"Um povo livre sabe que é responsável pelos atos do seu governo. A vida pública de uma nação não é um simples espelho do povo. Deve ser o fórum de sua autoeducação política. Um povo que pretenda ser livre não pode jamais permanecer complacente face a erros e falhas. Impõe-se a recíproca autoeducação de governantes e governados. Em meio a todas as mudanças, mantém-se uma constante: a obrigação de criar e conservar uma vida penetrada de liberdade política."

Karl Jaspers

abril 17, 2010

DATAFOLHA 17/04/2010

http://jangadeiroonline.com.br/blogdajanga/uploads/2010/01/candidatos-Ciro-Dilma-Serra-e-Marina.JPG
Pesquisa Datafolha mostra José Serra (PSDB) com 38% das intenções de voto ante 28% de Dilma Rousseff (PT). É a primeira enquete após o lançamento da candidatura tucana, no sábado passado. No fim de março, Serra e Dilma tinham, respectivamente, 36% e 27%.

Pela primeira vez Ciro Gomes (PSB) 9% aparece numericamente atrás de Marina Silva (PV) 10%, embora do ponto de vista estatístico ambos estejam empatados.

Veja a pesquisa completa na edição deste sábado da Folha (íntegra disponível somente para assinantes do jornal ou do UOL).

A pesquisa, registrada sob o número 8.383/2010, foi realizada nos dias 15 e 16 de abril.A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Acesse o Gráfico : Editoria de Arte/Folha Imagem

PAC: SÓ SUSTENTA CORRUPÇÃO E POLITICAGENS, OBRAS NÃO.

Click a imagem

Em menos de um mês, três obras em portos fluviais
do Amazonas, incluídas no Programa de Aceleração de Crescimento, deram problemas.

Um deles, o de Humaitá, foi entregue pela ainda ministra Dilma Rousseff, no dia 25 de março.

Não foi o único incidente envolvendo obras desse tipo na região. Quatro dias depois, foi a vez de ocorrer problemas no terminal fluvial de Manaquiri, a 64 quilômetros de Manaus, quando uma passarela rachou justamente quando seria feita a ligação entre a balsa flutuante da ponte com a rampa de concreto.

O primeiro problema com terminais hidroviários do PAC tinha acontecido no dia 23 de março, na cidade de Itacoatiara, a 177 quilômetros da capital amazonense.

Nesse caso, a plataforma do porto cedeu durante a passagem de uma pá mecânica (uma espécie de trator), pesando 18 toneladas. O terminal, que está passando por reformas, deveria suportar um peso de 50 toneladas.

As obras nesses terminais fluviais têm sido capitalizadas politicamente no Estado.

Amiga e aliada do então ministro dos Transportes Alfredo Nascimento, que será candidato ao governo do Amazonas, Dilma fez questão de prestigiar a inauguração da obra do PAC em Humaitá.

Foi uma de suas últimas participações em eventos desse tipo antes de deixar a Casa Civil para concorrer à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

As obras do porto de Humaitá têm um custo estimado em R$ 15 milhões. As de Itacoatiara somam R$ 7 milhões, enquanto as de Manaquiri somam R$ 4,9 milhões.

NO PIAUÍ, MAIS UM CALOTE DO PAC.

Agência Senado

As obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no Piauí não passam de promessas.

Nenhuma obra anunciada pela ex-ministra Dilma Rousseff foi concluída e outras, a exemplo do Porto de Luís Correia, estão em "estágios ridículos" de andamento.

O desabafo foi feito nesta sexta-feira (16) pelo senador Heráclito Fortes (DEM-PI), em discurso no plenário.

O parlamentar lembrou ainda que a foto que ilustra a cartilha do PAC de número 8, destinada à divulgação do programa no Piauí, não diz respeito a uma obra no estado, mas sim à transposição das águas do rio São Francisco na Bahia.

Heráclito também cobrou do Ministério Público do Piauí que investigue os contratos de locação de veículos utilizados pelas repartições públicas do estado.

Segundo ele, a terceirização ultrapassa aos R$ 5 milhões por mês, "o que é um absurdo para um estado tão pobre como o Piauí".
E elogiou a intenção do atual governador do estado, Wilson Martins, de cancelar os contratos.


- Pode ser o primeiro dos muitos escândalos do ex-governador Wellington Dias - previu o senador.
Dias deixou recentemente o governo para disputar uma vaga no Senado nas eleições de outubro.

LDO DIRECIONA RESTRIÇÃO AO TCU.

http://arquivos.cdlanapolis.com.br/old/obstaculo.jpg
Tiago Pariz/CorreioBraziliense

O governo acirrou a briga com o Tribunal de Contas da União (TCU). O projeto para a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2011 prevê que obras irregulares não podem ser interrompidas, consolidando o esforço do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de evitar que projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) sejam parados por ordem do TCU.

A proposta impõe uma série de dificuldades para a paralisação de uma determinada iniciativa, incluindo até questões subjetivas.

“A paralisação de obras somente deverá ocorrer depois de esgotadas todas as medidas administrativas cabíveis, considerados os aspectos sociais, econômicos e ambientais decorrentes do atraso na execução; os riscos à população local; os riscos de depreciação da obra e as despesas necessárias à conservação”, ressalta o Ministério do Planejamento na explicação do projeto.

No começo do ano, Lula vetou um artigo do Orçamento e liberou R$ 13,1 bilhões para quatro obras da Petrobras com irregularidades graves apontadas pelo TCU. Um desses empreendimentos é a Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.

O texto do projeto da LDO também implementa uma mudança em relação à norma aprovada no ano passado.
Caso o Orçamento de 2011 não esteja sancionado até 31 de dezembro, todos os investimentos deste ano — incluindo obras com início previsto para 2011— não serão interrompidos.

No ano passado, a lei permitia apenas a continuidade de projetos já iniciados.

A LDO também mantém a flexibilização na política fiscal que permite ao governo excluir os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento da meta de superavit primário, estabelecida em 3,3%. Esse dinheiro é separado para pagar os juros da dívida pública.

Leia o resumo do texto da LDO produzido pelo Ministério do Planejamento

abril 16, 2010

GENTE QUE MENTE/REPASSANDO

Gente que Mente »

MENTIRA:

“As palavras de Tancredo não podem ser esquecidas. Elas têm e devem nos inspirar. O governo Lula realizou na prática o sonho de Tancredo Neves.”

(Pré-candidata do PT Dilma Rousseff, em São João Del Rey (MG),06/04/10.)

A VERDADE:

As palavras do partido de Dilma Rousseff também não podem ser esquecidas:

PT DECLARA GUERRA A TANCREDO, manchete do Jornal da Tarde de 11 de fevereiro de 1985.

Click/amplia

Agora que você já sabe quem é o lobo em pelo de cordeiro desta eleição, repasse estas imagens para os seus amigos e conhecidos.

Não deixe a mentira vencer.

CARGA TRIBUTÁRIA,A IMPOSTORA(ES) E O IMPOSTÔMETRO.

Ministra Dilma Rousseff, da Casa Civil

“A minha proposta está assumida em documento, porque a reforma [tributária] é a que eu estou dando mais importância. Nós temos que reduzir os impostos nas exportações, na produção, para que o nosso Brasil possa ser mais competitivo. E somente alguém com o meu perfil pode fazer isso.” (Candidato Luiz Inácio Lula da Silva, em debate na TV com José Serra, nas eleições de 2002.)

No governo do cachaça, a carga tributária bateu recorde. Em 2008, chegou a 36,56%, ultrapassando a casa de R$ 1 trilhão.
E o manguaça já avisou que vai manter os impostos
em alta “Falta um ano para de eu sair do governo, não existe possibilidade de abaixar imposto.”
(Fonte/Gente que Mente)

Agência Estado


A ex-ministra e pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, afirmou nesta quinta que "a hora da reforma tributária chegou" durante palestra a 130 empresários na sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs). No discurso, também defendeu que "o Brasil precisa de desoneração fiscal", ao relembrar medidas adotadas para enfrentar a crise financeira mundial.

No contexto de combate à crise, Dilma citou que "provamos e sentimos na carne", numa referência à experiência de desoneração. "Mudou a visão de cada um de nós a respeito da importância da desoneração tributária", relacionou.

Em seu discurso, Dilma considerou fundamental a existência de um fundo de compensação aos Estados que serão afetados pela reforma tributária e defendeu que o contexto é favorável à mudança, citando as previsões de crescimento econômico. "Nós teremos mais dinheiro para poder fazer reforma tributária", analisou.

Mais...

O BARCO E A LUTA PELA LIBERDADE COMO A DE CUBA?

pinoquio.gif

Autor(es): Agencia O Globo/ NELSON MOTTA

Usar de todos os meios para derrubar a ditadura e convocar eleições gerais livres e abertas a todos os partidos.

Seria patriótico e democrático, se não fosse mentira. O objetivo da luta armada no Brasil era trocar uma ditadura por outra, baseada na revolução cubana.

Zé Dirceu, Dilma e Tarso Genro se orgulham disto. Cegos de fé, juventude e generosidade, sonhavam com uma ditadura legitima, do bem, porque do povo, do proletariado.

Também acreditei nisto, como muitos jovens oprimidos e ingênuos, até que a razão, os fatos e a história me convenceram do engano.

Mas uma loba guerrilheira nunca vai admitir que, além de um erro estratégico e político, a sua luta e o sacrifício de tantos companheiros eram para instituir uma ditadura socialista no Brasil.

Dirá que foi pela liberdade do povo. A mesma que os cubanos têm hoje? Ninguém ousa lhe perguntar.

Muitos dos seus ex-companheiros de armas, graças à democracia, ocupam postos importantes no governo, e reconhecem que a luta armada foi um erro de avaliação, talvez por excesso de juventude e generosidade.

Mas ela nunca reconhecerá, nem que a vaca tussa.

Ela não abandonou o barco nem fugiu da luta, não avaliou que seu sacrifício e de tantos companheiros poderia se voltar contra eles, como uma greve de fome, e até atrasar o processo de redemocratização.

Mas, para versões bolcheviques de velhos hippies de rabo de cavalo, parece que o sonho não acabou. Cordeiro em pele de lobo, Lula, o raposão, jamais sonhou com uma cubanização do Brasil.
Cresceu e se desenvolveu como sindicalista por sua inteligência e capacidade de negociação.

Loba em pele de loba, ela se acostumou a planejar e a mandar — e obedecer ao chefe — no que deve ser competente: é condição indispensável a uma gestora de gestores.

Lula também tem um lado lobo, quando esbraveja e bravateia nos palanques, mas deve as maiores conquistas do seu governo, e sua popularidade, à sua formação e aptidão de grande negociador, que o levou a harmonizar partidos, corporações e interesses conflitantes para o sucesso de seus programas econômicos e sociais.

Mas a loba ama a luta.

SETOR ELÉTRICO E A EXEPCIONAL ADMINISTRADORA ENÉRGICA.

http://www.unicentro.br/graduacao/deadm/administracao.jpg

O modelo Rousseff

Rogério L. Furquim Werneck - O Estado de S.Paulo

A ruidosa licitação da Usina de Belo Monte permite perceber com clareza em que, afinal, redundou a reforma do setor elétrico, comandada nos últimos sete anos por Dilma Rousseff. Para assegurar a expansão da oferta de energia, o governo se vê obrigado a aplicar doses maciças e crescentes de dinheiro público em cada novo projeto de investimento.

Quando assumiu o Ministério de Minas e Energia em 2003, Dilma anunciou que seu objetivo fundamental na remodelagem do setor elétrico era garantir a modicidade tarifária.

Objetivo mais que defensável. O desafio estava em remover entraves à expansão da oferta de energia e estabelecer regras e práticas de regulação bem concebidas, capazes de reduzir a incerteza regulatória e atrair sólido fluxo de investimento para o setor.

Não há melhor forma de assegurar tarifas módicas do que manter ambiente propício à expansão da oferta de energia em compasso com o crescimento da demanda. Infelizmente, não foi esse o programa de ação escolhido pela ministra.

A proposta que apresentou em meados de 2003 deixou o setor elétrico horrorizado. Entre "pontos inegociáveis" e delírios voluntaristas, o documento que veio a público mostrava total descaso por incentivos e riscos que condicionam decisões de investimento no setor.

Foi preciso bem mais de um ano para que, com a ajuda de especialistas de fora do governo, o documento inicial fosse convertido em algo que servisse de base para uma proposta menos rudimentar de reforma do setor elétrico.

Mas o vezo voluntarista e o desprezo por forças de mercado que marcaram a formulação da proposta original jamais puderam ser completamente eliminados. E afloraram agora, de forma clara, na licitação da usina de Belo Monte.

A preocupação central com a modicidade tarifária permanece. O problema é que, sem poder contar com um ambiente de investimento que engendre tarifas módicas de forma natural, o governo vem tentando assegurar a modicidade tarifária na marra, despejando nas novas usinas todo o dinheiro público que for necessário.

O ponto de partida em Belo Monte foi um esquema de financiamento que permitisse fixar em nível arbitrariamente baixo a tarifa máxima, que poderá ser exigida na licitação.

Feito o orçamento preliminar do projeto, constatou-se que tarifa tão baixa só seria viável se 49% dos investimentos fossem bancados pela Eletrobrás, que se contentaria com uma remuneração "patriótica" dos recursos investidos.

Na verdade, a Eletrobrás nem conta com tais recursos.
(...)
Salta aos olhos que há algo de profundamente errado em tudo isso. Ao fim e ao cabo, o que se vê é a modicidade tarifária viabilizada por gigantesco e demagógico programa de subsídio à energia elétrica, bancado por recursos públicos que poderiam ter utilização alternativa incomparavelmente mais nobre.
Continua...

abril 15, 2010

DÍVIDAS? VOCÊ NÃO ESTÁ SOZINHO.

O aumento da oferta de crédito no País aquece a economia, ao colocar mais dinheiro em movimentação.
E acelera a outra ponta dessa cadeia, que é o endividamento do brasileiro. Levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) feito com 17,8 mil consumidores de todas as capitais e Distrito Federal mostra que, em março, o total de brasileiros que declararam ter alguma dívida chegou a 63%.

Em janeiro deste ano, quando a pesquisa começou a ser feita, esse número estava em 61,2%. Segundo dados do Banco Central (BC), as concessões de crédito do sistema financeiro para pessoa física somavam R$ 650 bilhões ao final de fevereiro, um crescimento de 19,3% no período de 12 meses.

Veja o perfil :
Tem dívidas? Saiba que você não está sozinho

MST/ABRIL VERMELHO - 42 OCUPAÇÕES.

http://lintomass.files.wordpress.com/2009/10/lula-mst2.jpg
AE - Agência Estado

Em nota oficial divulgada no final desta tarde, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) salientou que "a jornada de lutas" (batizada de Abril Vermelho) chegou a 42 ocupações e marchas em 16 Estados.

O movimento defende o assentamento das 90 mil famílias acampadas, atualização dos índices de produtividade e políticas públicas para as áreas de Reforma Agrária. Na nota, o MST cobra os compromissos assumidos pelo governo federal que ainda não teriam sido cumpridos.

O coordenador nacional do MST, João Paulo Rodrigues, reclama que "a maioria das áreas ocupadas já foram classificadas como improdutivas em vistorias do Incra, mas ainda não foram desapropriadas e destinadas à Reforma Agrária".

De acordo com o MST foram ocupadas 19 áreas em Pernambuco, nove em São Paulo, cinco em Paraíba, três em Sergipe, duas no Ceará, e uma no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul.