O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) registrou, em março, o pior resultado para o mês desde 2010:
deficit de R$ 5 bilhões, valor 165,9% maior do que no mesmo período do ano passado.
Segundo o Ministério da Previdência, a arrecadação de contribuições somou R$ 22,7 bilhões, volume insuficiente para cobrir a folha de benefícios, que alcançou R$ 27,7 bilhões.
Entre os fatores que contribuíram para o aumento do rombo, segundo o ministério, estão o reajuste de 9% do salário mínimo a partir de janeiro, o aumento do estoque de benefícios e a revisão das aposentadorias pagas por incapacidade de trabalho dos segurados. Apenas essas revisões elevaram as despesas em R$ 1,1 bilhão.
A quantidade total de pagamentos também cresceu. Em março, o INSS contabilizou 30,2 milhões de benefícios diversos, um aumento de 3,4% em relação a um ano antes. Desse total, 16,8 milhões são aposentadorias. Já o salário mínimo pesa sobre as contas da Previdência porque mais de 70% dos segurados recebem mensalmente o equivalente ao piso salarial.
As desonerações promovidas pelo governo para reduzir o custo das empresas com a folha de pagamento também afetaram o resultado, mas o ministério não informou qual foi o impacto das medidas.
Considerando somente os trabalhadores urbanos, o sistema previdenciário não apresentou deficit em março, uma vez que as receitas somaram R$ 22,2 bilhões e as despesas, R$ 21,7 bilhões. O setor rural, por sua vez, arrecadou apenas R$ 483,5 milhões, para um gasto de R$ 6 bilhões com benefícios.
R$ 1,7 bilhão entra no país
Depois de um desempenho fraco no mês de março, o fluxo de dólares para o Brasil voltou a apresentar desempenho positivo em abril, um saldo de US$ 1,7 bilhão até o dia 26.
Entre os fatores que contribuíram para o aumento do rombo, segundo o ministério, estão o reajuste de 9% do salário mínimo a partir de janeiro, o aumento do estoque de benefícios e a revisão das aposentadorias pagas por incapacidade de trabalho dos segurados. Apenas essas revisões elevaram as despesas em R$ 1,1 bilhão.
A quantidade total de pagamentos também cresceu. Em março, o INSS contabilizou 30,2 milhões de benefícios diversos, um aumento de 3,4% em relação a um ano antes. Desse total, 16,8 milhões são aposentadorias. Já o salário mínimo pesa sobre as contas da Previdência porque mais de 70% dos segurados recebem mensalmente o equivalente ao piso salarial.
As desonerações promovidas pelo governo para reduzir o custo das empresas com a folha de pagamento também afetaram o resultado, mas o ministério não informou qual foi o impacto das medidas.
Considerando somente os trabalhadores urbanos, o sistema previdenciário não apresentou deficit em março, uma vez que as receitas somaram R$ 22,2 bilhões e as despesas, R$ 21,7 bilhões. O setor rural, por sua vez, arrecadou apenas R$ 483,5 milhões, para um gasto de R$ 6 bilhões com benefícios.
R$ 1,7 bilhão entra no país
Depois de um desempenho fraco no mês de março, o fluxo de dólares para o Brasil voltou a apresentar desempenho positivo em abril, um saldo de US$ 1,7 bilhão até o dia 26.
Segundo dados divulgados ontem pelo Banco Central, o ingresso de capital estrangeiro no país têm sido alimentado pelos exportadores, que aproveitam a cotação da moeda ao redor de R$ 2 para repatriar recursos que estavam guardados lá fora.
No mercado financeiro, em contraponto, a fuga de capitais se intensificou no mês passado:
as saídas superaram os ingressos em US$ 2,6 bilhões.
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