"Um povo livre sabe que é responsável pelos atos do seu governo. A vida pública de uma nação não é um simples espelho do povo. Deve ser o fórum de sua autoeducação política. Um povo que pretenda ser livre não pode jamais permanecer complacente face a erros e falhas. Impõe-se a recíproca autoeducação de governantes e governados. Em meio a todas as mudanças, mantém-se uma constante: a obrigação de criar e conservar uma vida penetrada de liberdade política."

Karl Jaspers

abril 15, 2010

A APOSENTADORIA DE LUIZ INÁCIO

A Casa da Mãe Joana -
http://puteiro-nacional.blogspot.com/

Se você é aposentado e acredita que foi por falta de recursos...

- Procure saber quanto L.I. vem gastando com a campanha de Dilma, o que poderá ser bom para ele, não para você.

- Procure confirmar a distribuição de DOIS MIL cargos públicos para sindicalisas que não têm capacidade para fazer concurso e muito menos de assumir os cargos que receberam de presente.

- Quantos ministérios, que não fazem coisíssima alguma interessante a você, L.I. abriu em seu governo.

O Ministro da Pesca, por exemplo, nem deve saber a diferença entre badejo e sardinha, a não ser quando estiver aboletado na cadeira de um caríssimo restaurante ... pago às suas (nossas) custas.

- Veja quanto L.I. gasta com viagens, cercado de subalternos para aplaudi-lo.

- Quantos $$$ L.I. jogou fora em obras de última hora, para fazer às pressas o que não fez em sete anos (inclusive o porto que, junto com Dilma, acabou de inaugurar e desabou. O PAC ... PLOFT.

- Se informe sobre as doações feitas a outros países, enquanto brasileiros morrem de inanição .

- Quando precisar de atendimento médico urgente, ao invés de ir à Clínica paticular que mal pode pagar, entre na fila do SUS.

Você pode não ter mais obrigação de votar, mas nós temos o governo que merecemos, porque somos nós que escolhemos.

Caso ainda fique na dúvida, quando for à urna escolher o próximo presidente, não esqueça de levar seu contra- cheque, embrulhado num papel com a imagem acima e olhe com atenção antes de dar o fatídico ENTER.

AJUDE SEUS AMIGOS, CONHECIDOS E PARENTES

http://dilma-mostra-tua-cara.blogspot.com/

Não deixe que escolham o próximo presidente sem antes conhecer a verdadeira história da Dilma (só não digo Dilma Carabina, para não ser deselegante).

No Google há diversos outros endereços com a história da candidata. Aliás, se você gosta de história de terror, não perca o vídeo com depimento de Lovecchio Filho, que ficou mutilado aos 22 anos, pelo grupo de Dilma Rousseff .

Clique aqui

Grupo de Dilma mutilou um homem


lula aposentado final.jpg
Repassando E-Mail.

ESTÁDIOS COPA/14- CUSTOS = IMBRÓGLIO OU...

Em 2009, quando a Fifa divulgou as 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014, a estimativa de gastos com estádios era de R$ 3,7 bilhões.

Hoje, menos de um ano depois e poucos dias antes do prazo-limite para o início das obras, o valor ganhou o acréscimo de R$ 728 milhões, uma correção de cerca de 19,2%.

A conta inicial, de R$ 3,7 bilhões, data de maio de 2009, e não considera Curitiba e Belo Horizonte, que à época não haviam divulgado seus custos.

Para efeito de comparação, a reportagem do UOL Esporte excluiu ambas novamente. Com Arena da Baixada e Mineirão, os estádios da Copa passam a custar R$ 5,07 bilhões.

Este número deve aumentar já nos próximos meses. Os investimentos de São Paulo, Curitiba e Porto Alegre, cidades com estádios particulares, estão atrelados à desoneração dos impostos sobre materiais de construção, que ainda não têm desfecho definido. Caso as taxas sejam mantidas, todas deverão acrescer valores.

Minas Gerais e Natal também reforçam a lista da "inflação". Ambas ainda não definiram seu principal processo licitatório, e o valor divulgado no momento deve ser ampliado. Belo Horizonte, por exemplo, pretende inserir a conta das atrações do entorno do Mineirão, que foram ignoradas nas previsões de gastos de 2009 e 2010.



COMPARE PREÇOS DE ESTÁDIOS DE 2014
Cidades 2009 2010
AM R$ 600 mi R$ 500 mi
BA R$ 320 mi R$ 591 mi
CE R$ 400 mi R$ 452 mi
DF R$ 600 mi R$ 740 mi
MT R$ 350 mi R$ 420 mi
PE R$ 500 mi R$ 480 mi
RJ R$ 430 mi R$ 600 mi
RN R$ 300 mi R$ 350 mi
RS R$ 140 mi R$ 130 mi
SP R$ 135 mi R$ 240 mi
Total: R$ 3.775 bilhões R$ 4.503 bilhões

Deu tilt na ciborgue

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgdZ_ymdwBzWbcpAl0rAWXttLmGLr2yD5J_RWAhhkc3OTDjQroIlUCFdM-CNuyu0MLz7uSQfxC9poBFGhxYV9f9OTSjOj0EpiyanOA8MA2jY8tBdzWgAgUTmMrInRLLDTADMQ4EmMaKrF1y/s400/ciborgue_greg.jpg
A candidatura de Dilma Rousseff vem sendo carpida pelo PT há pelo menos dois anos, ou três se considerarmos o nascimento do filho dela, o Programa de Aceleração do Crescimento - infante que apresenta problemas de desenvolvimento motor.
Dilma Rousseff foi vendida pela arrogância petista como um verdadeiro Godzilla, aquele dinossauro fortão e bravo da TV. O mundo real, longe das asas do mestre Lula, a está transformando num Godzuck, o sobrinhozinho trapalhão do bicho.

(...)
Seria enfadonho listar aqui as muitas patacoadas que a candidata do PT conseguiu produzir em menos de 12 dias de campanha.

Começou com a mão na cabeça do pastor Garotinho; prosseguiu com a repugnante passagem e a escancarada falsidade de seus atos em Minas; passou pelas trombadas com o clã Gomes no Ceará; e teve na irretocável declaração sobre os exilados "que fugiram da luta" sua cereja do bolo.

(...)
Se isso vale - e pode estar certo que vale - o filme de Dilma queimou. A petista vai aos poucos murchando para o tamanho que de fato tem. Um Godzuck - e sem um pingo da graciosidade e simpatia dele.

Os jornais estão coalhados de notícias sobre as dificuldades da candidata. O Estadão as traduz em números: dona Dilma tem problemas para montar palanques em 15 dos 27 estados, onde vive 63% do eleitorado.

Em contrapartida, o PSDB de José Serra tem candidatos próprios em 15 estados e "garantia de alianças sem maiores problemas em 24 das unidades da Federação", completa o jornal.

Rusgas e mais rusgas regionais travam as viagens da candidata, informa a Folha de S.Paulo: "Em quase todos os estados há problemas em sua base que vão de disputas de aliados pela mesma vaga à insatisfação com a possibilidade de a ex-ministra pedir votos para o concorrente local".

"A escolha de viagens e agenda potencializou as dificuldades de uma candidata 'sem jogo de cintura' para situações difíceis", conclui O Globo depois de ouvir seis cientistas políticos sobre os "tropeços" da ciborgue.

Cadê a toda poderosa cuja perspectiva de poder seduzia como ouro 18 quilates guardado no pote do fim do arco-íris? Fumaça.

Diante das dificuldades que a dura realidade da vida está a lhes impor, os petistas esbravejam: complô, vilania, má-fé! De quem, caras-pálidas? Basta citar aqui um único texto publicado hoje na imprensa para ver quem está, de fato, agindo agora pautado por má-fé, vilania, complô...

Analisando a memorável frase "eu não fujo quando a situação fica difícil, não tenho medo da luta", dita por Dilma no sábado, Fernando Rodrigues ocupou-se de ver quem estaria distorcendo as doces, cristalinas e puras palavras da ciborgue.

Deu de cara com o exército que infesta a blogosfera, esta praga de gente. Mas, pera lá... "Petistas na internet inundaram blogs e sites de relacionamento interpretando a declaração de Dilma como um ataque velado a José Serra", descobriu ele. O sociólogo petista Emir Sader foi um deles, informou o Painel da Folha. Bingo.

Dilma disse o que queria dizer. Seu séquito interpretou-a de forma idêntica à que ela agora reputa à "má-fé" e aos "mal-entendidos" de vilões da oposição. Logical conclusion:
a candidata petista expressou, de fato, opinião segundo a qual quem se exilou o fez por ser fujão, mesma visão de mundo que tem um tão proeminente quanto caricato servidor das casernas na ditadura militar. Dilma e general Leônidas: tudo a ver.

À reação tão justa quanto indignada dos que lutaram pela reconquista da democracia no país a partir do exílio, sem apelar por explodir cofres, Dilma arreganhou seus dentões pontudos de loba:

"Não tentem me atemorizar. Pode vir, pode atacar. Não pensem que, com isso, me atemorizarão, porque não vão". Quanta humildade! Os amigos do PMDB podiam ressuscitar aquele bambolê para dona Dilma.

Isso é, sem retoques, o que o PT oferece aos brasileiros nestas eleições presidenciais:
um tom belicoso (tudo a ver com quem defende a bomba atômica iraniana), a disseminação da cizânia, a divisão permanente do país.

E olha que Dilma ainda tem 172 dias pela frente até a eleição de 3 de outubro... Godzilla não assusta mais e o Godzuck não consegue voar.
Fonte: Pauta em Ponto

FIM DA CONTRIBUIÇÃO AO INSS ?

http://www.reynaldosietecase.com.ar/wp-content/uploads/2008/10/manos-viejo.jpg
Dois projetos aprovados ontem à noite no Congresso mudam a vida dos aposentados.

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado aprovou projeto de lei que isenta das contribuições previdenciárias os aposentados pelo Regime Geral da Previdência Social que continuam — ou voltam — a trabalhar em atividade abrangida por esse regime.

Como a matéria foi aprovada em decisão terminativa, deverá ser enviada à Câmara dos Deputados sem passar pelo plenário do Senado. O autor do projeto é o senador Raimundo Colombo (DEM-SC)


No final da noite, a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei Complementar nº 277/05, que reduz o tempo de contribuição previdenciária das pessoas com deficiência.

O líder do PSB na Câmara, deputado federal Rodrigo Rollemberg (DF), foi o autor do requerimento de urgência permitindo que o texto fosse colocado rapidamente na pauta de votações.

Agora, o projeto será apreciado pelo Senado. De acordo com a proposição, que recebeu alteração por intermédio de um substituivo, o homem passará a contribuir 30 anos e a mulher, 25 anos.

Mais : CorreioBraziliense

EMPRESARIADO SINALIZA VOTO EM SERRA.


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgxxQinZSB18hJyvmY-_mH2NLQ1cM7w7_Sx0HF0_707Ie1b9TWmazEJhPHQCOz4FsEPQ_wrqrrjPnoxK51xtw3ZBBs87TkB3GJsMS9xdUmyWAkSUcDQ-motPIzSjnBkRddMmhCmmtxRQBLY/s1600/bello.jpg
Em enquete realizada pelo
Valor na terça-feira, na entrega do prêmio "Executivo de Valor 2010", todos os que responderam à sondagem informaram que suas empresas cresceram de forma significativa nos últimos oito anos.

Dos 142 empresários que participaram da pesquisa, nenhum disse que nesse período sua companhia estagnou ou encolheu.

No entanto, a maioria pretende votar na oposição na eleição presidencial de outubro. José Serra (PSDB), ex-governador de São Paulo, recebeu 78% dos votos.

A candidata do presidente Lula, ex-ministra Dilma Rousseff, teve 9% das intenções de voto.
A pré-candidata do PV, senadora Marina Silva, conquistou 5,6% dos votos e o deputado Ciro Gomes, do PSB, teve apenas um voto, 0,7% do total.

A visão positiva em relação ao governo, entretanto, ainda não foi convertida em intenção de voto para a petista. Entre os que informaram que suas empresas cresceram muito, Dilma recebeu 9,3% dos votos e Serra, 79,4%.

A análise do presidente executivo da Vale, Roger Agnelli, o sucessor de Lula deverá atuar no controle de gastos. "Isso pode mexer na economia como um todo", disse. Walter Schalka, presidente da Votorantim Cimentos, reforçou:
"Não podemos ficar sustentando a máquina pública. Precisamos de um choque de gestão".

A questão é mais relevante do que uma eventual mudança no câmbio, avaliou Harry Schmelzer Junior, presidente da WEG.
"É preciso ter controle de gastos. Mesmo quando a economia está favorável o governo continua aumentando o custeio. É o problema do governo e Dilma vai ter que mostrar como vai reverter isso."

Para empresários, ainda não está claro qual candidato está mais identificado com a questão cambial ou com o controle de gastos.

Pedro Janot, presidente da Azul Linhas Aéreas, contudo, já definiu o voto e considera que Serra tem perfil adequado para reduzir gastos correntes.

"O controle maior do gasto público e a reforma tributária terão que sair.
É o que vai desonerar a produção e fazer o Brasil crescer. Serra está mais preparado, tem mais arcabouço para fazer essa mudança", disse Janot
Matéria completa (Assinantes) : Empresário aprova Lula, mas vota Serra

PAC A SUSTENTAÇÃO DA CORRUPÇÃO.

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhM_iqxN9iJNZE-KHawMLJRiUhCyA51-wrfrrSMYCyTUpf0g79JLM6gPm6p-0HvjLTAvy3FYv2DFBLfy0PFTNgh2LsL-fTbyFMJqX7iSDiig_-vht7Yzks4ocghYA6ogodHk4aoysQJ1BAU/s669/escrivanato.jpg
RENATA LO PRETE
EDITORA DO PAINEL

O empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), ajudou a fechar acordo clandestino pelo qual um grupo de empreiteiras burlou o processo de licitação e é acusado de desviar dinheiro público da principal obra ferroviária do país.

A fraude, apontada pela Polícia Federal e pelo Tribunal de Contas da União, deu-se em um trecho da ferrovia Norte-Sul. Orçada em mais de R$ 1 bilhão, a construção faz parte do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), a vitrine eleitoral da pré-candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT).

O projeto é administrado pela Valec, estatal ligada ao Ministério dos Transportes há anos sob influência direta de José Sarney. Ulisses Assad, diretor da empresa à época do esquema, foi nomeado por indicação do presidente do Senado.

A licitação para o contrato 013/06, que trata do trecho entre os municípios goianos de Santa Isabel e Uruaçu, foi vencida pela Constran. Porém, numa subcontratação "ilícita" e "grave", nas palavras do TCU, as construtoras EIT e Lupama passaram a participar da obra.

Por meio desse acerto, apelidado pelos peritos da PF de "consórcio paralelo", empreiteiras driblam o resultado de concorrências e repartem "por fora" contratos públicos no país, conforme mostraram reportagens da Folha.

Logo após vencer a licitação do lote Santa Isabel-Uruaçu, de R$ 245,5 milhões, a Constran firmou um acordo com as duas outras construtoras, repassando a cada uma 16,65% da empreitada. O combinado foi feito sem análise nem autorização da Valec, em desrespeito à Lei de Licitações (8.666/93).

Auditoria do TCU nesse trecho da Norte-Sul constatou sobrepreço de R$ 63,3 milhões na atuação desse consórcio paralelo. Segundo a perícia da PF, a fraude chegou a R$ 59 milhões.
De acordo com relatório da PF na Operação Faktor (ex-Boi Barrica), a Lupama é uma empresa de fachada, que não tem capital social "nem sequer para construir uma ponte".

Seus sócios são Flávio Lima e Gianfranco Perasso, ambos amigos de Fernando Sarney. Perasso é apontado pela polícia como o operador de contas da família Sarney no exterior -a Folha revelou neste ano que o filho do senador já teve dinheiro rastreado e bloqueado pelos governos da China e da Suíça.

A Folha foi ao endereço que está no registro da sede da Lupama. Durvalina da Silva, 55, que mora na pequena casa de alvenaria há 20 anos, disse que o marido, Modesto de Freitas, apenas cedeu o endereço a Flávio Lima. Segundo ela, na casa não há atividades da empresa. "Só chega correspondência."

A EIT, por sua vez, pagou "pedágio" para entrar no esquema, segundo revelam conversas interceptadas pela PF com autorização judicial -as mesmas escutas que indicam a participação de Fernando Sarney na formação do "consórcio paralelo" da Norte-Sul.

Em telefonema grampeado de maio de 2008, Flávio Lima cobra de um funcionário da EIT chamado Romildo parte do pagamento referente ao contrato 013/06. A expressão usada é "pagar a diferença", interpretada pela polícia como sinônimo de propina.

Romildo responde que seu chefe na EIT condicionou o pagamento à realização de uma reunião com Flávio Lima e Fernando Sarney.
Flávio rebate que a EIT havia recebido o contrato "no colo", cobra de forma enérgica o pagamento da "diferença" e ameaça recomendar a Fernando "ignorar o pessoal da EIT" enquanto a pendência não fosse resolvida.

Os diálogos mostram que, sem o pagamento, a EIT não seria incluída num novo contrato que era negociado com a Valec.

"Eu tô p... mesmo. Ah, quer que eu converse com o Fernando? Sabe quem vai chegar com o Fernando e com o Ulisses [Assad] pra fazer a porra da vistoria na sexta-feira? Sou eu", afirma Flávio para Romildo.

Segundo a PF, após essas ameaças, a EIT aceitou pagar R$ 160 mil aos sócios da Lupama. No mesmo dia, Romildo ligou para Fernando Sarney confirmando o depósito.

"Cabe frisar ainda que Fernando, após o pagamento, determinou a Flávio que fizesse alguns pagamentos [...], o que reforça ser Fernando Sarney o chefe da orcrim [organização criminosa]", escreveu a PF. Quando a Operação Faktor veio à tona, Ulisses Assad foi afastado da direção da Valec.

Colaborou HUDSON CORRÊA, da Sucursal de Brasíli

OPERAÇÃO DESEMBARALHAR OS CORDÉIS DA FANTOCHE.

Como é deprimente o papel desempenhado por esta criatura das trevas criada pelo cachaça. Por mais que eu me esforce, é difícil ignorar o desplante que é a forçada de barra desta candidatura.
Como esta medíocre criatura se sujeita ser manipulada de forma tão explícita, e não se constrange, a fantoche não tem condições de presidir o País, já está mais do que evidente que está em curso o terceiro mandato do déspota cachaceiro por trás da cuja, a candidata é verdadeiramente : FANTOCHE.


Denise Rothenburg
Depois dos tropeços da candidata Dilma Rousseff (PT) com as viagens ao Ceará e a Minas Gerais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva saiu a campo para tentar consertar os estragos.

Ele orientou os partidos aliados e o PT a fazer uma reunião na próxima semana para acertar a agenda de Dilma.

A ideia é que a ex-ministra limite as suas andanças pelo país a locais onde a briga entre os partidos não está tão acirrada.

Ela não foi tão feliz nos últimos dias, mas isso faz parte do aprendizado. É melhor que ocorra agora do que mais para frente.
Nesse começo, nossa sugestão é a de que ela visite estados onde não há problemas.

A viagem de Dilma ao Ceará, por exemplo, só fez crescer o fosso entre PT e PSB no estado.

Em Minas, a visita dela também acirrou os ânimos entre o PT e o PMDB, especialmente porque, depois da passagem de Dilma por Minas, o PT local anunciou que fará uma prévia em 2 de maio para escolher o seu candidato a governador e o PMDB tem o ex-ministro das Comunicações Hélio Costa como indicado da sigla ao governo mineiro.

Outro estado onde os problemas cresceram ao ponto de exigir a interferência dos comandos partidários é o Amazonas. Lá, o plano era reunir todos os aliados em torno da candidatura do ex-ministro dos Transportes Alfredo Nascimento (PR). Deu errado.

Continua : Lula parte em defesa de Dilma

DESBUROCRATIZANDO AS " DOAÇÕES " HUMANITÁRIAS,

O espírito humanitário dos políticos brasileiros na era petralha é comovente, alguém duvida que toda a "ajuda" não chega realmente aos destinos?

Eu não duvido, tenho certeza que uma grande parte fica pelo caminho.

O projeto de lei que permite ao governo federal fazer doações humanitárias para outros países, sem aprovação do Congresso Nacional, foi aprovado nesta quarta-feira em caráter conclusivo pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ).

Pela proposta, as doações podem ser de recursos financeiros, bem móveis, alimentos e remédios.

Em virtude da forma como foi aprovada, se não houver recurso para votação no plenário da Câmara, a proposta segue diretamente para apreciação do Senado.

Atualmente, as doações feitas pelo governo precisam de autorização do Congresso Nacional e são feitas por meio da edição de medidas provisórias.

O texto aprovado foi apresentado pelo deputado José Genoino (PT-SP) após rejeição da proposta apresentada pelo relator, deputado José Maia Filho (DEM-PI), que era contrária às doações sem a aprovação do Congresso.

O relator argumentou que o texto era inconstitucional. Mas os deputados da CCJ rejeitaram a proposta do relator.

Com isso, o deputado Genoíno apresentou um substitutivo que autoriza o Poder Executivo a fazer doações humanitárias internacionais para fins de interesse social sem autorização do Congresso.

De acordo com o parlamentar petista, o texto aprovado é um avanço em relação às atuais regras e melhora o quadro, uma vez que é uma lei autorizativa para ações humanitárias em situações de calamidade, de risco de vida, terremotos e de pestes, que não dependem de acordo bilaterais.

"É ação imediata e o tempo é essencial para garantir o efeito humanitário dessas medidas. Acho que essa lei autorizativa precisa o que é ação humanitária", disse.

Chuva e Haiti
Mais cedo, a Câmara já havia parovado a Medida Provisória 480, que libera um crédito de R$ 1,37 bilhão do Orçamento Geral da União deste ano para o atendimento às vítimas da chuva e da seca.

Parte do dinheiro também será usada a fim de socorrer o Haiti, atingido por um terremoto devastador em janeiro, e ainda para transferências aos Estados, municípios e o Distrito Federal.

Agência Brasil

abril 14, 2010

OS PRIIMEIROS PASSOS E OS TROPEÇOS.

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEig4svmM3SslW5uCAl5dYlGrjgfEjf3gMB4FR_Y-VA5gjaBnJSi-P_jTyiNpqv_kgdl8N2iEz1QJS_adyB_i7GNeo7A4V5url-5G08j-Nd6hlXf_qOqac5E3z_D29XGDxS-X1S-RN02dY2q/s320/Intimidade-Desrespeito.jpg
Elio Gaspari
Lula, dono do Brasil. Qual Brasil?

O LANÇAMENTO DA candidatura de José Serra com uma proposta de superação das divisões políticas nacionais, porque "o Brasil não tem dono" e "pode mais", obriga o comissariado petista a refletir sobre sua plataforma eleitoral.

A ideia de uma campanha que contrapõe Lula a Fernando Henrique Cardoso pode ser boa, mas falta combinar com os russos. Os tucanos chegaram com outro jogo. Melhor assim, pois fazer de 2010 um videoteipe de 2002 seria no mínimo uma discussão pouco inteligente.

Serra propõe a unidade do país e terá os próximos meses para botar substância nessa proposta. Por enquanto, dispõe da colaboração de Nosso Guia, com suas declarações desrespeitosas ao Poder Judiciário e ao aparelho de fiscalização do Estado.

Mais:
Lula comporta-se como dono do país quando se mostra confortável na condição de padrinho, animador e empresário de Dilma Rousseff.

Lula diz que "não podemos ficar subordinados, a cada eleição, ao juiz que diz o que a gente pode ou não fazer". Tudo bem, vamos ficar subordinados a quem? Nosso Guia defende a mudança da legislação eleitoral, por meio de uma reforma política.

Qual? Não diz. Por duas vezes o PT (com socorro do tucanato) tentou aprovar uma reforma que não mexia nas limitações da propaganda eleitoral.

Deram prioridade ao voto de lista, que fortalece os aparelhos partidários e confisca dos cidadãos o direito de votar nominalmente em seus candidatos à Câmara dos Deputados.

Sente-se na campanha petista um certo desconforto com as instituições. Multado pela Justiça Eleitoral, o Grande Mestre deu-se a gracinhas que levariam à cadeia um motorista que debochasse do guarda de trânsito.

A ideia de mais um mandato petista para permitir que o comissariado imponha uma mudança de qualidade às instituições republicanas será divisiva, estimulará radicalismos minoritários e, na melhor das hipóteses, obrigará o PT a escrever uma nova "Carta aos Brasileiros".

Nela, pedirá aos eleitores de 2010 que esqueçam suas extravagâncias políticas, assim como em 2002 pediu perdão por suas extravagâncias econômicas.

As campanhas eleitorais moldam os candidatos e Dilma Rousseff ainda não se adaptou ao contraditório do cotidiano da contenda.

Disse que "nunca abandonei o barco" e, quando foi confrontada com a impropriedade da soberba, acrescentou que só "a má-fé" poderia levar à conclusão de que se referia aos exilados da ditadura, como Serra.

Não quis pagar o preço da insinuação e dobrou a aposta, insultando quem a cobrou. Nesse ritmo, perde o controle do verbo em questão de meses.

Em política, um candidato tem que dizer quem é.
Se não o fizer, será aquilo que os adversários querem que seja.
Serra deu uma vaga ideia do que pretende ser. Dilma, nem isso.

MENOS MESMICE, E MAIS IDÉIAS É UM BOM COMEÇO.

imagem-radar-texto-2

Autor(es): ROLF KUNTZ O Estado de S. Paulo

Surpresa:

Alguém começa a apresentar propostas, em vez de vagas promessas, numa campanha eleitoral marcada até agora por uma extraordinária indigência de ideias.

Sem alarde, a senadora Marina Silva entra em cena com um balaio de sugestões, enquanto outros candidatos se perdem numa discussão bolorenta sobre o papel do Estado.

Ela propôs, entre outros pontos, aumento de impostos para indústrias poluentes e adoção de incentivos para empresas e famílias se adaptarem às mudanças para redução de emissões de gases estufa. Defendeu, além disso, a cobrança de royalties maiores das mineradoras.

Algumas de suas ideias podem ser mais defensáveis do que outras, mas todas oferecem bom material para discussão. Ela terá de se expor muito mais para informar o eleitorado e mostrar o sentido de sua candidatura, mas o começo é promissor.

A senadora e ex-ministra procurou já no início eliminar dúvidas sobre seus compromissos com a estabilidade: se eleita, disse no dia 5, manterá o tripé da política macroeconômica - metas de inflação, superávit primário e câmbio flexível.


Os dois candidatos mais cotados até agora, a ex-ministra Dilma Rousseff e o ex-governador José Serra, também se dizem dispostos a preservar os fundamentos da economia. A ex-ministra promete continuar a política do presidente Lula.

Foi por ele aconselhada, segundo fonte próxima do Planalto, a respeitar a autonomia de fato do Banco Central (BC), como fez o presidente desde o início do primeiro mandato.

"Quem fez câmbio flutuante, responsabilidade fiscal e metas de inflação foi o governo passado", rebate o ex-governador. "Eu ajudei a erguer a mesa. Não vou derrubá-la."

Mas os dois nunca aceitaram pacificamente a política baseada nos três pilares. Serra criticou frequentemente a orientação oficial em matéria de juros e de câmbio e continua rejeitando a autonomia operacional do BC. Dilma Rousseff também nunca apoiou essa ideia.

Além disso, derrubou o plano de equilíbrio nominal das contas públicas apresentado há alguns anos pelos ministros Antônio Palocci, da Fazenda, e Paulo Bernardo, do Planejamento.

Em relação aos compromissos com a estabilidade, o candidato Serra só se diferencia da ex-ministra Rousseff por sua promessa de promover um ajuste nas contas públicas a partir de um corte de gastos.

Se anunciar um propósito semelhante, a candidata governista precisará renegar o discurso oficial, ouvido muitas vezes nos últimos anos, em defesa do aumento das despesas públicas.

O Estado forte do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de sua candidata é um Estado gastador e caro. Eles mesmos nunca negaram esse ponto.

Nunca distinguiram o aumento da eficiência do aumento da despesa. A ideia de produzir mais serviços - e serviços melhores - com o mesmo custo fiscal ou com menor custo nunca foi explicitada em suas arengas políticas.

A noção de eficiência é, no entanto, parte do discurso do ex-governador de São Paulo e isso marca uma sensível diferença entre as duas concepções de governo. A distinção é importante, mas não chega a ser uma informação sobre o conteúdo de seus programas.

Quanto a esse ponto, a senadora Marina Silva oferece ideias mais amplas. Ela não propõe, simplesmente, aumentar impostos sobre indústrias poluentes e criar incentivos para adaptação. A questão, explica, é como redistribuir o peso dos tributos, na implantação dessa política, sem elevar a carga tributária.

Para ampliar sua audiência, a senadora precisa ir além do discurso ambientalista. Ela tem procurado apresentar ao público a imagem de uma candidata com um conjunto amplo de preocupações.

Em pronunciamentos, entrevistas e programas de rádio, tem discutido, às vezes longamente, questões de saúde e educação, itens fundamentais de qualquer programa decente de governo.

Mas o debate apenas começou e nenhum programa completo foi apresentado. O eleitor sem cabresto e sem antolhos continua esperando.

É JORNALISTAS