"Um povo livre sabe que é responsável pelos atos do seu governo. A vida pública de uma nação não é um simples espelho do povo. Deve ser o fórum de sua autoeducação política. Um povo que pretenda ser livre não pode jamais permanecer complacente face a erros e falhas. Impõe-se a recíproca autoeducação de governantes e governados. Em meio a todas as mudanças, mantém-se uma constante: a obrigação de criar e conservar uma vida penetrada de liberdade política."

Karl Jaspers

abril 04, 2010

R$ 800 bilhões EM IMPOSTOS ATRASADOS.


Os brasileiros, pessoas físicas ou empresas, - devem mais de R$ 800 bilhões em impostos atrasados ao governo federal.

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) divulgou um balanço mostrando que a dívida ativa da União atingiu R$ 827,824 bilhões no ano passado, o que representa um aumento de quase 12%. Em 2008, esse passivo do contribuinte era de R$ 741,028 bilhões.

Mesmo com os programas de parcelamento de dívida e incentivo para pagamento concedido pelo governo, o débito do contribuinte não para de crescer.

No ano passado, a PGFN conseguiu receber apenas R$ 17,536 bilhões. Essa arrecadação aumentou 12,52% em relação a 2008, porém, é insuficiente para impedir a expansão da dívida ativa.

Além da correção monetária, o número de contribuintes inscritos em dívida ativa também deve crescer.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

AS MIL E UMA BONDADES DE APELO POPULAR.


E o cachaça disse que em ano eleitoral, não é hora de fazer loucuras.
Pois é, só papo de boteco.


As informações são do
jornal O Globo
.
O interesse eleitoral dos parlamentares transformou a Câmara dos Deputados em um caldeirão de pressões para aprovar medidas de apelo popular.

Caso todos os projetos da fila sejam aprovados na busca de votos, o aumento nos gastos públicos pode chegar a R$ 30 bilhões

O chamado pacote de bondades inclui propostas que vão desde a redução da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais à licença-maternidade obrigatória de seis meses, além de alterações nos reajustes dados a aposentados e ao salário mínimo em janeiro deste ano.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inaugurou a leva de bondades com as medidas provisórias editadas para fixar o valor do salário mínimo e dos benefícios dos aposentados. Com valores acima dos previstos pela equipe econômica, as duas totalizam gastos de R$ 16,5 bilhões em 2010.

COM PT E TUTELA DA JUSTIÇA É FÁCIL ENRICAR.

Apontado em 2006 pela Polícia Federal como o homem da mala de dinheiro que seria usada na compra de um dossiê contra tucanos, no "escândalo dos aloprados", Hamilton Lacerda virou fazendeiro na Bahia, informa reportagem de Hudson Corrêa e Leonardo Souza publicada neste domingo pela Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

O ex-assessor do senador Aloizio Mercadante (PT-SP), que ganhava R$ 5.000, agora tem negócios de R$ 1,5 milhão e sociedade com Juscelino Dourado, ex-assessor de Antonio Palocci, envolvido com um suposto negociador de propina para o PT.

Lacerda também é fundador e um dos sócios da Bahia Reflorestamento, que mantém plantações de eucalipto na fazenda Olho d'Água, no município de Encruzilhada (BA).

Com 247 hectares de área, a propriedade está avaliada em aproximadamente R$ 500 mil.

"Aloprados"

(TUTELADOS PELA "JUSTIÇA)

Acusado pela Polícia Federal de fornecer uma mala com R$ 1,7 milhão para compra de dossiê contra tucanos na campanha de 2006, Lacerda foi reconduzido aos quadros do PT no início de fevereiro.

Pressionado pela cúpula petista, Lacerda pediu desfiliação logo após a PF apreender o dinheiro em um hotel de São Paulo em setembro de 2006(Memória), flagrante que levou à crise na campanha de reeleição de Lula. Com a vitória no primeiro turno frustrada pelo caso, o presidente chamou de aloprados Lacerda e os demais envolvidos na compra do dossiê.

Investigado pela PF e por uma CPI no Congresso(sic), Lacerda nunca disse a origem do dinheiro usado para compra do dossiê. Uma revelação poderia causar maiores danos a caciques petistas.

Ele sempre manteve a versão de que, em vez de R$ 1,7 milhão, entregou roupas no hotel a dois emissários que comprariam o dossiê (planilhas, fotos e fitas de vídeo sobre venda de ambulâncias).

Até hoje, a PF ainda não comprovou a origem da quantia, mas indiciou Lacerda por suposta lavagem de dinheiro.

Leia a reportagem completa na Folha deste domingo, que já está nas bancas.

Mas, e os outros aloprados? Click.

abril 03, 2010

BICHINHA PALANQUEIRA EM MINAS?SEI NÃO!

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Aqui em Minas Gerais,da mesma forma que no RS, a bichinha palanqueira vai ter que rebolar e mesmo assim não vai convencer, digo, enganar ninguém.

O "aecim" ao se desgrudar do manguaça, já recuperou o juizo e dá um "boas" vindas à corja petralha, sinalizando que o estado está atento aos projetos dos candidatos e não ao lero lero demagógico da "dependente" e papagaio de pirata do cachaça.

Juliana Cipriani/CorreioBraziliense

Em sua primeira viagem a São João del-Rei logo depois de ter deixado o cargo, o ex-governador Aécio Neves (PSDB), pré-candidato ao Senado, disse nessa sexta-feira que concorda com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quando ele afirma que o candidato que quiser vencê-lo nesta eleição terá de “enfiar o pé no barro” e trabalhar mais do que ele .

Segundo Aécio, o PSDB tem condições de vencer o PT e mostrar ao eleitor que o partido é que foi o responsável pelo início das mudanças no país. “Acho que nós temos condições de mostrar que estamos na matriz dessas mudanças. Temos todos que melhorar o Brasil”.

Em relação à pré-candidata Dilma Rousseff (PT), que escolheu Minas para começar a campanha rumo ao Planalto, Aécio afirmou que não adianta a ex-ministra simplesmente vir ao estado. É preciso que ela apresente propostas concretas para os mineiros.

“Eu acho que, mais do que visitas, nós queremos propostas para Minas Gerais. O governador José Serra deve apresentar brevemente um conjunto de ações para Minas Gerais, que diz respeito a investimentos”, disse.

Aécio anunciou que vai ao lançamento da pré-candidatura de Serra, no dia 10. Na avaliação do ex-governador, o PSDB não entrou tarde na disputa pela Presidência, como criticam alguns aliados, principalmente do DEM.

“Acho que está no tempo. O tempo correto é este. Nós estamos a quase seis meses das eleições A partir do dia 10, acho que temos todas as condições de travar um bom debate e estou muito confiante na vitória”.
Mais : Aécio rebate Lula e provoca Dilma

DO COVIL MARANHENSE ...

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Publique se for homem e jornalista”, começa o comentário enviado às 6:25 desta sexta-feira. Outro miliciano patrulhando a internet a serviço do stalinismo farofeiro, imaginei.

Já ia ordenando que caísse fora quando bati os olhos no nome do remetente: Ricardo Murad, secretário da Saúde do Maranhão por ser cunhado da governadora Roseana Sarney. Ele mesmo, o campeão do descaso e da inépcia envolvido na matança de crianças desvalidas.

Em paragens civilizadas, qualquer suspeito com a folha corrida de Ricardo Murad estaria agora em desabalada carreira, ou sentado no meio-fio chorando lágrimas de esguicho, ou homiziado em lugar incerto e não sabido. Mas estamos no Brasil ─ pior ainda, o estafeta da famiglia Sarney está no Maranhão. É compreensível que esteja em liberdade, esbravejando em mau português.

A forma e o conteúdo avisam aos gritos que o texto foi redigido depois de um almoço de matar a sede de presidente. Não há nenhuma acusação substantiva, só berreiro de cortiço. Mas é claro que publico.

Não para sublinhar reafirmações de masculinidade ─ Ricardo Murad sabe o suficiente para dispensar-se de qualquer dúvida a respeito do tema ─ e sim para oferecer ao Brasil que presta a contemplação do chilique de um crápula. Não perca:

Vermes como você, que escreve financiado pelo dinheiro sujo dos políticos a quem serve, deveria se envergonhar do que faz. Mas você é um desavergonhado. Faz isso por ofício. Você é um jornalista que aluga a pena. Escreve de mal ou de bem, para quem lhe paga, de mais ou de menos. Você é um covarde, venal, financiado e sem nenhuma credibilidade. O que lhe move é o dinheiro dos seus patrões.

Se você tivesse um pouco de vergonha e senso jornalístico deveria ter me ouvido a respeito das sandices que publicou de forma criminosa a meu respeito. Pelos menos iria ter um trabalho a menos de tê-lo de fazer na Justiça. Não posso lhe pedir para ter ética e vergonha, isso vem do berço.

O doutor em infanticídio cobra vergonha de gente honrada. O noviço nascido e acanalhado no Convento das Mercês se fantasia de carmelita descalça. A cria de Madre Superiora reinventa a santa inquisição a favor dos cafajestes. O colecionador de capitulações lucrativas acusa o vencedor de covarde.

O tenente da tropa de censores do Estadão exige respeito à ética. Sem formular qualquer denúncia objetiva, sem ir além do insulto barato, o prontuário ameaça recorrer à Justiça. É assim no Maranhão. Murad acha que é assim no país inteiro.

A certeza da impunidade o induz a acreditar que todas as ações judiciais movidas pela famiglia serão endossadas por algum daciovieira. Por ter escapado de licitações irregulares, crimes ambientais, delinquências variadas e, até agora, da morte das isabellas maranhenses, decidiu que não há juízes no Brasil.

Por ouvir apenas as louvações dos áulicos, não ouviu o choro e os gemidos das isabellas maranhenses. Por acreditar que está condenado à impunidade, não admite virar assunto da revista VEJA e entrar na alça de mira da coluna.

O irmão menos esperto de Jorge Murad sobressaltou-se ao ouvir a indignação do Brasil decente. Logo saberá que é só o começo. O fim do sono chegará com a sirene que anuncia a chegada do camburão.

Augusto Nunes : O chilique do crápula

PATRIOTA DISSE...



O canal de TV por assinatura exibe neste sábado, às nove e cinco da noite, hora de Brasília, entrevista exclusiva com o ex-ministro do exército e chefe do Doi-Codi, entre 1974 e 1977.

Ao repórter Geneton Moraes Neto, o general disse que, enquanto ele comandou o Doi Codi, não houve tortura. E revelou que o exército pagou a delatores para obter informações que levaram a morte e prisão de opositores do regime.

Patriota disse...

Salve 31 de março de 1964.

Uma data que nos enche de orgulho, por representar o poder de vigilância e de ação das nossas gloriosas FFAA, com total responsabilidade cívica e comprometimento pátrio.

Um dia para ser lembrado como a grande Vitória do Bem sobre o mal.

Um dia comemorado por Homens e Mulheres de bem, cidadãos e cidadãs de boa índole, livres brasileiros de todas as etnias, cores, raças, religiões e classes sociais.

Em torno do dia 31 de março, postam-se de mãos dadas, todos os brasileiros de Alma e Fé, que esperam em Deus uma saída digna para o Brasil, não importando a que custo se tenha que lograr a Vitória, mais uma vez a ser travada pelo Bem contra o mal.

O 31 de março é também uma data cruel, que jamais se apagará da mente dos anarquistas subversivos de ontem e de hoje. Uma data que humilha, envergonha e aniquila o moral dos desgraçados vencidos, a quem, pelas FFAA, como única oferta, fora concedido, tão somente, o direito à rendição.

Portanto, rejubilemo-nos no dia de hoje, e olhemos sempre para frente e para o alto, pois a História se nos oferece para ser consultada, e nela, poder-se-á conhecer que as nossas gloriosas FFAA jamais foram vencidas, pois souberam dar por cumpridas todas as missões que lhes foram impostas, em qualquer tempo e lugar, no Brasil e no exterior.

Neste 31 de março, oremos!

Elevemos o nosso pensamento e rendamos nossos sinceros agradecimentos àqueles que no cumprimento do dever, civis e militares, nos deram a liberdade, cedendo suas vidas à causa pátria, a maioria deles morrendo jovem para viver sempre.

Cada brasileiro, reconheça ou não, tem uma eterna dívida de gratidão para com o Exército Brasileiro, pela sua firme e acertada decisão de sair às ruas naquele 31 de março de 1964, e mostrar aos comunas, ao país e ao mundo, o poder de sua estatura moral, deixando-lhes o recado de que o silêncio faz parte da estratégia e que há sempre o momento certo para agir, até mesmo para a tomada das mais complexas decisões.

Neste dia 31 de março, reflitamos!

Mudemos nossa forma de encarar o problema.

Rechacemos todo e qualquer pensamento de dúvida, de descrença e de desesperança.

Policiemos nossas mentes para enxergarmos o Brasil liberto, uno e soberano, definitivamente desinfectado da escória narco-comuna.

Incondicionalmente, confiemos!

Entendamos que nenhum exército do planeta, sai às ruas comunicando o que pensa, muito menos qual a sua intenção e suas ações futuras.

Acreditemos em Deus, acima de tudo!

Acreditemos na Vitória Universal do Bem sobre o mal.

Acreditemos no Exército de Caxias.

Acreditemos que o dia 31 de março de 1964 foi o prenúncio pacífico de uma grandiosa e definitiva ação corretiva, que a passos largos se aproxima do presente, desta vez mais desejada do que nunca pelo povo, manifestada fora das ruas e sem passeatas, sim, mas concentrando-se nos corações e mentes dos Brasileiros e Brasileiras de Boa Vontade, pelo Brasil a fora, que, ansiosos, aguardam por uma convocação, no momento oportuno.

O Exército Brasileiro é o grande líder na paz e na guerra, e tem muito mais seguidores do que se imagina!!!

Assim se verá!

Salve o 31 de março de 1964.

Salve as FFAA do Brasil.

Salve o Povo Brasileiro.

abril 02, 2010

ALGUÉM VAI SE DECEPCIONAR.


Para ficar apenas no noticiário mais recente, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer capitalizar, ou seja, colocar mais dinheiro na Petrobrás, na Eletrobrás, na Telebrás, no Banco do Brasil, na Caixa Econômica Federal, no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e num novo banco de financiamento à exportação.

Também quer gastar dinheiro, na forma de subsídios a compradores e de financiamento a empreiteiras, para "acabar com o maldito déficit habitacional", como disse na sexta-feira.

Acrescente aí os compromissos com o aumento real do salário mínimo e das demais aposentadorias, com a ampliação das bolsas e com os reajustes do funcionalismo, mais as megaobras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) - como o trem-bala e a transposição do Rio São Francisco - e se verifica que, sem fazer contas, o governo não tem dinheiro para isso tudo.

Há algumas engenharias financeiras ou simplesmente alguns truques em andamento, como essa ideia do governo de capitalizar a Petrobrás "pagando" com barris do petróleo do pré-sal, que ainda não existem. Mas continuam enroladas.

Já o endividamento do Tesouro existe. O governo andou lançando uns papagaios na praça para emprestar ao BNDES - o que aumentou a dívida pública bruta, que, aliás, já se aproxima perigosamente dos limites.

Ou seja, esse é um artifício de pouco uso, daqui em diante, se o governo pretende, como promete, manter a estabilidade das contas públicas.

Também há - ou havia - promessas de aliviar a carga tributária de alguns setores da economia, como o de exportação, o que também significa custo para o Tesouro.

De novo, a conta real não fecha com as promessas.

E aí?

Aí é que muita coisa simplesmente não vai acontecer. O pacote de apoio à exportação, por exemplo, saiu bem mixuruca.

A principal reivindicação dos exportadores é que eles possam compensar automaticamente os impostos que pagam indevidamente. A exportação é isenta, mas, quando o exportador compra insumos e partes, esses produtos vêm com impostos embutidos no preço, em razão do nosso sistema - perverso - de cobrar antecipadamente.

Com isso, os exportadores ficam com uma espécie de crédito, que gostariam de descontar automaticamente de outros impostos, devidos sobre o comércio local, por exemplo. Gostariam, também, de poder vender esse crédito de maneira simples e rápida. Mas não saiu. Ficou o sistema antigo, pelo qual o exportador tem de praticamente implorar a devolução. Entra na fila, e aí já viu.

E por que não mudaram a regra, se todos estão de acordo que é preciso apoiar a exportação? Porque o governo precisa do dinheiro para os gastos já contratados, a Previdência Social, pessoal, os programas sociais e o custeio, que levam mais de 90% das receitas líquidas do governo federal.

Ou seja, eis a alternativa: ou o presidente Lula se convenceu de que ganhou uma licença para gastar e deixou de lado as metas de superávit primário e de redução do endividamento público ou esse amontoado de planos e promessas não passa de agitação e propaganda.

O mercado, que o presidente Lula e seus companheiros adoram atacar, acredita piamente na promessa de austeridade que está no Orçamento: superávit primário de 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB) - ante menos de 1% no ano passado - e redução da dívida líquida do setor público de 41,5% para 39,5% do PIB, com juros em alta e inflação contida. É o cenário que aparece no Relatório de Mercado, publicado pelo Banco Central (BC), com base nos cenários desenhados por instituições financeiras e consultorias.

Por outro lado, o setor produtivo - especialmente entre aqueles que dependem de encomendas do governo e das estatais - acredita piamente que o dinheiro para os seus negócios vai pintar.

Um dos dois vai se decepcionar. Capaz de os dois se decepcionarem, o que seria o pior cenário para o País.

Fixação.

Parece que dois sentimentos movem a atividade externa do presidente Lula. Um é a fixação nos Estados Unidos. O outro é uma espécie de teimosia, que o leva a dobrar a aposta toda vez que é criticado.

Dirão: como fixação, se o presidente não perde a oportunidade para atacar "a subserviência" aos Estados Unidos?

Pois é justamente isso, uma fixação ao revés. Lembram-se daquela diplomacia do regime militar - "O que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil ?" Troquem um "bom" por um "ruim" - e eis o comportamento atual.

Quanto ao segundo sentimento, basta observar as reações do presidente. Quanto mais criticam, por exemplo, sua futura visita ao Irã, mais Lula anuncia que vai lá, que vai falar isso e aquilo e que, para não perder o embalo, não vai deixar de ir só porque os Estados Unidos não querem.

Na sexta-feira passada, por exemplo, Lula disse que era "subserviência" aceitar a tese de que a paz no Oriente Médio depende dos Estados Unidos. Por isso, o Brasil está se metendo na história.

E, se dizem que a capacidade da diplomacia brasileira por lá é muitíssimo limitada, o presidente Lula acusa os críticos de sentimento de inferioridade e declara que vai fazer muito mais pela paz.

Bobagem, portanto, querer discutir a eficiência dessa política externa. A coisa não passa por essas racionalidades.

JORNALISTA. E-MAILS: SARDENBERG@CBN.COM.BR / CARLOS.SARDENBERG@TVGLOBO.COM.BR

Artigo publicado em O Estado de S. Paulo

Instituto Teotônio Viela Senado Federal Anexo I, 17º andar CEP: 70.165.900 Brasília/DF
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O ANGU DE CAROÇO DO GOVERNO PETRALHA.


Nos últimos quatro anos enquanto o manguaça vem se dedicando ao "projeto" pessoal de disponibilizar a candidatura da patética Delinquente de Rapina, no mais absurdo de todos os que cometeu no seu desgoverno da moralidade e ética politica, a infraestrutura do País vai indo "pras cucuia".

A cada dia que se aproxima o final deste festival dos horrores, parece certo que a gestão petralha legará ao próximo presidente uma situação de infraestrutura sucateada, são problemas no setor aéreo, ferroviário e portuário.


Nas contas do governo vamos caminhando também para
um déficit externo recorde, tem muito sobe e desce, vai um, escorrega dez , somados aos números inflados, para chegar ao resultado camuflado nos "finalmente" de todas as contas, vem se construindo a verdadeira ‘herança maldita’ para o futuro do País",
E enquanto o parlapatão vai tomando umas e muitas outras, o País vai sendo catequizado no "esquema" do me engana que eu gosto da agora recente "prateleira de projetos" , sempre na já surrada troteada do PAC1,PAC2,PAC2.


Márcio Aith, artigo publicado hoje na Folha:

O açúcar do PAC

Dois países devolveram recentemente navios com açúcar importado do Brasil. Motivo: não era açúcar, mas areia. Uma quadrilha que agia nos portos nacionais fazia a troca do produto in natura antes do embarque, numa fraude de curiosa complexidade que, ao que tudo indica, funcionou por anos e lesou exportadores e importadores.

Investigado com discrição pelas autoridades, o crime eleva ao patamar do absurdo o caos logístico e a falência da infraestrutura brasileiros. Ele se soma à burocracia, à corrupção, à carga tributária, às estradas esburacadas e ao funil portuário na lista de obstáculos enfrentados pelo produtores nacionais.

Entre 2002 e 2009, o valor das vendas externas brasileiras aumentou de R$ 60 bilhões para R$ 152 bilhões. No mesmo período, a malha ferroviária brasileira manteve-se nos mesmos 30 mil quilômetros, o percentual de rodovias pavimentadas ficou em pouco mais de 10% e os custos de logística subiram.

Perdíamos, e continuamos perdendo, em quase todos os quesitos de eficiência logística para Índia, China, Rússia, Argentina e África do Sul, entre outros tantos.

Diante disso, questiona-se se os tais PACs, os dois programas de obras da ministra Dilma Rousseff, estão funcionando. Estão, mas não no que interessa ao país. Sua eficácia parece mais cênica. Ainda que não nos convençam, o barulho que se faz em torno deles, a artificialidade das apresentações oficiais e o ar concretado da ministra ao pronunciar “obras estruturantes” embaralham a percepção da realidade.

Não se fala mais de ferrovias e rodovias em frangalhos, mas de obras a serem criadas no futuro. O esforço nunca feito em infraestrutura deixou de ser passivo eleitoral para transformar-se numa “carteira de projetos para o sucessor”. Os problemas reais foram substituídos pelo mundo do powerpoint.

No universo de Dilma, cuja candidatura talvez seja a única obra visível dos dois PACs, areia sai pelo preço de açúcar.

abril 01, 2010

RESULTADO DA BALANÇA COMERCIAL

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Agência Brasil

O superávit comercial registrado de janeiro a março é de US$ 895 milhões, saldo 70% menor do que o registrado no mesmo período de 2009 (US$ 2,988 bilhões), informou nesta quinta-feira (1º/4) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Neste ano até o mês passado, as exportações somaram US$ 39,229 bilhões e as importações, US$ 38,334 bilhões.

Em março, o superávit comercial foi de US$ 668 milhões, contra US$ 1,756 bilhão registrado no mesmo mês de 2009.

O resultado do mês passado foi alcançado depois do déficit comercial na última semana do mês, de US$ 20 milhões. Na terceira semana também foi registrado déficit, de US$ 48 milhões.

Na primeira, na segunda e na quarta semanas do mês foi registrado superávit comercial de US$ 500 milhões, US$ 82 milhões e US$ 154 milhões, respectivamente.

No mês passado, as exportações somaram US$ 15,727 bilhões e as importações, US$ 15,059 bilhões.

EM TEMPO DE ELEIÇÃO MPs ABREM CRÉDITO R$ 3bi..

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Foram publicadas no Diário Oficial da União, em edição extra no dia 30, duas medidas provisórias (MPs) abrindo créditos para órgãos do governo de mais de R$ 3 bilhões.

Os recursos serão distribuídos entre os ministérios da Integração Nacional, da Saúde, da Defesa, das Relações Exteriores, da Cultura e da Secretaria Especial de Portos da Presidência da República.

A MP 485 destina R$ 1,429 bilhão para ações emergenciais, como atendimento às vítimas das enchentes na Região Sudeste e da estiagem na Região Nordeste; para a expansão da vacinação contra a influenza A (H1N1) - gripe suína; para ajuda financeira ao Haiti e para a recuperação do patrimônio histórico da cidade de São Luiz do Paraitinga (SP), destruído pelas chuvas.

O Ministério da Integração Nacional vai ficar com a maior parte dos recursos, cerca de R$ 530 milhões, para atendimento às vítimas das enchentes e da estiagem. Já o Ministério da Saúde ficará com cerca de R$ 450 milhões para ações de combate a influenza A (H1N1) - gripe suína, com a inclusão de pessoas de 30 a 39 anos de idade e para despesas de logística.

O Ministério da Defesa receberá R$ 337 milhões para o preparo, equipagem e o envio ao Haiti de contingente adicional para ajudar a enfrentar a situação naquele país em virtude do terremoto. O restante do dinheiro será destinado aos ministérios das Relações Exteriores e da Cultura e à Secretaria de Portos.

A MP 486 abre crédito extraordinário de R$ 1,6 bilhão para o Ministério da Educação, destinado ao Fundo Nacional de Desenvolvimento de Educação (FNDE) e para o fortalecimento do ensino médio, e para transferências a estados, ao Distrito Federal e a municípios.

Pelos próximos 14 dias, as duas MPs ficarão no Congresso Nacional para o recebimento de emendas dos parlamentares, para então ter início à tramitação na Câmara dos Deputados. Depois de votadas, serão encaminhadas à apreciação do Senado Federal.

(Agência Brasil)