ 8,5 bilhões para US$ 28 bilhões, uma alta de 229%. Os principais mercados fornecedores de químicos ao Brasil são a União Europeia (UE) e os EUA.

- Já identificamos crescimento da participação dos países asiáticos no total de importados, de 10% em 2000 para 17% em 2010 - ressaltou.

Técnicos do governo lembraram que o setor químico foi contemplado, recentemente, com a desoneração de PIS/Cofins. O próximo a ser beneficiado com reduções tributárias, inclusive PIS/Cofins, Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), é o segmento de vestuário.

Associação:
câmbio é problema estrutural

O presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Eletroeletrônicos (Abinee), Humberto Barbato, disse que o câmbio passou a ser um problema estrutural. Segundo ele, não há mais no Brasil produção de componentes como displays e semicondutores.

O déficit em eletroeletrônicos mais do que triplicou, passando de US$ 10,4 bilhões para US$ 32,5 bilhões.

- Além disso, eletroportáteis, como ferro de passar roupa, secador de cabelo e liquidificadores, praticamente deixaram de ser fabricados no país e agora vêm da China - acrescentou Barbato.

Os setores de autopeças e de automóveis saíram de superávits comerciais de, respectivamente, US$ 1,868 bilhão e US$ 2,683 bilhões, para déficits de US$ 17,4 bilhões e US$ 5,8 bilhões. A concorrência com os importados prevaleceu.

- Do jeito que as coisas estão, o déficit desses setores deverá chegar a US$ 100 bilhões - estimou José Augusto de Castro, presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil.

Ele lembrou que as commodities são responsáveis por cerca de 70% das exportações brasileiras, o que compensa o déficit dos manufaturados. São produtos cotados em bolsas internacionais que não entram apenas na categoria de básicos, como soja e minério de ferro. 

Por exemplo, suco de laranja e açúcar refinado, classificados como manufaturados, são superavitários.

Petróleo e derivados também pesam no déficit, mas ainda não é possível fazer estimativas, tendo em vista que no ano passado as compras externas realizadas pela Petrobras não foram contabilizadas no prazo e, por isso, vão inflar números do primeiro semestre.

Pelos dados disponíveis, as importações desses itens atingiram US$ 35,3 bilhões em 2012 ante US$ 15,2 bilhões em 2006. O Ministério do Desenvolvimento informou que compras externas de petróleo e derivados atingiram US$ 14,4 bilhões nos quatro primeiros meses do ano, valor que leva em conta registros atrasados.

No período, a balança comercial do país acumulou o maior déficit da história: US$ 6,150 bilhões.
No ano passado, a balança comercial teve superávit de US$ 19,4 bilhões, o menor desde 2002.
Eliane Oliveira O Globo 

ENQUANTO ISSO NU GUVERNU DA GERENTONA FALSÁRIA 1,99 BICHINHA PALANQUEIRA 2014... Receita do governo será R$ 53 bi menor

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O governo estima que perderá R$ 53 bilhões de receita neste ano em relação ao que está previsto no Orçamento aprovado pelo Congresso Nacional, resultado de uma recuperação bem mais lenta da economia e também da aceleração nas desonerações tributárias.

A lei orçamentária estima receita total de R$ 1,253 trilhão, enquanto o governo agora trabalha com R$ 1,2 trilhão. Em relação ao projeto de lei orçamentária para 2013, encaminhado pelo governo ao Congresso em agosto do ano passado, o corte na receita será de R$ 29,9 bilhões. 
 

Esses dados constam da reprogramação orçamentária feita pelo governo, que foi incluída no projeto que altera a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) válida para este ano. Essa alteração, anunciada anteriormente, permitirá que o governo não seja obrigado a compensar as frustrações da meta fiscal dos Estados e municípios.

No projeto de LDO para 2014, também enviado em abril ao Congresso, a área econômica informou que trabalha com a dedução de R$ 45 bilhões no superávit primário do governo central (Tesouro, Previdência e Banco Central) de 2013, por causa dos investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e das desonerações tributárias. 
 
Com esse desconto, o superávit primário deste ano será de R$ 62,89 bilhões, em vez de R$ 108,09 bilhões da meta, o equivalente a 1,3% do Produto Interno Bruto (PIB). A meta "cheia" do governo central é de 2,15% do PIB.

Como o Orçamento aprovado pelo Congresso já prevê uma dedução de R$ 25 bilhões na meta do superávit, o governo teria um espaço fiscal de R$ 20 bilhões para totalizar os R$ 45 bilhões que pretende abater do superávit primário de 2013.

O problema é que a receita líquida do governo (descontadas as transferências constitucionais para Estados e municípios) cairá cerca de R$ 45 bilhões, segundo projeção da área técnica.

Portanto, para compensar essa perda de receita, o governo terá de usar os R$ 20 bilhões de dedução adicional do superávit que já anunciou e ainda cortar outros R$ 25 bilhões em gastos, se forem mantidas as projeções que constam do projeto da LDO. Esse valor corresponde, exatamente, às emendas feitas pelos parlamentares ao Orçamento.

O Ministério da Fazenda trabalha com diferentes cenários, mas o valor final não será uma decisão exclusivamente técnica e caberá à presidente Dilma Rousseff.

Se for mantido esse cenário, o superávit do setor público neste ano não deve passar de 1,8% do PIB, sendo 1,3% a parcela da União e 0,5% do esforço estimado para Estados e municípios. Os cálculos já consideram o crescimento da economia de 3,5% em 2013, em vez dos 4,5% previstos quando o Orçamento foi elaborado no ano passado. 

Na sexta-feira, o governo publicou primeiro decreto de programação orçamentária do ano. O Ministério do Planejamento liberou 100% das dotações até agosto, mas avisou que fará "eventuais ajustes" até o dia 22 de maio.

A liberação do chamado empenho, não implicará aumento de gastos. No jargão orçamentário, o empenho equivale apenas a uma promessa de gasto.

De acordo com um integrante do governo, o adiamento nos cortes tem a ver com a política fiscal anticíclica e a necessidade de avaliar com mais detalhes o comportamento da receita.

No primeiro trimestre, a arrecadação federal caiu 0,48% em relação ao mesmo período do ano passado, já considerando o efeito da inflação. Segundo essa autoridade, as receitas em abril mostram alguma recuperação.

Os cortes de gastos de 2013 só não serão mais elevados porque o governo também mudou o artigo da LDO que trata do superávit fiscal de Estados e municípios. 
 
De acordo com o novo projeto, o governo deixou de ser obrigado a alcançar uma meta de superávit para o setor público e a partir de agora vai "buscar obter" esse resultado, sem precisar compensar um superávit mais baixo de Estados e municípios.

Ribamar Oliveira e Leandra Peres | De Brasília Valor Econômico

E NA REPÚBLICA ASSENHOREADA PELA CANALHA E NULIDADES : Julgar sem paixão


Segundo o senador Pedro Simon, "vivemos atualmente um regime anárquico em termos de produção legislativa", numa referência a matérias aprovadas no Congresso, produto de maiorias eventuais que "votam o que bem entendem". 
O senador propôs a retomada de um costume vigente no governo Itamar Franco, "em que se realizavam mensalmente reuniões das quais participavam representantes dos três poderes", o que prevenia o surgimento de crises entre essas instâncias.

Seria simpático, e certamente útil. 
Mas para que isso acontecesse seria preciso uma certa boa vontade básica que, neste momento, não está muito em evidência. 

Pelo contrário: 
o atrito entre poderes vem de um ambiente marcado pelo inconformismo dos que sentem na pele o julgamento do mensalão. 
 É esse inconformismo que procura, agora, turvar o funcionamento das instituições. 
A já famosa PEC 33 propõe-se, por exemplo, a "resgatar o valor da soberania popular e a dignidade da lei aprovada pelos representantes legítimos do povo, ameaçadas pela postura ativista e usurpadora do Supremo Tribunal Federal".

Tenta-se, assim, solapar a autoridade do STF sob o argumento de que ele estaria, em relação ao Congresso, mais longe da "soberania popular", já que seus membros não surgem de eleições diretas.

É o sonho da "democracia direta", de que participam países como a Venezuela e a Argentina. 


Os membros do Supremo, entretanto, não são menos legítimos por não surgirem do voto direto: 
são escolhidos pelo presidente da República, que é fruto do voto popular, e referendados pelo Senado, que tem a mesma origem. 
São pessoas mais velhas, "de ilibada reputação e saber jurídico", o que as torna mais aptas para a função que exercem: 
a de serem a cúpula do sistema judiciário.

O fato de não surgirem de votação direta significa uma liberdade maior em relação a correntes de opinião. Quando se tenta a democracia direta, tudo passa a depender da paixão política e da arregimentação partidária. Isso não combina com uma certa frieza de julgamento que é o que se espera da cúpula do Poder Judiciário.

Por serem pessoas ilustres, que já não precisam fazer propaganda de si mesmas, os membros do Supremo não se curvam facilmente a injunções e partidarismos. 
Assim se viu o julgamento do mensalão transcorrer a boa distância das filiações partidárias ou lealdades políticas, embora a vasta maioria de seus membros tenha chegado à função por indicação do ex-presidente Lula e da presidente Dilma Rousseff.

Um outro aspecto da "democracia direta" é que ela traduz um determinado momento da opinião pública. Mas é função do Supremo, justamente, defender o direito mesmo quando ele esteja no lado mais fraco da balança. 
Por isso ele não pode estar sujeito à "voz das multidões".

O Globo 

maio 03, 2013

"A ÚNICA PESSOA "PREPARADA" PARA CONDUZIR O brasil" .COMO DISSE CERTA FEITA UM CACHACEIRO PARLAPATÃO. RESULTADO : Comerciante de espelhinhos


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De recorde negativo em recorde negativo, o comércio exterior brasileiro vai afundando. O mau desempenho reflete uma visão tacanha a respeito da inserção externa do Brasil num mundo cada vez mais sem fronteiras. 
País fechado, como quer o governo petista, é país sem futuro.

A balança comercial brasileira teve, nos primeiros quatro meses de 2013, o pior resultado para o período em 18 anos. O rombo chegou a US$ 6,15 bilhões. Foi também o primeiro déficit para o primeiro quadrimestre desde 2001 e a pior marca para um mês de abril desde 1995. 
A coleção de péssimos resultados parece infinita.

Há uma combinação perversa em marcha: vendemos menos ao exterior, mas continuamos comprando muito. Enquanto as exportações caíram 3% entre janeiro e abril na comparação com os mesmos meses de 2012, as importações subiram 10%. 
Compra-se de tudo: 
bens de consumo aumentaram 23% em abril, com destaque para aquisição de quinquilharias como cosméticos, que subiram 55% no mês.

Já nossas vendas praticamente se limitam a matérias-primas. Bens de alto valor agregado, principalmente industriais, estão, cada vez mais, perdendo espaço na nossa pauta exportadora. 
Quanto maior o conteúdo tecnológico, maior a nossa dependência das importações: segundo o Iedi, só a indústria da transformação teve rombo de US$ 16,3 bilhões até março, 25% maior que no mesmo período de 2012.

Diante dos resultados colhidos até agora - que não seriam tão ruins se o governo federal não tivesse manobrado para maquiar os dados de 2012, postergando a contabilização de importações feitas pela Petrobras - já há dúvida até mesmo se a balança brasileira conseguirá fechar no azul neste ano. Isto depois de o saldo comercial já ter caído 35% em 2012, para US$ 19,4 bilhões.

Embora cadentes, as projeções de mercado colhidas pelo Banco Central ainda apontam perspectiva de superávit de US$ 10,2 bilhões até dezembro. Os números divulgados ontem, porém, já sugerem resultados bem menores ou até mesmo déficit, segundo a Folha de S.Paulo.  

Seria a primeira vez desde 2000 que isso aconteceria.

O mercado brasileiro está sendo, cada vez mais, abastecido por produtos importados, uma vez que a produção nacional, sobretudo a da indústria, não tem conseguido competir com os artigos estrangeiros. 
Trata-se de decorrência do pernicioso descompasso entre consumo interno em alta e oferta estagnada, que também está no cerne do recrudescimento da nossa inflação.

Na outra ponta, o comércio exterior brasileiro perde cada vez mais mercado no exterior. O Valor Econômico mostrou ontem que nossas vendas para destinos como China, Estados Unidos, União Europeia, Argentina e Chile estão caindo, a despeito de nossos parceiros continuarem comprando de outros fornecedores.

Antes superavitário, depois de uma década o comércio com os europeus passou ao vermelho, numa virada que começou em 2011 e vem se aprofundando. O mesmo aconteceu nos negócios com os norte-americanos: saímos de um superávit de US$ 5 bilhões em 2002 para um déficit de US$ 5,6 bilhões em 2012. 
Como se percebe, estamos encolhendo.

Os resultados declinantes do nosso comércio exterior refletem as dificuldades de se produzir no país. Os insuportáveis custos e as ineficiências oneram em cerca de 35% os bens e serviços made in Brazil, segundo mostrou estudo divulgado pela Fiesp em março. 
É a nossa competitividade escorrendo pelo ralo em razão da logística caótica, da burocracia insana e de uma carga tributária sem concorrentes.

Mas há, sobretudo, as dificuldades de inserção do país no mundo resultantes da visão que emana do governo petista. Desde 2003, nossa política externa voltou-se para o umbigo, movida por preconceitos ideológicos e uma concepção equivocada do que seja ser uma grande nação no mundo contemporâneo.

Sob o PT, o Brasil se contenta em ser líder entre países da rabeira do mundo e não protagonista entre os líderes globais. 
Preferimos um abraço de afogados com os países do Mercosul do que acordos de livre comércio com países desenvolvidos - nos últimos anos, só firmamos pactos comerciais com Palestina, Egito, Jordânia e Israel, além de acordos limitadíssimos com Índia e África do Sul.

Não surpreende que o Brasil tenha perdido participação no comércio mundial em 2012 e seja hoje considerado um país extremamente protecionista, com adoção de barreiras que podem até beneficiar alguns setores eleitos, mas certamente acabam por penalizar os consumidores. 
O país não deveria se fechar. 
Deveria, ao contrário, tornar-se mais eficiente, competitivo, moderno, para ter capacidade de enfrentar seus concorrentes de igual para igual.

Fonte: Instituto Teotônio Vilela 
Comerciante de espelhinhos

DE(s)CÊNIO DOS FARSANTES E FALSÁRIA 1,99 : Rombo sobe 165%


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O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) registrou, em março, o pior resultado para o mês desde 2010: 
deficit de R$ 5 bilhões, valor 165,9% maior do que no mesmo período do ano passado. 
Segundo o Ministério da Previdência, a arrecadação de contribuições somou R$ 22,7 bilhões, volume insuficiente para cobrir a folha de benefícios, que alcançou R$ 27,7 bilhões.

Entre os fatores que contribuíram para o aumento do rombo, segundo o ministério, estão o reajuste de 9% do salário mínimo a partir de janeiro, o aumento do estoque de benefícios e a revisão das aposentadorias pagas por incapacidade de trabalho dos segurados. Apenas essas revisões elevaram as despesas em R$ 1,1 bilhão.

A quantidade total de pagamentos também cresceu. Em março, o INSS contabilizou 30,2 milhões de benefícios diversos, um aumento de 3,4% em relação a um ano antes. Desse total, 16,8 milhões são aposentadorias. Já o salário mínimo pesa sobre as contas da Previdência porque mais de 70% dos segurados recebem mensalmente o equivalente ao piso salarial.

As desonerações promovidas pelo governo para reduzir o custo das empresas com a folha de pagamento também afetaram o resultado, mas o ministério não informou qual foi o impacto das medidas.

Considerando somente os trabalhadores urbanos, o sistema previdenciário não apresentou deficit em março, uma vez que as receitas somaram R$ 22,2 bilhões e as despesas, R$ 21,7 bilhões. O setor rural, por sua vez, arrecadou apenas R$ 483,5 milhões, para um gasto de R$ 6 bilhões com benefícios.


R$ 1,7 bilhão entra no país

Depois de um desempenho fraco no mês de março, o fluxo de dólares para o Brasil voltou a apresentar desempenho positivo em abril, um saldo de US$ 1,7 bilhão até o dia 26. 
Segundo dados divulgados ontem pelo Banco Central, o ingresso de capital estrangeiro no país têm sido alimentado pelos exportadores, que aproveitam a cotação da moeda ao redor de R$ 2 para repatriar recursos que estavam guardados lá fora. 
No mercado financeiro, em contraponto, a fuga de capitais se intensificou no mês passado: 
as saídas superaram os ingressos em US$ 2,6 bilhões.

"estão pregando prego no buraco " 'Seleção de vencedores e perdedores não deve ser feita pelo BNDES'

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Lucianne Carneiro

Defensor de um plano que inclui impostos de importação menores, o economista Edmar Bacha admite que alguns setores da indústria vão se adaptar à mudança e outros, não. Mas diz que "a seleção de vencedores ou perdedores não será feita pelo BNDES". Bacha, que é filiado ao PSDB, afirma que o governo atual não tem estratégia para o futuro.
Como seria o "Plano Real para a indústria", conforme publicou o jornal "Valor Econômico"?

Hoje temos Pibinho com inflação alta e desindustrialização. Proponho que a indústria se recupere. É focado na indústria, mas o objetivo é retomar o crescimento com baixa inflação.
Como seria a forma de atuação?

É uma proposta para ser implementada num período de oito anos. Primeiro, é preciso reduzir a carga tributária para a indústria. Para que seja de forma efetiva, é necessário ajuste no orçamento do governo. De nada adianta desonerar com elevação de déficit fiscal. Isso só aumenta a dívida pública. Poderíamos ter um período até 2020 com o gasto público crescendo 2% ao ano, para uma expansão da economia de 4%.
O plano também prevê redução de tarifas de importação, não?

Proponho uma troca da proteção da indústria pelo câmbio. Temos tarifas elevadas de importação, exigência de conteúdo nacional alto e normas técnicas que dificultam a entrada de produtos estrangeiros. A norma da tomada de três pontos, por exemplo, é só do Brasil e só serve para dificultar a importação de eletrodomésticos. Isso deve aumentar importações, e o mercado vai vender real e comprar dólar, gerando desvalorização do real. Para isso, teremos um câmbio verdadeiramente flutuante.

Também é preciso avançar nas negociações comerciais?
Essa é a terceira área. 
O Brasil é uma economia ainda muito fechada. 
O que é fundamental é anunciar e explicar tudo antecipadamente. Na mesma linha do Plano Real: 
"Só vamos fazer o que anunciar e só vamos anunciar o que vamos fazer".
A redução de impostos de importação não pode colocar em risco alguns setores da indústria?
Obviamente é preciso ter acompanhamento e políticas compensatórias para ajudar na transição. Globalmente, essas propostas preveem um crescimento maior. E vai ter mais dinheiro para compensações. Algumas indústrias vão se adaptar, outras, não. E terão que mudar de ramo.
Pode haver seleção de ganhadores e perdedores? 

Será seleção de vencedores e perdedores, mas não mais pelo BNDES.

Por que as desonerações para a indústria não têm sido suficientes para estimular a economia?
Hoje não tem plano, não tem estratégia, não tem visão de futuro. Eles (o governo) estão pregando prego no buraco.  

Entrevista publica em O Globo

ENQUANTO A GERENTONA 1,99 TEM A "CAXIROLA" DO CÉREBRO FOCADA EM 2014 : Confiança do comércio cai, aponta FGV

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O Índice de Confiança do Comércio (Icom) caiu 2,9% na média do trimestre concluído em abril, frente ao mesmo período do ano passado, segundo a FGV (Fundação Getulio Vargas).

No resultado anterior, referente ao período de três meses terminados em março em comparação com igual trimestre de 2012, a FGV havia anunciado queda de 2,3%.

A pesquisa mostrou que a confiança do setor passou de 126,8 pontos para 123,1 pontos. Medições acima de 100 indicam otimismo; abaixo, pessimismo. Quando há queda no valor, o indicador aponta piora na confiança.

O setor de Varejo Restrito teve baixa de 4,0% no trimestre concluído em abril na comparação com o mesmo período do ano passado, ante queda de 2,3% em março.

No Varejo Ampliado setor que inclui veículos, motocicletas, partes e peças a confiança recuou 3,6% no indicador trimestral até abril, após ter registrado queda de 2,8% no período de três meses encerrado em março.

Já no Atacado, o índice de confiança caiu 1,6% no trimestre até abril, depois de perder 1,6% no resultado de três meses anterior.

Além disso, o indicador do estudo que mede a percepção do setor em relação à demanda no momento atual o Índice de Situação Atual (ISA-COM) médio registrou 98,4 pontos, nível acima do obtido no mesmo período do ano anterior, de 97,7 pontos. 
 
Já o indicador trimestral do Índice de Expectativas (IE-COM) recuou 5,2% em abril na comparação com um ano antes. Em março, houve queda de 6,4% no mesmo quesito.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) divulga no 15 de maio os dados sobre as vendas no varejo de março.
Em fevereiro, as vendas no setor varejista surpreenderam ao cair 0,4% sobre janeiro, afetadas pela inflação elevada que acabou minando a demanda. 
DA REUTERS 

SEM "MARQUETINGUE" ! O DE(s)CÊNIO QUE NINGUÉM VÊ NA TEVE : Piora nas exportações levanta hipótese de deficit na balança comercial em 2013

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Com o resultado negativo recorde da balança comercial em abril, especialistas já consideram a possibilidade de deficit no ano. Seria a primeira vez, desde o ano 2000, que as importações superariam, em valor, as exportações.

Dentro do próprio governo, o superavit é considerado incerto, apurou a Folha. Segundo técnicos que acompanham os dados de comércio exterior, o saldo positivo está "em xeque".

No mês passado, a conta ficou no vermelho em US$ 1 bilhão, levando o país a acumular um deficit recorde também para o quadrimestre, de US$ 6,2 bilhões. A série histórica do Ministério do Desenvolvimento, que divulgou os dados ontem, começa em 1993.

Desde 2001, o país não registrava resultados negativos na balança comercial.

Parte do resultado negativo neste ano já era prevista pelo governo, que considerava desde janeiro a possibilidade de deficit nos primeiros meses de 2013.

Isso porque o país começou o ano com estoque de US$ 4,5 bilhões em importações feitas pela Petrobras em 2012 e cujo valor só começou a ser registrado em 2013.

Sabia-se que as importações iriam subir. Mas não estava nos cálculos uma queda de 4,2% nas exportações.

Com queda da demanda global e produção menos robusta da Petrobras, a venda de petróleo caiu 54%, derrubando o desempenho dos produtos básicos, que garantem o saldo comercial.

Do lado dos industrializados, em que o Brasil sofre problemas de competitividade, houve queda significativa nas vendas de óleos combustíveis (-39%) e de aviões (-35%).

Os números acenderam o sinal amarelo de analistas.

A Associação de Comércio Exterior do Brasil afirma que terá de revisar para baixo suas estimativas para o ano e que não descarta a possbilidade de deficit. A previsão atual é de saldo de US$ 14,5 bilhões, o que já representaria queda de 25% ante os US$ 19,4 bilhões de 2013.

A estimativa da Confederação Nacional da Indústria, de US$ 11,3 bilhões, também passará por revisão.

A deterioração da balança preocupa por seu efeito nas contas externas. Em fevereiro, o Banco Central elevou a projeção de deficit externo do país, para US$ 67 bilhões, pela expectativa de ganhos menores com o saldo comercial.

Os cálculos se amparam numa estimativa de US$ 15 bilhões de superavit, saldo considerado improvável por especialistas e governo. Com isso, o deficit não será inteiramente financiado pelos investimentos estrangeiros, que ficarão em US$ 65 bilhões neste ano, segundo o BC.


BALANÇA NO VERMELHO

US$ 71,47 bi
é o valor das exportações no acumulado do ano

US$ 77,61 bi
é o valor das importações entre janeiro e abril 
RENATA AGOSTINI DE BRASÍLIA
Folha

maio 02, 2013

Uma palavra e 27 segundos para a inflação

Dilma Rousseff ocupou ontem 11 minutos e 46 segundos de rede nacional de rádio e televisão. 
Em meio a uma penca de temas, nem sempre conexos, dedicou exatos 27 segundos a falar do assunto que mais interessa ao país hoje: 
a estabilidade da moeda e o controle da inflação.

A desproporção ilustra as reais preocupações do governo petista com a carestia.

Supostamente dedicada ao Dia do Trabalho, a fala da presidente juntou assuntos tão díspares quanto educação, royalties de petróleo, geração de emprego e - até mesmo - inflação.
Mais serena que das outras vezes, nem por isso perdeu seu costumeiro tom eleitoral, a ponto de Dilma terminar seu pronunciamento com quatro frases seguidas em exclamação, sobre pomposa trilha sonora.

Foi o 13° pronunciamento da presidente em rede nacional. Dilma já conseguiu tornar-se mais loquaz que seu antecessor: 
Lula precisou de cinco anos para alcançar o mesmo número que a presidente alcançou em menos de dois anos e meio, segundo levantamento publicado hoje por O Globo.

Mas o que interessa aqui é avaliar como a presidente, e, consequentemente, seu governo, enxerga o problema da inflação no país.
A palavra foi usada apenas uma única vez no seu discurso de ontem, em meio a outros 1.428 vocábulos. O tema é tratado em apenas um dos 29 parágrafos redigidos por João Santana para Dilma recitar no rádio e na TV.

Eis a frase única:
"É mais do que óbvio que um governo que age assim e uma presidenta que pensa desta maneira não vão descuidar nunca do controle da inflação. Esta é uma luta constante, imutável, permanente. Não abandonaremos jamais os pilares da nossa política econômica, que têm por base o crescimento sustentado e a estabilidade."

Nenhuma palavra mais foi dita a respeito. 
Por que será? 
Porque, assim como o PT, a presidente baseia sua visão sobre inflação numa crença fajuta: 
vale trocar um pouco de aumento nos preços por um tantinho mais de crescimento.

No Brasil de Dilma, acontece uma coisa, mas não acontece a outra:
nossa inflação é alta, mas nosso crescimento é baixinho.
A inflação brasileira está bem acima da média mundial. 

Enquanto as previsões mais otimistas esperam algo em torno de 5,7% para este ano, as economias avançadas devem ter inflação de apenas 1,6%, segundo o FMI.
  
O avanço da nossa economia, porém, tem sido bem menor. 
Na América Latina, depois de perdermos para todos os países exceto o Paraguai em 2012, neste ano só ganharemos da Venezuela, segundo a Cepal.

Mesmo assim, Dilma preserva uma visão míope do problema, que externara com todas as letras em março, na África do Sul: "Não concordo com políticas de combate à inflação que olhem a questão da redução do crescimento econômico. Esse receituário que quer matar o doente em vez de curar a doença é complicado, é uma política superada".


A presidente não cumprirá a meta de inflação em nenhum dos quatro anos de seu mandato.

Na semana passada, o coro engrossou quando Fernando Pimentel disse que o Brasil tem uma "inflação de base" de 5% a 6%, dando a entender que, com os petistas, dificilmente a taxa cairá abaixo disso e que o PT não vai fazer o menor esforço para tanto.


O ministro do Desenvolvimento fala com base na experiência:
 na era petista, a média de inflação no Brasil foi de 5,8%.

Em março, a inflação superou o teto da meta estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para o ano, chegando a 6,59%. Em abril e maio, o índice deve arrefecer um pouquinho por razões estatísticas, pela ajuda da safra agrícola recorde e pelo recuo de preços internacionais, principalmente das commodities.

Em junho, porém, a taxa deve voltar a subir e novamente furar o teto.
Será uma boa ocasião para discutir uma mudança importante no tratamento do problema no país:
no fim do semestre chegará a hora de o CMN - integrado pelos ministros da Fazenda e do Planejamento e pelo presidente do Banco Central - estipular a meta de inflação que valerá para 2015, ou seja, para o primeiro ano do próximo governo.

Se o governo do PT, de fato, tiver algum compromisso com o controle da escalada dos preços, será um bom momento para o país passar a perseguir, progressivamente, patamares mais baixos de inflação, e não continuar flertando perigosamente com o teto de uma meta que se tornou fictícia.

A meta para 2015 poderia ser mais baixa que os 4,5% que vigoram no país desde 2005. Nosso patamar atual é alto sob quaisquer ângulos que se analise: entre 29 países que adotam regimes como o brasileiro, apenas Gana e Turquia têm hoje metas superiores à nossa. 
 
Convenhamos, não deveriam ser os melhores modelos para o Brasil...

Como quem reconquistou a estabilidade da nossa moeda, a oposição sabe como é importante garantir que o país não perca esta conquista, o que penaliza, sobretudo, os mais pobres. Contra a inflação, tolerância zero.

 
Esta convicção, infelizmente, tem faltado ao governo da presidente Dilma Rousseff, como, mais uma vez, ficou claro no seu pronunciamento de ontem.

Fonte: Instituto Teotônio Vilela
Uma palavra e 27 segundos para a inflação

ENQUANTO ISSO... NO DE(s)CÊNIO DOS FARSANTES E FALSÁRIA 1,99 COM A "CAXIROLA" NA REELEIÇÃO III : Balança comercial fecha abril com déficit de quase US$ 1 bi. É o pior resultado para o mês desde que esse dado começou a ser coletado; déficit do ano é de US$ 6,1 bi

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Depois de registrar um leve superávit em março, a balança comercial brasileira voltou a registrar déficit em abril. De acordo com dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o déficit ficou em US$ 994 milhões, o pior resultado da história para o mês.

As exportações somaram US$ 20,632 bilhões e as importações, US$ 21,626 bilhões - os dois resultados são recordes para o mês de abril.

De janeiro a abril, as importações brasileiras registraram recorde histórico ao somarem US$ 77,618 bilhões. Pela média diária, de US$ 946,6 milhões, o crescimento é de 10,1% em relação ao mesmo período de 2012.

Por outro lado, as exportações apresentam valor de US$ 71,468 bilhões, com média diária de US$ 871,6 milhões, o que significa uma queda de 3,1% na comparação com a média diário do primeiro quadrimestre do ano passado.

No mesmo período, a balança está deficitária em US$ 6,150 bilhões, valor que também para os quatro primeiros meses do ano.

A secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Tatiana Prazeres, afirmou que a balança comercial brasileira deve registrar, em maio, um superávit, mostrando uma reversão ante o quadro de abril.

"Nossa expectativa é de ter superávit na balança comercial em maio e seguimos com a expectativa de ter um ano com saldo positivo na balança", afirmou Tatiana ao comentar os dados de abril.

Ela destacou que, embora haja um déficit superior a US$ 6 bilhões até abril, no acumulado em 12 meses, a balança ainda registra um superávit de quase US$ 10 bilhões.

Na quarta semana de abril, cujos dados só foram divulgados hoje, houve um superávit de US$ 322 milhões, com vendas externas de US$ 4,794 bilhões e importações de US$ 4,472 bilhões. Na quinta semana do mês, o superávit foi de apenas US$ 23 milhões, resultado de exportações de US$ 1,698 bilhão e compras de US$ 1,675 bilhão.

Em janeiro deste ano, o déficit comercial foi de US$ 4,039 bilhões. Em fevereiro, o saldo foi negativo em US$ 1,278 bilhão. Em março, apresentou um resultado positivo de apenas US$ 161 milhões.

Petrobrás. Tatiana informou que ainda falta ser registrado US$ 1 bilhão em operações de importações de petróleo e derivados realizadas pela Petrobras em 2012. De Janeiro a abril, houve o registro de US$ 3,5 bilhões, que impulsionou os números de 2013. Em abril, foram US$ 847 milhões, segundo a secretária.

Ela, no entanto, disse que mais explicações deveriam ser dadas pela Petrobras e pela Receita Federal. O prazo para registro pelo Petrobras é de 50 dias após o desembaraço da mercadoria, o que já foi superado. "Esclarecimentos sobre questões operacionais do registro devem ser dados pela Petrobras e Receita", disse. 


Renata Veríssimo, da Agência Estado